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Uma pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) aponta que o uso de máscaras não afeta a respiração ou traz riscos para pessoas saudáveis na prática de exercícios físicos. Para o estudo foram avaliados 17 homens com idade média de 30 anos e 18 mulheres com faixa etária média de 28 anos, todos saudáveis.

“A gente fez com o objetivo de investigar se o uso das máscaras durante o exercício atrapalhava o desempenho, o funcionamento do corpo em pessoas que fazem atividade física regular, mas não são atletas”, explica o professor Bruno Gualano, responsável pelo estudo. Para isso, os participantes da pesquisa correram em uma esteira com e sem máscara de proteção, com monitoramento da respiração, oxigenação do sangue e função cardíaca.

Para o trabalho, os participantes usaram uma máscara de pano com três camadas, seguindo as recomendações da Organização Mundial de Saúde. Os exercícios foram realizados em diversas intensidades.

Nos níveis de esforço moderado e intenso foi verificada apenas uma pequena alteração no esforço de inspiração. “Nós observamos, especificamente, com o uso da máscara um aumento na capacidade inspiratória. O indivíduo tinha que inspirar mais com a máscara do que sem ela”, explica Gualano. Fora isso, porém, o corpo se adapta ao item de proteção e não houve mudanças na resposta do corpo das pessoas. “Não alterou débito cardíaco ou saturação de oxigênio, que era uma preocupação que se tinha”, acrescenta o professor.

No esforço considerado crítico, que é a máxima carga de exercício que a pessoa consegue desenvolver, o estudo apontou que houve perda de desempenho. De acordo com Gualano, ao contrário do que acontece nas outras intensidades, o corpo não consegue compensar a dificuldade adicional que a máscara impõe à respiração. Assim, as pessoas acabam chegando ao limite mais rápido do que chegariam sem o uso da proteção facial.

Porém, nem mesmo nesse nível de esforço foram constatadas alterações significativas na oxigenação do sangue ou na função cardíaca. “Não tem nenhuma alteração fisiológica sugestiva que possa incorrer em risco à saúde do praticante”, enfatiza o professor da Faculdade de Medicina.

O nível chamado de crítico de esforço é quando, explica Gualano, a pessoa que está se exercitando é incapaz de falar durante a tarefa. Nos níveis moderado e intenso, o praticante conseguiria falar, ainda que ofegante.

Para manter a boa saúde e até por razões estéticas, os níveis moderado e intenso são, segundo o professor suficientes. “Essa intensidade é suficiente para promover todos os benefícios que a gente conhece do exercício físico”, ressalta.

Apesar dos resultados dos testes mostrarem que o uso de máscara afeta pouco fisicamente os praticantes de exercício, no questionário aplicado aos participantes foram registradas diversas queixas em relação ao item de proteção.

“No geral eles se sentiam muito mal com o uso da máscara. As pessoas reclamavam que com a máscara sentiam mais calor, desconforto, maior fadiga, resistência”, enumera o pesquisador.

 

Sábado, 25 Dezembro 2021 05:00

Escola de MT recebe prêmio internacional

Time de basquete da escola da Arena da Educação conquista medalha de prata em competição internacional.

O prêmio é um reconhecimento a projetos desenvolvidos por treinadores e professores, que se destacam pela sua dedicação na atividade profissional e servem de inspiração.

O time de basquete da Escola Estadual Governador José Fragelli, a Arena da Educação, em Cuiabá, foi condecorada com medalha de prata do Prêmio Quixote de Ouro, realizada pela Rede Internacional de Basquetebol Educativo (Ribe), do Uruguai. A escola e a professora de educação física Majô Dias foram premiadas.

O prêmio é virtual, com certificado enviado digitalmente. Representaram a escola 105 estudantes, dos times masculino e feminino.

Segundo a professora de basquete feminino e orientadora de práticas esportivas, Majô Dias, o prêmio Quixote reconhece projetos desenvolvidos por treinadores, professores de educação física e professores em geral que se destacam pela sua dedicação ao próximo, na sua atividade profissional ou honorária, e que servem de inspiração para todos.

No entendimento da orientadora, a Arena da Educação ultrapassou fronteiras, não somente com atletas em eventos, mas também pelo reconhecimento pelo desenvolvimento global do trabalho de todos os professores da unidade escolar.

A Ribe é uma rede internacional de basquetebol educativa e está embasada em cinco pilares: Mentalidade Criativa, Inclusão, Saúde, Ecologia e Educação pela Paz.

Atualmente, a Rede Internacional tem representantes em todos os países da América do Sul, Guatemala, República Dominicana, México, Estados Unidos, Portugal, Espanha, Itália e Moçambique. A Comissão Diretiva está constituída pelos presidentes de cada um desses países e o presidente é o italiano Maurizio Mondoni, a maior expressão mundial do minibasquetebol, e tem como secretário geral Hector Zambra (Uruguay).

No Brasil, A Ribe conta atualmente com 64 projetos credenciados que agregam milhares de participantes e centenas de profissionais. O presidente da no Brasil é o professor Dante de Rose Junior.

Em 2017, foi criado o prêmio de mérito internacional para reconhecer os projetos de destaque em todo o mundo. O projeto brasileiro Ursos Basquetebol foi agraciado com a medalha de prata.

Em 2021, o prêmio foi denominado Quixote de Ouro e cinco projetos brasileiros participaram sendo o vencedor o Projeto Basquete Cidadão da cidade de Delmiro Gouveia de Alagoas. Os demais projetos foram agraciados com o Quixote de Prata em reconhecimento à qualidade e importância dos projetos.

 

 

 

O torcedor poderá acompanhar ao vivo todas as partidas do time de Vargas pelo canal fechado Sportv da Globo, a tabela com os jogos, datas e horários foram disponibilizados pela organização da Copinha. O time do Grêmio, adversário do Mixto no primeiro jogo na Copinha cancelou um amistoso que teria com o alvinegro por ter caído na mesma chave. 

A tabela dos jogos do Mixto ficou definida assim: o primeiro desafio é no dia 03 de janeiro contra o tradicional Grêmio/RS às 19h30 horário de Brasília, pelo Sportv.

O segundo desafio é contra o time da casa com torcida a favor do adversário o time do XV de Novembro no dia 6 de janeiro às 17h15 também pelo canal Sportv.

O terceiro e último desafio desta fase de grupos é contra o time do Pará, o Castanhal/PA, no dia 9 janeiro às 14h15 pelo Sportv.

O Mixto vem treinando na cidade de Teutônia no Rio Grande do Sul, em parceria com a CSR e Ivo10 a qual o Mixto vinha tendo parceria com jogadores. 

De acordo com comentaristas locais, o Mixto tem chance de passar de fase, serão classificados dois de cada grupo. O presidente Vinicius Falcão foi recetemente até o alojamento e pode sentir o time e viu o quanto estão dedicados e focados em fazer uma boa Copinha. (Fonte: Assessoria)

O Mixto Esporte Clube está se preparando para disputa Copa São Paulo de Futebol Junior na cidade de Teutônia no Rio Grande do Sul. A inscrição dos atletas pelo clube no BID da CBF foi feita no dia 30 de novembro de 2021, e de acordo com a regra da competição não tem permissão de substituições de atletas presentes na lista inicial. Até a data de início do certame, a lista será cortada para 25 atletas que poderão atuar na Copa São Paulo que encerrou o cadastro na federação Paulista nesta sexta-feira 03.

Para a disputa da Copa São Paulo em janeiro em 2022, a diretoria do Mixto fechou uma parceria com a CSR Sports que cuida de carreira de atletas e está treinando no CT da Academia de Esportes da Ivo 10 Brazil, reconhecida internacionalmente também com sede em Macau e vínculo de atletas na Ásia. 

De acordo com o presidente Vinícius Falcão, a parceria possibilitará que o Mixto faça uma boa Copa e em alto nível, e falou da parceria com atletas da CSR Sports.

“Primeiramente, é sempre um orgulho muito grande estar participando de uma competição gigante como é a Copinha, conseguindo a vaga sagrando-se campeões mato-grossense sub-20. Tínhamos já uma parceria com a CSR Sports que cedeu o atleta Fabiano Xavier para vestir nossa camisa em outra oportunidade. É uma nova filosofia que a diretoria está implantando, investir e dar visibilidade na base e já começam a dar resultados”. 

Segundo a Federação Paulista, a previsão é que a competição inicie no dia 2 de janeiro, com final no dia 25. O campeonato retorna em 2022 após ter sido suspenso nesta temporada em decorrência da Covid-19.  O time alvinegro vem se preparando para representar bem o nome de Mato Grosso na Copinha, 13 atletas do sub-20 foram enviados para compor o elenco nesta parceria com a CSR Sports.

Segue a lista dos atletas aprovados no BID e cadastrado na Federação Paulista.

Goleiros

Eder

Gabriel Poleone

Lucas De Barba

Zagueiros

Tangará

Diogo

João Vitor

Luís Otávio

Thiago Pires

Laterais Direitos

Gustavo Martins

Roger

Laterais Esquerdos

Isaias

João Miguel

Horlle

Meias

Arthur

João Castro

Marco Antônio

Murilo

Rômulo

Volantes

Dhomini 

Emerson

Juan Pablo

Maycon

Rogério

Atacantes

Adonis

Gian Luca

Gustavo Gonçalves

João Pedro

Neneca

Kassio

Vinicius

 

Basquete da Arena da Educação é finalista do Prêmio internacional Quixote de Ouro.

O time de basquete da Escola Estadual Governador José Fragelli, a Arena da Educação, em Cuiabá, continua brilhando no cenário esportivo. Desta vez, a equipe está entre os cincos finalistas do Prêmio Quixote de Ouro, realizada pela Rede Internacional de Basquetebol Educativo (RIBE), do Uruguai. 

Participam da competição 105 alunos – tanto masculino como feminino, do 7º ano do ensino fundamental até o 3º ano do ensino médio. São mais de mil atletas do Mercosul.
O prêmio Quixote que reconhece projetos desenvolvidos por treinadores, professores de educação física, professores e professores em geral que se distinguem pela sua dedicação ao próximo, na sua atividade profissional ou honorária, que servem de inspiração para todos.

Segundo a professora de basquete feminino e orientadora de práticas esportivas, Majô Dias, a apresentação dos projetos foi realizada por live no Facebook no dia 25 de novembro. Durante a transmissão foram apresentados detalhes importantes da competição. A comissão diretora da RIBE escolherá o campeão de cada país, que depois disputarão a etapa internacional do prêmio. “O prêmio é para o melhor projeto e não para os alunos ou individualmente”, destacou.

No entendimento da orientadora, a Arena da Educação ultrapassou fronteiras, não somente com atletas em eventos, mas também pelo reconhecimento pelo desenvolvimento global do trabalho de todos os professores da unidade escolar. Todos os inscritos vão receber o certificado de participação e 0 vencedor receberá um troféu.

“Estamos muito felizes por representar nossa modalidade, nossa escola, cidade, estado e país nesta premiação. A RIBE é uma associação de grande estima na comunidade esportiva internacional e ser reconhecido por eles como um projeto digno de figurar entre os finalistas já é um grande resultado, que poderá ser ainda mais gratificante se conseguirmos atingir a etapa internacional, nessa nossa primeira participação”, afirmou Majô Dias.

 

 

 

Sexta, 26 Novembro 2021 11:32

A segunda maior corrida de rua do Estado

Abertas inscrições para a 6ª Corrida do Bope da Polícia Militar.

Estão abertas as inscrições para a 6ª Corrida do Batalhão de Operações Policiais Especiais da Polícia Militar (Bope). As vagas são limitadas. Os interessados em participar do evento devem preencher atentamente os dados da ficha inscrição.  

O valor da inscrição é de R$ 95 para o público geral e militar. Já para os pequenos atletas que toparem participar da versão Bope Kids, a inscrição é de R$ 65. 

O evento promovido pelo Bope é considerado a segunda maior corrida de rua do Estado. A competição acontecerá no dia 20 de fevereiro de 2022.

Para esta 6ª edição da corrida, os policiais prometem várias surpresas e uma megaestrutura aos participantes, que toparem o desafio proposto pelos policiais “caveiras” da PMMT.

Para garantir a vaga na competição e saber mais informações basta acessar o site http://morro-mt.com.br

 

Delegação mato-grossense participa de competição nacional. As Paralimpíadas Escolares é realizada em São Paulo.

De 23 a 27 de novembro, estudantes de oito municípios mato-grossenses representam o Estado na etapa nacional das Paralimpíadas Escolares 2021. A competição, que é considerada a maior do mundo para pessoas com deficiência em idade escolar, é organizada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e ocorrerá em São Paulo (SP).

Para garantir a participação delegação mato-grossense na competição nacional, a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) providenciou a mobilização, organização e a viagem dos atletas com deficiência, técnicos e dirigentes.  

“As pessoas com deficiência têm todo carinho dessa gestão do Governo do Estado e de toda nossa equipe na Secel. Vamos trabalhar cada vez mais para que mais e mais atletas mato-grossenses possam participar dessa competição. Estamos torcendo pelos resultados, mas principalmente pela vivência que esses atletas terão nesse momento tão especial do desporto paralímpico nacional”, expõe o secretário adjunto de Esporte e Lazer da Secel, Jefferson Carvalho Neves.

Disputando nas modalidades adaptadas de atletismo, natação e tênis de mesa, a delegação mato-grossense conta com atletas dos municípios de Alta Floresta, Alto Araguaia, Canarana, Castanheira, Cuiabá, Paranatinga, Rondonópolis e Várzea Grande. Uma equipe da Secel também faz parte do grupo que representa o Estado.

Em 2020, o evento não foi realizado devido à pandemia de Covid-19. Na última edição, em 2019, Mato Grosso conquistou 13 medalhas de ouro, quatro de prata e três de bronze.

Na edição deste ano, mais de 900 atletas de todas as regiões do país disputam em 13 modalidades: atletismo, basquete em cadeira de rodas (formato 3x3), bocha, futebol de 5 (para cegos), futebol de 7 (para paralisados cerebrais), goalball, judô, natação, parabadminton, parataekwondo, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas e vôlei sentado.  

A cerimônia de abertura das Paralimpíadas Escolares 2021 será realizada na noite desta terça-feira (23.11), no Anhembi, em São Paulo. Sem presença de público, a festividade será transmitida ao vivo nos canais do Youtube e Facebook do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), a partir das 19h. 

Já as competições vão começar na quarta-feira (24.11), no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. 

 

Capital é palco de quatro campeonatos.

Os vencedores do 12º Campeonato Brasileiro de Boxe, 5º Campeonato Brasileiro de Boxe Feminino Juvenil, 13º Campeonato Brasileiro de Boxe Masculino Cadete  e 1º Campeonato Brasileiro de Boxe Feminino Cadete, realizados na capital mato-grossense, foram conhecidos no fim de semana. Os atletas participaram do torneio que contou com apoio da Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer.

O ginásio Gustavo Cid Nunes Cunha, instalado no bairro Lixeira, recebeu as adequações necessárias para contemplar a disputa, que reuniu os melhores atletas da categoria de base no país, representando de 18 estados. 

O evento na capital foi o primeiro torneio realizado após a suspensão das atividades em decorrência da pandemia do coronavírus e, Cuiabá, marcou presença conquistando medalhas de bronze. Uma delas foi a do competidor, Samuel Antônio de Jesus Ferreira, 16 anos, que alcançou o terceiro lugar na categoria 54 quilos.

“Estava esperando ansiosamente por esse torneio. Comecei a treinar há pouco mais de dois anos. Participei pensando em conquistar o primeiro lugar, mas não foi dessa vez. Vou treinar ainda mais para participar do campeonato nacional ainda esse ano”, ressaltou Samuel.  

A emoção tomou conta do jovem boxista Alisson da Silva, 15 anos, que ganhou medalha de ouro na categoria 50 kg. Ele representou o estado da Bahia.

Emocionado, conta que apesar de já ter vencido em outros campeonatos e que já  lhe renderam outras cinco premiações, na capital mato-grossense percebeu que a interação com o público foi intensa. “O público participa, e isso nos motiva”, declarou.

A participação no Campeonato Brasileiro Cadete (masculino e feminino) foi exclusiva para atletas não profissionais nascidos entre 2005 e 2006. Já a disputa no Campeonato Brasileiro Juvenil (masculino e feminino) destinou-se aos  atletas não profissionais nascidos entre 2003 e 2004. “O Campeonato Brasileiro de Boxe é a mais tradicional e importante competição de pugilismo Olímpico do Brasil. O torneio nas categorias Cadete e Juvenil é essencial para promover o desenvolvimento do futuro do esporte nacional. Quem for campeão ou vice campeão tem a oportunidade de disputar fora do Brasil”, explicou diretor da Federação Mato-grossense de Boxe, Sebastião da Silva Borges.

“Cuiabá é referência em abrigar as principais competições de base do boxe brasileiro. Assim como o boxe, a prefeitura tem investido na realização de campeonatos e torneios a fim de incentivar a prática e valorizar os atletas aqui da capital. É motivo de grata satisfação saber que a capital está servindo de modelo para outras capitais do Brasil”, disse a secretária municipal de Cultura, Esporte e Lazer, Carlina Jacob.

Confira abaixo o resultado das finais: 

12º Campeonato Brasileiro de Boxe

Masculino Juvenil

51kg

Ederson Oliveira (SP) 4:1 Wendel Barbosa (RJ)

54kg

Ronald Ribeiro (ES) KO R1 Ricardo Souza (BA)

60kg

Pablo Capistrano (ES) 5:0 Daniel Pessoa (BA)

63,5kg

Hebert Soares (GO) 3:2 Paulo Mota (RJ)

67kg

Alyssonn Sylva (GO) 5:0 Maxwell Ferreira (SP)

75kg

Felipe Ignácio (SP) 3:2 Jomário Cruz (BA)

86kg

Ricardo Filho (ES) RSC R3 Iranildo Barbosa (PA)

5º Campeonato Brasileiro de Boxe Feminino Juvenil

51kg

Victoria Lima (SP) 5:0 Alana Lima (PA)

57kg

Rayssa Carneiro (PR) 5:0 Rafaela Silva (RR)

13º Campeonato Brasileiro de Boxe Masculino Cadete

50kg

Alisson Santos (BA) 4:0 Givaldo Neto (SC)

54kg

Kelvy Alecrim (SP) 4:1 Alecssandro Domingos (PB)

60kg

Samuel Santos (BA) 3:2 Luis Barcelos (RJ)

66kg

Bruno Dias (SE) 3:2 Allan Firmiano (SP)

75kg

Dimithely Lago (TO) 3:2 Bryan Almeida (SP)

1º Campeonato Brasileiro de Boxe Feminino Cadete

48kg

Nicoli Oliveira (SC) RSC R3 Liana Santos (BA)

52kg

Rayssa Antunes (RJ) RSC R3 Ketelyn Santos (SP)

60kg

 Maria Jesus (BA) 3:2 Cristiane Costa (PA)

 

Quinta, 11 Novembro 2021 05:00

Posso correr com Diabetes?

A 1ª Corrida e Caminhada Contra o Diabetes, com organização da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional de Mato Grosso (SBEM) e apoio  da Associação Mato-grossense de Atenção ao Diabético (Amad) tem como objetivo a inclusão da corrida de rua às pessoas com diabetes, bem como despertar o interesse a prática da atividade física como inserção e a conscientização a promoção a saúde e melhora da qualidade de vida. Confira a seguir entrevista com a endocrinologista Nara Gaban Carvalho Nishi, 33, que atende na Clínica Humana em Sinop-MT.

Blog da Condessa - Corrida e diabetes: uma modalidade segura?

Nara Nishi – Sim. Certamente. Porém, por se tratar de uma doença crônica, que pode vir associado a complicações, é importante que os paciente que apresenta alto risco cardiovascular inicie as atividades de forma leve, bem como  os pacientes que apresentem complicações como retinopatia, necessitam de controle antes de iniciar os exercícios físicos. 

Blog da Condessa -  Existem certos cuidados a serem observados?

Blog da Condessa - Corrida e diabetes: uma modalidade segura?

Nara Nishi - Sim, com certeza, porém por se tratar de uma doença crônica, que pode vir associado a complicações é importante que os paciente que apresentam alto risco cardiovascular, iniciem as atividades de forma leve. E os pacientes que apresentem complicações, como retinopatia, necessitam de controle antes de iniciar os exercícios físicos. 

Blog da Condessa - Existem certos cuidados a serem observados?

Blog da Condessa - Corrida e diabetes: uma modalidade segura?

Nara Nishi - Sim, com certeza, porém por se tratar de uma doença crônica, que pode vir associado a complicações é importante que os paciente que apresentam alto risco cardiovascular, iniciem as atividades de forma leve. E os pacientes que apresentem complicações, como retinopatia, necessitam de controle antes de iniciar os exercícios físicos. 

Blog da Condessa - Existem certos cuidados a serem observados?

Nara Nishi Sim. É importante verificar a glicemia capilar antes de realizar exercício e, principalmente, aos usuários de insulina existe um risco de hipoglicemia mesmo após varias horas da prática do exercício. E caso a glicemia esteja aumentada, atividades vigorosas podem elevar os níveis de glicemia pós- exercício. Portanto, é importante se alimentar adequadamente e manter-se hidratado. É prudente não realizar exercício com a glicemia muito elevada e junto ao seu médico ajustar a insulina conforme a necessidade e o tipo de exercício físico.  

Blog da Condessa - Quem tem diabetes pode praticar corrida?

Nara Nishi - Não só pode como deve, dependendo das limitações que apresentar. 

Blog da Condessa - Quais os benefícios e vantagens?

Nara Nishi - Além do emagrecimento e melhora da disposição, a atividade física pode melhorar a glicemia de jejum, o colesterol, assim como melhora a resistência à insulina - hormônio responsável por transportar a glicose para dentro da célula e ser utilizado como energia. 

Blog da Condessa - Você é a coordenadora/presidente da comissão organizadora  da 1ª Corrida e Caminhada Contra o Diabete que acontece no dia 21 de novembro?

Nara Gaban Carvalho Nishi – Sim. Sou a idealizadora do evento e encontrei parceiros que defendem essa causa, com a organização da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, regional Mato Grosso. 

Blog da Condessa - Comente, por favor,  sobre a inscrição, o trajeto, percursos, a partir de que idade, custo de inscrição.

Nara Nishi - As inscrições estão abertas e devem ser realizadas até o dia 19 de novembro no site canal do ciclista (www.canaldociclista.com.br). O percurso é de 6 km para corrida e 3 km de caminhada. Não tem idade mínima. O custo é de R$60,00 (+ 5,00 da taxa do site). O evento não tem fins lucrativos, portanto toda a renda arrecadada será doada para compra de insumos para pacientes com diabetes. 

Blog da Condessa - Qual o objetivo?

Nara Nishi - O objetivo da corrida é conscientizar a população da necessidade de realização de exercício físico tanto para prevenção diabetes quanto para controle dessa doença crônica, em busca sempre de qualidade de vida.

Blog da Condessa - Todos os atletas que participarem e finalizarem a corrida receberão medalha?

Nara Nishi - Sim, haverá premiação com medalhas a todos os atletas participantes e troféus aos primeiros colocados de cada categoria, além de brindes. 

Blog da Condessa - Há números de casos de diabéticos no estado?

Nara Nishi - Os diabéticos alcançam 13 milhões de pessoas no Brasil, e no estado do Mato Grosso estima-se que em torno de 60 mil pessoas com idade acima de 20 anos que tenham diabetes.

 

Sexta, 05 Novembro 2021 05:00

TJMT apoia projeto de Equoterapia

Terapia assistida por cavalo traz benefícios para praticantes e reeducandos. O centro atende crianças, adolescentes, adultos ou idosos.

Praticando Equoterapia, terapia assistida por cavalo, há cerca de 30 dias, a dona Darci Glória Oliveira, 73 anos, que sofre da Doença de Parkinson, relata melhora da disposição, do sono e se diz mais tranquila. A aposentada nunca havia tido contato com o cavalo, mas ao buscar mais da qualidade de vida se surpreendeu com os resultados, e o melhor de tudo, sem pagar nada por isso.

 “Melhorei muito desde que comecei a equoterapia eu era muito nervosa, e vejo que estou melhor a cada aula. Gosto daqui, o pessoal é muito atencioso. São todas excelentes pessoas”, avalia a idosa.

 Dona Darci e outros 39 praticantes são beneficiados pelo projeto de Equoterapia realizado por reeducandos do Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC), com apoio do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, via o Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF) e Juizado Volante Ambiental e vários parceiros.

 O projeto começou em 2020, quando os reeducandos e agentes penitenciários foram qualificados para trabalhar com o método terapêutico que utiliza o cavalo em abordagens interdisciplinar (psicólogo, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, e profissional de equitação), buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiência e/ou com necessidades especiais.

 De acordo com o coordenador do GMF, juiz da 2ª Vara de Execuções Penais, Geraldo Fidelis, a equoterapia do CRC é o resultado da comunhão de boas vontades. “Em Mato Grosso descobrimos que nada se faz sozinho, para tudo há de se fazer parcerias”, definiu. Ele explicou que a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) capacitou recuperandos e agentes penitenciários em técnicas das áreas de saúde, educação e equitação utilizadas na Equoterapia. Os cinco cavalos usados na prática foram doados pela Cavalaria da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso. O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT) ofertou os cursos “Doma racional de equinos” e “Rédeas” para cinco recuperandos.

 A estrutura do centro de equiterapia (baias, pista de atendimento, recepção), que funciona anexa ao CRC, foi construída com repasse de recursos oriundos da aplicação da pena de prestação pecuniária feito pelo Judiciário ao Conselho da Comunidade. Toda madeira usada no espaço foi doada pelo Juvam.

 “O Judiciário contribuiu financeiramente para o projeto, buscou apoio da universidade, ajudou na fiscalização para a triagem dos praticantes e o resultado mostra que dá certo. Os reeducandos foram diplomados pela UFMT. Estão aptos a trabalhar em prol da sociedade, estão pagando a sua pena com o esforço, e auxiliando a recuperar a saúde das pessoas que não teriam como pagar pelo tratamento”, reflete o magistrado.

 Os atendimentos são realizados de segunda a sexta-feira, das 17h às 20h, de forma gratuita. O centro de equoterapia atende crianças, adolescentes, adultos ou idosos e a procura pelo serviço é grande, tanto que o projeto já tem fila de espera. “Temos a intenção de ampliar o número de atendimentos e suprir a demanda. Todo o atendimento é feito por voluntários e o praticante não tem nenhum custo para realizar a equoterapia. Nossa maior recompensa é ver que essas famílias saem agradecidas pelo tratamento”, afirma o diretor do CRC, Winkler de Freitas Teles. “Conseguimos concretizar um trabalho gigante no projeto de equoterapia do CRC. Foram oito dias de curso de capacitação para os reeducandos e contamos com vários profissionais parceiros no projeto que trabalham de forma voluntária. São fonoaudiólogos, psicólogos, pedagogo, veterinário, zootecnista e outros”, cita.

 Além dos voluntários, atuam no centro de equoterapia cinco ressocializandos, que se beneficiam com a remição de pena. A cada três dias trabalhados diminui-se um dia de pena. Um deles é o fisioterapeuta do projeto, Osiel de Andrade Filho. “Começamos com 10 praticantes e atualmente já são 40. A maioria dos praticantes tem Transtorno do Espectro Autista (TEA), problemas neurológicos e síndromes. A equoterapaia traz muitos benefícios como equilíbrio, melhora autoestima o tônus muscular”, explica.

 Osiel destaca que o projeto traz benéficos também para quem atua nele. “Só de eu sair da cela, um lugar fechado, e vir para um local aberto já é maravilhoso. Agora ajudar o próximo com aquilo que estudei, o meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) foi sobre Equoterapia com criança com encefalopatia crônica não progressiva do tipo espástico é muito gratificante. Uma oportunidade incrível”, completa.

 “Hoje o CRC oferece cursos para os reeducandos, considero esse trabalho de extrema importância para a ressocialização do indivíduo. Só tenho a agradecer pela oportunidade de participar do projeto de equoterapia. Estou tendo um aprendizado e vou poder retornar para a sociedade com uma profissão, com mais conhecimento”, avalia Jovanilço Sovalterra Carvalho, conhecido pelo apelido “Jacaré”, outro reeducando que atua no projeto, como equitador (instrutor de equitação para a equoterapia).

 A ressocialização do reeducando é prioridade do Poder Judiciário de Mato Grosso que tem atuado para promover a humanização e melhoria das condições do sistema penitenciário no Estado para evitar a reincidência.

 

 

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