Agronegócio

Agronegócio (8)

Empresa investe em novos mercados.

A diversidade de negócios e de produtos é um dos pilares de sustentabilidade da FG Empreendimentos, que figura entre as maiores construtoras do Brasil. Com números que trazem os holofotes para estado, com crescimento de 74% no valor geral de vendas (VGV) no primeiro semestre de 2021, em relação ao mesmo período de 2020, e que recentemente chegou a São Paulo, com sua nova filial corporativa, amplia negócios para o centro-oeste para apresentar novos negócios para empresários do agronegócio. “Temos um grande percentual de clientes deste segmento, que buscam Balneário Camboriú como destino, alavancado pelos índices de qualidade de vida, segurança e rentabilidade. Já estivemos presentes em outras ações no centro-oeste e agora iremos focar no nicho do agronegócio”, destaca o diretor de mercado e marketing da FG Empreendimentos, Altevir Baron.

A empresa irá participar de um grande evento do segmento, de um dos  maiores criatórios da raça sintética Brangus do Brasil, a Estância Brangus Tradição, de Campo Novo do Parecis (MT), que promoverá o seu primeiro Leilão de produção no próximo dia 22. A Brangus Tradição colocará em pista 300 matrizes e 150 reprodutores, uma oferta diferenciada de Brangus, produzido e selecionado no estado do Mato Grosso, perfeitamente adaptado às condições do Bioma Cerrado. O estabelecimento, de propriedade do agropecuarista Luiz Alberto Sampaio Mousquer, busca em sua seleção genética produzir animais mais rústicos, de maior rendimento e com pelagem preta, com maior demanda do mercado.

“Somos uma empresa capitalizada, familiar, com gestão profissionalizada e que tem nos números e no respaldo junto a clientes e mercado a comprovação de todo esse sucesso. Saímos do interior, acreditando no potencial de nossa terra e tendo como combustível o sonho de ir além e de transformar realidades. E como diz meu pai, os sonhos não param, não existem limites para que com muito trabalho possamos contribuir para o crescimento de nossa região e de toda Santa Catarina. Temos a certeza de que, estando cada vez mais próximos de novos mercados, traremos ainda mais investimentos para a região”, finaliza o presidente e cofundador da FG Empreendimentos, Jean Graciola.

 

 

Natural de Santo Ângelo/RS, aos 41 anos, Fernando Cadore foi empossado como novo presidente da Aprosoja-MT e conduz os trabalhos da entidade pelos próximos três anos. Ainda criança, aos seis anos de idade, Cadore deixou o Rio Grande do Sul com a sua família, o destino: Mato Grosso. Assim como muitos produtores rurais que chegaram ao Estado naquela década, os Cadore também vieram em busca de oportunidade de uma vida no campo. A família chegou em Campo Verde, mas se estabeleceu em Primavera do Leste, no ano de 1988. Fernando Cadore é casado com Franciella Cadore com quem tem três filhos. Possui formação técnica em Agropecuária pelo Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) e graduação em Agronomia pela Universidade de Mato Grosso (UFMT). Aos 41 anos foi empossado como novo presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), no dia 18 de dezembro de 2020. O produtor rural conduz os trabalhos da entidade pelos próximos três anos.

Em 2010, Fernando se associou a Aprosoja e começou a se engajar com a entidade. Foi delegado coordenador por Primavera do Leste de 2011 até 2013, depois assumiu o cargo de segundo vice-presidente Sul por dois anos (2016-2017). No último triênio (2018-2020) atuou como vice-presidente da instituição. Agora chegou ao cargo mais alto da entidade, foi eleito presidente com 1.900 votos pela chapa 01 “Aprosoja Decidida, Produtor mais Forte” para o triênio (2021-2023).

O que a entidade representa para você e o que o produtor rural pode esperar desta gestão?
Cadore:
 A entidade é um mecanismo de defesa do produtor rural na coletividade. É o local onde nós produtores temos voz. É justamente isso que a nossa gestão vai fazer: ouvir às demandas e buscar soluções para que a nossa classe se desenvolva cada vez mais forte. Queremos uma gestão participativa, entender os verdadeiros anseios e agir em prol de melhorias.

A logística e o armazenamento são alguns dos gargalos que precisam ser solucionados para que a produção agrícola avance. Na sua gestão, como esses entraves serão trabalhados?
Cadore: 
É preciso investir em políticas públicas. Temos um déficit na questão da armazenagem dos grãos. Hoje temos apenas 50% dos armazéns disponíveis para o que Mato Grosso produz. E a perspectiva é de que essa produção aumente em 45% nos próximos 10 anos. Um Estado como o nosso, líder na produção de grãos, fica com a capacidade produtiva comprometida. A logística do escoamento dos grãos também precisa de atenção. A Aprosoja-MT já tem desenvolvido projetos em parceria com o Movimento Pró-logística para melhorar a condição de trafegabilidade. E vamos dar continuidade.

Em relação aos projetos desenvolvidos pela Aprosoja-MT, na sua gestão irão continuar?
Cadore:
 Vamos dar sequência aos projetos que têm gerado resultados positivos. É preciso disseminar o que temos feito e investir em pesquisas e ações que trazem benefícios ao produtor, seja na área da defesa agrícola, política agrícola, logística e sustentabilidade.

E por falar em sustentabilidade, essa é uma questão bastante desafiadora. Como a sua gestão pretende mostrar para a sociedade que o produtor rural tem responsabilidade socioambiental?
Cadore:
 Temos que romper com essa desinformação que muitos têm de que o produtor é inimigo do meio ambiente. O único caminho é a comunicação. Vamos informar a sociedade, mostrar que conservamos e preservarmos o meio ambiente. De acordo com o levantamento feito pelo projeto Guardião das Águas, utilizamos menos de 10% de todo o território mato-grossense com agricultura, conservamos 34% da área com florestas privadas, dentro das nossas propriedades rurais, em forma de reserva legal, área de preservação permanente, corredores ecológicos e nascentes.

Para finalizar, qual recado do presidente para os associados?
Cadore:
 Primeiramente agradeço a confiança depositada em mim para conduzir uma das maiores entidades de classe do país. Somos 7 mil e 200 produtores associados. Faço o convite para que todos participem, se engajem na causa rural. Estamos abertos para ouvir sugestões, críticas e contamos com todos para uma gestão participativa.

Governo de MT realiza o segundo maior leilão de rodovias do Brasil. Foram concedidos à iniciativa privada três lotes de rodovias estaduais, totalizando 512,2 quilômetros. Ao todo, os contratos somam quase R$ 6 bilhões, com uma taxa de retorno de 9,2% .

O Governo de Mato Grosso realizou, no último dia 26, na sede da B3, a bolsa de valores oficial do Brasil, na cidade de São Paulo, o leilão de concessão de três lotes de rodovias estaduais, totalizando 512,2 quilômetros.  Este foi o segundo maior leilão de rodovias do Brasil, perdendo somente para o Governo de São Paulo, que concedeu 1.273 quilômetros de malha rodoviária.

Foram leiloados três lotes de rodovias: Lote 1, com 138,4 quilômetros da MT-220, no trecho entre Tabaporã e Sinop; o Lote 2, com 233,2 quilômetros, das rodovias MT-246, MT-343, MT-358 e MT-480, nos trechos de Jangada a Itanorte; e o Lote 3, com 140,6 quilômetros da MT-130, entre Primavera do Leste e Paranatinga.

As concessões têm prazo de 30 anos e o critério de julgamento das vencedoras durante o leilão foi o de menor valor da tarifa de pedágio, tendo como critério de desempate o maior valor de outorga, cujo valor mínimo estabelecido em edital era de R$ 50 mil.

O Lote 1, entre Tabaporã e Sinop, teve como vencedor o Consórcio Via Norte Sul, que ofertou o menor valor de tarifa, de R$ 8,25.  Este consórcio disputou o lote com o consórcio Via Brasil MT-220, que perdeu por ofertar uma tarifa de R$ 8,30. O valor do contrato soma R$ 1,173 bilhão.

O Lote 2, entre Jangada a Itanorte, teve o consórcio Via Brasil MT-246 como vencedor, com uma oferta de tarifa de R$ 7,90. Este consórcio foi o único na disputa por este lote. O valor do contrato é de R$ 3,103 bilhões.

Já o Lote 3, entre Primavera do Leste e Paranatinga, foi o único lote em que houve disputa entre os consórcios participantes, Via Brasil MT-130 e Primavera MT-130. Ambos ofereceram o mesmo valor de tarifa, de R$ 7,90, e o desempate foi realizado com a oferta de maior valor de outorga pelos consórcios.

O consórcio Via Brasil MT-130 ofereceu R$ 50 mil de outorga; já o consórcio Primavera MT-130 ofertou R$ 1 milhão, sendo considerado o vencedor deste lote. Com a maior oferta da outorga, o ágio sobre a outorga mínima estabelecido em edital foi de 1.900%. O valor desse contrato é de R$ 1,719 bilhão.

Ao todo, os contratos somam quase R$ 6 bilhões, com uma taxa de retorno de 9,2%. Os investimentos previstos para serem aplicados na melhoria dos três lotes das rodovias ao longo do prazo de concessão são da ordem de R$ 3,341 bilhões.

O resultado final do leilão dos três lotes foi homologado com a batida do martelo realizada pelo governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, pelo secretário-chefe da Casa Civil Mauro Carvalho e pelo secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.

Para o governador Mauro Mendes, a concessão de mais esses lotes de rodovias assegura ao Estado novo fôlego para que possa realizar mais obras de pavimentação e, por meio de investimentos em infraestrutura rodoviária, proporcionar o desenvolvimento de Mato Grosso.

“Ficamos muito felizes, pois o grande objetivo almejado pelo estado de Mato Grosso é a transferência à iniciativa privada da manutenção desses lotes rodoviários de nosso estado. Está no eixo de nossa estratégia deste e dos próximos anos a construção de 2,14 mil quilômetros de rodovias pavimentadas e definitivamente o Estado não tem condições de continuar implementando investimentos na construção e, ao mesmo, alocar recurso também para a manutenção”, afirmou. 

Mauro Mendes ressaltou ainda que o Governo já está estudando realizar a concessão de novos lotes de rodovias e ampliar a malha rodoviária repassada à responsabilidade da iniciativa privada. Com a concessão realizada hoje e a posterior formalização dos contratos, o Governo de Mato Grosso somará 1.435,6 quilômetros de rodovias concedidas.

“Todos conhecem a importância que o Estado tem na logística e no mundo do agro, um estado com dimensões continentais. Somos hoje o maior PIB agrícola deste país, neste que é o maior setor em que o Brasil é um player competitivo ao redor do mundo. Isso cria grandes oportunidades em nosso estado”, garantiu.

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, afirmou que foi excelente o resultado do leilão e considerou uma demonstração importante de como Mato Grosso está sendo bem visto pelo mercado investidor, como um estado pujante, com uma administração responsável e comprometida com o futuro de Mato Grosso.

Estado pujante

“Mato Grosso mostrou ao Brasil que o mundo empresarial está olhando para o Estado. Os três lotes ofertados tiveram interessados e hoje nós temos menos 512,2 quilômetros de rodovias para fazer manutenção. Com isso, durante esses 30 anos de concessão, será garantida a qualidade da rodovia, do trânsito, geração emprego, renda, impostos e o Estado podendo investir mais em novas obras. Hoje foi uma demonstração inequívoca de que o Estado está consertado e está no caminho certo”, encerrou.

O representante do consórcio Via Brasil MT-246, Mário Marcondes, avaliou o leilão como positivo e um sucesso, apesar de o consórcio ter concorrido na disputa dos três lotes, mas ter vencido somente o Lote 2. O consórcio Via Brasil já é o responsável por duas concessões em Mato Grosso, das MT-320 e MT-208, em Alta Floresta, e da MT-100, em Alto Taquari.

“Nós viemos para esse leilão com uma estratégia bem definida, que era ganhar um lote. Já temos duas concessões em Mato Grosso. Vencemos e não houve a disputa que esperávamos, em razão de termos ido sozinho justamente no maior lote. Então, consideramos que estava de bom tamanho, dentro do nosso planejamento de investimento para 2021, e resolvemos recuar da disputa nos outros dois lotes. O Lote 2, que vencemos, é o maior lote. Ele sozinho é praticamente maior do que a soma dos dois lotes. Para Mato Grosso, foi importantíssimo esse leilão, principalmente nesses eixos que serão integrados com concessão”, avaliou.

Todo o processo de concessão foi conduzido pela Comissão Permanente de Licitação da Secretaria Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) e assessorado pela B3. Já os estudos de modelagem técnica, econômico-financeira e jurídica referentes aos três lotes, bem como as respectivas minutas de edital e contrato, foram realizados pela Secretaria-adjunta de Logística e Concessões da Sinfra, junto ao Grupo Houer Concessões.

 

Governo brasileiro escolheu o país asiático para primeira missão comercial internacional em 2020. Está prevista assinatura de declaração conjunta para troca de experiências em saúde animal e melhoramento genético. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o presidente Jair Bolsonaro cumprem nos próximos dias agenda de compromissos na Índia. O país de dimensões continentais e população acima da casa do bilhão será o primeiro destino a ser visitado por comitiva do governo federal em 2020. A escolha do roteiro reflete o interesse brasileiro em estreitar relações comerciais com a nação asiática.

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) inicia nesta quarta-feira (22) a agenda de compromissos na Índia com objetivo de ampliar e diversificar o comércio e a cooperação com o país asiático. Estão previstas reuniões com os ministros que tratam da agricultura e alimentação no país, além da participação em encontros empresariais.

No dia 24, a ministra se integra à comitiva do presidente Jair Bolsonaro, quando participará da cerimônia de troca de atos e reunião com integrantes do governo local.

Tereza Cristina irá se encontrar com Harsimrat Kaur Badal (ministra do Processamento de Alimentos), Giriraj Singh (ministro da Pecuária, Pesca e Lácteos), Narendra Singh Tomar (ministros da Agricultura e Bem-Estar dos Agricultores) e Ram Vilas Paswan (ministro de Abastecimento, Alimentos e Distribuição Pública).

Está prevista a assinatura de uma declaração conjunta entre o Mapa e o Ministério da Pecuária, Pesca e Lácteos para cooperação em saúde animal e melhoramento genético. A cooperação, com duração de três anos, prevê que a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) irá oferecer capacitação para técnicos indianos em fertilização in vitro e transferência de embriões, além de apoiar a instalação e operacionalização de um Centro de Excelência em Pecuária de Leite na Índia.  

Um dos encontros empresariais tratará de parcerias entre os dois países na área de segurança alimentar, com a participação do setor privado brasileiro e indiano. Além de negociações para aumentar a oferta de produtos agropecuários brasileiros para o mercado indiano – que tem a segunda maior população do mundo (mais de 1,2 bilhão de pessoas), o modelo produtivo brasileiro, a qualidade dos produtos, status sanitário e a sustentabilidade da produção serão abordados.

Oportunidades na área de energia é o tema de outra agenda com empresários. A ministra participará ao lado do ministro Bento Albuquerque, de Minas e Energia. Uma das pautas é o apoio do Brasil para o aumento da produção de etanol na Índia.

No dia 27, último dia da agenda naquele país, Tereza Cristina estará na abertura do seminário India-Brazil Business Forum, que terá a presença do presidente Jair Bolsonaro e mais ministros brasileiros. O evento é organizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE) em parceria com o governo e entidades empresariais indianas.

Missão

Cerca de 70 representantes de empresas brasileiras e de associações, de diversos setores, integram a missão. Desse total, há 16 empresas do agronegócio, como de carnes, frangos, suínos, etanol, algodão, feijão, pulses (lentilha e grão de bico) e cítricos. Eles terão a oportunidade de fazer visitas técnicas e conhecer empresários indianos, o que poderá facilitar a realização de futuros negócios entre os dois países.

Ao menos sete projetos setoriais de promoção de exportações desenvolvidos pela Apex-Brasil em parceria como setor privado tem hoje a Índia como mercado prioritário, entre os quais os de carnes suínas, frangos e ovos; suco de laranja; couros; alimento, acessórios médicos e cosméticos para animais e o de etanol e derivados.

De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que participa do encontro, o mercado indiano já está aberto para o frango brasileiro, porém cobra tarifas de 30% para produtos inteiros, 100% para cortes de frangos e 27% para suínos.

Balança comercial

Em 2019, as exportações agropecuárias para a Índia somaram US$ 676 milhões. Os dez produtos agrícolas mais vendidos foram: óleo de soja (bruto), açúcar de cana (bruto), algodão, feijão seco, pimenta piper (seca ou triturada em pó), óleo essencial de laranja, óleos essenciais, maçãs (frescas), sucos e milho.

As importações resultaram em US$ 85 milhões no ano passado. Os produtos indianos mais comprados foram: óleos essenciais, cominho (semente), cebola, chocolate e preparações à base de cacau, sementes oleaginosas (com exceção da soja), ração para animais domésticos, óleos vegetais, hortícolas, leguminosas, raízes e tubérculos, muciloginosos e espessantes e substâncias de animais para produtos farmacêuticos. (Fonte: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)

 

Domingo, 19 Janeiro 2020 00:00

Suíno vivo em alta no Mato Grosso

Também no PR e SC e queda em SP, RS, MG e GO. Os preços do suíno vivo no mercado independente começaram a recuar em parte dos estados produtores e a subir em outros. Em São Paulo, onde o quilo do animal vivo custava R$ 6,51 na primeira semana do ano, houve recuo para R$ 6,39. É uma retração de 1,84%.

Houve queda no preço também no Rio Grande do Sul. No fim de dezembro, o quilo do suíno vivo valia R$ 5,68 e agora está em R$ 5,59, o que representa queda de 1,58% no preço.

No fim de dezembro, nos estados de Minas Gerais e Goiás, o suíno comercializado vivo custava R$ 6,50. No começo deste ano, recuou 10 centavos. Na última quinta-feira (9), a Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg) acordou em manter a bolsa de suínos no patamar de R$ 6,40. O mesmo valor vale para Goiás.

VALORIZAÇÃO

Por outro lado, os preços do animal vivo tiveram valorização nos dois principais produtores de país. No Paraná, o quilo do suíno vivo chegou a R$ 6,10. Ocorreu um avanço de 1,67% sobre os R$ 6 pagos até a primeira semana de 2020.

Em Santa Catarina, novamente houve valorização. Desta vez, o preço do animal vivo chegou a R$ 5,76 o quilo. Até o fim de dezembro, o valor era R$ 5,73.

Também no Mato Grosso ocorreu valorização, com o suíno vivo comercializado agora a R$ 4,85. É uma alta de 1,68% sobre os R$ 4,77 praticados até dezembro do ano passado. (Fonte: Suinocultura Industrial)

Sábado, 11 Janeiro 2020 00:00

‘Acrimat em Ação’

O maior programa itinerante da pecuária de corte mato-grossense chega a sua 10ª edição.

Houve uma época em que a pista de julgamento de zebuínos era a forma de testar o máximo potencial produtivo da genética Nelore,

Revista reúne informação e balanço de ações voltadas à agricultura familiar