Blog da Condessa

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Segunda, 20 Setembro 2021 14:07

“Na Xá Cara”

Novo álbum da Tocandira será lançado hoje, 20/9, com fusão de jazz com rasqueado.

 Os fãs de jazz fusion têm motivo para comemorar. Nesta segunda-feira (20) será lançado disco com “sotaque cuiabano”, em que músicos da Tocandira adicionam ao gênero, também o rasqueado, rock, MPB e até disco music. O nome irreverente “Na Xá Cara” é resultado de pesquisas musicais e mix de técnicas apuradas e traduz o peso com que o som chega aos ouvidos de quem o escuta.

O novo trabalho da banda será disponibilizado nas principais plataformas de streaming, que podem ser acessadas no endereço https://linktr.ee/tocandira, a partir das 19h. Compõem o trio, o guitarrista Danilo Bareiro, o baterista Éder Uchôa e o baixista Wellington Berê.

O projeto do disco foi aprovado em edital da Lei Federal Aldir Blanc em Cuiabá, executada pela Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, com apoio do Conselho Municipal de Política Cultura de Cuiabá. Diretor artístico e produtor do disco, Danilo se emociona ao falar do trabalho, que tem produção executiva é de Vicente de Albuquerque.

“Foi um processo de produção único em nossas vidas. Diante do ‘chamado’ do edital nos lançamos a produzir músicas do zero e o resultado, para nós, foi incrível. Esse projeto se concretiza a partir do estímulo da política cultural”.

O disco tem sete faixas e renova a parceria dos músicos da banda e conta ainda com participações especiais do tecladista Igor Mariano e do saxofonista Phellyppe Sabo. Quem assina a mixagem é o áudio designer, Tchucka Jr.

“Eu, Éder e Berê, parceiros de longa data e músicos que formam a Tocandira mergulhamos em um processo tão imersivo que por vezes alcançamos a marca de 24 horas de produção ininterrupta. Fechamos sete músicas, mas adiantamos, temos um bom material para um próximo disco”, anuncia Danilo Bareiro.

Na identidade plural do disco, ele enfatiza que a pesquisa com ritmos regionais de Éder Uchôa influenciou muito e assim, o rasqueado e o cururu se fizeram presentes. Caso, de “Jazz queira ou não”. Essa música tem a participação de Igor Mariano. “Ficou um jazz com rasqueado, com pop e até disco music”, descreve Danilo, ao falar da música mais ensolarada.

Outra música, a “32 passos para o precipício” - ideia de Éder Uchôa -, tem acordes complexos aos quais foram adicionados samplers de internet. “Ficou um monstro elaborado. Passei 12 horas compondo os arranjos e Wellington fez a melodia”, diverte-se Danilo.

“Já a Lamflex começou com uma proposta de lambadão, mas acabou que a influência do metal se sobrepôs. A propósito, a presença do metal é marcante no disco todo por causa do pedal duplo que o Éder utiliza. Já Berê se utiliza muito da técnica de slap no contrabaixo. Ele foi influenciado pelos estudos que vêm desenvolvendo”, aponta.

“Cajueiro rei e os cajus do arco-íris'', com o sax de Phe Sabo, no que diz respeito ao local de criação, tem tudo a ver com a cultura cuiabana. Compusemos debaixo de um cajueiro. Naquele dia chovia muito e um arco-íris surgiu por detrás dele”, relembra.

“Flores de Gardênia” foi presente para Gardês, casada com Wellington Berê. “Ele saiu para busca-la porque íamos comemorar o aniversário dela e quando voltaram, a música já estava composta”.

Outra faixa, foi dedicada a Cristhiane. Ganhou o título “Shé”, apelido carinhoso dado por Danilo à esposa.

Por fim, Na Xá Cara é um híbrido de todas as influências, técnicas e gêneros que delinearam a trajetória dos três músicos. “E é principalmente, fruto de tudo que está rolando na nossa mente atualmente: tem slap, metal, rasqueado e compasso sete por quatro. Ela descende de uma música que compus quando tinha um projeto com Éder, o Jaburu”.

Danilo celebra o momento e acredita que o disco vai trazer frescor na vida de quem curte um bom jazz fusion. “Afinal, sabemos por experiência das apresentações na noite mato-grossense, da observação de nossas andanças pelo Estado, que há um público consumidor ávido por trabalhos como este”.  

 

Segunda, 20 Setembro 2021 13:23

“Chita & Fuxico”

BPW Cuiabá anuncia o evento Collection com desfile solidário.

Em dezembro ocorrerá o evento Collection, coleção Prêt-à-Porter, do projeto Chita & Fuxico, da Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais -BPW Cuiabá. O anúncio do que promete ser um boom fashion regional, será feito através de um desfile solidário, que acontece nesta segunda-feira, 20/9, 19 horas no jardim do Sesc Arsenal. A entrada será gratuita e a sugestão é que os convidados façam doação de tecidos de chita, em qualquer quantidade. 

O desfile solidário não será um “preview” do Collection, isso porque não estarão exibidos na passarela os modelos com a produção fashion, que está sendo criada, com o olhar cuidadoso de Edson Guilherme produtor de moda. “Isso é segredo, escondido a sete chaves” disse Andréa Barbosa, presidente da BPW Cuiabá, que é  consultora de imagem e estilo. Ela informou que o evento que marca os 20 anos da instituição e que tem data e local marcados, 6 de dezembro no Buffet Leila Malouf, será muito original, mas pouco pode revelar sobre o acontecimento.

 “A passarela será palco de cores marcante que transmitem alegria e valorizam a cultura e o regionalismo mato-grossense de forma sustentável e elegante, com inspiração  nos modelos das maiores marcas de luxo para a moda mundial”,  destacou Andréa. Ela apontou que a ideia é mostrar em dezembro, o que há de melhor com estilo e glamour, valorizando os aspectos da nossa regionalidade. "Além das estampas da chita e os acessórios de fuxico, as peças contarão com a presença marcante da  fauna e flora, das tradições ribeirinhas e indígenas. Com certeza um desafio para a BPW Cuiabá e parceiros da iniciativa”, disse a presidente.

Zilda Zompero, coordenadora de Responsabilidade Social da BPW Cuiabá, idealizou o Collection partindo de um desfile que viu da Chanel. O encantamento traduziu o sonho de fazer do Chita & Fuxico, uma griffe regional,  com projeção para o mercado da moda em nível nacional e internacional. Ao lado da presidente ela tem se empenhado para os melhores resultados. 

Sobre o desfile solidário 

A programação do desfile solidário será transmitida via plataformas digitais, inclusive no Instagram @bpwcuiaba. Terá a participação de modelos profissionais, mas a maioria será  as mulheres representantes da BPW Cuiabá, que mostrarão modelos que passam a fazer parte de seus looks no cotidiano. A primeira dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, embaixadora estadual do projeto confirmou presença. 

Sobre o projeto 

A sustentabilidade está no eixo estrutural do Projeto Chita & Fuxico, que  foi criado no final de 2018, pela fundadora da BPW Cuiabá, Sueli Batista,  com o objetivo de qualificar e gerar renda às mulheres em situação de vulnerabilidade social, por renda; vítimas de violência doméstica e mães de crianças com necessidades especiais. Visa também ampliar fonte de recursos financeiros  para a BPW Cuiabá,  objetivando o fomento de projetos socioculturais que impactam de maneira positiva a sociedade promovendo o seu empoderamento.

Em  2020 o projeto começou a decolar, tendo recursos próprios para a instalação de núcleos de produções formais para linhas que contemplam cama, mesa, banho, acessórios e vestuários.

O primeiro Núcleo Flor Ribeirinha, foi instalado em junho no Quintal da Domingas no bairro São  Gonçalo Beira Rio. O segundo, Núcleo Florescer  será instalado  dia 25 de setembro, na Associação Seara de Luz, no bairro Liberdade. Para 2022 está previsto um núcleo no Jardim Vitória.

Em 2021 o projeto  passou a contar com consultoria especializada, chamou a atenção de  Fernanda Maximiano e Laís Gulin, empreendedoras de Curitiba, que com suas expertises passaram a buscar caminhos para a expansão do Chita & Fuxico.

Os parceiros  do desfile solidário

 

Para a realização evento a BPW Cuiabá conta com a parceria do Sistema Fecomercio/ Sesc e Senac de Mato Grosso, Edson Guilherme e Marcos Correia; o  patrocínio da Eletro Fios e da Contam Assessoria Contábil e Empresarial, além de apoios da Cleide Imóveis, Portal Rosa Choque, Rafael Moraes fotografia, Manah Palace Hotel é Rafaela Souza Haddad.

 

Análise das imagens pode ajudar a prevenir doenças na gravidez

 Pesquisadores brasileiros do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) desenvolveram um algoritmo que analisa imagens de ressonância magnética com rapidez e precisão, o que pode ajudar médicos a detectar problemas na gestação.

Esse algoritmo consegue detectar, com taxa de 93% de acerto, o que é o líquido amniótico, substância que envolve o bebê em desenvolvimento. Uma das funções do líquido amniótico é proteger o feto.

A quantidade de líquido amniótico pode interferir no desenvolvimento do feto. Um menor volume de líquido ou uma quantidade em excesso podem trazer dificuldades para a gestação, caso não sejam tratadas adequadamente.

“Ver a normalidade do líquido amniótico é muito importante porque ele reflete, primeiro, o bem estar do feto, e reflete também a possibilidade de algumas patologias”, disse Heron Werner, médico da empresa de medicina diagnóstica Dasa e um dos responsáveis pelo estudo.

Segundo ele, se a quantidade de líquido amniótico estiver aumentada, isso pode significar uma patologia gastrointestinal ou uma má formação do sistema nervoso central do feto. Também pode significar que a mãe tem diabetes.

Do contrário, se o volume de líquido estiver diminuído, pode indicar que o bebê é pequeno ou que há uma insuficiência placentária. Também pode significar um problema na função renal. Por isso é importante analisar com precisão a quantidade de líquido amniótico na gestação, diz o médico.

Exame

Atualmente, a maneira como o volume do líquido amniótico é calculado é subjetiva. Quando um exame de ultrassom aponta algum problema para a gestação, os médicos solicitam um novo exame, uma ressonância magnética.

“A ressonância é um exame que a gente usa para ajudar na ultrassonografia quando o feto tem algum problema [identificado] no ultrassom. A vantagem da ressonância é que ela me dá uma visão do conteúdo uterino como um todo, que a ultrassonografia não consegue dar numa imagem só. Com ela consigo ter informação em cortes de todo o volume uterino. Além disso, o líquido amniótico tem um sinal muito aumentado na ressonância, o que o destaca do resto do conteúdo uterino, que seria o feto, placenta e cordão umbilical”, explicou Werner.

Após essa ressonância, o médico então começa a analisar as imagens. "Se eu quisesse um cálculo de precisão, eu teria que pegar todos os cortes da ressonância, desenhar a área do liquido amniótico em cada corte e fazer o cálculo. E isso iria levar horas já que tenho em torno de 200 cortes em uma ressonância”, disse o médico.

“O que acaba acontecendo é que esse médico tem, foto por foto, que delinear o que é líquido amniótico e o que não é. E costuma ser mais de 100 camadas ou fotos. Depois de fazer tudo isso, ele consegue dar uma estimativa de volume. É um calculo somando a área em cada uma das fotos. É um processo demorado”, explicou Paulo Orenstein, pesquisador do Impa e também um dos responsáveis pelo estudo, em entrevista à Agência Brasil.

“Em casos usuais, a maneira como é estimado o líquido amniótico é totalmente no olho. Ele [médico] olha na barriga, vê o tamanho da circunferência e decide se é pouco não. Poucos médicos fazem isso bem. E isso é perigoso justamente pelo fato de que essa quantidade de líquido é indicativa [de patologias]”, disse o pesquisador do Impa.

Inteligência artificial

Com o desenvolvimento dessa inteligência artificial, desse algoritmo, esse processo pode ficar mais rápido e eficiente. Por meio dela, essa estimativa de volume do líquido amniótico pode ser feita em cinco segundos: ou seja, se ela já estivesse plenamente desenvolvida e em operação, uma gestante poderia saber o volume do líquido enquanto estivesse ainda fazendo o exame de ressonância magnética.

Para desenvolver essa inteligência artificial, a Dasa enviou aos pesquisadores do Impa cerca de 700 exames de ressonância magnética, com anotações dos médicos delimitando o que era ou não o líquido amniótico. “O que a gente queria era construir um algoritmo que conseguisse replicar o mesmo nível de acurácia que um médico que teve anos de treinamento tem. Dividimos esses 700 exames em duas classes: uma de treino; outra de testes. Destes 700 [exames], 500 exames foram usados para treinar nosso algoritmo e 200 exames foram usados para testar se o algoritmo estava indo bem ou não", explicou o pesquisador do Impa.

A parte de treinamento, explicou ele, é semelhante ao processo que ocorre com humanos. “Não é muito diferente de como se treinaria um ser humano. O algoritmo começa de uma maneira quase aleatória, chutando naquela imagem o que é líquido e o que não é. Por exemplo, no caso de uma criança. Você tem que ensinar a ela o que é uma árvore. E as vezes ela olha para um carro e pode dizer que é uma árvore. Você então a corrige e diz: 'não é uma árvore'. Aos poucos, se você fizer isso várias vezes, ela acaba aprendendo”, comparou.

Depois dessa etapa de treinamento, vem a fase dos testes. “Depois de treinar e do algoritmo ter visto esses 500 exames, pegamos 200 exames que ele nunca viu, exames que ele não decorou, e a gente volta a perguntar a ele o que é ou não liquido amniótico”, disse Orenstein.

Esse processo todo, disse ele, ocorre por tentativas e erros. E durante essa preparação da inteligência artificial para identificar o líquido amniótico, houve um grande erro: o algoritmo apontou como líquido amniótico o que, em verdade, foi analisado por um médico como um cisto. Depois disso, o pesquisador “ensinou” o algoritmo a entender esse novo processo.

Próximos passos

Em entrevista à Agência Brasil, o pesquisador do Impa disse que um dos próximos passos para o desenvolvimento dessa tecnologia é continuar recebendo mais dados para aprimorar a capacidade do algoritmo e poder identificar outros problemas. Hoje, ele está sendo estudado para identificar o volume do líquido amniótico. Mas uma das intenções dos pesquisadores é permitir que ele identifique também, por exemplo, os órgãos do feto.

“Se tivermos um feto cujo cérebro esteja com tamanho menor do que o esperado para aquela idade, nosso algoritmo hoje não identificaria isso. Mas nossa esperança é evoluir nessa direção mais complicada do problema, e tentar dar uma solução mais abrangente para outros tipos de patologia”, disse Orenstein.

Outro passo é permitir que essa solução possa ser utilizada com facilidade pelos médicos. “É claro que se queremos que médicos usem essa solução, a gente precisa melhorar, acoplar esse algoritmo a ferramentas médicas. Basicamente pegar o software que os médicos usam e embutir nosso algoritmo como opção de uso. Por exemplo, colocar nosso algoritmo em uma máquina de ressonância magnética”, explicou o pesquisador.

Para Werner, esse algoritmo poderá permitir que o médico avalie, com mais precisão, a necessidade de intervenções intrauterinas. “Existem intervenções intrauterinas que podem ser feitas e ajudar no bem estar fetal. Em muitos casos, não precisa. Mas ele [o algoritmo] chama a atenção para fazer esse acompanhamento”, disse o médico Werner.

 

Segunda, 20 Setembro 2021 05:00

“Muito Mato”

Aceleradora e incubadora seleciona artista para assessoria de carreira musical. A ação é gratuita e aberta para todos os artistas que e atuam em Mato Grosso. Os interessados podem se inscrever até o dia 24 de setembro.

Viabilizado com recursos do edital MT Criativo, realizado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), o projeto Muito Mato dá andamento a suas ações de marketing digital e branding. A aceleradora e incubadora musical irá selecionar um artista (solo, banda, duo ou trio) para gravar um single (música de trabalho) em estúdio e promovê-lo.

A ação é gratuita e aberta para todos os artistas que residem e atuam em Mato Grosso. Os interessados podem se inscrever até o dia 24 de setembro. Para participar do processo de seleção é necessário preencher a ficha de inscrição disponível no https://muitomatomtmt.wixsite.com/mtmt com dados do artista e do seu projeto, um vídeo explicando os motivos para seu projeto ser selecionado, dentre outras informações complementares.

O resultado do processo seletivo será divulgado no dia 30 de setembro. O artista selecionado será assessorado pela incubadora pelo período de 60 dias, e contará com o suporte de uma equipe de profissionais que cuidará de todas as etapas de produção, divulgação e incubação do trabalho a ser lançado. 

Saiba mais sobre o projeto em muitomatomtmt.wixsite.com/mtmt

 

Prefeito de Várzea Grande acompanha instalação de novas bombas e adutora de água. Em 2021, estão sendo investidos R$ 100 milhões em água e esgoto. Atual capacidade de 60 milhões de litros/dia será dobrada para 122 milhões de litros/dia até 2022.

A instalação de uma nova bomba de captação de água bruta e a implantação de uma nova adutora para captação e tratamento de água que fornecerá o líquido para a nova Estação de Tratamento de Água – ETA Grande Cristo Rei que será inaugurada em outubro próximo, foram acompanhadas pelo prefeito Kalil Baracat no sábado (18/9) e domingo. Ele assegurou ainda que durante os próximos anos vai manter o nível de investimentos elevado em obras de abastecimento de água e esgoto sanitário.

Kalil Baracat reafirmou convicção de que ainda em 2021 já haverá significativa melhora no abastecimento de água em toda Várzea Grande, mas que é necessário se manter investimentos para fazer frente à demanda que é sempre crescente.

Em 2021, estão sendo investidos R$ 100 milhões em obras de abastecimento de água e esgoto sanitário entre recursos próprios, recursos federais e estaduais, além da iniciativa privada através de TAC – Termo de Ajustamento de Conduta.

“Administramos uma cidade que cresce uma média de 7% ao ano, fora isto, a própria dinâmica com a abertura de novos bairros, condomínios e empresas acaba ampliando a necessidade de consumo de água e a produção de esgoto que necessitam ter uma destinação”, frisou Kalil Baracat que está constantemente em contato com o Governo do Estado e as bancadas Federal e Estadual em busca de apoio para as obras que se demonstram necessárias, mas garantiu foco na questão do abastecimento.

“Tenho compromisso durante o meu mandato de resolver essa questão, lembrando que a estiagem afeta todas as cidades do Brasil e do Mundo e isto torna a falta de água uma das principais prioridades de nossa gestão”, observou o chefe do Executivo que disse ainda compreender a angústias da população, mas que está trabalhando para mudar essa realidade.

Kalil Baracat alertou para a existência de pessoas visando as eleições do ano que vem que prometem soluções miraculosas para a falta de água, o que será resolvido pela sua gestão com investimentos e uso de tecnologia avançada como a nova ETA Grande Cristo Rei. “Enquanto alguns nos criticam, nós trabalhamos e vamos resolver este problema da falta de água e do esgoto sanitário”, garantiu ele.

“Para que as pessoas compreendam temos hoje a capacidade de captar, tratar de produzir, mesmo que de forma precária, por causa de equipamentos antigos com fadiga de material, 700 litros de água por segundo ou 60,480 milhões de litros por dia. Com as obras da nova ETA Cristo Rei que tem capacidade de produzir 320 litros por segundo ou 27,640 milhões de litros dias; mais a ETA Chapéu do Sol que será construída em parceria com o Governo do Estado de 250 litros por segundo ou 21,6 milhões de litros dias e a ETA Bonsucesso que será elevada de 5 litros por segundo para 150 litros por segundo e produzir 12,960 milhões de litros por dia teremos um total de 62,208 milhões de litros dias. Vamos mais que dobrar a nossa capacidade de produção de água”, explicou Kalil Baracat.

Ele pontuou ainda que existem outras duas ETAs que estão sendo concluídas pela iniciativa privada em Termos de Ajustamento de Conduta – TACs assinados com a Prefeitura de Várzea Grande o Ministério Público que passarão à gestão do DAE/VG após concluídas e que reforçarão o sistema de toda a cidade.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) cada pessoa tem que ter entre 100 litros até 130 litros/dia por pessoa dependendo do clima do país e após as obras Várzea Grande disponibilizará mais de 220 litros dias por pessoa.

Com a entrada em funcionamento da ETA Grande Cristo Rei, o atual sistema terá uma folga da ordem de 180 a 200 litros por segundo ou 17,280 milhões de litros por dia que são captados e tratados na ETA Avenida Governador Júlio Campos e reforçarão o abastecimento da região Central de Várzea Grande e de outras partes da cidade.

“Como os bairros do Grande Cristo Rei passarão ter água diretamente captada e tratada na região, haverá sobra para outras regiões. Assim também vai acontecer com as obras da ETA Chapéu do Sol e da ETA Bonsucesso que são obras que deverão estar em pleno funcionamento no primeiro semestre de 2022, o que nos permite a certeza de que a estiagem do próximo ano terá impactos bem menores para a população de Várzea Grande”, frisou o prefeito.

Ele lembrou que essas obras das novas ETAs deverão ser acompanhadas por outras medidas como novas redes de distribuição, combate ao desperdício e aos desvios e os investimentos como já acontecem nos atuais sistemas, para trocas de bombas e equipamentos.

“Temos que ter em mente que são ações conjuntas e que precisam contar com a participação popular, pois 60% de tudo que se capta, trata e distribui se perde por uma série de motivos, o que é um absurdo, pois a perda de hoje representará mais dificuldades no amanhã, portanto, precisamos agora da compreensão das pessoas de que estamos empenhados e dedicados em resolver este problema, mas que eles também devem fazer sua parte para que Várzea Grande melhore de forma significativa”, concluiu o prefeito.  

 

Domingo, 19 Setembro 2021 05:00

O acervo do poeta Silva Freire

No Dia do Poeta Mato-Grossense, equipe responsável pela catalogação e digitalização do acervo divulga resultados do projeto.

Segunda-feira, 20 de setembro, Dia do Poeta Mato-Grossense. A data efeméride, instituída por lei em junho de 2008, homenageia o nascimento de Benedito Sant'Anna da Silva Freire, o poeta Silva Freire.    

Para celebrar, a Casa Silva Freire divulga os resultados do projeto de catalogação e digitalização do acervo pessoal do poeta.

A diretora da Casa, Larissa Silva Freire Spinelli ressalta que ter toda sua obra publicada era um desejo declarado do poeta, registrado em entrevista. “O primeiro passo foi dado e o futuro nos reserva boas surpresas”.

A solenidade será transmitida em tempo real, via página da Casa Silva Freire no Facebook, a partir das 19h (horário de MT).

Durante o evento, será exibido vídeo em que a equipe do projeto e a consultora especialista em metodologia de arranjo de acervo, a professora Elizabeth Madureira, contam como se deu o processo de tratamento do acervo, bem como a classificação, catalogação e digitalização. Também será divulgado o mockup do catálogo que direcionará futuras consultas ao acervo.   

“Agora, pudemos ter a noção mais abrangente, um panorama, sobre sua produção, e desejamos em breve ter novas publicações”, explica Larissa. Os arquivos foram organizados pela primeira vez por Glenda Silva Freire e então, mantidos sob a guarda de Leila Freire, viúva do poeta.

O acervo

Entre as surpresas e descobertas estão muitos poemas inéditos, principalmente da década de 1950, período que o poeta Silva Freire estava estudando no Rio de Janeiro. Há ainda, poemas reunidos já preparados para uma publicação.

“Acrescentam ao acervo, poemas recebidos de outros escritores em sua homenagem. Para o campo da literatura esse tipo de documentação é importante para compor uma historiografia literária. Poemas publicados nos jornais também foram reunidos, pois não tínhamos os originais. Dessa forma, identificamos produções até então desconhecidas da Casa. Elas são importantes, pois traduzem a visão de mundo do poeta”, explica.

Discursos políticos, jurídicos e na área da docência são outros documentos de grande relevância para que se possa entender o “universo silvafreiriano”. 

Preservando os originais

Nesta primeira etapa, foram realizados o tratamento e restauro de alguns textos que estavam em processo de desgaste avançado, a equipe pôde estabilizar o desgaste dos documentos, preservando os originais.  “Com a digitalização de fotos e documentos escritos, evitamos que eles se deteriorem com o contato”.

Todo o trabalho foi desenvolvido sob coordenação geral, executiva e técnica, respectivamente, de Leila Freire, Larissa e João Paulo Lacerda Paes de Barros. Contou ainda com a supervisão minuciosa da especialista em arranjos de acervo de família, a historiadora Elizabeth Madureira e assistência de produção de Claudia Borges.

Como assistentes técnicas de catalogação e digitalização, a estudante de Pedagogia Centro Universitário de Várzea Grande - UNIVAG, Milene Daniele Borges e Fabiana Silva Azevedo, que possui vasta experiência em catalogação de acervos e cursa História na Universidade Federal de Mato Grosso. Vale ressaltar, projeto ainda teve suporte da equipe do Arquivo Público de Mato Grosso. 

Banco de dados

À ocasião do evento, será revelada a metodologia adotada e qual o processo utilizado para catalogação e digitalização dos documentos e ainda, um “antes e depois”. 

“Realizamos um levantamento de um grande número de informações, um banco de dados que será muito útil para pesquisas no campo literário. E de outro lado, vai nos propiciar muitas ações futuras e uma política de publicação, de agora para frente, atendendo seu desejo de democratizar sua obra”.  

O inventário da obra só foi possível graças à aprovação do projeto em edital realizado pelo Governo de Mato Grosso, via Secretaria de Estado de Cultura, Esportes e Lazer – Secel-MT, em parceria com o Governo Federal, via Secretaria Nacional de Cultura, do Ministério do Turismo.

 

Saúde física e mental são primordiais para uma vida plena.

O número de pessoas com algum tipo de transtorno mental e de ansiedade, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cresce de forma exorbitante. Atualmente cerca de 300 milhões de pessoas no mundo possuem algum transtorno, sendo o Brasil o líder no ranking em transtornos de ansiedade, com 9,3%. 

O assunto ainda é tabu em diversos aspectos. Por isso, visando ampliar e promover o debate a Unimed Cuiabá, ao longo do mês, traz em suas redes sociais conteúdos sobre o cuidado com a saúde mental. O material faz parte da Aquarela da Saúde e tem por finalidade a educação em saúde e o autocuidado, tendo como foco o “Setembro Amarelo”, com o tema “Se cuidar é um verdadeiro ato de amor-próprio”. 

O médico psiquiatra Dr. Nicolau Ávila Cruz gravou um vídeo sobre o tema. Para assistir basta acessar  https://youtu.be/QOdtidKTpGM). Ele explica que fatores individuais, sociais, culturais, econômicos, políticos e ambientais podem ser determinantes para o desequilíbrio emocional. Tudo isso se torna ainda mais intenso em decorrência da pandemia da Covid-19, especialmente, para quem possui transtornos marcados pelo medo e preocupação ativados. “A Saúde Mental de uma pessoa está relacionada à forma como ela reage às exigências e ao modo como lida com os seus desejos, capacidades, ambições, ideias e emoções. Por isso é primordial o reforço nas ações para manter a saúde física e mental. Se cuidar é um verdadeiro ato de amor-próprio.”

O especialista ressalta que ter saúde mental engloba alguns pontos como:

  • Estar bem consigo mesmo e com os outros;
  • Aceitar as exigências da vida;
  • Saber lidar com as boas emoções e com aquelas desagradáveis, mas que fazem parte da vida;
  • Reconhecer seus limites e buscar ajuda quando necessário.

Entre as dicas para manter a saúde física e mental estão a prática de exercícios físicos de forma regular, alimentação equilibrada, dormir bem e manter consultas médicas e exames regulares. “O cuidado integral com a saúde auxilia na conquista de bons hábitos que impactam de forma positiva a vida. A construção é diária, por isso a regularidade é tão importante.”

O especialista frisa ainda que saber lidar com as emoções negativas faz parte da vida, e quando isso não é possível, buscar ajuda profissional é necessário. “Devemos quebrar paradigmas e sempre estar sensíveis aos sinais que nosso corpo manifesta. Seja com aparecimento de sintomas físicos, como tremores, cansaço, sensação de falta de ar ou asfixia, coração acelerado, entre outros. O diagnóstico e tratamento se torna mais eficaz quando feito no início, favorecendo a vida plena. Afinal, se cuidar é um verdadeiro ato de amor-próprio”.

 

Com baixo custo e rentável em período de estiagem, exemplo de persistência, com a ajuda técnica e o resultado alcançado,  área plantada será ampliada.

Há dois anos e meio se dedicando ao cultivo do capiaçu, uma família de produtores de Campo Verde (a 131 km de Cuiabá) começa a ter o retorno do investimento. Todo processo foi acompanhado e orientado com base Unidade de Referência Tecnológica de Leite, via Secretaria de Estado de Agricultura (Seaf), por meio da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural – Empaer-MT, Embrapa de Sinop e Prefeitura de Campo Verde.

A propriedade é referência e com o avanço da área plantada, mudas de capiaçu já foram disponibilizadas para produtores até de outros estados como Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina e Pará. 

Nesse período, o produtor Valdir Argemiro Freitag vendo a necessidade de ter uma opção de alimento para os animais durante o período de estiagem, foi estimulado pelo filho, também produtor e estudante de Engenharia Agrícola e Ambiental, Fabio Luis Freitag. Tímida, e ainda em fase de teste, a produção começou com 1,5 hectares, e sem uma orientação técnica e maquinário adequado - toda plantação foi perdida.

Ainda em 2019, Fábio mais uma vez acreditou no capiaçu e junto do pai, investiram em uma área de sete hectares recém-colhido uma produção de milho também usado na silagem. Mas agora, com auxílio do técnico da Empaer em Campo Verde, Kenio Batista Nogueira.

“Nosso desafio é dar opções ao produtor de uma alimentação para o gado de corte e, também, de leite no período de seca. O capiaçu é uma delas que pode fazer diferença no faturamento e lucro da propriedade”, destaca.

Segundo Kenio, a alimentação é um insumo importante na cadeia de produção – representa entre 15% e 25% do custo total de produção da carne e até 70% no leite.

“Por ser uma alternativa considerada de baixo custo, analisamos o perfil do produtor e o tipo de criação. O capiaçu tem se tornado uma boa referência de custo e benefício”.

Para Fabio, a orientação técnica fez toda diferença. Destaca que foi realizado o manejo do solo, com a análise enviada ao laboratório e até consulta via aplicativo de mensagem.

“Observei que algumas folhas estavam amareladas, tirei a foto e encaminhei. De resultado, ausência de alguns nutrientes que foram solucionados. Outra dificuldade era identificar o momento exato de corte de acordo com as características das folhas e precisa estar associada à previsão do tempo”.

Para o produtor ter retorno do investimento aplicado teve como diferencial à persistência em acreditar que daria certo associada à orientação técnica. De acordo com Fabio, atualmente a área de capiaçu é de 13 hectares que será ampliada.

 

Ministro da Infraestrutura lembrou que, a partir de Água Boa (MT), a Fico será estendida até Lucas do Rio Verde (MT). 

O presidente Jair Bolsonaro participou na sexta-feira (17) do lançamento da obra de construção da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico), em evento ocorrido em Mara Rosa, no norte de Goiás. Com investimentos de R$ 2,7 bilhões, e previsão de gerar 4,6 mil empregos, a nova linha férrea terá 383 quilômetros (km) de extensão e ligará Mara Rosa a Água Boa, em Mato Grosso.

O projeto da Fico foi viabilizado com base no mecanismo de investimento cruzado, que permite que empresas detentoras de outorgas ferroviárias do governo federal possam renovar o contrato fazendo outros investimentos. Nesse caso, a mineradora Vale vai desembolsar integralmente os recursos para construir a nova ferrovia, em troca da renovação da concessão da Estrada de Ferro Vitória-Minas, operada pela empresa.

A nova ferrovia será importante para o agronegócio do Centro-Oeste, que praticamente não conta com modal ferroviário na logística de escoamento da produção. Em Mara Rosa (GO), a Fico se conectará à Ferrovia Norte-Sul, considerada a espinha dorsal do sistema ferroviário nacional, e que ligará o Porto de Itaqui, no Maranhão, ao Porto de Santos, numa extensão de mais de 4,5 mil km.

"O ressurgimento deste modal realmente era sonhado por muitos nesse Brasil. Mas ninguém faz nada sozinho, sempre temos que ter alguém do nosso lado. Nesse caso aqui, temos a iniciativa privada, a nossa Vale do Rio Doce. Uma empresa fantástica, que colabora conosco, em especial na infraestrutura pelo Brasil. A eles, o nosso reconhecimento, a nossa gratidão", disse Bolsonaro.

Para o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, o modelo de investimento cruzado foi determinante para a viabilização do empreendimento. E segundo ele, vai ajudar a impulsionar ainda mais a construção de mais ferrovias no país.

"Esse modelo é criativo. Estamos pegando a outorga da Vitória-Minas e estamos usando para fazer a ferrovia aqui. E quando a ferrovia estiver pronta, e a Vale vai construir a ferrovia pra nós, isso é sinônimo de qualidade, é certeza de sucesso, a ferrovia é do Estado. A gente vai fazer o leilão da operação, e aí nós vamos auferir uma nova outorga, e vamos investir esse dinheiro em mais ferrovia", disse.

O ministro lembrou que, a partir de Água Boa, a Fico será estendida até Lucas do Rio Verde (MT), importante polo produtor de grãos, também por meio de uma nova parceria privada. Nesse caso, serão mais 557 km de ferrovia e cerca de R$ 6,4 bilhões em investimentos. (Fonte: Agência Brasil)

Sábado, 18 Setembro 2021 05:00

‘Segredos’

MON apresenta a maior exposição já realizada pelos artistas OSGEMEOS.

A exposição “OSGEMEOS: Segredos”, realizada pelo Museu Oscar Niemeyer (MON), poderá ser vista pelo público a partir de 18 de setembro. Produção original da Pinacoteca de São Paulo, a mostra em Curitiba é uma parceria com o MON, apresentada pela Copel e viabilizada pelo governo do Estado do Paraná.

São mais de 850 itens, entre pinturas, instalações imersivas e sonoras, esculturas, intervenções site specific, desenhos e cadernos de anotações. As obras estarão na torre e na sala expositiva do Olho.

“Mais do que nunca, a arte apresenta-se aqui como inspiração”, diz a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika. Ela comenta que as cores, o movimento e a alegria presentes na obra d´OSGEMEOS, iluminam e nos ajudam a fazer a travessia entre o agora e uma nova fase, pós-pandemia.

“Neste momento, em que todos focamos numa reconstrução, seja individual ou coletiva, a arte desta genial dupla de irmãos contribui com a nossa busca interna”, afirma. Seus traços retratam o dia a dia das grandes cidades e suas obras nos levam a uma imersão que revela pertencimento e identidade a símbolos locais e cotidianos, que nos conectam ao lúdico”, diz Juliana.

A superintendente-geral da Cultura, Luciana Casagrande Pereira, comenta que em muitas cidades do mundo, as obras nos espaços públicos em grandes proporções foram um respiro durante o isolamento social. “Estamos muito felizes em receber a exposição ‘Segredos’, que sela definitivamente a paixão do grande público por essa arte”, comenta. “É muito interessante perceber como OSGEMEOS conseguem transitar entre a arte urbana e o museu tornando seus desenhos cheios de representação acessíveis a todos”.

“OSGEMEOS: Segredos” é a primeira retrospectiva de grande porte que examina a produção dos artistas desde o começo da década de 1980 até a atualidade. “Esta é a maior exposição já produzida por eles”, comenta o curador da mostra, Jochen Volz, diretor-geral da Pinacoteca de São Paulo.

“Como indica o título ‘Segredos’, o objetivo da mostra é revelar novas visões do fazer artístico d’OSGEMEOS. Objetos pessoais, como cadernos, fotos, desenhos e pinturas que datam desde a infância dos dois irmãos até hoje são apresentados ao público pela primeira vez, incluindo estudos e obras de arte que precedem em muito seus famosos personagens e lançam luz sobre as raízes de seu surgimento. Influências artísticas e colaborações são expostas ao lado de pinturas e esculturas recentes”, informa o curador.

Os artistas
A dupla de artistas formada pelos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo (São Paulo, 1974) construiu uma trajetória no mundo das artes sem nunca ter perdido de vista o desejo de manter-se acessível ao grande público.

Esse percurso inclui a participação em mostras nas principais instituições internacionais, como o Hamburger Bahnhof, em Berlim, em 2019, com um projeto concebido em parceria com o grupo berlinense de breakdance Flying Steps – um dos mais premiados mundialmente; a Vancouver Biennale, Canada (2014); o MOCA – Museum of Contemporary Art, em Los Angeles (2011); o MOT – Museum of Contemporary Art Tokyo, em Tóquio, Japão (2008) e a Tate Modern, em Londres, Reino Unido (2008), onde os artistas pintaram a fachada, e a Trienale de Milão (2006), entre outros. Ao longo de sua carreira, os irmãos também receberam convites para criar para os principais espaços públicos de mais de 60 países, incluindo Suécia, Alemanha, Portugal, Austrália, Cuba, Estados Unidos – com destaque para os telões eletrônicos da Times Square, em Nova York (2015) –, entre outros.

Gustavo e Otávio sempre tomaram o espaço urbano como lugar de vivência e de pesquisa desde o início de sua produção, em meados da década de 1980. Os artistas partiram de uma forte imersão na cultura hip hop, que havia chegado ao Brasil no momento em que os irmãos começaram a produzir, e da influência da dança, da música, do muralismo e da cultura popular para desenvolver um estilo singular, com atmosfera alegre, que acabou se tornando um emblema dos espaços urbanos pelo Brasil e pelo mundo.

Seus trabalhos contam histórias – às vezes autobiográficas – cujas tramas envolvem fantasia, relações afetivas, questionamentos, sonhos e experiências de vida. OSGEMEOS mantém seu ateliê, até hoje, no Cambuci, antigo bairro de operários e imigrantes na região central de São Paulo, no qual passaram sua infância e juventude. A partir da década de 1990, suas experimentações – não só em graffiti, mas também pintura em telas e esculturas estáticas e cinéticas – ultrapassaram os limites bidimensionais, culminando na construção de um universo próprio que opera entre o sonho e a realidade.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção asiática da América Latina. No total, o acervo conta com mais de 9 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo e Moinho Anaconda. (Divulgação: Museu Oscar Niemeyer - MON)

Serviço:
“OSGEMEOS: Segredos”
Produção original da Pinacoteca de São Paulo
A partir de 18 de setembro
Museu Oscar Niemeyer (MON)
VENDA DE INGRESSOS exclusivamente on-line, pela plataforma Inti.

Olho, Torre do Olho e espaços externos
De terça a domingo, das 10h às 18h
www.museuoscarniemeyer.org.br

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