Mundo

Mundo (56)

Durante um período de 48 horas, participantes de todo o mundo vão criar times virtuais e usar dados de observação da Terra para desenvolver soluções para temas em voga no mundo.

Pelo terceiro ano consecutivo, Cuiabá é sede da maior maratona mundial de inovação aberta que será realizada entre os dias 2 e 3 de outubro, no Museu da Caixa D’Agua Velha. A Secretaria Municipal de Turismo é parceira do NASA Space Apps Chalenge 2021 que nesse completa dez anos de criação. Durante um período de 48 horas, participantes de todo o mundo vão criar times virtuais e usar dados de observação da Terra para desenvolver soluções para temas em voga no mundo. Os times do Space Apps vão dividir a criação e a aplicação do conhecimento através de novas descobertas científicas para ajudar a aprimorar a vida na Terra.

“Sediar um evento desse porte onde o local escolhido para realização do evento do ano, vem ao encontro das premissas do prefeito Emanuel Pinheiro, elaborar o projeto plano municipal de Turismo, fortalecendo os pontos e belezas naturais do nosso município. O museu da Caixa D’água Velha é um dos mais importantes instrumentos turísticos da nossa cidade”, disse o secretário municipal de Turismo, Oscarlino Alves.

A edição 2021 marca os 10 anos de promoção desse encontro de estudiosos e criadores, tendo como tema a Inovação. “O local não poderia ter sido melhor escolhido, pois o Museu retrata o que foi a Cuiabá de antigamente. Não há como se falar em inovação no futuro sem trabalhar o passado. Estamos muito satisfeitos com a parceria com a Prefeitura que tem muitas ações e projetos que precisam ser exploradas”, declarou a líder lição, Olivia Boretti.

Desde o seu início em 2012, explicou Olivia, o Space Apps se tornou a maior hackatona global do mundo, envolvendo milhares de cidadãos em todo o mundo para usar os dados abertos da NASA para construir soluções inovadoras para os desafios que enfrentamos na terra e no espaço. Podem participar pessoas com mais de 18 anos de diversas áreas de conhecimento.

Menores de idade podem concorrer acompanhados dos pais ou responsáveis. 
Para se inscrever, basta acessar o instagram do evento https://instagram.com/nasaspacecuiaba?utm_medium=copy_link e fazer a inscrição. É importante que os interessados se inscrevam antecipadamente para participar de todas as informações antes do evento.

 

Almanaque do Circo, para público infanto-juvenil,  estará disponível gratuitamente para leitura online na plataforma Issuu, no perfil da A Coisa Toda Produções.

O evento de lançamento está programado para hoje, 9/8, às 18h, com um bate-papo ao vivo com a escritora Angela Carneiro e o pesquisador, ator, acrobata e diretor Cláudio Baltar, no canal do YouTube da Estufa de Ideias. Na ocasião, haverá performance dos artistas Cesar Tavares e Julia Schaeffer, que interpretam os palhaços Invólucro e Shei-lá, do grupo Roda de Palhaço.

Com texto de Angela Carneiro, o Almanaque do Circo conta a história do circo no Brasil e no mundo por meio de conversas mantidas pela jovem Felipa com seu bisavô Felisberto, duas personagens de uma família circense fictícia criada pela autora. Ela resgatou memórias da infância, como o palhaço Carequinha, até o circo mais humanizado de hoje, que trabalha sem animais.

“Foi um presente da pandemia. Eu estava em casa quando minha agente ligou falando sobre esse projeto”, disse Angela à Agência Brasil. Esse será o quinquagésimo livro da escritora, que já ganhou vários prêmios ao longo da carreira, entre os quais o Jabuti, em 1993, pelo romance Caixa Postal 1989, livro que até hoje é adotado em escolas. Por essa obra, Angela esteve presente entre os dez autores infantis mais premiados do país.

Pesquisa

No livro, Felisberto é um personagem idoso, próximo dos 100 anos de idade, mas totalmente lúcido, e residente na Casa dos Artistas. Sua bisneta Felipa quer ser engenheira, estuda para as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), gosta de passear com as amigas, ir ao cinema, namorar, postar selfies nas redes sociais.

Felipa seria uma garota comum, como muitas outras, se não fosse o fato de ter nascido e crescido em um circo. Como muitas famílias circenses que migraram da Europa para o Brasil a partir dos anos de 1830, seus tataravós artistas vieram de Portugal. Depois que o circo da família fechou, Felipa foi morar com seu bisavô Felisberto, a quem ela chama carinhosamente de Bivô. Felisberto foi palhaço, mestre de cerimônias e domador de feras, em um tempo em que havia animais no circo.

Com ilustrações da designer Giulia Buratta, o livro apresenta a trajetória do circo em 18 capítulos. O almanaque traz muitas curiosidades que são destacadas nos boxes ilustrados e batizados como “Você sabia?”. Ali, ficamos sabendo que são muitas as denominações atribuídas ao circo ao longo da história como circo de cavalinhos, circo mambembe, circo-teatro, circo de variedades, circo rodeio, circo americano, entre outras.

Responsável pela pesquisa sobre o circo, o ator Cláudio Baltar, que por 20 anos fez parte da Intrépida Trupe, afirmou que o circo é uma paixão e continua vivo. "O circo vai resistir e se reinventar sempre”, apostou.

O livro mistura informações da tradição oral, baseada na experiência do bisavô Felisberto, com documentos guardados e consulta de livros. A obra mostra ainda como o circo foi um ambiente acolhedor e agregou pessoas que eram isoladas na sociedade, como a mulher barbada.

 

Tecnologia, K-pop, gastronomia, moda e língua estão na programação

A Embaixada da Coreia do Sul no Brasil promove até domingo (11), mais uma edição do Festival República da Coreia, transmitido ao vivo pelo canal da representação diplomática no Youtube. Neste ano, o formato será de programa de TV, exibido direto de um estúdio em Brasília. A apresentação será feita pela jornalista Rafaela Dornas e a escritora e produtora Babi Dewet.  

De acordo com a embaixada, durante os três dias o Festival República da Coreia terá uma programação diversificada. Haverá espaço para a gastronomia coreana, cinema, turismo no país, palestras sobre educação, bolsa de estudos, além de taekwondo, músicas, apresentações culturais tradicionais e atividades interativas.

No primeiro dia, por exemplo, o destaque é a exibição de um documentário sobre os tempos de pandemia e como a tecnologia de ponta pode ser uma aliada para o futuro. Haverá também um concerto de música produzido pela Orquestra Filarmônica de Belo Horizonte e a premiação de dois concursos: o de literatura (Concurso de Literatura Internacional), em parceria com a Associação Nacional dos Escritores (ANE), e o de audiovisual (Luz, Câmera e Ação), realizado em parceria com a produtora Cine Um, com curadoria do doutor em cinema coreano Josmar Reyes. 

A programação do segundo dia terá também documentário sobre as características da inovação coreana, seguida de uma aula ao vivo da língua e expressões usuais com uma professora do país, gastronomia com renomados chefs e bate-papo sobre a cozinha coreana. A programação inclui ainda palestras e tira-dúvidas sobre bolsa de estudos do governo da Coreia do Sul e como os brasileiros podem acessá-la, além de uma roda de conversa com acadêmicos que pesquisam sobre a Coreia em universidades brasileiras. O destaque do sábado também fica com a Copa Embaixador de Poomsae, uma parceria da embaixada com a Confederação Brasileira de Taekwondo (CBTKD), que vai premiar as melhores performances da modalidade.

No último dia, haverá a realização do Kpop World Festival, concurso que vai escolher os melhores covers de Kpop do Brasil. Os candidatos foram pré-selecionados em chamada pública, e os ganhadores serão recomendados para participar, ao final, de Kpop World Festival, online, transmitida direto da Coreia. Outro destaque fica com quadro sobre moda e a beleza coreana, em conversa com influencers e também com brasileiros que moram no interior do país e contam como fazem para viver a cultura em suas cidades com menos de 200 mil habitantes.

No Brasil, estima-se que existam cerca de 200 grupos de cultura coreana que, juntos, reúnem aproximadamente 350 mil fãs apenas de Kpop. Esses números são apenas uma estimativa da própria embaixada, com base nos monitoramentos de grupos mais relevantes. O Kpop é, de longe, a primeira imagem que os brasileiros têm da Coreia, segundo pesquisa realizada pela Korean Foundation For International Cultural Exchange (KOfice). O estilo musical ultrapassou até a percepção do país asiático como polo tecnológico, por causa da produção de celulares e aparelhos eletrônicas de última geração.

Entre os conteúdos mais consumidos pelos brasileiros fãs da cultura coreana também estão filmes e os Kdramas, que vêm ganhando popularidade por meio das plataformas de streaming. (Agência Brasil)

 

Todos os elementos da natureza, em traços marcantes que dão característica ao trabalho do artista plástico mato-grossense Adriano Ferreira estarão presentes na exposição de arte “Trajetória”, que acontece entre os dias 21 e 25 de julho, das 15h às 20h, no Condomínio Arboreto Eco Ville, em Sorriso (398 km de Cuiabá) e é aberta ao público.

A mostra contará tanto com obras inéditas, que estão sendo produzidas especialmente para o evento, quanto com as telas expostas nos Estados Unidos e Portugal e têm como perspectiva a beleza e a riqueza do cerrado mato-grossense, sua diversidade, sua gente, sua vegetação e toda a aleatoriedade em relação às outras regiões do Brasil.

“Vamos apresentar uma linha do tempo de toda a minha trajetória, com pinturas em técnica com tintas acrílica e óleo, nos moldes que dão característica aos nossos trabalhos ricos em elementos da natureza, com traços marcantes, que contornam os ícones da cultura local e destacam a religião e o calor do nosso estado”, ressalta Ferreira.

Segundo a diretora do Condomínio Arboreto Eco Ville, Luciane Francio, a admiração pelas obras emblemáticas do artista, que representam a fortuna cultural que circunda o Estado e sua dimensão social e simbólica, foi o fator determinante para receber a exposição. “Acreditamos na importância da arte como ponto que aguça nossos sentidos. Por isso, escolhemos o Adriano como referência para as obras feitas especialmente para o condomínio”, destaca.

Sobre Adriano Ferreira

Adriano Figueiredo Ferreira nasceu em Cuiabá e tem as curvas como fundamento de sua arte. Ele se utiliza de movimentos sinuosos para contar histórias. Com exposições importantes na Capital, ganhou notoriedade ao extrapolar os limites de seu estado expondo em Portugal, participando de duas coletivas em Miami e na Art Lab Galery, em São Paulo. Pelo Sesc expôs em Cuiabá e Rondonópolis. Artista selecionado no Salão Jovem arte Mato-grossense e para o Amazônia das Artes 2020, onde sua exposição "Convertendo em Curvas" vai circular por três estados brasileiros.

Inquietação e experimentação são suas características, assim se utiliza de diversos materiais e suportes para suas obras, faz intervenções frequentes pela cidade. Arte-educador, faz oficinas com crianças e hoje é responsável pelo curso de desenho e pintura no Sesc Arsenal. Em suas séries se destacam a Religiosa, Sotaque do Mato, Convertendo em Curvas e AFTER. Atualmente trabalha na Série Força Primal e Deusas Brasileiras! Com obras espalhadas por quase todos os estados brasileiros e algumas partes do mundo, Ferreira se consolida como um representante de Mato Grosso na arte Brasileira.

 

 Cientistas alertam que as redes sociais já são um problema tão grave como a crise climática. Especialistas atribuem à Rede um “comportamento coletivo” semelhante ao dos gafanhotos.

Segundos os últimos dados, 50% dos usuários, em nível mundial, admitem utilizar as redes sociais para fazer contato com seus familiares e amigos ou para se informar. São mais de 4,3 bilhões de pessoas que utilizam essas plataformas, conectados uma média diária de duas horas e vinte e dois minutos. Fica claro que as redes sociais reestruturaram a forma como nos comunicamos. Somos capazes de entrar em contato com quem quisermos, compartilhar e visualizar nosso conteúdo preferido ou comprar o que precisarmos em apenas alguns segundos.  Descobrimos novos conteúdos, recebemos ofertas de coisas que nem sabíamos que queríamos e, em definitivo, projetamos um novo modelo de vida. É justamente por isso que alguns especialistas na matéria começam a demonstrar preocupação pela forma como esta nova maneira de nos comunicar está afetando todos os âmbitos de nossa vida, incluindo a saúde mental e as relações pessoais, já que o conteúdo das redes sociais costuma ser de caráter emocional. Isso inclui especialistas biólogos e ecólogos, que alertam que o uso da tecnologia em grande escala estaria afetando a humanidade quase da mesma forma que a mudança climática.

Os cientistas expressaram suas preocupações em um documento publicado na prestigiosa revista científica PNAS, em início de junho, no qual chamam a atenção para a falta de compreensão dos efeitos que as redes sociais e as novas tecnologias têm em nossa sociedade.

Os especialistas escrevem que deveríamos considerar o desastre das redes sociais como uma “disciplina de crise”, semelhante ao problema da mudança climática e seus efeitos na saúde pública. Uma disciplina de crise que requer uma colaboração interdisciplinar urgente para compreender e abordar o problema em todos os níveis.

Apesar de enumerarem algumas coisas boas sobre a colaboração social dispersa que funciona (como a Wikipédia) e o potencial das redes sociais (dar voz a grupos sociais vítimas da discriminação histórica), insistem em manter o alerta sobre as sequelas reais, onde a desinformação e a paranoia ampliadas representam uma séria ameaça em um mundo que já tem muito trabalho no enfrentamento de problemas muito graves como a crise climática, uma pandemia, racismo e o ódio, a desigualdade, a fome e a ameaça de um possível conflito nuclear.

Os especialistas atribuem à Rede um “comportamento coletivo” semelhante ao dos gafanhotos, cuja praga faz com que devorem tudo o que encontram por onde passam. Uma internet que se apresenta como um sistema sem líder, que também administra a economia global atual, levará a um resultado fatal.

Os especialistas alertam que essa situação é mais grave do que parece. No documento, assinado por nada menos do que 17 especialistas de diferentes disciplinas, liderados por Joe Bak-Coleman, do pós-doutorado do Centro para um Público Informado, da Universidade de Washington, bem como pelo coautor Carl Bergstrom, professor de biologia na mesma universidade, pede-se a colaboração da ciência e que os responsáveis das grandes empresas tecnológicas, como Mark Zuckerberg, parem de tentar controlar a população através de suas empresas, alegando que os modelos comerciais com que trabalham não são compatíveis com uma sociedade saudável.

Além disso, lamentam que a pandemia de coronavírus tenha “aberto caminho” para as empresas de tecnologia, já que são incapazes de frear a informação falsa e os boatos que circulam pela Rede, dificultando o progresso em nível biológico. Por exemplo, não obstruindo todas as informações falsas que há sobre o coronavírus ou a suposta ineficácia das vacinas, que estariam prejudicando a nossa sociedade.

O documento, endossado por especialistas, provavelmente não provocará uma mudança radical instantânea no comportamento das empresas tecnológicas e seus efeitos na sociedade, mas ao menos fica registrada a problemática que estamos sofrendo.

(A reportagem é de Judith del Rio, publicada por La Vanguardia, 30-06-2021. A tradução é do Cepat).

O grupo de Mato Grosso conquista mais um título mundial.

O Grupo Flor Ribeirinha foi o primeiro classificado no 26º Festival de Dança Folk Harbor realizado na Polônia. Além do primeiro lugar no júri técnico o grupo também ficou em primeiro lugar do prêmio Favorito de Público. A cerimônia de premiação ocorreu no último dia 30 de junho em Gorzów Wlkp. O Flor Ribeirinha representou o Brasil a convite da Federação de Festivais Internacionais de Dança-FIDAF- Brasil.

O Grupo que vai completar 28 anos de existência, no próximo mês de julho, já se apresentou em muitos estados brasileiros e em vários países. Em 2017 conquistou o primeiro prêmio mundial na Turquia com o espetáculo ‘Mato Grosso Dançando o Brasil’.

A presidente e fundadora do Flor Ribeirinha, Domingas Leonor, Mestra da Cultura de Mato Grosso, destaca com muito orgulho a conquista de mais um prêmio internacional. “É a consagração de um trabalho árduo na preservação da nossa cultura, mesmo diante das dificuldades“, disse ela emocionada. 

Para o Festival de Dança Folk Harbor, foram selecionados apenas 10 grupos para a competição online. O evento foi realizado no período de 26 a 30 de junho e aconteceu de forma híbrida, com a apresentação in loco dos grupos da Polônia, na competição, enquanto os grupos estrangeiros, enviaram as apresentações por meio de vídeos. Devido ás restrições impostas pela pandemia, o grupo enviou um vídeo para a modalidade  em desempenho competitivo. Desde a cerimônia de abertura em Gorzów até o encerramento com concerto de gala, as apresentações foram transmitidas por meio dos canais de mídia do próprio festival.

O diretor artístico e coreógrafo do Flor Ribeirinha, Avinner Agusto, ressalta que o grupo mostrou a tradicional dança do Siriri e o Boi Bumbá, que encantaram o público. O trabalho foi avaliado por um júri técnico composto de cinco representantes de Federações Internacionais, como da Coréia do Sul, Rússia, Bulgária e dois representantes das Américas.

“Em um momento que a pandemia impossibilitou o Flor Ribeirinha de realizar a viagem internacional, participar do festival neste formato virtual, e ser consagrado com este título mundial, mostra a força da nossa cultura, além das adversidades. Neste sentido nosso trabalho, continua mantendo viva a nossa esperança e produzindo memórias que marcam a história da nossa gente. A coletividade continua a existir, mesmo não podendo estar todos juntos fisicamente. Sentimos toda a energia do público na perspectiva de mobilização e o reconhecimento dos jurados internacionais com a estética e história da nossa apresentação artística, disse ele, destacando que o prêmio é um marco para o Flor Ribeirinha e representa um marco para a cultura de Mato Grosso. (C/Asssessoria)

 

 

Grupo se apresenta por meio de vídeo gravado na competição internacional realizada na Polônia e pede apoio popular.

 O Grupo Flor Ribeirinha de São Gonçalo Beira, participa do Festival Folk Harbor que está sendo realizado na Polônia até amanhã, quarta-feira, dia 30 de junho. Devido às restrições impostas pela pandemia, o grupo participa com um vídeo gravado para a modalidade em desempenho competitivo.

O evento acontece de forma híbrida, com a apresentação in loco dos grupos da Polônia, na competição online, enquanto os grupos estrangeiros, enviaram as apresentações por meio de vídeos. Para o festival, foram selecionados apenas 10 grupos para a competição. O Brasil é representado pelo Flor Ribeirinha a convite da Federação de Festivais Internacionais de Dança-FIDAF Brasil.

O diretor artístico e coreógrafo do Grupo Flor Ribeirinha, Avinner Augusto, ressalta que todos podem ajudar o grupo a vencer a competição internacional. “Vamos dar uma força ao Flor Ribeirinha para a obtenção do prêmio de público. Precisamos do apoio de todos, através do voto pelo Facebook”, informou.

Basta acessar o link e dar o like somente na foto do Flor Ribeirinha. A foto que tiver mais curtida ganha no júri popular. 

Ajude o grupo através deste link:

https://www.facebook.com/173877826002728/posts/4205763769480760/

O Grupo Flor Ribeirinha apresenta os melhores momentos do espetáculo Mato Grosso Dançando o Brasil.

Foi enviado pelo grupo um vídeo incluindo uma introdução histórica do grupo e uma saudação da Mestra Domingas Leonor para o público do 26º Festival Internacional de Dança ‘Folk Harbor’ da Polônia. 

 

Segunda, 21 Junho 2021 05:00

O rosto e a crise sanitária

Martin Steffens é coautor, com Pierre Dulau, de Faire face. Le visage et la crise sanitaire, Éditions Première Partie, 2021 (Resistir. O rosto e a crise sanitária, em tradução livre). É professor associado de filosofia, autor de numerosos ensaios e colunista. A entrevista é de Henrik Lindell, publicada por La Vie, 17-06-2021. A tradução é de André Langer.

 Eis a entrevista.

 Vocês escreveram no livro Faire Face que tínhamos “entrado em uma noite” por causa do uso obrigatório da máscara. Estamos entrando em um dia agora?
Seria ótimo! Talvez seja uma alvorada. Talvez o crepúsculo de um certo modo de viver, rosto descoberto, leve ainda algum tempo... A questão que se coloca é a seguinte: deixamos de lado a máscara porque vencemos a pandemia, o que obviamente não é o caso, ou simplesmente porque era inútil ao ar livre, como sugeria desde o início a esmagadora maioria dos estudos sobre o assunto? Dito de outra maneira: ou podemos tirar a máscara porque tudo está indo bem novamente, ou porque essa medida, do ponto de vista estritamente sanitário, era absurda de qualquer maneira, como se a questão da máscara ao ar livre, a qualquer hora, não era apenas sanitária, mas também moral e política.

Basicamente, o que encontramos quando descobrimos novamente os rostos das pessoas na rua?
Estamos redescobrindo mais do que um pedaço adicional de pele. O rosto nu, aberto e descoberto, expressa discretamente os dois princípios sobre os quais se baseia a nossa civilização. Primeiro, o princípio de que cada pessoa é única. É precisamente o rosto que diz isso. Você pode confundir alguém por trás com outra pessoa. Mas o rosto nos diferencia totalmente. O reconhecimento facial é baseado neste princípio, porque não há dois rostos absolutamente idênticos.
Segundo princípio: esta singularidade não nos fecha em nós mesmos; pelo contrário, é sempre já relacional. Quando estou frente a frente com alguém, o rosto é a única parte do meu corpo que o outro vê e eu não vejo. E reciprocamente. O rosto, portanto, nos diz que somos apresentados a alguém diferente de nós. Em um encontro cara a cara, a única maneira de realmente ver nosso rosto é adivinhando-o nos olhos de alguém que o acolhe de maneira mais ou menos favorável.

Mas a máscara ainda permite que você veja os olhos das pessoas...
Não é o suficiente. Recentemente, encontrei meus alunos sem máscaras em um café. Alguns me cumprimentaram, mas não os reconheci. Entretanto, acabara de passar oito meses com eles! O rosto é uma totalidade que não pode ser dividida em partes, como acontece quando o recompomos através de um retrato falado. Uma ferramenta de identificação, um retrato falado é um rosto que não acena para a pessoa que o usa. Compreendemos então que o rosto é uma totalidade que ultrapassa a si mesmo: se o quero acolher o seu rosto, não devo olhar para ele, reduzi-lo à soma das suas feições. É um convite para conhecê-lo além de suas maneiras de aparecer.

O rosto é “vital”, vocês escrevem, especialmente na nossa civilização, onde não o escondemos...
Pensemos em certas sociedades primitivas, cujos membros são inteiramente tatuados. São sociedades de marcados, como se diz, porque o indivíduo não existe fora da tribo ou da comunidade. Entre nós, o rosto está realmente exposto e isso obviamente diz algo sobre a nossa civilização. Penso que é o cristianismo que faz a diferença, porque anuncia que todo homem é uma pessoa. Em terreno cristão, acreditamos que cada um é feito para sua comunidade, mas não só para ela. Porque cada um é feito para a sua própria vocação. O rosto sem máscara nem tatuagem fala da liberdade como princípio da nossa civilização. Percebemos isso quando o estamos perdendo.

As medidas sanitárias, algumas das quais se contradizem, tornam-se “medidas de controle social e de controle psicológico”, na opinião de vocês. Vocês falam inclusive de uma ditadura...
Ditadura é a palavra latina para estado de emergência ou estado de exceção. Designa um funcionamento anormal, normalmente temporário, das instituições, quando o poder executivo, diríamos nós, tem precedência sobre os demais poderes. Não procuramos dramatizar esta palavra. Mas é preciso chamar um gato de gato. Um estado de exceção é viver em uma ditadura. Isso não significa que se trata de uma tirania ou de um regime totalitário. Mas se o estado passa a atropelar as realidades que não criou, que existiam antes dele, como o corpo humano, ou o ambiente humano, a família por exemplo, então excede em muito as suas prerrogativas.
Foi o que aconteceu com determinadas medidas sanitárias, que penetraram no seio dos lares. Outro exemplo: se o Estado, que é um produto da razão humana, despreza essas realidades com campanhas de prevenção de cunho traumático, então viola uma de suas condições de possibilidade. A medida que nos permite tirar a máscara vem repentinamente, quando muitos alertaram sobre seus efeitos globalmente deletérios. De uma hora para a outra, somos autorizados a tirar a máscara, sem realmente saber exatamente por quê. Sabemos apenas que o executivo tem o poder de dizer o que deve ser feito.
Essa surpresa que o governo nos faz é certamente um sinal de seu enorme poder: digo, logo, é. Acreditar na onipotência da palavra também é o que os psicanalistas chamam de loucura. Essa nova medida, em sua modalidade, não é tão tranquilizadora. Até porque mata a virtude da prudência que é essencial, especialmente em uma pandemia como esta, que não é a peste negra, que é preto no branco.
Lembro-me que uma associação de vítimas da Covid se levantou contra a máscara, dizendo: se você pergunta coisas absurdas às pessoas, não pode, na sequência, perguntar coisas de bom senso. O poder optou por impor a máscara o tempo todo e em todos os momentos para que as pessoas também a usem quando realmente precisam, no supermercado, por exemplo. Escolhemos a maximização segura.

Mas do que você tem medo? Essas medidas são temporárias e desaparecerão quando a maioria de nós for vacinada ou quando tivermos obtido imunidade coletiva. Não são apenas um parêntese que logo ficará para trás?
Pierre Dulau e eu escrevemos Faire Face porque não achamos que seja apenas um parêntese. Além disso, o parêntese é uma metáfora interessante. Ao escrever, podemos colocar um parêntese dentro de uma frase, porque a frase escrita constitui um todo. Mas isso não corresponde à história da humanidade, que ainda está sendo escrita, sem se virar ou voltar atrás. O parêntese da ditadura do proletariado, por exemplo, nunca foi fechado. Hiroshima e Nagasaki não eram parênteses: a bomba atômica determinou para sempre a nossa relação com a guerra.
No entanto, as pessoas aderem às medidas sanitárias por mais que as achem temporárias, quando seus efeitos nocivos podem durar muito tempo. O mesmo acontecerá com o “passe sanitário” [o passe sanitário entrou em vigor na França no dia 09 de junho e é exigido como certificado para acessar locais fechados com público superior a mil pessoas. O passe pode ser obtido de três maneiras: vacinação com as duas doses, um teste PCR com menos de 72 horas ou um teste de antígeno de menos de 48 horas. Nota do tradutor]. Será que algum dia sairemos do rastreamento digital? Mais profundamente, em nível antropológico, há muito tempo instilamos coisas perturbadoras. Agora acredita-se que as pessoas se matam, e não dão a vida. Nossa civilização tecnológica está inconscientemente fazendo um retorno ao sagrado pagão, que era baseado no medo de contaminar ou de ser contaminado. É um paganismo ateísta.
Jesus ia ao encontro dos leprosos. Jesus oferece um sagrado ofensivo, que entra em contato com o outro para purificá-lo, para abençoá-lo em vez de ter medo de ser contaminado.
Outra grande mudança antropológica: antes, o homem era mortal, agora pode ser assassinado. Na verdade, agora estima-se que, se um homem de 92 anos morrer de Covid, a principal causa dessa morte será a epidemia. No entanto, como sabemos, a principal causa é a sua velhice. Portanto, presume-se que o homem seja imortal. Ou melhor, foi “desmortalizado”, privado de sua própria finitude. Se morreu, não foi de velhice, dando o lugar às gerações futuras, mas porque alguém, provavelmente desta geração, transmitiu-lhe o vírus, de forma descuidada. Isso promete dias felizes...

Algumas medidas claramente salvam vidas. Mas, também nos fazem perder o humano, porque tornam o homem “invisível e intocável”, como vocês escrevem. O que deveria ter sido feito?
Nosso discurso em nosso livro é sobre o reequilíbrio. Parecia que avançávamos com um olho só: a saúde era uma prioridade, custasse o que custasse, mesmo à revelia da relação humana. Coisa notável: avançando assim, caolho, nem mesmo atingimos esse objetivo! Fala-se de uma epidemia de suicídios entre os adolescentes. Ao meu redor, ouço amigos, alunos e colegas reclamando de um enorme sofrimento humano.
Para ver bem, para ver em profundidade, é preciso abrir os dois olhos, o da saúde e o do sentido da vida. Ou, dito de outra forma: o da expectativa de vida e o da esperança na vida. Lembro-me de um cirurgião que dizia: “Eu coloquei a máscara no trabalho. Mas se você esconder todo mundo, vou perder até o sentido do que faço quando salvo vidas”. O homem não vive só de pão, e só tem saúde se tiver uma visão holística.
Pensemos seriamente nas feridas causadas pela privação de visitas de pessoas que se encontram nos lares para idosos, pelo luto que não terá lugar porque alguém foi privado de ver um morto pela última vez. E realmente temos que forçar uma mulher a dar à luz com uma máscara, para abraçar a vida enquanto se protege? Aí, penso que o humano foi negligenciado de maneira culpável.
Claro, temos que ser prudentes. Claro, a maternidade não deve se tornar um foco de contágio. Mas durante as guerras, vemos soldados arriscando suas vidas para resgatar os corpos, para não deixar os mortos sem enterros. Nós, porém, decidimos não arriscar mais nada. A humanidade se apega a poucas coisas, como enterrar dignamente os mortos...

Ainda há esperança?
Estamos nos encaminhando diretamente para os “passes sanitários” e os cartões de identificação digital. Se retirarmos a máscara na rua apenas para ter reconhecimento facial, isso significa que o rosto não é mais do que um conjunto de dados. Portanto, não é mais um rosto. A essência da crise – em grego, crise significa decidir – é nos colocar diante de uma alternativa. Quero que trabalhemos agora para criar um país onde as pessoas queiram ter filhos. Um país onde realmente cuidamos dessa coisa invisível chamada relação humana e cujo símbolo visível é o rosto.

 

Cada povo batizava a constelação de acordo com sua cultura e vivência.

 Cassiopeia, Carina, Fenix...Estes nomes te remetem a alguma coisa? Não? E Andrômeda?! Este você conhece? São todos nomes de constelações. Andrômeda está entre as mais famosas e inspira obras de ficção científica. A lista tem ainda nomes como Pégasus, Ursa Maior, Ursa Menor, Cruzeiro do Sul, Touro e Escorpião.

Para a astrônoma Flávia Requeijo, do Museu de Astronomia e Ciências Afins, as constelações ligadas ao zodíaco estão entre as mais conhecidas. ''Talvez as constelações mais famosas sejam as constelações do zodíaco. São 13 no total. É nesta região do céu que vemos passar o sol, a lua, os planetas. Isso por que os planetas estão girando ao redor do sol, no mesmo plano que a terra está girando ao redor do sol. O efeito que vemos é como se todos os planetas estivessem projetados nesta região, onde se encontram então 13 constelações'', diz.

Com o objetivo de mapear o céu, a União Astronômica Internacional reconheceu, oficialmente, 88 constelações. Na antiguidade, estes grupamentos de estrelas eram associados a figuras de animais, objetos e até personagens da mitologia.

Estas formações no céu nortearam os povos ancestrais, ajudaram a explicar a passagem do tempo e a troca das estações. Foram fundamentais para a subsistência e para organização de rotinas, como plantar e colher. Cada povo batizava a constelação de acordo com sua cultura e vivência.

E só em 1930 é que foi realizada uma classificação da esfera celeste, dividida geometricamente em 88 partes. Destas, mais da metade são constelações atribuídas à Grécia Antiga, sendo 48 registradas pelo cientista Ptolomeu.

E você deve estar se perguntando como é possível localizar no céu estas constelações? Flávia Requeijo dá a dica.

''Se olharmos para o céu sempre no mesmo horário ao longo do ano veremos que ele se repete a cada estação. Por exemplo, no verão vemos a constelação de Orium, que é onde estão as Três Marias. No outono a constelação do Cruzeiro do Sul cada vez mais em destaque. E no inverno, vemos a constelação de Escorpião'', diz.

 

Artigo científico que foi elaborado por pesquisadores do Instituto é resultado de projeto de um edital publicado pela Fundação de Amparo à Pesquisa de Mato Grosso.

Uma solução tecnológica de “Arquitetura baseada em microsserviços” elaborada especialmente para a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) ganhará repercussão internacional. Um artigo científico com o tema do projeto, desenvolvido pelo Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), será apresentado na 3ª Conferência Internacional em Eletricidade, Comunicação e Engenharia da Computação (ICECCE) 2021, neste sábado (12.06).

O projeto é fruto de um edital da Fundação de Amparo à Pesquisa de Mato Grosso (Fapemat), demandado pela Sesp-MT. Assinam o artigo científico os pesquisadores do IFMT, João Paulo Delgado Preti, Adriano Neres Araújo Souza, Evandro César Freiberger e Tiago de Almeida Lacerda. A conferência será realizada de forma virtual, com acesso restrito aos participantes inscritos, às 6h15 no horário local. O evento seria feito de forma presencial, na Malásia, centro financeiro de referência no Sudoeste Asiático na área de tecnologia.

A conferência conta com participantes de países como Estados Unidos, China e Índia, que são considerados os maiores players da tecnologia. Foram submetidos 376 artigos, sendo que apenas sete foram aprovados em Engenharia de Software, dentre os quais está o do IFMT. O texto científico passou pelo crivo de uma comissão internacional, que entendeu a relevância e possibilidade de contribuição científica do projeto.

A apresentação no evento, inclusive, abre possibilidade de que a pesquisa seja implementada em outros países. Além disso, os artigos apresentados no evento serão publicados na biblioteca digital da IEEE, reconhecida como a maior organização internacional sem fins lucrativos, formada por profissionais de diversas áreas voltadas a tecnologia, como por exemplo, telecomunicações, computação, tecnologias robóticas, veiculares, aeroespaciais, biomédicas, entre outros.

O projeto foi desenvolvido de acordo com as necessidades apontadas pela Sesp-MT em migrar da atual organização monolítica para a arquitetura de microsserviços. Na prática, a nova estrutura permitirá que as aplicações sejam entregues de forma mais rápida, e facilitará a integração com outros órgãos do Estado e entidades, com a possibilidade de centenas de aplicações colaborarem entre si. Para o cidadão, isso reflete em diversos serviços que poderão ser acessados em uma única ferramenta.

A coordenadora de Soluções Tecnológicas da Sesp-MT, Diana Lima, ressalta a importância do trabalho desenvolvido pelos pesquisadores, em parceria com a Superintendência de Tecnologia da Informação da Secretaria. “A ideia surgiu em agosto de 2019, quando nossa equipe esteve no Ceará, para conhecer o modelo da Secretaria de Segurança. Conhecemos vários produtos de lá, e no projeto de BigData foi abordada a arquitetura em microsserviços. A partir daí, começamos a pensar o que poderíamos desenvolver, levando em conta a realidade do nosso estado”.

A proposta foi impulsionada pelo secretário de Estado de Segurança, Alexandre Bustamante, bem como o governador Mauro Mendes. O Escritório Diretivo de Projetos Especiais (EDPE) da Sesp-MT mediou o contato com a Fapemat. “Buscamos recursos que estejam disponíveis para as instituições de segurança pública, temos que nos enquadrar nas exigências, e esse é o papel do Escritório. A parceria com a Fapemat tem sido muito profícua e, no nosso caso, vão ser entregues a pesquisa e o produto também”, destaca o assessor especial do EDPE, coronel BM RR Marcos Hübner.

Por meio da realização de um edital, para o qual o IFMT concorreu e foi selecionado, a Fundação fomentou recursos para aquisição de equipamentos, bolsas de estudo e servidores necessários. “O programa de pesquisa aplicada em políticas públicas da Fapemat permite que as secretarias e outros órgãos do governo definam um problema específico e, em parcerias com as universidades, soluções tecnológicas adequadas sejam encontradas, trazendo melhor eficiência e qualidade no serviço público. O projeto de microsserviços é um exemplo exitoso deste programa”, avalia o presidente da Fapemat, Marcos de Sá.

Segurança das informações

O pesquisador do IFMT, João Paulo Delgado Preti, explica que a estrutura monolítica possui uma grande aplicação com diversas responsabilidades, concentra muitos serviços, mas em um mesmo lugar. “Do ponto de vista de segurança, é como se você facilitasse o trabalho de quem ataca, porque tem acesso a uma grande base de dados. Quando tem a estrutura em microsserviços, as aplicações estão distribuídas, o que dispersa a atenção”.

Dessa forma, é possível restringir a atuação em caso de invasão. A pessoa só conseguirá ter acesso a uma pequena parte, e não um grande conjunto de operações. O pesquisador frisa ainda que o projeto está em fase de conclusão e que a mudança será feita de forma gradual. O edital teve início em agosto de 2020 e vence em julho de 2021. Estão sendo providenciadas documentação e transferência de dados, além de treinamentos. Até o momento, a equipe da Sesp-MT já participou de seis workshops e ainda estão previstos mais dois.

A Sesp-MT está em fase de publicação de um novo edital na área de Tecnologia de Informação, em parceria com a Fapemat. Desta vez, o foco é o DevOps (Development Operations), que em suma é uma cultura na engenharia de software que aproxima os desenvolvedores de software (Dev) e os operadores do software/ administradores do sistema (Ops). No caso da Secretaria, será uma estrutura de base para viabilizar o uso da arquitetura de microsserviços.

A Fapemat viabilizou ainda editais de projetos para as unidades desconcentradas da Sesp-MT. Foram selecionados um para cada força: Polícia Judiciária Civil (PJC-MT), Polícia Militar (PM-MT), Corpo de Bombeiros Militar (CBM-MT) e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Ao todo, as seis propostas totalizaram recursos de R$ 3 milhões.

 

Página 1 de 4