Blog da Condessa

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Prefeito inaugura nova avenida e destaca a execução de obras que alinham o crescimento da cidade com o desenvolvimento humano

Ao entregar nesta segunda-feira (17) a nova Avenida Enio Luiz Caldart (antiga Avenida Síria), no bairro Jardim Monte Líbano, o prefeito Emanuel Pinheiro destacou a capacidade da atual gestão de executar obras que alinham o crescimento da cidade com o desenvolvimento humano. Segundo o chefe do Executivo, esse é um planejamento adotado em 2017 e que é cumprido com muito sucesso pela esquipe de governo da Prefeitura de Cuiabá.

“Estamos olhando Cuiabá para frente, para o futuro, para a integração, para o crescimento e desenvolvimento, que parecem ser a mesma coisa, mas não são. Pensamos no desenvolvimento e projetamos o crescimento. Cuiabá cresce na infraestrutura, mas também avança nas oportunidades às pessoas, que podem aproveitar obras como esta para valorizar seus imóveis e, principalmente, melhorar sua qualidade de vida”, disse Emanuel.

A avenida possui aproximadamente 800 metros de extensão e faz a ligação entre as avenidas República do Líbano e Dr. Hélio Ribeiro, facilitando o acesso à região do Centro Político Administrativo e também a bairros da região Oeste e Norte. A construção da via recebeu o investimento de cerca de R$ 2,4 milhões e englobou os serviços de rede de drenagem de águas pluviais, pavimentação, sinalização, meio-fio, calçada e iluminação de LED.

O vice-prefeito e secretário de Obras Públicas, José Roberto Stopa, enfatizou em seu discurso que a entrega da nova via é apenas uma das obras que a gestão está planejando para a mobilidade urbana da região. Segundo ele, algumas intervenções já estão em andamento e outras aguardam o término dos estudos de viabilidade técnica para que saiam do papel e sejam executadas.

“Entregamos apenas a primeira parte. Mas ainda estamos fazendo uma série de estudo para que possamos melhorar ainda mais o trânsito nessa região da Avenida República do Líbano. Já temos uma obra em andamento que vai ligar a até a Avenida do CPA. Nesse bairro há uma demanda de três ruas que não são pavimentadas e que também vamos alcançá-las”, elencou o vice-prefeito.

Para o diretor-presidente da Limpurb, Vanderlúcio Rodrigues, que deu início na execução do projeto de construção da Avenida Enio Luiz Caldart, a obra representa a preocupação da gestão Emanuel Pinheiro e Stopa em atender todas as demandas da cidade. Ele enfatizou que a nova avenida resultará um grande alívio para o trânsito da região, que é um dos mais movimentados da cidade.

“Esse é o ritmo da gestão Emanuel Pinheiro e Stopa. Toda semana estamos entregando alguma obra para a população. Obras como essa, que parece pequena, mas que possui uma extrema importância para quem mora ou transita por essa região. São obras que melhoram e muito a mobilidade urbana da cidade em um ponto em que o fluxo de veículos é intenso”, completou Vanderlúcio.

O secretário de Mobilidade Urbana, Juares Samaniego, que também teve participação na elaboração do projeto ainda quando era titular da Secretaria de Meio Ambiente, argumentou que construção da via atende a necessidade da população. “Sabemos que essa região tem um problema de congestionamento e essa avenida vai ajudar a desafogar o trânsito durante os horários de pico”, disse Samaniego.

Vice-prefeito de Várzea Grande, José Hazama, assina ordens de serviços em pavimentação e abre ano com investimentos de R$ 12 milhões.

Várzea Grande abre 2022 no mesmo ritmo em que encerrou 2021: com investimentos em obras de infraestrutura em vários pontos da cidade. Nessa semana, o prefeito em Exercício, José Hazama, assinou quatro Ordens de Serviços para projetos de pavimentação. As obras serão iniciadas a partir da semana que vem, e somam aportes de cerca de R$ 12 milhões, cifras rateadas entre recursos próprios e via convênio junto à Caixa Econômica Federal que somaram R$ 90 milhões, sendo R$ 70 milhões em obras de pavimentação de novas ruas e avenidas e R$ 20 milhões para obras de abastecimento de água.

Até o final do ano, o prefeito em Exercício assinalou que a cidade contabilizará mais de R$ 100 milhões em investimentos na área de infraestrutura, especialmente pavimentação, distribuição de água e esgotamento sanitário. Hazama assinou a Ordem de Serviço para as obras de pavimentação do Jardim Adália, no Grande Cristo Rei. Serão aproximadamente 3 quilômetros de asfalto novo, com galerias pluviais para escoamento das águas das chuvas, drenagem, meio-fio e calçadas. A comunidade existe há mais de 20 anos e abriga cerca de 80 famílias.

Também foram assinadas três Ordens de Serviço do complexo pavimentação (drenagem, galerias, meio-fio e pavimento novo), sendo uma no Jardim Paula III, uma no Jardim Paula II e mais uma na Cohab Canelas. Ao todo serão 9 quilômetros de asfalto novo, que vão atender uma importante região da cidade, já com uma área empresarial em pleno desenvolvimento.

A previsão é que essas três obras sejam concluídas até maio, podendo ser entregues à população durante as comemorações pelos 155 anos da cidade, festejado em 15 de maio. A obra no Jardim Adália é um projeto “mais pesado”, de maior infraestrutura, e por isso a previsão é de que seja finalizada neste primeiro semestre, além de mais oneroso por exigir muita drenagem por se tratar de área de várzea.

“Mais do que obras estruturantes, estamos trazendo para essas pessoas qualidade de vida, prestando um serviço de saúde pública e de utilidade pública. O asfalto permite a mobilidade, valoriza todo o entorno (edificado ou não) e aproxima a população da gestão municipal. Sabemos o quanto essa população, em especial aqui do Jardim Adália, lutou para que o asfalto se tornasse realidade”, destacou Hazama, ao assinar a Ordem de Serviço.

O secretário de Viação, Obras e Urbanismo, Luiz Celso de Moraes, destaca que a atual gestão está empenhada em garantir obras de infraestrutura em todas as regiões da cidade, levando acessibilidade e promovendo a valorização imobiliária dos locais beneficiados. “Temos um grande compromisso com a população e com a cidade de Várzea Grande e estaremos sempre fazendo mais e o melhor que pudermos. A ordem do prefeito é atender a todos os pedidos dentro da realidade financeira da cidade”.

O representante dos moradores do Jardim Adália, Assil da Silva, frisa que a pavimentação muda todo o cenário da localidade. “Melhora o bairro, melhora o comércio local e a vida de cada morador”.

Junto à população, Hazama reforçou o compromisso do poder público com cada várzea-grandense. “Vamos trabalhar em prol da nossa cidade e sua população. Tivemos, apesar de tudo, um 2021 de muito trabalho, investimentos e realizações. Vamos fazer de 2022, 2023 e 2024 anos de mais investimentos e de desenvolvimento para toda Várzea Grande”.

Em um rápido balanço das duas semanas que estará à frente do Executivo Municipal, Hazama destaca que essas quatro Ordens de Serviços representam investimentos diários médios – nesses 15 dias – de cerca de R$ 1,2 milhão. “Várzea Grande se consolidou por adquirir e manter um ritmo de investimentos altos. Que cidade do País pode fazer um balanço como esses de quase um milhão injetados ao dia, nesse começo de ano?”, pontua o prefeito em Exercício.

70 MILHÕES

Os R$ 12 milhões que estão sendo aplicados neste momento fazem parte de um convênio junto à Caixa Econômica Federal firmado ainda em 2021 entre a prefeitura e a instituição. Os recursos integram o Finisa, que é o Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento voltado ao Setor Público, destinado aos municípios, aos estados e ao Distrito Federal.

Por meio da linha de financiamento é possível que o ente público pleiteie recursos para apoiar financeiramente diversas ações orçamentárias em curso, como investimentos em infraestrutura, mobilidade, equipamentos, iluminação, construção de escolas, creches, hospitais, entre outros.

Várzea Grande vai aportar esses recursos em obras e projetos de pavimentação (asfalto novo) e de revitalização da malha. “Fechamos o ano de 2021 com o maior volume de recursos próprios já injetados pelo Município. O ‘pacote’ soma a aplicação de R$ 115 milhões apenas em obras de pavimentação asfáltica e outros R$ 100 milhões em obras de abastecimento de água e esgoto sanitário, cifras oriundas principalmente da receita própria, emendas federais e estaduais e recursos de empréstimos”, sublinhou Hazama. Em 2021 foram totalizados 150 quilômetros de malha, sendo 75 quilômetros de asfalto novo e 75 quilômetros de recape e revitalização.

 

Consumidor pode solicitar pelo WhatsApp serviços de cálculo de taxa de juros de cartão de crédito, carnês em atraso, nota promissória, cheque especial, empréstimos, financiamentos e consignados.

O Procon Estadual disponibilizou aos consumidores de Mato Grosso, no início de janeiro, o Setor de Cálculo. O novo serviço tem o objetivo de instrumentalizar o consumidor com informações precisas a respeito de taxas de juros cobradas por fornecedores. Pelo Setor de Cálculo, por exemplo, será possível saber se a taxa de juros é compatível com o estabelecido no contrato e com a média estipulada pelo Banco Central. 

Entre os serviços oferecidos pelo setor estão cálculo de juros de cartão de crédito, carnês em atraso, nota promissória, cheque especial, escolas, empréstimos e financiamentos e empréstimos consignados. Os prazos para a resposta variam de cinco até 10 dias úteis.

O setor foi implantado em outubro do ano passado, inicialmente atendendo demandas internas relacionadas a processos que tratavam de aumentos abusivos de preços, e estabelecendo parâmetros para os serviços que seriam disponibilizados aos consumidores. No início de janeiro, o serviço foi disponibilizado para toda população do Estado. 

O secretário adjunto de Proteção e Defesa dos Direitos dos Consumidores, Edmundo Taques, explica que a realização do cálculo não gera automaticamente uma reclamação no Procon. O consumidor que solicitar o serviço, entretanto, receberá um documento contendo informações sobre o cálculo realizado, como a pertinência dos juros cobrados e a compatibilidade com a taxa média do Banco Central. 

Com o documento em mãos, caso sejam constatadas inadequações, o consumidor pode decidir se registra ou não uma reclamação no Procon. Ele também pode optar por outras vias, como procurar diretamente o fornecedor e questionar os juros cobrados, ou até mesmo recorrer ao Judiciário. 

Segundo Taques, nos últimos dois anos, o Procon registrou aumento na quantidade de atendimentos sobre crédito consignado e entre as principais reclamações estão os juros abusivos. Caso tenha dúvidas sobre os valores cobrados, o consumidor pode solicitar atendimento no Setor de Cálculo do Procon.

Em tempos de pandemia, em que muitas famílias precisam recorrer ao crédito consignado, ter acesso a um instrumento como o setor de cálculo é essencial para que o consumidor possa esclarecer dúvidas e ter as informações necessárias para cobrar seus direitos.  “A disponibilização de mais esse serviço pelo Procon Estadual é uma importante entrega do Governo do Estado para todos os consumidores de Mato Grosso e um importante incremento na promoção da Política Pública de Defesa do Consumidor”, pontua Edmundo.

Passo a passo: Para solicitar o cálculo, o consumidor precisa adicionar nos contatos telefônicos o número (65) 9228-3098 e enviar uma mensagem por WhatsApp. O serviço está disponível das 8h às 16h, de segunda a sexta-feira. 

Ao mandar um “oi”, “olá”, “bom dia” ou “boa tarde”, automaticamente serão enviadas as opções de atendimento: 1)“ser atendido por um técnico”; 2)“fazer uma denúncia/fiscalização”; 3)“defesas, suspensão de prazos, audiências e protocolos”; 4)“decisões de 2º grau das Câmaras Recursais do Procon-MT”; 5)“consultar reclamação”; 6)“agendar um atendimento presencial” e 7) “solicitação de cálculo”. 

Para solicitar o cálculo, o consumidor deve selecionar a opção 7. Para prosseguir com o atendimento, será necessário enviar algumas informações, como nome completo e documentos com dados sobre o serviço desejado. Esses documentos variam conforme o tipo de cálculo para o qual o consumidor está solicitando o serviço. Veja, abaixo, a relação completa dos serviços, documentos e prazo de resposta ao consumidor:

 

A facilidade para investir está levando muitos jovens a assumir riscos nessa área, apontam especialistas.

O surgimento de aplicativos e plataformas que permitem que qualquer pessoa faça investimentos, seja na bolsa valores ou em criptomoedas, gerou um boom de pequenos investidores, principalmente entre jovens que começaram a investir durante a pandemia.

Uma apuração recente do programa de rádio BBC Business Daily revelou que muitos desses investidores têm uma coisa em comum: possuem menos de 35 anos.

O fenômeno ocorre em muitas partes do mundo. Na Índia, por exemplo, o número de pequenos investidores dobrou nos últimos dois anos, com cerca de 20 milhões de novos investidores, muitos de origem humilde e sem experiência no mercado de ações.

Nachiket Tikekar tem 23 anos e estuda administração. Desde que começou a pandemia, ele investiu todas as suas economias e as de seus pais - cerca de US$ 30 mil (aproximadamente R$ 165 mil) - em ações.

"A crise da covid fez as pessoas perceberem que a renda passiva é muito necessária. Foi isso que me levou a investir", disse ele a Ed Butler, apresentador do Business Daily.

Nachiket disse que o mercado de ações indiano sofreu duas quedas acentuadas desde que começou a investir, mas isso não o desestimulou. Muito pelo contrário.

"Acho que as quedas no mercado representam uma oportunidade, porque há ações muito boas a um preço muito bom", disse.

"É preciso ter resiliência. Se você quer ter sucesso como investidor, é preciso ficar calmo enquanto o mercado volta aos trilhos", disse ele.

Essa estratégia, afirmou ele, permitiu que atingisse lucros entre 30% a 40%.

Os riscos

Mas especialistas e autoridades temem que esse crescente interesse por investimentos online e especulação financeira possa provocar uma nova crise, como a chamada "bolha pontocom", quando o índice de ações Nasdaq entrou em colapso há duas décadas.

Outros alertam que o perigo mais iminente é que muitos desses jovens e inexperientes investidores arrisquem suas economias, seja na bolsa ou comprando criptomoedas, e percam todo o seu dinheiro.

No Reino Unido, o Banco da Inglaterra, o banco central do país, emitiu alertas explícitos sobre o aumento no número de investimentos arriscados.

Sarah Pritchard é diretora executiva de mercados da Autoridade de Conduta Financeira do Reino Unido (FCA, por suas siglas em inglês), que está tentando alertar esses investidores novatos por meio de plataformas como o Instagram e o TikTok.

Ela disse à BBC que está assustada com o crescente número de jovens que querem buscar investimentos de risco.

"Nossas apurações mostram que as pessoas entre 18 e 40 anos têm o dobro de chances de recorrer a investimentos de alto risco, mas quando você pergunta sobre a tolerância para o risco, descobre que na verdade é baixa", disse a especialista.

"Por exemplo, 70% dos jovens que encontramos acreditam que a compra de criptoativos era protegida, então qualquer perda seria compensada, mas não é assim".

A especialista frisou que muitos investidores inexperientes não sabem que seus ativos podem reduzir, em vez de aumentar.

"Quase metade daqueles que investem sem terem sido aconselhados financeiramente não se dão conta de que podem perder dinheiro por causa do risco de seu investimento. É isso que nos preocupa", afirmou.

Pritchard observou que sempre houve pessoas buscando aumentar a renda por meio de investimentos, mas "o que há de novo é a velocidade com que você pode fazer isso, com a crescente digitalização de nossas vidas".

Segundo pesquisas da FCA, muitos jovens começam a fazer investimentos arriscados como forma de competir com amigos ou familiares, ou motivados pelo que veem nas redes sociais e outros meios.

Embora esses novos investidores de risco tenham começado nessa área durante a pandemia, Pritchard não acredita que esse fenômeno terminará quando o coronavírus não for mais uma ameaça.

"Sabemos que um milhão de pessoas (no Reino Unido) compraram ou aumentaram seus investimentos de alto risco nos seis primeiros meses da pandemia, mas acreditamos que isso chegou para ficar, à medida que o mercado muda".

Isso é ruim?

Mas é tão ruim assim que os jovens estejam assumindo mais riscos com suas economias? Afinal, é comum arriscar mais quando você é mais jovem.

E, do ponto de vista financeiro, poderia ser melhor assumir mais riscos quando há menos a perder e mais tempo para recuperar.

Lesley-Ann Morgan liderou um estudo global que analisou as tendências de investimento em mais de 20 países para a investidora Schroders Wealth Management.

Ela disse à BBC que muitos jovens descobriram durante a pandemia que tinham mais dinheiro disponível do que o habitual.

"Muitos disseram que economizaram mais do que esperavam e investiram mais do que planejavam porque, por um lado, estavam gastando menos dinheiro porque não podiam sair tanto em razão da covid, mas também porque sua renda aumentou durante a pandemia como consequência de auxílios estatais".

Muitos desses jovens investidores ignoraram as estratégias tradicionais, apostando em ações de empresas de tecnologia e internet.

"Isso não nos surpreendeu, porque esse tipo de empresa se saiu bem durante a pandemia", frisou a especialista.

Os jovens também mostraram muito interesse em outros investimentos inovadores, como carros eletrônicos, biotecnologia e criptomoedas.

Morgan concordou com o relatório da FCA que observou que as redes sociais têm um papel importante na promoção desse tipo de investimento.

"Acredito que muitas pessoas estão sendo bombardeadas com informações nas redes sociais para investir nesse tipo de negócio", disse.

Em relação aos danos que esses investimentos de alto risco podem causar, acredita que apostar em ativos mais arriscados quando se é mais jovem e tem muito tempo para se aposentar é "normal e muito aceitável".

No entanto, diz que "a verdadeira pergunta é quantos de seus ativos estão nesses investimentos de risco e se eles podem lidar com uma queda de 20%, 30% ou 40%, como vimos nos casos de algumas criptomoedas neste ano".

Outro ponto fundamental, afirmou, é de onde vem o dinheiro investido.

"Se é dinheiro que você precisa para pagar o aluguel, por exemplo, e você o está usando para o que essencialmente é uma aposta, isso é um problema."

"Mas de um modo geral, se você tem mais tempo para esperar para obter lucro, ativos mais arriscados fazem sentido quando você é mais jovem", reconheceu.

Porém, diz que segundo o estudo que realizou, muitos dos investidores mais jovens não parecem ter a paciência necessária para colher esses ganhos a longo prazo.

"Perguntamos aos investidores com que frequência eles checam seus investimentos e muitos faziam isso, ao menos, uma vez por semana".

"Isso me faz pensar que essas pessoas estão negociando na bolsa mais do que investindo a longo prazo, o que me causa certa preocupação", afirmou. (Fonte: BBC News Mundo)

Segunda, 17 Janeiro 2022 17:10

VG agiliza vacinação infantil

Várzea Grande abre cadastro para crianças entre 5 e 11 anos e define locais exclusivos para vacinação.

Com 1.840 doses recebidas da Secretaria de Estado de Saúde, Várzea Grande abre nesta segunda-feira (17/01) o cadastro para crianças de 5 a 11 anos e quer imediatamente iniciar a aplicação das doses seguindo determinação do PNI – Plano Nacional de Imunização do Ministério da Saúde que definiu como prioritários os portadores de comorbidades ou deficiências, indígenas e quilombolas.

O prefeito em exercício, José Hazama e o Secretário de Saúde, Gonçalo Barros em reunião conjunta com o Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus (COVID-19) e seguindo determinação das autoridades médicas e científicas, separou três pontos exclusivos para a aplicação das doses das crianças que deve ser em local separado das demais pessoas a serem vacinadas.

“A ordem do prefeito Kalil Baracat é de atenção total a saúde, sem, contudo, deixar de lado outras prioridades também importantes para a população como um todo, por isso temos atuado com zelo na vacinação das pessoas para que as mesmas se tornem imunes e possam retomar suas vidas dentro desta nova normalidade”, explicou o prefeito em exercício José Hazama.

Os locais de vacinação escolhidos são:

  • Clínicas Médicas do Centro Universitário Várzea Grande – UNIVAG no Grande Cristo Rei;
  • Escola Estadual Adalgisa de Barros no Centro da Cidade;
  • Escola Estadual Jayme Veríssimo de Campos Jr (Grande Mapim/Imperial).

Fora isto Várzea Grande vai colocar em prática uma migração de bancos de dados das Escolas Públicas para facilitar a inscrição das crianças, ou seja, aqueles alunos que se encontram regularmente matriculados em unidades de ensino público terão seus dados transportados para o Banco de Dados da Secretaria Municipal de Saúde para agilizar e acelerar o processo de inscrição e posterior vacinação na medida em que forem chegando as vacinas.

“Quando da liberação da vacina para os profissionais da Educação, nós migramos os dados das unidades públicas e particulares para conseguir atender com mais celeridade e eficiências”, disse o secretário de Saúde, Gonçalo Barros lembrando que o secretário de Educação de Várzea Grande, Silvio Fidélis, que é o presidente do Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus - COVID-19, tem se dedicado para atender as demandas e ajudar a Saúde nesta missão de vacinar o maior número de pessoas. 

Já a partir de hoje, 17/01,  o cadastro estará disponível na página oficial do site da Prefeitura de Várzea Grande, pelo endereço www.varzeagrande.mt.gov.br na aba IMUNIZAÇÃO VÁRZEA GRANDE, apresentar documentos pessoais como Certidão de Nascimento, CPF e RG se tiver ou dos pais, mas principalmente o Cartão do SUS e comprovante de endereço.

Para receber a dose, a criança deve estar acompanhada dos pais ou responsável, que precisa apresentar documento pessoal ou enviar autorização assinada.

“Estrategicamente escolhemos estes três pontos, que são importantes, locais, de fácil acesso, amplos, arejados, e que vão dar segurança, conforto e agilidade aos trabalhos de vacinação. Não queremos provocar aglomerações ou congestionamento nos pontos de vacinação, pela própria segurança deles e da família, vez que atravessamos a quarta onda da Pandemia da COVID-19 e de Síndromes Gripais.  Tudo foi discutido com o prefeito em exercício José Hazama e comunicado ao Comitê de Enfrentamento a COVID-19”, explicou o secretário, Gonçalo de Barros.

O titular da pasta de Saúde de Várzea Grande fez um alerta que faz parte do protocolo clínico para as crianças que testaram positivo para COVID devendo aguardar 30 dias a partir dos primeiros sintomas para se vacinar após realizar os exames necessários. Já aquelas com sintomas gripais (que testaram negativo para COVID) devem aguardar melhora e não podem apresentar quadro febril. Aquelas que receberam algum tipo de imunizante em prazo inferior a 15 dias também não podem tomar a vacina. “Este alerta é muito importante e faz parte das orientações do Ministério da Saúde, para melhor segurança da saúde da criança”, explicou.

Vacinação de 12 anos acima

Para estas faixas etárias a vacinação contra a COVID-19 ocorre normalmente, nesta semana, de 17 a 22 de janeiro;

De segunda a sexta-feira, no Ginásio Poliesportivo Fiotão, com mudança de horário, das 8h às 17h. E sexta, haverá das 8h às 22h, a edição do ‘Sextou Vacina VG’.

No sábado, dia 22 de janeiro, em sistema drive thru no Parque Berneck e funcionará das 8h às 16h.

Locais de Vacinação nas Unidades Básicas de Saúde: Alerta para alteração

A vacinação será realizada nos seguintes locais em horário de expediente, entre 8h às 11h e das 13h às 16h, com mudança para 13 Unidades disponíveis. 

São elas:

  • Centro Saúde Nossa Senhora da Guia; 
  • UBS Cabo Michel; 
  • Policlínica Atenção Primária Cristo Rei; 
  • ESF Jardim Manaíra; 
  • UBS Ouro Verde; 
  • Clínica de Atenção Primária 24 de Dezembro; 
  • Policlínica Atenção Primária Parque do Lago; 
  • PSF Capão; 
  • Centro de Saúde Cohab Cristo Rei; 
  • Policlínica Marajoara; 
  • UBS Aurília Curvo; 
  • UBS São Mateus 
  • UBS do Água Vermelha.

As Clínicas de Atenção Primária do Jardim Glória e a do Santa Isabel, ficam exclusivas para diagnóstico e tratamento das Síndromes Gripais.

“Esta reorganização foi necessária, porque reabrimos a UPA do IPASE 24h, como referência aos casos e sintomas da COVID-19, com tendas, triagem, atendimento médico, exames clínico e de imagem e dispensação de medicamentos, e se necessário internação. Ficando a UPA do Cristo Rei para atender as demais ocorrências em Saúde. E as duas Unidades de Saúde do Jardim Glória e Santa Isabel, para atendimento aos casos de Síndrome Gripal, deixando de aplicar a vacina, para atender com exclusividade as ocorrências das gripes. Toda esta logística foi readequada para melhor atender a nossa população, vez que as ocorrências e registros da COVID-19 aumentaram muito a ponto de cada 10 testes realizados em média 6 a 7 darem positivo. Temos que enfrentar esta nova onda e atender bem a população na Rede SUS do município e evitar mortes”, alertou o secretário para que a população fique atenta às mudanças." Vacine suas crianças, a vacina protege e evita morte”.

É boa para o bolso do consumidor e para o meio ambiente, diz professor.

 O alto custo da energia elétrica no Brasil tem levado muitas pessoas a buscar soluções que diminuam o valor da conta de luz. Uma alternativa interessante para as residências pode ser a energia solar que, segundo especialista, é “boa para o bolso, para o país e para o mundo”.

O potencial de geração de energia solar no Brasil é imenso, mas ainda subaproveitado, principalmente em residências. Isso se explica pelo fato de muitas pessoas não terem noção do que é necessário para transformar tetos ou áreas abertas em pequenas geradoras de energia por meio de placas solares. Algo que, de acordo com o professor do Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade de Brasília (UnB) Rafael Amaral Shayani, é mais simples do que parece, e cujos benefícios vão além de uma conta de luz menos onerosa.

“A energia solar de uso residencial, que é chamada de geração de distribuída, é boa para o bolso do consumidor. Mas também é boa para o país porque o Brasil é um país em desenvolvimento que vai precisar de muita energia para crescer; e para o mundo, porque protege o meio ambiente, já que não emite gases de efeito estufa”, destaca o engenheiro eletricista.

Boa para o bolso

A energia solar pode resultar em diminuição significativa dos gastos com a conta de luz. Segundo Shayani , um investimento entre R$ 12 mil e 15 mil pode reduzir em até 90% a conta de energia.

“A pessoa, então, passa a pagar apenas a parcela mínima, que é o consumo mínimo, uma tarifa de disponibilidade do serviço”. O engenheiro diz que o investimento é recuperado em cerca de cinco anos e que o sistema dura de 20 a 25 anos.

Boa para o país

A energia solar é também boa para o país, para lidar com a expectativa de crescimento da demanda de energia, conforme o aumento do número de fábricas e indústrias previsto para os próximos anos.

“A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) prevê que até 2050 o Brasil vá triplicar o consumo de eletricidade, até em função do aumento populacional e das consequências disso para o setor produtivo, já que acarretará em mais uso de eletrodomésticos”, afirma Shayani.

Boa para o planeta

“Quando a energia é gerada no telhado da sua casa, você não está queimando gás natural para gerar eletricidade. Você reduz a necessidade de hidrelétricas, que alagam florestas, ou de carvão ou gás queimados para a geração de energia por usinas térmicas. Portanto, é uma forma muito boa de contribuir para proteger o meio ambiente”, complementa o professor.

Para Shayani, um dos grandes desafios mundiais é gerar mais eletricidade e reduzir as emissões de gases de efeito estufa. “Nesse sentido, a energia solar vem como solução. Quanto mais pessoas a adotarem, mais energia o país produzirá, e menos energias fosseis precisarão ser usadas”, enfatiza o professor, que indica também o uso de aquecimento solar por meio de tubos de plástico para, com o calor do Sol, esquentar a água do chuveiro.

Placas fotovoltaicas

A grande vantagem do uso de placas fotovoltaicas, segundo Shayani, é a possibilidade de “devolver” parte da energia consumida para a rede de energia fornecida pela distribuidora local.

Para “devolver” energia à rede fornecedora, é necessário ter, além do painel solar, um inversor, já que a energia solar gera tensão contínua, e as tomadas das residências usam energia alternada.

“Você liga seu sistema de energia solar a uma rede elétrica da distribuidora que atende à cidade. Ou seja, instala o sistema no telhado e ligao no mesmo disjuntor que a companhia elétrica tem na sua casa. É o sistema mais barato porque não depende de baterias que armazenem a energia”.

De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) há, no Brasil, 775.972 sistemas solares desse tipo já instalados.

Chuvas e tempo nublado

Interligar as placas à rede distribuidora de energia é também solução para evitar falta de energia em dias de chuva, tempo nublado, ou mesmo à noite, quando não há sol. “É como se o relógio medidor de energia rodasse para trás quando é dia e o consumo é menor. À noite, então, quando não há sol, você vai pegar de volta essa energia, usando a energia das hidrelétricas brasileiras. Aí o relógio vai para  frente”.

No fim do mês, se a energia fornecida de dia for igual à recebida nos períodos sem luz solar, é como se o relógio que marca o consumo ficasse no zero. “O nome oficial disso é Sistema de Compensação de Energia. Gera-se mais energia de dia para compensar o uso à noite, quando não tem energia solar. É uma coisa interessante porque não precisa de baterias para armazenamento, que são muito caras e altamente poluentes.”

Baterias

Em geral esse equipamento com baterias é usado em regiões isoladas, onde não há fornecimento de energia por companhias elétricas. É o caso de algumas comunidades do interior da Amazônia, na floresta.

"Além de caras e danosas ao meio ambiente, essas baterias são como as de carro: estragam-se muito rápido e precisam ser trocadas a cada três ou quatro anos. O custo adicional delas faz o sistema [de captação e geração de energia] quase dobrar de preço”, estima o professor.

Como funcionam

A energia solar é uma inovação tecnológica que difere das outras formas de geração de eletricidade porque é um sistema eletrônico. É feita a partir de uma pedra de silício, substância que, depois do oxigênio, é a mais abundante na Terra.

“A crosta terrestre é feita de silício, material usado nos painéis solares. Quando a luz solar incide sobre ele, pula um elétron, o que acaba gerando energia. Essa corrente elétrica sai do telhado e entra nos equipamentos, energizando a casa”, detalha o especialista.

Legislação

A legislação da Aneel permite quatro modalidades de geração distribuída de energia. A primeira é a geração na própria unidade consumidora, quando a pessoa a instala no telhado da própria casa. A segunda é chamada autoconsumo remoto, que é quando a pessoa tem, por exemplo, duas residências em um mesmo estado. Ela pode colocar energia solar no telhado da casa e a energia que é gerada lá compensa o consumo da outra residência.

“Existe, ainda, a modalidade de múltiplas unidades consumidoras. É o caso dos condomínios, que podem colocar placas nos telhados para abastecer a área comum. Há também a possibilidade de moradores dos apartamentos colocarem o equipamento em telhados, e a energia ser rateada entre as unidades que fizeram o investimento.”

A quarta modalidade é a de geração compartilhada que, segundo o especialista, abrange “uma usina maior à qual as pessoas podem se associar para serem beneficiadas com abatimento na conta de energia”.

Custo dos equipamentos

O preço do sistema depende de dois fatores principais. O primeiro é saber quanto de energia a residência consome. “Para saber isso, basta olhar a fatura enviada pela concessionaria de energia todo mês. O consumo é calculado a partir da média mensal. No verão, gera-se mais eletricidade e, no inverno menos. Mas, na média do ano, a pessoa pode gerar toda energia da casa”, explica Rafael Shayani.

“Depende também de quanto sol tem na região. O Brasil em geral é muito ensolarado. O local com menos sol no Brasil tem mais sol do que a Alemanha inteira, que é um dos líderes no uso de energia solar. Então, se você mora em um local com muito sol, seu sistema de geração pode ser menor, não sendo necessárias tantas placas”, acrescenta.

Segundo o professor, o consumo típico de uma residência brasileira fica em torno de 10 quilowatts-hora por dia. “Normalmente, temos cinco horas de sol forte por dia. Considerando essa média como referência, precisamos então de um sistema de energia solar de mais ou menos 2 kw instalado no telhado da casa. Ele vai ocupar área pequena do telhado e gerar energia para, na média do ano, atender tudo.”

O custo do equipamento varia de acordo com a cotação do dólar, que está na faixa de R$ 5,50. “Atualmente, esse equipamento deve custar entre R$ 12 mil e 15 mil, mas, com ele instalado, a conta de luz pode cair para o valor mínimo cobrado pela concessionária. O investimento é recuperado nos primeiros três ou cinco anos. Depois, fica 20 anos pagando só a tarifa mínima de energia elétrica, que é cobrada para a manutenção da rede.”

O equipamento deve ser instalado por uma empresa específica, porque é necessário registro no Conselho de Engenharia, de forma a comprovar que a instalação é segura e atende às regras de segurança da distribuidora de energia.

“O primeiro passo é contatar, na sua cidade, uma empresa de equipamentos para geração de energia solar, um ramo que cresceu muito nos últimos anos. Tem milhares de empresas no Brasil. Peça a eles um orçamento. Eles instalam o equipamento, entram em contato com a distribuidora que, depois, fiscaliza a instalação para ver se tudo está adequado para, enfim, ligar o sistema. Isso tudo pode ser feito em até 30 dias”, afirma o engenheiro. (Fonte: Agência Brasil)

 

Segunda, 17 Janeiro 2022 05:00

Cartório de Cuiabá amplia serviço

 3º Ofício da capital oferece emissão de RG.  Os atendimentos são realizados por ordem de chegada, das 9h às 17h. A primeira via do documento é gratuita.

O Cartório do 3º Ofício de Cuiabá começou a emitir o Registro Geral (RG) desde o último dia 10. A iniciativa prevê que, a pedido do usuário, os Cartórios de Registro Civil das Pessoas Naturais promoverão a captura e qualificação da biometria com a chancela da fé pública para, posteriormente, encaminhar o procedimento com as informações, via sistema de identificação civil, à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). O órgão é o responsável pela emissão do registro geral.

Esse procedimento já está autorizado e regulamentado pela Corregedoria-Geral da Justiça do Poder Judiciário, por meio do Provimento nº 47/2021. Em Mato Grosso, o 2º Ofício de Tangará da Serra foi o primeiro cartório de Mato Grosso a emitir o Registro Geral (RG) à sociedade. O ato foi realizado no dia 22 de dezembro do ano passado. O projeto piloto também em funcionamento nos Cartórios do 3º Ofício de Cuiabá e com ampliação programada para os cartórios do 2º Ofício de Rondonópolis, Barra do Garças e de Pontes e Lacerda.

O procedimento é de adesão facultativa pelos usuários e pelas serventias extrajudiciais de Registro Civil das Pessoas Naturais e será prestado por meio do desenvolvimento de webservice, com a finalidade de permitir o credenciamento e funcionamento de postos de atendimento para emissão de carteiras de identidade nas respectivas unidades.

No cartório do 3º ofício da Capital, localizado na Rua Campo Grande, nº 533, região Centro Norte, os atendimentos são realizados por ordem de chegada, das 9h às 17h. Para a solicitação do serviço, o requerente deverá apresentar a certidão de nascimento ou casamento originais, comprovante de pagamento da segunda via ou demais, caso não esteja inserido nos critérios de isençã. Para a emissão do RG nos cartórios é cobrada uma taxa de serviço no valor de R$ 53,04.

A primeira via do RG é gratuita. O valor da taxa para a emissão da 2ª via do documento de identidade e demais na versão cédula é de R$ 70,09; e para a emissão da 2ª via do documento de identidade e demais na versão cartão é de R$ 99,53.

Postos de Identificação

Em Cuiabá, os postos de identificação para a emissão de RGs estão localizados nas unidades do Ganha Tempo - na praça Ipiranga e no bairro Morada da Serrada; e no Espaço Cidadania, na Assembleia Legislativa. Em Várzea Grande, no Ganha Tempo do Bairro Cristo Rei. Além dos Ganha Tempos de Barra do Garças, Sinop, Cáceres, Rondonópolis e Tangará da Serra. Para consultar os demais postos de identificação do interior do Estado, acesse http://www.politec.mt.gov.br/identificacao-civil.php?id=27

 

 

Onívoros, veganos e vegetarianos, sempre a mesma disputa: quem tem a alimentação mais saudável?

Essa pergunta poderia fazer parte de um concurso televisivo, mas seria enganosa porque possivelmente não tem uma resposta 100% precisa.

A seguir, apresentamos uma série de evidências para que você chegue à melhor conclusão possível.

A qualidade de uma dieta não depende apenas da carne

A dieta onívora é a mais conhecida por ser seguida pela maioria da população humana mundial.

Onívoro é um animal que se alimenta de vários tipos de substâncias orgânicas, ou seja, todos os grupos de alimentos estão incluídos.

No extremo oposto, uma dieta vegana é aquela que não inclui alimentos de origem animal. Portanto, carnes, peixes, ovos, laticínios e mel seriam excluídos.

E, em algum ponto intermediário, estão as dietas vegetarianas, que são aquelas que excluem carne e peixe, mas não laticínios ou ovos.

Vale destacar que qualquer uma das dietas citadas, desde que bem planejada, é saudável.

Desde 2015, a Academia de Nutrição e Dietética dos EUA estabeleceu que as dietas veganas e vegetarianas são saudáveis ​​e nutricionalmente adequadas.

Elas podem proporcionar benefícios para a saúde, tanto na prevenção quanto no tratamento de certas doenças.

Outra questão é a sustentabilidade da alimentação, mas isso merece um artigo à parte.

O que a ciência diz sobre o consumo de carne

Sabe-se que uma dieta onívora balanceada, seguindo as recomendações de ingestão, pode ser classificada como saudável.

Aqui, entendemos essa dieta como aquela em que não se consome álcool, produtos processados, doces ou carne vermelha mais de uma vez por mês, etc.

Mas sempre tendemos aos extremos, e o ritmo de vida e as influências do meio ambiente distorcem o que poderia ser uma alimentação saudável.

Assim, consumimos carne vermelha quase que diariamente, fazemos lanches com alimentos processados, ​​como presunto cozido, e pensamos que o vinho é saudável porque está incluído na dieta mediterrânea.

Mas isso não poderia estar mais longe da verdade, já que a Organização Mundial de Saúde (OMS) não estabelece doses seguras de consumo de álcool.

De acordo com a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer, a carne processada é um carcinógeno humano, o que significa que há evidências suficientes para dizer que esses produtos causam câncer. Enquanto a carne vermelha é classificada como um provável carcinógeno.

Além disso, recentemente foram identificados danos ao DNA que relacionam o alto consumo de carne vermelha ao câncer colorretal.

Pesquisas relacionadas às dietas vegetarianas e veganas são relativamente recentes, dado que foi nos últimos anos que se viu um aumento da adesão a esses tipos de alimentação.

As motivações para seguir essas dietas são muito variadas e incluem uma preocupação com a vida dos animais, a ética, a saúde e a sustentabilidade do planeta.

Embora, talvez, também possamos adicionar o modismo a essas razões.

Todas são saudáveis, mas algumas mais do que outras?

O que essas dietas à base de alimentos de origem vegetal têm para nos fazer pensar que são mais saudáveis? Um maior consumo de frutas e verduras, cereais, legumes e fontes proteicas de origem vegetal.

Talvez a maior diferença esteja no que elas não contêm: produtos de origem animal com alto teor de gordura saturada.

Há vários estudos que avaliam os diferentes benefícios dessas dietas para a saúde e exploram sua relação com diferentes doenças, melhorando-as ou prevenindo-as.

Por exemplo, o efeito negativo dos lipídios no sangue quando estão elevados é conhecido.

Por isso, seguir uma dieta vegetariana pode ser benéfico, já que modula esse perfil.

O organismo precisa ser constante em seus processos. O equilíbrio ácido-base é importante para manter essa homeostase — e a nutrição desempenha um papel fundamental.

Alimentos como carnes, peixes, ovos e queijos promovem meios ácidos.

Se isso não for contrabalançado com o consumo de frutas, legumes e verduras pode ser prejudicial à saúde.

Por isso, uma dieta vegana seria muito mais saudável do que uma vegetariana e, por conseguinte, uma onívora.

Outra doença bem conhecida relacionada à alimentação é a diabetes mellitus tipo 2.

As pessoas com um padrão baseado em produtos vegetais têm um risco menor de desenvolvê-la, uma vez que os produtos vegetais atuam sobre diferentes parâmetros reduzindo esse risco.

Por fim, poderíamos destacar a importância que vêm ganhando os estudos sobre a microbiota intestinal e sua relação com algumas doenças.

Observou-se que as dietas vegetarianas e veganas melhoram o perfil de nossas bactérias intestinais, nos protegendo contra várias doenças.

Na alimentação, os extremos podem não ser bons, mas se bem planejados, são alternativas saudáveis.

Tendo em vista a crise climática que vivemos e os impactos ambientais da criação de animais para consumo humano, talvez não seja absurdo reduzir o consumo de produtos de origem animal e aumentar os de origem vegetal.

Não só melhorará nossa saúde, como também a do planeta.

Com estas informações, já conhecemos as opções. Agora cabe a cada um escolher a mais saudável e sustentável.

*Sonia Martínez Andreu é professora do departamento de enfermagem e fisioterapia, diretora da especialização universitária em vegetarianismo e planejamento dietético em alimentação vegetariana, Universidade das Ilhas Baleares, Espanha.

Este artigo foi publicado originalmente no site de notícias acadêmicas The Conversation e republicado aqui sob uma licença Creative Commons. 

 

Domingo, 16 Janeiro 2022 05:00

MT Produtivo Banana

Na 1ª etapa foram repassadas 31,2 mil mudas de banana para nove cidades.

O MT Produtivo Banana repassará 300 mil mudas da fruta a prefeituras e associações de produtores de Mato Grosso. Os municípios de Tapurah, Jaciara, Várzea Grande, Nortelândia, Juína, Poxoréu, Pedra Preta, Arenápolis e Nossa Senhora do Livramento foram os primeiros a receber as plantas.

Conforme o secretário de Estado de Agricultura Familiar, Silvano Amaral, a expectativa é expandir a produtividade da fruta nos próximos 3 anos para fazer frente à demanda no mercado interno. “Nove cidades foram contempladas nesta 1ª etapa e estão recebendo 31,2 mil mudas de banana das variedades nanica, maçã e da terra”.

Na segunda etapa da ação, prevista para fevereiro, serão beneficiados com 19 mil mudas de banana as cidades de Rondolândia, Paranatinga, Guiratinga e Bom Jesus do Araguaia. Em março, outras 20 mil mudas serão repassadas aos agricultores familiares de cidades a serem definidas.

Mato Grosso ocupa a 18º lugar de área plantada de banana no País, com pouco mais de 6 mil hectares da fruta, e o 17º no ranking nacional de produção, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2020. O Governo, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), quer alavancar a posição atual do Estado.

O secretário de Agricultura e Meio Ambiente do município de Pedra Preta, Agilmar Raimundo da Silva, retirou 3 mil mudas para atender quatro assentamentos do município, que são Monte Azul, Flor do Prata, Canudos e Banco da Terra.

“Em cada um deles, dez produtores familiares irão receber as mudas. Entraremos com o apoio na preparação da terra, inclusive com o calcário que recebemos da Seaf, e vamos auxiliar também na comercialização quando esse estágio chegar”, explicou.

Um dos coordenadores do projeto na Seaf, Leonardo Ribeiro, pontua que o projeto vai contribuir com a melhoria na renda dos produtores. “Isso vai ajudar quem pretende ter o cultivo para subsistência ou aqueles que se adaptarem ou já tenham aptidão para cultura de plantação, para possam aumentar sucessivamente sua área de plantio”.

O Programa MT Produtivo Banana terá abrangência estadual e auxiliará os municípios que apresentarem interesse e aptidão para o cultivo da bananeira. Foram investidos pelo Governo do Estado R$ 1,5 milhão para a aquisição dessas mudas.

 

As causas e motivos que levaram a óbito à paciente R.M.R.C., no último dia 12 de janeiro, que deu a luz a uma criança que se encontra bem, está sob apuração médica e técnica da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande por ordem do secretário de Saúde, Gonçalo Barros.

R.M.R.C. deu entrada nas primeiras horas do dia 12 deste mês em curso e recebeu todos os atendimentos e procedimentos médicos e de enfermagem. 

A avaliação médica inicial apontou plenas condições para a realização de parto normal, também manifestada pela paciente.

Os Prontuários Médicos estão à disposição das autoridades competentes, bem como estão sendo avaliados por equipes técnicas do Município, diante do registro de Boletim de Ocorrência (B.O.), feito pela família da então paciente, que alega falha médica.

Nota de Esclarecimento elaborada pela Equipe Médica da Maternidade Municipal Dr. Francisco Lustosa de Figueiredo, que realizou os procedimentos na paciente em questão esclarece como os fatos se deram e que estão sendo apurados em diversas esferas públicas, e em conjunto com a Secretaria de Saúde de Várzea Grande, que lamenta a fatalidade do ocorrido diante dos resultados positivos entregue pela unidade de saúde em quase oito meses de funcionamento.

 

 

 

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