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Com baixo custo e rentável em período de estiagem, exemplo de persistência, com a ajuda técnica e o resultado alcançado,  área plantada será ampliada.

Há dois anos e meio se dedicando ao cultivo do capiaçu, uma família de produtores de Campo Verde (a 131 km de Cuiabá) começa a ter o retorno do investimento. Todo processo foi acompanhado e orientado com base Unidade de Referência Tecnológica de Leite, via Secretaria de Estado de Agricultura (Seaf), por meio da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural – Empaer-MT, Embrapa de Sinop e Prefeitura de Campo Verde.

A propriedade é referência e com o avanço da área plantada, mudas de capiaçu já foram disponibilizadas para produtores até de outros estados como Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina e Pará. 

Nesse período, o produtor Valdir Argemiro Freitag vendo a necessidade de ter uma opção de alimento para os animais durante o período de estiagem, foi estimulado pelo filho, também produtor e estudante de Engenharia Agrícola e Ambiental, Fabio Luis Freitag. Tímida, e ainda em fase de teste, a produção começou com 1,5 hectares, e sem uma orientação técnica e maquinário adequado - toda plantação foi perdida.

Ainda em 2019, Fábio mais uma vez acreditou no capiaçu e junto do pai, investiram em uma área de sete hectares recém-colhido uma produção de milho também usado na silagem. Mas agora, com auxílio do técnico da Empaer em Campo Verde, Kenio Batista Nogueira.

“Nosso desafio é dar opções ao produtor de uma alimentação para o gado de corte e, também, de leite no período de seca. O capiaçu é uma delas que pode fazer diferença no faturamento e lucro da propriedade”, destaca.

Segundo Kenio, a alimentação é um insumo importante na cadeia de produção – representa entre 15% e 25% do custo total de produção da carne e até 70% no leite.

“Por ser uma alternativa considerada de baixo custo, analisamos o perfil do produtor e o tipo de criação. O capiaçu tem se tornado uma boa referência de custo e benefício”.

Para Fabio, a orientação técnica fez toda diferença. Destaca que foi realizado o manejo do solo, com a análise enviada ao laboratório e até consulta via aplicativo de mensagem.

“Observei que algumas folhas estavam amareladas, tirei a foto e encaminhei. De resultado, ausência de alguns nutrientes que foram solucionados. Outra dificuldade era identificar o momento exato de corte de acordo com as características das folhas e precisa estar associada à previsão do tempo”.

Para o produtor ter retorno do investimento aplicado teve como diferencial à persistência em acreditar que daria certo associada à orientação técnica. De acordo com Fabio, atualmente a área de capiaçu é de 13 hectares que será ampliada.

 

Segunda, 13 Setembro 2021 05:00

Hipnose para negócios

Hipnoterapeuta Marcelo Behn aplica a técnica para auxiliar empresários que buscam melhorar performance profissional

Os empresários e os profissionais de corporações enfrentam grandes desafios em uma economia cheia de incertezas e pressões. Além disso, o mundo dos negócios exige desenvoltura para falar em público, convencimento de interlocutores e administração de ansiedades, medos e bloqueios. Já consagrada no auxílio de tratamento de doenças físicas e transtornos emocionais das pessoas, a hipnose tem se mostrado muito eficaz, também, no suporte para empresários que buscam dar a volta por cima, recuperando as perdas e melhorando os resultados nos negócios.

De acordo com o hipnólogo e hipnoterapeuta Marcelo Behn, um dos grandes nomes da hipnoterapia no Brasil com formação Internacional em Hipnose Clínica pela The American Hypnosis Association e pela National Guild of Hypnotists, os resultados têm sido comemorados ao redor do mundo. “O número de pacientes que são empresários aumentou com a crise da economia mundial. Inseguros e com medo de diminuírem seus lucros ou perderem seus empregos, homens e mulheres de negócio decidiram apostar na terapia por hipnose para mudar seus pensamentos e agir com garra e determinação na luta contra a crise”, diz Marcelo Behn.

Em algumas sessões, já é possível notar uma melhora no paciente porque a hipnose trabalha com uma capacidade que nossa mente tem de ser sugestionada, desde que receba os estímulos. Nas sessões de hipnose, o Marcelo Behn conduz o paciente até um estado de relaxamento muito profundo, conhecido como transe. “A hipnose faz o paciente encontrar em si mesmo a força a e confiança para enfrentar seus problemas e recuperar o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal e o bem-estar do seu corpo”, afirma.

Os problemas mais comuns enfrentados nos negócios são depressão, síndrome do pânico, ansiedade, medo de falar em público, timidez, insônia, estresse, transtornos alimentares, entre outros.

Como Funciona o Tratamento
O primeiro contato para este atendimento é o agendamento de uma anamnese, uma grande entrevista onde o terapeuta irá fazer um mapeamento dos processos mentais, a fim de saber o que pensa, como pensa e quais são seus hábitos. Durante o transe, descobrem-se traumas de infância ou do passado, possibilitando que o hipnotizado recorde emoções reprimidas. Ao voltar à tona, tal sentimento perturbador — que pode ser a causa de alguma doença — é trabalhado. O terapeuta usa, o tempo todo, ferramentas da Hipnose e PNL (Programação Neurolinguistica) para entender o que o cliente busca e ajudar para que este caminho seja o mais breve possível. “Cada pessoa reage de uma forma ao tratamento, portanto não temos como estipular um número mínimo, nem máximo de sessões, normalmente são necessárias de uma a seis sessões”, afirma Behn, que responde as principais dúvidas das pessoas.

01) Na hipnose eu durmo ou fico inconsciente? Muitas pessoas acreditam que hipnose é igual a sono, pelo contrário, durante a hipnose a pessoa se encontra muito mais alerta mentalmente do que em estado de vigília, é um estado de alta concentração, porém, o corpo geralmente se encontra extremamente relaxado e por isso dá a impressão que a pessoa dorme.

02) Corro o risco de não sair da hipnose? Não existe nenhum registro de uma pessoa que entrou em hipnose e nunca voltou, isso é mito. Entramos e saímos do estado de hipnose várias vezes ao dia sem nos darmos conta disso.
03) Perco o controle do meu corpo durante a hipnose? Não. Algumas pessoas acreditam que não foram hipnotizadas porque a todo momento podiam mexer o corpo, ou abrir os olhos. E realmente durante a sessão de hipnose a pessoa pode fazer isso, se tiver algum incômodo como uma coceirinha, pode se coçar, se tiver em uma posição desconfortável, pode se ajeitar, se tiver real necessidade de abrir os olhos, pode abrir. A pessoa não vira uma estátua em hipnose.
04) Posso revelar segredos na hipnose? Não. A pessoa não revela informações íntimas. Se o terapeuta perguntar algo que não é da sua conta ou não faz parte do contexto da terapia a pessoa simplesmente irá se recusar a responder.
05) Na hipnose corro o risco de fazer o que não quero? Não. Da mesma forma que a pessoa não revela segredo ela não irá fazer o que não quer. Ninguém faz aquilo que vá contra seus valores éticos e morais em hipnose.
O hipnoterapeuta Marcelo Behn atende pacientes há mais de 10 anos e ministra cursos, online e presencial. Possui formação de Master Practitioner em PNL, pela The Society of NLP (USA), de Practitioner em PNL, pela The Society of NLP (USA), e formação Internacional em Hipnose clínica pela The American Hypnosis Association, e pela National Guild of Hypnotists. Além disso, tem Certificação em Hipnose não verbal, pelo Instituto Rogério Castilho, Certificação Internacional em mesmerismo e Fascinação Hipnótica.( Fonte:  Divulgação: Adriano Cescani)


 

Criação do site e-commerce de cosméticos veganos sólidos amplia acesso a novos mercados consumidores.

A Afeto Lab, marca cuiabana de cosméticos veganos sólidos, tem visto os horizontes se expandirem após a criação do site de vendas online. O negócio criativo, idealizado pelos empreendedores Bruna Uriarte e Eduardo Ventura, foi um foi um dos projetos contemplados no edital MT Criativo realizado pelo Governo de Mato Grosso por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

O site e-commerce lançado recentemente, foi criado com os recursos viabilizados pelo edital, além da linha de material gráfico personalizado, com cartão, caixa e sacola. Frente à crescente demanda por produtos que causem menos impacto ao meio ambiente, a loja aumentou os itens de seu catálogo e já realiza entregas para todo o Brasil. No site www.afetolab.com.br o consumidor encontra produtos para cabelo, rosto e corpo, dicas de uso e conservação do produto.

De acordo com Eduardo, desde seu lançamento, o site contabiliza mais de três mil visitas orgânicas, o que representa aumento nos pedidos. O fluxo também se explica pela oferta de novas opções, como desodorante, sérum e hidratante corporal. "Também estamos com uma nova linha de shampoos e condicionadores pronta para ser lançada. A previsão é disponibilizarmos ainda em setembro".

Mais que os números, a dupla comemora a difusão de um propósito muito mais amplo. "Nossa meta é impactar a vida das pessoas, mostrando que é sempre possível dar o primeiro passo e contribuir com o planeta, que, mais do que nunca, dá sinais de esgotamento. Então, acima de qualquer coisa, queremos ajudar o consumidor a descobrir o outro lado da moeda, apresentando novos conceitos e formatos", pontua Eduardo Ventura.

Os lançamentos incluem saboneteiras de cimento, que facilitam o armazenamento dos cosméticos sólidos. "Esta é uma das dicas que damos no site. É preciso reservar um espacinho seco e arejado para guardar os shampoos e condicionadores e dar preferência a uma saboneteira para que garanta que eles não fiquem em contato com a água quando não estiverem sendo utilizados", explica Bruna.

Assim, na busca por atenuar os danos ao meio ambiente, a marca cuiabana ajuda a revolucionar a forma com a qual cada um se relaciona consigo mesmo, com a sua casa, com as compras do mercado, da farmácia e com tudo aquilo que permeia o consumo. "Tudo isso e muito mais sem deixar o afeto de lado", pondera a empreendedora.

Conheça mais sobre o projeto no site www.afetolab.com.br ou pelo Instagram @afetolab.

 

Sábado, 04 Setembro 2021 05:00

‘Arte que brota’

Fotógrafa cuiabana idealiza novo modelo de negócio e cria Varanda Botânica. Por meio de loja online, artista comercializa arranjos florais, plantas envasadas e curadoria de acessórios para jardinagem durante pandemia.

Do olhar minucioso da fotografia para a delicadeza e cuidado no trato com as plantas. Assim que a fotógrafa, artista e idealizadora do projeto Varanda Botânica, Julia Muxfeldt, viu sua vida transformada a partir da pandemia, quando teve que deixar a fotografia, que se dedicou durante seis anos de sua vida, para usar de sua criatividade na construção de um novo modelo de sustento próprio.

Foi então que nos dias de distanciamento social e em um contato diário com as plantas de sua casa, localizada no bairro do Porto em Cuiabá, que Julia viu não só uma fonte de renda, mas uma forma de expressão artística, já que sempre teve a arte muito presente em sua vida, até mesmo pela própria fotografia.

Surgia assim a loja online Varanda Botânica, mais do que uma loja de plantas, floricultura ou viveiro, é “um espaço de criação e experimentação, onde arte e vida estão em constante sintonia e se entrelaçam”, como descreve a própria artista.

Julia deu início primeiro com um produto pouco explorado no mercado mato-grossense, que é a “kokedama”, uma técnica japonesa que envolve a planta dentro de uma esfera de musgos. Ou seja: arte, cultivo e subsistência reunidos. Com a necessidade de expandir seu trabalho e conhecimento, a artista também deu início a criação de arranjos florais, seleção de plantas envasadas, além da curadoria de acessórios para jardinagem.

“Através da varanda me vi em um lugar de auxiliar muitas pessoas a buscar soluções de como cuidar de plantas, com quem tem a experiência em Cuiabá. Nosso clima é diferente, e consequentemente, os cuidados de outras regiões não nos ensinam como é cuidar aqui. Nossos desafios são outros e quero muito ajudar quem deseja ter um pouquinho de natureza no seu dia a dia”, disse Julia.

Logo, o pequeno comércio já estava inserido na plataforma digital chamando a atenção dos amantes das plantas. O diferencial também estava na apresentação dos produtos, já que Julia usava seu olhar característico de uma profissional do audiovisual para mostrar a beleza e exuberância das plantas cultivadas.

Em 2020 inscreveu seu negócio no edital MT Criativo, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), por meio da Lei Aldir Blanc, que propiciou a renda emergencial de profissionais da cultura. E sendo contemplada, expandiu ainda mais seu negócio, desenvolvendo um site e a criação de toda a identidade visual de seu negócio.

“Acredito que poder investir com o auxílio do edital foi um grande avanço, pude alcançar mais pessoas, trazer novidades e produtos diferenciados. A varanda hoje é meu principal trabalho, amo cuidar e ensinar sobre plantas, com base na sinceridade e paciência para diversos públicos”, finalizou Julia.

Mais informações sobre a Varanda Botânica: www.varandabotanica.com.br ou pelo Instagram: www.instagram.com/varandabotanica

 

Quinta, 26 Agosto 2021 05:00

Harinas Vilu: um novo conceito de farofa

Um produto tipicamente cuiabano. Com proposta diferenciada, empresária expande leque de produtos e aquece mercado regional.

De uma receita compartilhada, nasceu Harinas Vilu, empresa genuinamente cuiabana, do ramo alimentício que aos poucos em meio a pandemia, vem expandindo e conquistando o mercado regional com as farofas premium prontas. 

Idealizada por Andreia Steell, a marca tem uma proposta diferenciada, onde os produtos levam sal rosa, gordura animal – o que proporciona uma experiência única para o consumidor final.

​Com uma história peculiar, Andreia sempre teve tato para vendas,  vendia produtos da fazenda na feira do condomínio onde mora em Cuiabá. Formada em Direito, vivia em meio ao financeiro e departamento pessoal das empresas da família antes de abrir o negócio próprio. Porém, a visão falou mais  e a levou a buscar seu próprio negócio. ​A receita da farofa veio como um presente, conta Andréia, mas claro que   tem o toque especial da empreendedora que agregou ainda mais valor ao produto e hoje possui  textura, aroma e sabor crocante sem igual.

Como todo empreendedor, antes de expandir, testou o produto com amigos, professores das filhas, onde devido ao grande sucesso,  deu um passo adiante e resolveu investir e  há um ano e meio abriu a empresa. 

Depois de montar a estrutura e contratar funcionários, a empresa sofreu seu primeiro baque com apenas alguns dias de funcionamento: o início da pandemia de Covid-19, em 2020. “Na sequência, a pergunta inevitável. O que eu vou fazer com os funcionários que contratei. Todo mundo confiou em mim, mãe e pai de família”, conta a empreendedora. A pandemia afetou também o fornecedor de embalagens, que não pôde entregar por falta de matéria-prima. O jeito foi adaptar com embalagens transparentes e etiquetas para que assim pudesse oferecer no comércio local. ​Com uma marca recém-criada, embalagens improvisadas e a correria da pandemia, introduzir a Harinas Vilu no mercado não foi fácil. “Não tínhamos acesso à supermercados porque ninguém aceitava aquele tipo de embalagem. Alguns mercados menores nos bairros e açougues abriram as portas para a gente”, conta Andreia.

​Depois de mais de um ano de pandemia e de empresa em funcionamento, as dificuldades não impediram Andreia de persistir no negócio e de expandir o leque da Harinas Vilu.

Emprego e renda

Atualmente a empresa emprega cerca de dez funcionários e usa, em sua maioria, ingredientes provenientes da agricultura familiar e de pequenos produtores regionais. O primeiro produto da marca a conquistar o mercado foi a farofa de alho tradicional; em seguida veio a farofa  apimentada, que leva pimenta dedo de moça desidratada. Ambas fazem parte da linha Premium da marca, com ingredientes selecionados e embalagem especial com dupla camada, que preserva mais o sabor e a durabilidade da farofa, por levar a gordura animal, o produto não pode ter contato com a luz, pois perde seus diferencias textura, corânica e aroma e claro o sabor.

​A marca tem uma linha completa, com valor mais acessível e sem produtos de origem animal, já que leva o óleo vegetal no lugar da gordura animal. Hoje a linha vende a granel para restaurantes. A expansão do catálogo veio com a comercialização de algumas das matérias-primas das farofas – como a farinha de mandioca flocada e o alho laminado desidratado – e produtos in natura, como alho descascado e cebola fatiada, também voltada para estabelecimentos. A Harinas Vilu ainda prepara o lançamento da linha própria de temperos. (C/Assessoria)

Para quem quiser conhecer a marca mais de perto e saber mais sobre seus produtos pode acessar o perfil oficial no Instagram @harinasvilu

Endereço:  Rodovia Helder Candia, 22 – Jardim Ubirajara

Site – www.harinasvilu.com.br

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Contato: (65) 99904-2021  e  (65) 99614-2587

Rede Social : https://instagram.com/harinasvilu?utm_medium=copy_link

 

Terça, 24 Agosto 2021 05:00

‘Prêmio Inova Mato Grosso’

Premiação reconhece empreendedores que atuam na gestão de inovação e tecnologia. Inscrições vão de 23 de agosto até 30 de setembro.

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Inova Mato Grosso. A iniciativa, realizada em uma parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso (Seciteci), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat) e o Parque Tecnológico Mato Grosso, é uma forma de reconhecer as empresas que atuam em gestão de inovação no Estado. 

A premiação foi lançada na abertura da Semana da Inovação Mato Grosso e as inscrições vão de 23 de agosto até 30 de setembro. O formulário está disponível no site da Seciteci e do Parque Tecnológico. O regulamento está disponível AQUI

O secretário da Seciteci, Nilton Borgato, explica que o processo de avaliação prevê premiar as melhores práticas inovadoras e tecnológicas de micro, pequena e média empresas. “Esta premiação surgiu da necessidade de fomentarmos e incentivarmos as empresas mato-grossenses em seus processos criativos e inovadores”, ressaltou.  

Segundo a superintendente de Desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação, da Seciteci, Lectícia Figueiredo, o foco é fortalecer iniciativas empresariais já existentes e atuantes em práticas e gestão da inovação, além de contribuir para a continuidade dos projetos de inovação nas empresas de Mato Grosso.

“A ideia é incentivar estas empresas a continuarem desenvolvendo seus projetos, apoiando a auxiliando para dar continuidade nisso, gerando para o Estado, modelos inspiradores em gestão de inovação. Então o prêmio é uma forma de acelerar ainda mais o desenvolvimento tecnológico das empresas de Mato Grosso”, disse.

A avaliação será realizada por meio de análise de questionário de autoavaliação e documentos de evidências apresentados pelas empresas candidatas.

O processo de avaliação do prêmio prevê a geração de relatórios de devolutiva as empresas participantes com apontamentos de melhorias em seus processos de inovação, subsídio de ações tanto para as empresas quanto para as instituições de apoio e fomento a inovação.

O presidente da Fapemat, Marcos de Sá, explica que é importante promover um ambiente favorável e contínuo à pesquisa, desenvolvimento e inovação, por isso, a Fundação ofertará para os primeiros colocados, bolsas para pesquisadores nas empresas. “Ao todo vamos conceder seis bolsas pra apoiar e incentivar estes profissionais no processo de desenvolvimento e crescimento empresarial, inserindo mestres e doutores nas empresas”, reforçou.

O coordenador do Parque Tecnológico Mato Grosso, esclarece que, além das bolsas, os primeiros colocados ainda terão outras premiações, como a participação em missão técnica Benchmarking em Gestão da Inovação e a capacitação e mentoria realizada pelo Parque Tecnológico Mato Grosso em Sistema de Gestão de Inovação.

“Além disso, os vencedores serão incluídos no ecossistema do Parque tecnológico Mato Grosso, com possibilidades de conexões de conhecimento e negócios nacionais e internacionais. Além da divulgação nacional e internacional em materiais e mídias digitais e impressas das instituições promotoras do prêmio, enfim, são diversos incentivos para ampliar o desenvolvimento destas empresas”, falou.

Semana da Inovação

Durante a Semana da Inovação, iniciada no dia 20 de agosto, os empreendedores e empresários poderão participar dos diversos eventos virtuais preparados para debater e fomentar o agro em Mato Grosso. Além de receber orientações, os participantes poderão se inscrever no prêmio Inova Mato Grosso.

A programação da primeira Semana da Inovação de Mato Grosso segue até 28 de agosto, de forma totalmente virtual. O evento é realizado com a parceria de empresas, instituições e apoiadores, com o objetivo de colocar a agenda no centro das estratégias do Ecossistema Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação. Para saber mais informações e se inscrever nos eventos, basta acessar a plataforma oficial do evento https://semanainovacaomt.com.br/

Dentre os eventos confirmados terá o Conexão Inova MT, que será realizado no dia 25 (das 19 às 21h), pelas empresas T4agro e CBC para debater temas relevantes voltados ao agronegócio.

“Durante o bate-papo, serão abordados temas como as novas tendências do setor sucroenergético no Brasil, inovações voltadas à mecanização, a importância de micro-organismos de solo e tecnologias sustentáveis para a agricultura, com profissionais especialistas no setor. Além disso, no encontro, a T4agro lançará a abertura das inscrições para a nossa segunda turma de incubação”, diz Júlio Mila, CEO da T4agro.

Agropecuária Jacarezinho impressiona com a oferta de 1021 touros

De 13 a 17 de setembro acontecem as vendas dos reprodutores Nelore CEIP safra 2019 da Agropecuária Jacarezinho. Todos os animais são avaliados pela Cia de Melhoramento, um dos conceituados programas de avaliação genética do País. Quem chancela a organização dos negócios é a Estância Bahia Leilões, com transmissão do Canal Terraviva, das 13h30 às 18h45 (de segunda a quinta-feira) e, excepcionalmente, das 14 às 18h45, na sexta-feira.

Os lotes serão distribuídos em baterias com base nos índices do programa: “ICIAGen” (índice geral de qualificação no sumário), idade ao primeiro parto (IPP, precocidade sexual), índice frigorífico (IFRIG) e retorno maternal (RMat). Nesta última avaliação, observa-se um índice econômico para vacas com maior produção. Para cada uma dessas características, a promotora reservou uma quantidade específica de touros.

Genética específica para cada modelo

Uma tecnologia recém-lançada pelos programas de avaliação genética Cia de Melhoramento e Delta GEN, em parceria com a Gensys Associados, pode beneficiar tanto os pecuaristas quanto o consumidor final de carne bovina. Trata-se do Índice Frigorífico (IFRIG), indicador econômico que pondera características de carne, carcaça e desempenho zootécnico dos animais.

O trabalho, inédito no Brasil, segundo os envolvidos, conta com um banco de dados de oito mil animais genotipados com mensuração da qualidade de carne, além de 90 mil matrizes da raça Nelore produzindo, sendo 22 mil delas pertencentes à Agropecuária Jacarezinho. Com fazendas nos estados da Bahia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a propriedade detém a maior quantidade de animais dentro do programa.

Em outras palavras, touros com IFRIG serão capazes de transmitir maior produtividade por animal, rendimento de carcaça e qualidade de carne para suas progênies. Como resultado, fazendas poderão aumentar a rentabilidade do negócio ao enviar seus animais para os frigoríficos. Além disso, varejo e restaurantes terão cortes mais macios, saborosos e suculentos para oferecer aos seus clientes.  

Índice Frigorífico (IFRIG)

 O IFRIG é composto por indicadores quantitativos, com destaque ao peso de carcaça quente (Peso de Carcaça obtido no frigorífico após toalete) e ao rendimento de carcaça (Peso de Carcaça Quente em relação ao Peso Vivo). E também existem os indicadores qualitativos, como área de olho de lombo (AOL), medida em cm2 de área; espessura de gordura subcutânea (EGS), mensurada em milímetros; maciez (MAC), análise física que indica a força de cisalhamento; e marmoreio (MAR), o percentual de gordura entremeada que garante sabor e maciez à carne.

“Mas não é só isso. Depois de comprovados no gancho, o programa mapeia os sítios relacionados aos marcadores moleculares de todas as características avaliadas no índice. Já são oito anos validando essas informações”, explica Rafael Zonzini, gerente comercial da Agropecuária Jacarezinho. O passo seguinte é disponibilizar as informações para que o processo seletivo se torne ainda mais eficiente e democrático entre os produtores.
 
Olhos à genética de futuro

O RMAt, traduzindo em miúdos, é uma estimativa do retorno econômico de cada vaca, por quilo de peso vivo produzido ao longo da temporada, sempre descontados dos custos demandados. Vale lembrar que este tipo de genética é importante para fechar as contas da fazenda no azul ao término da estação de monta.

Touros com RMmat são mais desejáveis no ciclo de cria e até mesmo nos sistemas subsequentes, pois representa as matrizes com os melhores resultados zootécnicos e com custos de produção mais baixos comparados à média. Isso se reflete na vida reprodutiva da vaca e na qualidade de seus bezerros.

Serão ofertados 1021 animais que mostram a grande influência da genética Jacarezinho no mercado de touros Nelore, afinal poucas fazendas no Brasil conseguem atingir esta marca. Todos os reprodutores seguem com o Certificado Especial de Identificação e Produção (CEIP), selo concedido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a programas realmente melhoradores.

Os animais também estarão à venda sob condições diferenciadas. Poderão ser pagos em 30 parcelas, com frete gratuito para toda malha rodoviária brasileira, desde que obedecidas as regras de trânsito animal vigentes nas áreas livres de febre aftosa sem vacinação. Atualmente, são várias as regiões isoladas, inclusive no Mato Grosso.
 
 Melhoramento animal de décadas
 
A Agropecuária Jacarezinho, hoje, é a maior vendedora de touros do Brasil, com mais de 2,5 mil reprodutores comercializados por ano, e prima por produzir animais com crescimento e produtivos a pasto, no menor intervalo de tempo possível. “Por isso, batemos na tecla de uma pecuária de ciclo curto, aquela que traz resultados. E o segredo é medir desempenho sob todos os aspectos”, explica o gerente comercial. Todos os reprodutores do leilão são genotipados, o que aumenta as garantias de retorno do investimento e a acurácia de suas DEPs (Diferenças Esperadas na Progênie).
Isso significa que os touros oferecem um pacote tecnológico com dezenas de mensurações, resultado de décadas de seleção. Para ter uma ideia, cerca de 70% dos animais com CEIP, em coleta nas centrais de inseminação, possuem genética Jacarezinho. Os números são acumulativos e fixados no rebanho, habilitando cada animal a trabalhar com alta produtividade em todos os biomas da pecuária brasileira.

“Precisamos apenas ser certeiros. Em uma conta subjetiva, imaginando que metade do rebanho nacional de bovinos sejam fêmeas em idade reprodutiva, seriam necessários até 400 mil touros avaliados por ano para servi-las, sendo que, somando todos os programas, não chegamos a 90 mil, ou seja, podemos dobrar nossa produção de touros, que, mesmo assim, a demanda continuará muito alta”, conclui o gerente.

  A Agropecuária Jacarezinho possui propriedades em Mato Grosso e Bahia, produzindo touros a partir de 22 mil matrizes. No interior de São Paulo, em Porto Feliz, a partir das 150 doadoras de exceção, em termos de avaliação de DEPs e produção, está a vitrine de embriões e sêmen. As fazendas somam 150 mil hectares, todas com certificações ambientais e alto compromisso com sustentabilidade e responsabilidade social. (Fonte: Assessoria)
 
 Mais informações em www.agropecuariajacarezinho.com.br  

Os dados se referem ao total de 132 produtores de duas organizações comunitárias atendidas pelo Instituto Centro de Vida.

Produzir mais leite por hectare é um passo importante em direção à sustentabilidade dos recursos naturais da Amazônia, bioma sob forte de pressão de desmatamento. Além isso, favorece a qualidade de vida dos pequenos produtores rurais que moram na região.

Essas premissas levaram o Instituto Centro de Vida (ICV) a incentivar o uso do sistema rotacionado de pastagens nas regiões norte e noroeste de Mato Grosso. Os resultados iniciais são animadores.

No primeiro semestre deste ano, produtores de leite contemplados pelo projeto Redes Socioprodutivas registraram uma produtividade 38% maior em relação aos criadores de gado que não adotaram a técnica.

Os dados se referem ao total de 132 produtores de duas organizações comunitárias atendidas pelo ICV.

O programa é implementado pela instituição desde 2018 com financiamento do Fundo Amazônia/BNDES para apoio às cadeias de leite, café, hortifrutigranjeiros, castanha-do-Brasil, babaçu e cacau nas regiões norte e noroeste do estado.

“Identificamos esse aumento significativo”, comenta o técnico do Programa de Negócios Sociais do ICV, Romário Fogaça do Prado.

As informações são do total do primeiro semestre, período de maior produção de leite na região em razão da dinâmica de secas e cheias da região amazônica.

Enquanto a maior parte dos criadores de gado das organizações alcançaram uma média de 1,36 litros de leite por hectare, os produtores com unidades de produção sustentáveis do projeto contabilizaram 2,20 litros de leite por hectare no mesmo período.

As propriedades das organizações somam uma média de 48,5 hectares.

O sistema rotacionado consiste na divisão das áreas de pastagem do gado em piquetes, o que permite o manejo dos animais e a recuperação dos pastos degradados.

Com a adoção de técnicas de manejo de solo e pastagem, a técnica possibilita o aumento do número de cabeças de gado e maior produtividade para os produtores, o que elimina a necessidade de abertura de novas áreas.

Romário avalia que o número, apesar de extremamente positivo, ainda não resume todos os benefícios trazidos pelo sistema.

O especialista afirma que são diversos os resultados indiretos testemunhados nas unidades demonstrativas de produção.

Um exemplo é na propriedade de Reginaldo Antunes, localizado no município de Alta Floresta.

“Eu tinha um gadinho que pagava aluguel e trouxe pra cá”, afirma o produtor, ao se referir à terra que arrendava para manter suas vacas na propriedade vizinha.

A situação mudou com a implementação da tecnologia.

“No ano passado, ele conseguiu trazer esses animais para dentro da propriedade porque estava sobrando pasto, então conseguiu essa economia a mais”, comenta Romário.

O técnico também ressalta a diferença na renda causada pela manutenção das novilhas que, antes do sistema rotacionado, eram vendidas por Reginaldo.

“Porque não havia pasto”, resume Romário.

“O sistema rotacionado vai além dos piquetes e auxilia no processo de gestão de pastagens, na parte reprodutiva do animal. Tem mais comida e por isso, mais animais”, complementa.

MELHORIA GRADUAL

Em relação ao primeiro semestre do ano passado, os produtores que implementaram a tecnologia pelo projeto registraram um aumento de 9,5% de produtividade no mesmo período deste ano.

Para Romário, o dado reflete o processo de melhoria gradual estabelecido com a adoção do sistema.

“A dedicação do produtor ao longo do tempo gera, aos poucos, familiaridade com tecnologia. Além disso, os produtores começam a aprender com a assistência técnica e vão adaptando manejo de solo, adubação e ampliação dos sistemas. É um processo gradativo”, diz.

A demanda por assessoria técnica é o maior impedimento para em garantir maior escala ao sistema nas propriedades produtoras de leite, uma das principais atividades econômicas na região, localizada em área conhecida como Arco do Desmatamento.

“Sempre digo que é possível tornar o sistema rotacionado bem barato, porque as cercas são adaptáveis”, comenta o engenheiro agrônomo sobre os custos da tecnologia.

O modelo de piquetes feito com lascas pode variar, explica o técnico. As distâncias entre as lascas podem chegar a 30 metros e podem ser instaladas com apenas um fio de arame liso entre elas.

“O problema é falta de acesso à informação, de como fazer as coisas”, diz o técnico.

Pelo projeto, as propriedades também contaram com apoio na análise técnica do solo, o que permite as recomendações necessárias para adubação e melhorias no solo da propriedade.

O próprio Reginaldo já havia, anteriormente ao projeto, implementado um sistema rotacionado.

Fez um piquete de um hectare. “Mas na época não deu certo porque ficava longe do lugar onde a vaca bebe água”, conta.

Com a distância percorrida, os animais perdem peso e, consequentemente, são menos produtivos.

Hoje Reginaldo conta também com um sistema de abastecimento de água que garante a hidratação dos animais em locais próximos às pastagens.

A tecnologia funciona pelo bombeamento da água do rio para um reservatório de cinco mil litros na propriedade através de um sistema de energia solar.

A água é, através dele, distribuída em cochos em volta do sistema rotacionado.

O engenheiro agrônomo explica que a medida preserva os rios ao retirar o acesso dos animais às áreas de proteção permanente e, adicionalmente, simboliza maior ganho para o produtor.

Isso porque quando as vacas precisam se hidratar diretamente no rio, apenas as primeiras bebem a água limpa.

“Os animais pisoteiam e sujam a água, que fica de má qualidade e impacta na produtividade e na qualidade do leite”, diz.

“Aí foi bem diferente dessa vez”, afirma Reginaldo.

As tecnologias implementadas foram um salto em relação ao modo de produzir aprendido e praticado pelo produtor de leite, que exigia a abertura constante de novas áreas e, assim, o desmatamento da floresta amazônica.

Para contornar a situação de escasso acesso à informação, acentuado pelo acesso precário à internet e outros meios de comunicação na área rural, Romário ressalta a importância da troca entre vizinhos.

“Todos os produtores já tiveram experiências e testes que, com essa troca, pode-se aprender e ter ganhos”, diz.

É também um dos benefícios das organizações comunitárias, que dependem do fortalecimento de cada um dos produtores na busca por melhores preços e valor agregado para a produção.

“Os insumos ainda são caros, mas quem sabe um dia conseguimos melhorar as condições para o pequeno produtor. Vamos tentando, não pode desanimar. Tem que ir mexendo e descobrindo”, resume Reginaldo. (Fonte: Assessoria)

Objetivo do ICCB é disseminar entre as empresas da região novas práticas que possam transformar o jeito de fazer investimentos e negócios, com foco em reduzir a desigualdade.

Após registrar um aumento de 100% nas corporações associadas, alcançando a marca de 200 empresas em 2020, o Instituto Capitalismo Consciente Brasil (ICCB) anuncia a criação de filiais em diversas cidades do país. O objetivo, segundo o instituto, é disseminar o propósito de práticas mais conscientes no cuidado com as pessoas e com o planeta para as companhias.

Na visão do ICCB, a pandemia evidenciou a necessidade de conscientização dentro das empresas, acelerando o processo de transformação. Agora, com as filiais, a ideia é aproximar ainda mais estes empresários brasileiros, criando uma corrente do bem dentro dos negócios. Em Cuiabá, o instituto vai chegar através da empreendedora Karine Borges.

“Eu estava estudando sobre cultura organizacional e propósito quando encontrei os conteúdos do blog do Capitalismo Consciente e lá eu me senti imensamente representada por todos os valores do movimento. O meu propósito é ajudar a promover uma relação de confiança entre marcas e consumidores, mas nessa caminhada de aprendizado descobri que seria difícil trazer esse olhar humano para as relações se a organização não fosse de fato humana”, explica Karine Borges.

Ainda de acordo com o Instituto, um novo capitalismo é possível e necessário. Para o ICCB, um capitalismo implementado na prática com amor e cuidado por todos os stakeholders pode fazer com que as empresas no mundo sejam protagonistas na cura das dores da sociedade.

“Além de promover o conhecimento sobre o movimento para todos, desejamos ajudar os negócios locais a crescerem de forma sustentável, sermos um apoio para esse novo jeito de se fazer negócios. Acreditamos que os negócios têm um grande poder de transformar o mundo em um lugar melhor de se viver para todos”, finaliza Borges.

 

Sobre o Instituto Capitalismo Consciente Brasil

Fundado em 2013, o Instituto Capitalismo Consciente Brasil incentiva, inspira e ajuda empreendedores e líderes a aplicarem os princípios do capitalismo consciente em suas organizações. Com o intuito de ajudar a transformar o jeito de fazer investimentos e negócios no Brasil, para reduzir a desigualdade, o Instituto realiza programas de conscientização, inspiração e educação. Em 2020 a instituição alcançou a marca de 200 corporações associadas, e o número de associados pessoa-física ultrapassou a marca de  2 mil pessoas. Site: https://www.ccbrasil.cc/ 

(Fonte: Assessoria)

MOVE_MT vai oferecer formação e mentorias com o objetivo de  promover o fortalecimento institucional de negócios e projetos de pessoas físicas ou jurídicas, com ou sem fins lucrativos.

O Oi Futuro e a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), lançaram no último dia 20 o Edital MOVE_MT para aceleração de projetos e negócios criativos, de inovação e/ou impacto sociocultural. O programa prevê o fortalecimento institucional de até 30 iniciativas de economia criativa do estado de Mato Grosso, com 2.500 horas de formação e mentoria. As inscrições podem ser feitas pelo site https://oifuturo.org.br/editais/ até as 21h (horário de Brasília) do dia 05 de agosto. 

Podem participar iniciativas que atuem nos seguintes segmentos: Mundo das Artes (artes visuais e cênicas, audiovisual, música, literatura, fotografia, artesanato, biblioteca, museus e galerias, patrimônio material e imaterial, cultura popular e tradicional); Negócios Digitais (startup, fablab, mídia digital, software, novas mídias); e Criação Funcional (arquitetura e urbanismo, moda, gastronomia, design, games, publicidade e turismo).  

As iniciativas selecionadas passarão por formações coletivas e mentorias individuais com o objetivo de identificar, repensar e/ou estruturar seus processos de gestão e aplicar tecnologia no seu modelo de atuação, visando o desenvolvimento inovador e sustentável, de forma a ampliar o impacto sociocultural gerado. O ponto de partida serão reuniões de diagnóstico, em que cada acelerado vai elaborar um plano de ação para seu negócio ou projeto de impacto sociocultural. 

Além disso, o MOVE_MT dispõe de até R$ 257 mil reais em recursos para reconhecimento e distribuição entre as iniciativas que atenderem as metas previstas e obtiverem o melhor desempenho ao longo do ciclo de aceleração. O objetivo é que as premiações impulsionem a evolução dos negócios e projetos. Na banca final, os cinco empreendedores com melhor desempenho em toda a aceleração poderão ganhar também um intercâmbio no Lab Oi Futuro no Rio de Janeiro após a pandemia, para conhecer o ecossistema de inovação da cidade e interagir com a rede do Labora, o Laboratório de Inovação Social do Oi Futuro, que já acelerou mais de 80 negócios e organizações de impacto social desde 2017. 

O resultado do processo seletivo será divulgado pelo Oi Futuro e a Secel-MT, por e-mail, até o dia 30 de setembro, diretamente aos candidatos selecionados. No dia 1º de outubro, será publicada uma lista final no site do Oi Futuro. 

As experiências e aprendizados de toda a jornada serão registrados em um e-book do projeto, que será publicado e disponibilizado gratuitamente pelo Oi Futuro e Secel-MT. 

 

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