Saúde

Saúde (200)

Saúde física e mental são primordiais para uma vida plena.

O número de pessoas com algum tipo de transtorno mental e de ansiedade, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cresce de forma exorbitante. Atualmente cerca de 300 milhões de pessoas no mundo possuem algum transtorno, sendo o Brasil o líder no ranking em transtornos de ansiedade, com 9,3%. 

O assunto ainda é tabu em diversos aspectos. Por isso, visando ampliar e promover o debate a Unimed Cuiabá, ao longo do mês, traz em suas redes sociais conteúdos sobre o cuidado com a saúde mental. O material faz parte da Aquarela da Saúde e tem por finalidade a educação em saúde e o autocuidado, tendo como foco o “Setembro Amarelo”, com o tema “Se cuidar é um verdadeiro ato de amor-próprio”. 

O médico psiquiatra Dr. Nicolau Ávila Cruz gravou um vídeo sobre o tema. Para assistir basta acessar  https://youtu.be/QOdtidKTpGM). Ele explica que fatores individuais, sociais, culturais, econômicos, políticos e ambientais podem ser determinantes para o desequilíbrio emocional. Tudo isso se torna ainda mais intenso em decorrência da pandemia da Covid-19, especialmente, para quem possui transtornos marcados pelo medo e preocupação ativados. “A Saúde Mental de uma pessoa está relacionada à forma como ela reage às exigências e ao modo como lida com os seus desejos, capacidades, ambições, ideias e emoções. Por isso é primordial o reforço nas ações para manter a saúde física e mental. Se cuidar é um verdadeiro ato de amor-próprio.”

O especialista ressalta que ter saúde mental engloba alguns pontos como:

  • Estar bem consigo mesmo e com os outros;
  • Aceitar as exigências da vida;
  • Saber lidar com as boas emoções e com aquelas desagradáveis, mas que fazem parte da vida;
  • Reconhecer seus limites e buscar ajuda quando necessário.

Entre as dicas para manter a saúde física e mental estão a prática de exercícios físicos de forma regular, alimentação equilibrada, dormir bem e manter consultas médicas e exames regulares. “O cuidado integral com a saúde auxilia na conquista de bons hábitos que impactam de forma positiva a vida. A construção é diária, por isso a regularidade é tão importante.”

O especialista frisa ainda que saber lidar com as emoções negativas faz parte da vida, e quando isso não é possível, buscar ajuda profissional é necessário. “Devemos quebrar paradigmas e sempre estar sensíveis aos sinais que nosso corpo manifesta. Seja com aparecimento de sintomas físicos, como tremores, cansaço, sensação de falta de ar ou asfixia, coração acelerado, entre outros. O diagnóstico e tratamento se torna mais eficaz quando feito no início, favorecendo a vida plena. Afinal, se cuidar é um verdadeiro ato de amor-próprio”.

 

Sexta, 17 Setembro 2021 05:00

Uma doença silenciosa, repentina e grave

Hematologista alerta que trombose pode ser fatal. A doença acomete principalmente os membros inferiores, mas pode atingir o pulmão, cérebro e outros órgãos do corpo humano.

A trombose é uma doença causada pela formação de coágulo sanguíneo em uma veia, principalmente nos membros inferiores. Se não houver uma ação rápida, pode ser fatal. O alerta é da hematologista Paloma Borges, credenciada ao Mato Grosso Saúde pela Clínica Vida e Oncolog, por ocasião do Dia Nacional de Combate e Prevenção à Trombose, celebrado no último dia 16.

A trombose é a formação de coágulos potencialmente mortais na artéria ou veia. Uma vez formado, um coágulo pode retardar ou bloquear o fluxo sanguíneo normal, e até se soltar e seguir para algum órgão. Isso pode resultar em lesão significativa, incluindo ataque cardíaco, derrame, tromboembolismo venoso (TEV) e embolia pulmonar.

A especialista esclarece que a trombose pode estar associada a um fator de risco adquirido como cirurgias, imobilização e internação prolongada e acomete mais frequentemente pessoas portadoras de certas condições, como o uso de anticoncepcionais ou tratamento hormonal, tabagismo, presença de varizes, pacientes com insuficiência cardíaca, viagens aéreas longas, tumores malignos, obesidade ou a história prévia de trombose venosa.

“Fatores hereditários também estão envolvidos, mas somente devem ser investigados em pacientes com história familiar ou com trombose em idade abaixo de 50 anos e sem fatores de risco adquiridos”, observa a médica.

Sintomas

A trombose nas pernas acarreta dor, vermelhidão e inchaço, com sensação de desconforto na panturrilha. Na embolia pulmonar o paciente queixa de muita dor no peito, principalmente quando respira e falta de ar. Locais mais raros, como cérebro, intestino, rim, olho também podem ser atingidos e os sintomas são variáveis.

Tratamento

O tratamento é feito com substâncias que inibem a formação ou  que destroem os coágulos. A duração do tratamento varia de 3 a 6 meses ou por tempo mais prolongado, conforme a apresentação clínica da doença e características do paciente. 

Nos últimos anos houve uma grande evolução no tratamento da TVP com medicamentos que permitem ao paciente se tratar na própria residência, ressaltando-se que é importante ter sempre um acompanhamento médico mesmo nessa situação. 

Prevenção

Pequenos cuidados podem prevenir a trombose, tanto pós-cirurgia como no cotidiano. Por isso, é fundamental manter-se em movimento e, se possível, fazer atividades físicas rotineiramente. Além de ingerir bastante líquido.

As principais formas de prevenir a trombose são a prática de exercícios físicos regularmente, evitar o consumo de álcool e tabagismo e manter uma dieta equilibrada.

 

Cerca de 10 mil transplantes deixam de ser realizados no país. A queda é devido à pandemia da covid-19.

 Entre março e dezembro de 2020 foram realizados, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), 13.042 transplantes em todo o Brasil, contra 23.360 procedimentos efetuados em 2019. Os dados fornecidos à Agência Brasil pelo Ministério da Saúde indicam queda de 10.318 transplantes no período, em função da pandemia do novo coronavírus. O ministério informou ainda que de 2019 a julho de 2021 foram realizados 55.760 transplantes no Brasil. A lista de espera na fila do transplante de múltiplos órgãos alcança 46.738 pessoas, sendo 26.670 para transplante de rim.

O Setembro Verde chama a atenção para a redução dos transplantes e do número de doadores, em função da covid-19. Somente na primeira onda da doença, o número de transplantes realizados em todo o mundo caiu 31%, de acordo com pesquisa publicada no jornal científico The Lancet Public Health. O estudo considera dados de 22 países, espalhados por quatro continentes, e indica que 11.253 cirurgias desse tipo deixaram de ser efetuadas no ano passado, o que significa uma redução de 16% ao longo de 12 meses. O transplante mais afetado foi o de rim com doadores vivos, que teve queda de 40% em 2020, comparativamente a 2019.

Cenário

O Brasil acompanhou esse cenário. Com o agravamento da pandemia, no primeiro semestre de 2021 em relação aos primeiros seis meses de 2020, a taxa de doadores efetivos caiu 13%, enquanto os transplantes sofreram retração de 24,9%. Segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), o principal motivo desse declínio foi o aumento de 44% na taxa de contraindicação, em parte pelo risco de transmissão da covid-19.

Embora sejam referências nacionais em transplantes, o estado do Paraná e o Hospital Universitário Cajuru (HUC), que atende 100% por meio do SUS e é referência no transplante renal, foram também afetados por essas reduções. Segundo o Sistema Estadual de Transplantes, a covid-19 fez as doações caírem 23,13% no Paraná.

O médico nefrologista Alexandre Tortoza Bignelli, coordenador do Serviço de Transplante Renal do HUC, disse que o Paraná tem o melhor índice de doadores de múltiplos órgãos do país, da ordem de 46 por milhão de habitantes, contra o índice nacional em torno de 8 doadores por milhão. Apesar disso, houve redução de captações no estado devido à recusa de familiares, à diminuição das equipes médicas e do número de leitos de UTI que foram transferidos para pacientes acometidos pela covid-19. “Afetou o estado todo, a despeito de a gente ter uma captação de excelência”.

Bignelli informou que as regiões brasileiras com maiores índices de doadores são o Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte. “Há uma disparidade entre os estados muito grande em relação à captação de múltiplos órgãos”. Atualmente, o número de doadores no Paraná caiu para cerca de 40 por milhão. “Chegamos a fazer 80 a 90 transplantes antes (da pandemia)”, comentou o médico do HUC. Destacou que o hospital é considerado referência no transplante renal por deter a melhor sobrevida não só do paciente, mas do enxerto, no estado.

“Isso torna possível que, em 95% dos casos, não haja rejeição do órgão no prazo de um ano, índice semelhante aos hospitais de São Paulo e dos Estados Unidos”, lembrou o diretor-geral do HUC, Juliano Gasparetto. Foram realizados no ano passado no HUC 60 procedimentos e, em 2021, até agora, 30. “Poderíamos fazer mais, se a captação fosse melhor e também se chegassem mais pacientes para a lista de espera”, afirmou o nefrologista Alexandre Bignelli.

Em espera

Alexandre Bignelli informou que apenas um terço dos pacientes renais está na fila de espera por um transplante. Disse que o Brasil, hoje, tem perto de 140 mil pacientes em diálise, dos quais apenas 26 mil estão inscritos na lista. A maior lista de espera é encontrada no estado de São Paulo (17 mil pacientes), que também detém um número positivo de captação, entre 15 e 20 doadores por milhão de habitantes. O coordenador do Serviço de Transplante Renal do HUC avaliou ser possível dobrar isso, “se houver políticas e conscientização da população”.

Com uma equipe multiprofissional, o HUC mantém o maior índice de conversão estadual de entrevistas com as famílias em doações efetivadas. Em 2020, a taxa de conversão foi de 84%. Este ano, está em 81%, percentual considerado muito elevado, apesar da covid-19. Enquanto que a recusa pela doação está em 39% no país e 25% no estado, o Hospital Universitário Cajuru tem média de recusa de apenas 19%.

Doença renal e covid-19

Edinei Tomaz de Miranda, 33 anos, fez o transplante de rim em 14 de junho de 2020. Morador de Ponta Grossa (PR), fez hemodiálise e ficou sete meses aguardando para realizar o transplante no HUC. Ficou bastante apreensivo de se operar em meio à pandemia. “Mas também na esperança e na fé que desse tudo certo”. Edinei teve um princípio de rejeição e precisou tomar medicamento para baixar a imunidade para que o organismo não rejeitasse a rim doado. Acabou, entretanto, pegando o vírus da covid-19. “Meu pulmão estava 70% comprometido”. Na UTI, ele teve o acompanhamento da equipe do hospital, ficou no oxigênio, mas não precisou ser entubado. Edinei já teve alta.

Já Mariana Purcote Fontoura, também de 33 anos, precisou substituir temporariamente a função renal pela diálise peritoneal. Ela mora em Curitiba e aguarda um transplante renal pelo Hospital Universitário Cajuru. Mariana descobriu por acaso o problema no rim, depois de sofrer várias infecções urinárias. Encaminhada para o serviço de nefrologia do HUC, teve a consulta cancelada, devido ao início da pandemia. Em outubro do ano passado, constatou que a doença renal estava em estágio avançado, de grau 5. “Eu sei que a situação de quem aguarda um transplante não é uma situação simples. É mais delicada. No momento, foi assustador. Depois, eu fui lidando melhor, fui entendendo que é um tratamento super possível, que está muito avançado e que as equipes do Cajuru são uma das melhores do Brasil”, declarou.

Alexandre Tortoza Bignelli salientou, por outro lado, que o potencial doador, quando é declarado em morte cerebral, ocupa em geral uma UTI. Por conta da pandemia, a covid-19 chegou a reduzir, em um primeiro momento, entre 40% e 50% a captação de órgãos. Os mais afetados foram pulmão, pâncreas, rim, coração e fígado. Com as UTIS ocupadas por pacientes com covid-19, há uma restrição de leitos para potenciais doadores.

Além disso, os próprios pacientes acometidos da covid-19 são impossibilitados de se tornarem doadores. “Isso também impactou na redução do número de transplantes”, assegurou o especialista.

 

Conforme edital, serão disponibilizadas 258 vagas entre as diversas especialidades, para atuação em três polos da Cooperativa – Cuiabá, Primavera do Leste e Campo Verde. 

A Unimed Cuiabá, através da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (FUNDEP), realiza o Processo Seletivo para ingresso de novos médicos cooperados - 2021. De acordo com o edital, são 258 vagas para atendimento nas cidades de Cuiabá, Campo Verde e Primavera do Leste.

As inscrições são on-line e podem ser feitas no site da FUNDEP no período de 13 a 30 de setembro. A taxa de inscrição é de R$ 500,00, sendo a cobrança feita exclusivamente via boleto bancário.

O cronograma do Processo Seletivo conta com vasta programação, a qual deve ser acompanhada pelo candidato, uma vez que é responsabilidade exclusiva do concorrente estar atento a todas as fases do Seletivo. As informações serão disponibilizadas no site da Fundação  - https://www.gestaodeconcursos.com.br/site/site/DetalheConcurso.aspx?CodigoConcurso=1440

Na semana passada a Cooperativa viu-se obrigada a suspender uma reunião que havia agendado com o grupo de pais, porque o evento foi transformado em um palco político.  Contudo, permanece aberta a solucionar o impasse pela via da negociação direta e transparente.

O modelo de atendimento da Unimed Cuiabá para os pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou outros transtornos segue critérios rigorosos de diagnóstico, prescrição e avaliação. A Operadora de Saúde sempre ofereceu terapêutica que inclui terapia ocupacional, psicologia e fonoaudiologia buscando o aprimoramento constante da sua estrutura para oferecer segurança e a melhor assistência em saúde aos seus clientes. 

Atualmente, são 360 pacientes infantis com atrasos do neurodesenvolvimento. Destes, 230 crianças têm diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou estão em investigação. Estas, em tratamento nas Clínicas Unimed Cuiabá. 

Há beneficiários que optaram por não aderir ao tratamento oferecido, que segue normativas e está em conformidade com o rol da Agência Nacional de Saúde (ANS).  Este grupo buscou a Justiça, para garantir tratamentos diferenciados, em clínicas particulares não credenciadas, com assistência integral de terapias de até 40 horas semanais, 8 horas diárias, durante todo o mês, ou terapias não constantes no rol da Agência Nacional de Saúde. Terapias que legalmente a Unimed Cuiabá não oferece. A demanda segue no judiciário e todas as liminares estão sendo atendidas.

Na semana passada, a Unimed Cuiabá havia convidado representantes do grupo de pais para uma reunião. O evento foi transformado em um palco político e a Cooperativa viu-se obrigada a suspender o evento. Contudo, permanece aberta a solucionar o impasse pela via da negociação direta e transparente.

Rede particular não credenciada aumenta valor da coparticipação

Valores são superiores ao praticado pela rede Unimed Cuiabá e pelo próprio mercado. A Unimed Cuiabá sempre cobrou a coparticipação – legal e contratualmente pactuada entre as partes, nestes tratamentos. O que ocorreu nesses casos específicos depois da decisão judicial, é que o valor cobrado por prestador não credenciado é muito acima do praticado pela rede da operadora e pelo próprio mercado. Isso, consequentemente resultou no aumento da coparticipação que é proporcional ao valor das terapias.

 

Domingo, 12 Setembro 2021 05:00

“Cuidando do Cuidador”

Servidores da Secretaria de Saúde são incentivados ao autocuidado e recebem sessões de reiki e auriculoterapia.

Seguindo com a programação do Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio, a Coordenação de Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) realizou, no último dia 10, um café da manhã seguido de sessões de práticas integrativas e complementares em saúde (PICS) oferecidos aos servidores que atuam na sede da pasta.

A coordenadora técnica de Saúde Mental, Roseli Batista, fez um breve discurso aos presentes, destacando que o serviço público pressupõe atender e lidar com pessoas das mais variadas personalidades e que o profissional precisa estar preparado para atender bem a todos e, ao mesmo tempo, manter-se bem. “Estamos iniciando este Setembro Amarelo e dedico este café da manhã e também as práticas integrativas como forma de aliviar essa rotina do dia a dia e para que vocês pensem que precisamos cuidar da gente para depois cuidar do outro. Isso é essencial”, afirmou.  

A técnica de enfermagem Lucinei Rodrigues, que atua no setor de imunização, elogiou a iniciativa. “Eu achei muito gratificante ser relembrado o Setembro Amarelo para nós que precisamos porque todos nós temos algum probleminha de saúde mental. Então, foi muito bem colocado para as pessoas que é preciso ter o autocuidado diante de todo esse problema que estamos sofrendo no Brasil todo e no mundo todo, que é a covid-19 e outras violências que sofremos”, disse.

A servidora da atenção secundária da SMS, Alexia Keiviny Ferreira, acredita que ações como a realizada pela Coordenação de Saúde Mental são importantes e eficazes. “Tem uma eficácia muito grande na vida da gente, até para a gente ajudar outras vidas e nos ajudar também. Nunca tinha ouvido falar de auriculoterapia e reiki e achei muito bom, me senti mais leve, mais relaxada. É importante o equilíbrio da saúde emocional, da saúde mental para nos ajudar a enfrentar tudo isso que estamos passando de forma mais sadia e mais leve e principalmente, com Deus no coração. Precisamos ter cuidado redobrado e pensar não só em nós, mas nas outras pessoas também”, comenta.

 Setembro Amarelo 

 Com uma vasta programação preparada para todo o mês de setembro, a Coordenação de Saúde Mental e as unidades básicas de saúde estão realizando atividades voltadas tanto para o público interno, no sentido de capacitar os profissionais da saúde, bem como para a população em geral. 

No dia 16 de setembro, às 19h, pelo perfil da Prefeitura de Cuiabá no Instagram, haverá a live com o tema “Uso abusivo de álcool e outras drogas por crianças e adolescentes”, com as participações das médicas psiquiatras Mariana Carvalho Moura e Maria Eduarda de Musis, que atendem no Centro de Atenção Psicossocial – CAPS Adolescer. 

No dia 23 de setembro, às 19h, também pelo Instagram da Prefeitura de Cuiabá, ocorrerá a live que abordará os “Reflexos da pandemia no aumento do número de casos de autolesão em crianças e adolescentes”. O debate contará com a psiquiatra Adriana Rangel, do CAPS Adolescer e com a médica residente de Psiquiatria da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Ana Luiza Campos Ramos, que atua no Centro Integrado de Assistência Psicossocial (CIAPS) Adauto Botelho.

A última live do mês será no dia 30, às 19h, pelo canal da Prefeitura no Youtube, abordando o assunto “Setembro Amarelo na perspectiva da reforma psiquiátrica”, com foco nos profissionais da saúde. O tema será abordado pelos psicólogos Gabriel Henrique Pereira e Guilherme Augusto Duarte.

 

 “A Unimed Cuiabá lamentavelmente informa o cancelamento da reunião agendada para hoje (10) com pais de autistas. O encontro foi agendado pela Cooperativa para tratar da coparticipação contratual em terapias e home care. O objetivo seria de que as partes debatessem os pormenores que envolvem o tema com o objetivo de encontrarem conjuntamente propostas. Nesta manhã, 10/09, pela imprensa, a Unimed Cuiabá soube que entidades foram responsabilizadas pela mediação do encontro, enquanto parlamentares fizeram contato informando a participação na reunião. A Unimed Cuiabá é uma cooperativa com 45 anos de atuação em Cuiabá e municípios vizinhos que se pauta pela ética e respeito aos seus mais 216 mil beneficiários. A transformação do assunto em pauta política é desrespeitosa e com certeza não contribuirá para nenhuma solução. Diante disso, infelizmente se viu forçada à suspensão da reunião”.

Cuiabá, 10 de setembro de 2021.

A equipe cirúrgica do Hospital de Câncer de Mato Grosso (HCanMT) realizou um procedimento de retirada de câncer de mama extremamente raro, que representa menos de 1% das neoplasias mamárias e é extremamente volumoso. A cirurgia foi realizada em uma mulher de 29 anos, custeada pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo o Mastologista e Responsável pela Reconstrução Mamária no HCanMT, Dr. Luis Fernando Correa Barros, o caso foi imediatamente identificado. “Ela passou por uma consulta em uma semana e na outra semana já pedimos para que ela fosse internada para a realização da cirurgia, uma vez que essa neoplasia não responde muito bem à quimioterapia”, afirma.

A cirurgia consistiu na retirada de toda a mama com pele em volta, deixando um defeito muito grande na parede torácica da paciente. No mesmo momento, com técnicas de reconstrução mamária com retalhos miocutâneos, constituído principalmente por pele e músculo, a equipe reconstruiu a parede torácica.

A equipe foi formada pelo Dr. Luis Fernando, pelo R1 de Cirurgia Oncológica Dr. Rafael Rodrigues Matos e pelo R3 de Cirurgia Geral Antônio Massayuki. O procedimento foi realizado no dia 03 de setembro e a paciente já recebeu alta e continuará o tratamento ambulatorial.

 

Quinta, 09 Setembro 2021 18:45

Mutirão ‘Sextou Vacina VG’

Várzea Grande inova em busca de imunizar mais pessoas. Dinâmica da vacinação, realidade das pessoas e fatores externos como a estiagem e o calor excessivo são alguns motivos pelo novo programa da campanha de vacinação na segunda maior cidade de Mato Grosso.

Várzea Grande inova mais uma vez e cria o ‘Sextou Vacina VG’, uma nova modalidade de atendimento para a população que ainda não se vacinou contra a COVID-19 ou que recebeu apenas uma das duas doses necessárias para ficar imunizado em definitivo, lembrando a existência de pessoas que receberam dose única da vacina Janssen.

“Vamos acelerar a vacinação e abrir cada vez mais até que todos estejam vacinados e imunizados, lembrando que a medicina e a ciência ainda não dispõem de todos os estudos necessários para avaliar quantas doses são necessárias e se elas tornam as pessoas imunes de forma definitiva ou exigem que hajam constantes campanhas de vacinação, igual nos casos da Gripe Influenza (H1N1)”, disse o prefeito Kalil Baracat voltando a defender a priorização na terceira dose de vacinas para profissionais da Saúde que se encontram na linha de frente e que são juntamente com os profissionais da segurança pública aqueles que diariamente se relacionam com as pessoas”, explicou Kalil Baracat.

Previsto no planejamento da Secretaria de Saúde de Várzea Grande, o ‘Sextou Vacina VG’ foi concebido dentro das avaliações colhidas desde janeiro deste ano, quando começou a chegada das vacinas e diante da realidade local e da necessidade de adequação para os diversos públicos que buscam a imunização com uma, duas ou mais doses dependendo da decisão do Plano Nacional de Imunização – PNI, do Ministério da Saúde que adota as medidas de acordo com a dinâmica exigida.

“Temos realidades diferentes dentro de um país do tamanho de um continente como o Brasil”, disse o secretário de Saúde de Várzea Grande, Gonçalo Barros, apontando a estiagem como um dos principais motivos para as mudanças implementadas pela Saúde Municipal.

“Além de fatores inerentes a cada uma das pessoas como trabalho, família, enfermidades, adotamos regras mais favoráveis tanto para os que precisam ser vacinados, como para o exército de bravos profissionais da Saúde que diuturnamente tem trabalhado de forma redobrada, com dedicação e esmero para que a vacina alcance a todos indistintamente, pois o ato da vacinação contra a COVID-19 não vê cor, credo, condição financeira, enfim, todos que precisam tem que entrar na mesma fila e terão acesso aos mesmos imunizantes disponibilizados pelo Ministério da Saúde”, explicou Gonçalo Barros.

Kalil Baracat por sua vez assinalou que a mão do Poder Público de Várzea Grande que atende as pessoas são os servidores públicos de todas as áreas e principalmente da Saúde neste momento de pandemia. “Temos reforçado nossos esforços no sentido de disponibilizar para todas as pessoas as vacinas, para que neste novo normal da vida de todos, possamos retomar, com cuidado, o trabalho, o ensino nas unidades escolares, os atendimentos sociais, as obras, enfim tudo que a população precisa para ver seus anseios atendidos”, frisou o prefeito de Várzea Grande que também defendeu uma terceira dose para os profissionais da Saúde, da Segurança Pública entre outros.

O ‘Sextou Vacina VG’, vai funcionar no Ginásio de Esportes Júlio Domingos de Campos (Fiotão) nesta sexta-feira, 10 de setembro, com público estimado de até 8 mil pessoas, superando a marca de 5,2 mil vacinados em um único dia na segunda maior cidade de Mato Grosso.

Gonçalo Barros frisou que o foco é voltado para aqueles que não receberam a segunda dose, mas que as equipes da Saúde Municipal estão prontas para atender a todos os casos.

“Foi pensado um dia inteiro para oportunizar a todos já contemplados, que por algum motivo ainda não se vacinou. As pessoas acima de 18 anos, mesmo sem cadastro podem comparecer de forma espontânea, que as equipes, vão cadastrar e a vacina será aplicada. Já as pessoas que perderam prazos da segunda dose também poderão se dirigir ao Fiotão, porém observados os intervalos, para quem tomou a primeira dose da AstraZeneca/Oxford há 70 dias ou mais; para quem recebeu a primeira dose de CoronaVac/Butantan há 28 dias ou mais; e para quem tiver tomado a primeira dose do imunizante Pfizer/BioNTech há 70 dias ou mais. Quem tem mais de 18 anos e ainda não iniciaram o ciclo vacinal, também poderão ser vacinados com a primeira dose, além das pessoas cadastradas e confirmadas. Será um dia inteiro, que as equipes estarão à disposição destes públicos-alvo, vacinando e cadastrando. Foi uma forma encontrada para a desburocratização e oportunizar o acesso à vacina aos várzea-grandenses”, explicou o secretário.

“O Mutirão ‘Sextou Vacina VG’, cumpre mais uma etapa da nossa campanha. Vamos vacinar o máximo de pessoas possível neste dia dos grupos e faixas etárias contempladas, daí então estaremos preparados, para iniciarmos a partir do dia 15 de setembro as novas etapas, que são vacinar adolescentes de 12 a 17, anos, cujos cadastros já estão prontos, e iniciarmos as confirmações e ainda vacinar com a terceira dose, idosos acima de 70 anos. Tanto estes adolescentes, quanto os idosos serão imunizados com a vacina da Pfizer/BioNTech, seguindo orientações do Ministério da Saúde. Para esta nova etapa as vacinas ainda serão distribuídas pelos órgãos competentes aos municípios”, explicou Gonçalo de Barros.

É necessário que as pessoas consultem o site oficial de Várzea Grande pelo endereço www.varzeagrande.mt.gov.br na aba IMUNIZAÇÃO VÁRZEA GRANDE e consulte sua situação, lembrando que o ‘Sextou Vacina VG’ abrange os cadastrados, o Plantão da Segunda Dose e o Resgate Cidadão.

Documentos necessários para o mutirão ‘Sextou Vacina VG’:

- Para receber a primeira dose, é necessário apresentar um documento de identidade original, com foto, CPF, e comprovante de residência.

- Para receber a segunda dose basta levar a carteira de vacinação com o registro da primeira dose. Em caso de perda ou extravio, se dirigir às equipes do cadastro, que estarão disponíveis para solucionar o caso e dar acesso à vacina. Levar documento original com foto e CPF.

- As pessoas com 18 anos e mais devem apresentar o documento de identidade, CPF e comprovante de residência, com cópia.

 

Representantes do grupo serão recebidos no auditório da Cooperativa, na próxima sexta-feira, às 15 horas.

A Unimed Cuiabá receberá na próxima sexta-feira (10), às 15 horas, representantes do grupo de pais de autistas para tratar sobre coparticipação em terapias. A reunião será presencial, seguindo as medidas de biossegurança vigentes.  

A coparticipação em consultas e outros serviços prestados pela Operadora de Saúde é prevista em contratos nesta modalidade. A Cooperativa está encaminhando a cobrança aos beneficiários que fizeram uso do plano para terapias (psicologia, fonoaudiologia, nutrição, terapia ocupacional e/ou home care), sem o devido pagamento. 

Em conformidade com os princípios da gestão, a Unimed Cuiabá está procedendo estritamente conforme a legislação que prevê prazo prescricional de cinco anos. Além disso, abriu canal de negociação específico para os clientes que preferirem o parcelamento do débito.

Página 1 de 15