Blog da Condessa

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Na avaliação de 73% dos pediatras, as crianças estão deixando de ser vacinadas durante a pandemia de coronavírus. O dado faz parte da pesquisa divulgada no último dia 19 pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Federação Brasileira de Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Foram ouvidos por formulário online 1.525 médicos de todos os estados brasileiros.

Segundo a presidente da SBP, Luciana Rodrigues Silva, muitas crianças não têm sido vacinadas por falta de informação das famílias e medo de contaminação pelo vírus da covid-19. Ela alerta que a redução da imunização pode aumentar os riscos de doenças que foram eliminadas ou tem baixa prevalência atualmente. “Nós não queremos que doenças que já estão erradicadas ou diminuíram muito voltem a nos assustar”, enfatizou sobre a importância do cumprimento do calendário vacinal mesmo durante o período de quarentena.

De acordo com a pesquisa, 70% dos médicos dizem que as famílias têm medo de se contaminar ou infectar as crianças com o novo coronavírus em consultas presenciais. Nesse sentido, 82% dos médicos relataram um aumento dos atendimentos por telefone, aplicativos de mensagem e outras formas de comunicação à distância.

Alterações no comportamento

Perceberam alterações comportamentais nas crianças, 88% dos médicos. Em 75% das situações, os profissionais notaram alterações de humor. Para Luciana, o isolamento social traz prejuízos ao desenvolvimento das crianças. “Foi prejudicial não só para a maior irritabilidade, perda de atenção, como maior tempo de tela, em frente aos computadores, celulares, como maior número de obesidade das crianças”, explicou.

Como forma de minimizar esses problemas, a presidente da SBP diz que os pediatras devem orientar às famílias. “Como envolver as crianças nas atividades domésticas, como fazer atividade física, como fazer estímulos comportamentais para que o desenvolvimento das crianças não seja comprometido”.

A maior parte dos pediatras (63%) afirmaram que trabalham sem infraestrutura e equipamentos de segurança adequados. “Nós temos no serviço de saúde alguns lugares que tem todos os equipamentos, estrutura física para atender pacientes da covid-19, com profissionais de saúde adequadamente vestidos e protegidos. Mas isso não ocorre em todas as unidades, como deveria ocorrer, sobretudo nas instituições públicas”,destacou Luciana.

Exames no pré-natal

Em relação aos ginecologistas e obstetras, mais da metade (52%) perceberam um atraso das gestantes em fazer os exames no pré-natal e 46% disse que as mulheres tiveram dificuldade em fazer os exames, além de 8% que simplesmente deixou de fazer os procedimentos.

Para o presidente da Febrasgo, César Fernandes, isso é preocupante e pode atrapalhar tratamentos necessários aos bebês. “A sífilis congênita é um mal que nós praticamente não considerávamos há uma década. Aumentou o número de sífilis congênita no Brasil de forma vergonhosa, mais de 1.000% do início dos anos 2.000 para agora. E você tem que fazer o diagnóstico antes de 14 semanas de gestação para efetuar um tratamento apropriado”, exemplificou sobre a necessidade dos exames no período pré-natal. (Fonte: Agência Brasil)

 

Grupo Pereira vai dobrar doações do programa que existe desde 2007, dobrando também o número de instituições atendidas

O Grupo Pereira, através das bandeiras Comper e do Fort Atacadista, lança, a partir deste mês, o programa Troco em Dobro. Até dezembro, a empresa vai doar exatamente o mesmo valor arrecadado no já tradicional Troco Solidário e dobrar também o número de instituições atendidas.  O valor total das doações do programa apenas no segundo semestre deve passar de R$ 2 milhões. O objetivo é beneficiar entidades que sofreram com a redução do investimento social em função da pandemia de Covid-19 no Brasil. 

Desde 2007, o Troco Solidário, programa que convida o cliente a arredondar o seu troco no final de cada compra, já doou mais de R$ 11 milhões de reais para 365 instituições de caridade, impactando e promovendo a melhoria da qualidade de vida de mais de 250 mil pessoas, nos estados em que o Grupo está  presente. Os centavos viraram milhões de reais. 

“Os nossos clientes são os responsáveis pela doação espontânea do arredondamento de seus trocos. Essa ação muda a vida de milhares de pessoas e por isso agradecemos muito. Os clientes são o pilar desse programa”, diz Beto Pereira, presidente do Grupo Pereira.

Além de ajudar as instituições, a ideia do “Troco em Dobro” é fomentar ainda mais o espírito solidário entre os clientes. “Neste momento difícil pelo qual passa o Brasil e o mundo nada mais justo do que somarmos esforços e, neste período de distanciamento social, nos aproximarmos ainda mais daqueles que precisam da nossa ajuda levando o que eles mais precisam para organizar o dia a dia de cada instituição”, completa Beto.

Com a iniciativa do Troco em Dobro, o Grupo Pereira doará para uma instituição a mais em cada região onde atua, sendo que o valor arrecadado revertido para a instituição já cadastrada será o mesmo que a empresa doará para esta outra nova instituição social. 

Desta forma a empresa continua promovendo a união de forças, facilitando o dia a dia do doador e promovendo entregas a entidades idôneas que cuidam de pessoas em situação de vulnerabilidade. A soma dos esforços faz toda a diferença.

 

Segundo o diretor social da Associação de Pais e Amigos Excepcionais (APAE-Cuiabá), Oswaldo Junior, o evento Almoço Solidário que acontece no próximo domingo (26/8) no sistema drive thru foi idealizado com o propósito de arrecadar recursos para cobrir as despesas da entidade. “A ideia é levantar verbas para custear gastos que mesmo nesse período de pandemia, continuam”, disse.

Interessados em participar e colaborar devem realizar o pagamento antecipado na Conta: 34603-9 Agência 0046-9 / Banco do Brasil - CNPJ: 03.488.590/0001-31. Na sequência, a pessoa envia o comprovante no e-mail institucional Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. com nome e telefone. No ato da entrega suas informações e a quantidade estarão disponíveis com os voluntários. Mais informações pelo telefone  (65) 3322-8853.

O local de retirada será na sede da APAE/Cuiabá, localizada na Rua Major Gama, nº 600, bairro Centro Sul.

Já no cardápio, destaque para a culinária cuiabana: Maria Isabel com farofa de banana e feijão empamonado. O custo do almoço é R$ 20.
“Com todo o cuidado que o momento requer, inclusive na distribuição. A meta é atingir 300 refeições”, observa o diretor.

A APAE Cuiabá atende 130 pessoas com deficiência intelectual e múltipla. Devido à pandemia, as atividades estão paradas e sem previsão de retorno.

 

Governo regulamenta liberação de R$ 3 bilhões para setor

O governo federal regulamentou as ações emergenciais destinadas ao setor cultural durante a pandemia de covid-19, conforme previsto pela Lei Aldir Blanc, sancionada em junho. O decreto foi publicado no último dia 18  no Diário Oficial da União e traz as regras para a aplicação dos R$ 3 bilhões de recursos federais liberados para estados, municípios e Distrito Federal para o pagamento de subsídios e auxílio emergencial a trabalhadores do setor.

A Lei nº 14.017/2020, que instituiu o auxílio financeiro, foi chamada de Lei Aldir Blanc em homenagem ao escritor e compositor de 73 anos, que morreu após contrair covid-19, em maio, no Rio de Janeiro. O setor cultural - cinemas, museus, shows musicais e teatrais, entre outros - foi um dos primeiros a interromper atividades como medida de prevenção à disseminação do novo coronavírus no país.

O texto da lei prevê o pagamento de três parcelas de um auxílio de R$ 600 mensais para os trabalhadores da área. Ele deverá ser prorrogado no mesmo modelo que o auxílio emergencial concedido pelo governo federal aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados.

Para receber o benefício, os trabalhadores da cultura deverão comprovar, de forma documental ou autodeclaratória, terem atuado social ou profissionalmente nas áreas artística e cultural nos 24 meses imediatamente anteriores à data de publicação da lei. Eles não podem ter emprego formal ativo ou receber benefício previdenciário ou assistencial, ressalvado o Bolsa Família.

Além disso, os trabalhadores devem ter renda familiar mensal per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos, o que for maior; e não ter recebido, em 2018, rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70.

O recebimento dessa renda emergencial está limitado a dois membros da mesma unidade familiar e a mulher chefe de família receberá duas cotas. O trabalhador que já recebe o auxílio emergencial do governo federal não poderá receber o auxílio cultural.

Subsídios

Os espaços artísticos e culturais, microempresas e pequenas empresas culturais, cooperativas e organizações comunitárias que tiveram as atividades interrompidas receberão um subsídio entre R$ 3 mil e R$ 10 mil, de acordo com critérios estabelecidos pelos gestores locais. Em contrapartida, após a reabertura, os espaços beneficiados deverão realizar atividades para alunos de escolas públicas, prioritariamente, ou para a comunidade, de forma gratuita.

Os beneficiários deverão prestar contas até 120 dias após o recebimento da última parcela do subsídio mensal. Não poderão receber o subsídio espaços culturais criados pela administração pública de qualquer esfera, bem como aqueles vinculados a grupos empresariais e espaços geridos pelos serviços sociais do Sistema S.

Trabalhadores do setor cultural e microempresas e empresas de pequeno porte também terão acesso a linhas de crédito específicas para fomento de atividades e aquisição de equipamentos e a condições especiais para renegociação de débitos, oferecidas por instituições financeiras federais. Os empréstimos deverão ser pagos em até 36 meses e terão carência de 180 dias após o fim do estado de calamidade pública decretado em razão da pandemia.

Regras de repasse

Os gestores locais poderão ainda realizar editais, chamadas públicas ou outros artifícios, para a manutenção e o desenvolvimento de atividades de economia criativa e economia solidária, cursos, manifestações culturais, produções audiovisuais, bem como atividades artísticas e culturais que possam ser transmitidas pela internet ou por meio de plataformas digitais. De acordo com o decreto, ao menos 20% dos R$ 3 bilhões deverão ser destinados a essas ações.

Os valores que cada ente da federação receberá será proporcional à população e de acordo com os critérios de rateio dos fundos de Participação dos Municípios e dos Estados e do Distrito Federal. Os recursos serão transferidos por meio da Plataforma +Brasil, do Ministério do Turismo.

O prazo para publicação da programação ou destinação dos recursos será de 60 dias para os municípios e de 120 para os estados e o Distrito Federal, a partir da data de recebimento dos recursos. Caso os municípios não cumpram o prazo, os valores serão revertidos para distribuição pelo governo estadual. E nesse caso, os recursos não utilizados em 120 dias deverão ser devolvidos à União no prazo de dez dias.

A aplicação dos recursos está limitada aos valores liberados pelo governo federal. Caso prefeitos e governadores queiram aumentar o valor dos benefícios repassados, deverão fazer a complementação com recursos próprios. (Fonte: Agência Brasil)

 

Quarta, 19 Agosto 2020 05:00

“Solidão, solitude, felicidade”!

O Master Practitioner em  Programação Neurolinguística  (PNL) e Coach Criacional,  Luca Azevedo, 33, mora em Chapada dos Guimaraes e atualmente atua como coach para solteiros.

Todas as quintas-feiras às 16h tem live no @luca.azevedo.pnl e no seu canal do Youtube. Até agora Luca já realizou quatro lives.  Contou sua história e falou sobre felicidade, alegria, limites interpessoais, solidão, solitude, planejamento de vida, planejamento da semana e sobre o uso da PNL no dia a dia, sempre dando enfoque nesses assuntos para uma vida de solteiro feliz. “Muitas pessoas começaram a me procurar para ajudá-las com questões de relacionamentos e felicidade. Percebi, na sequência, que eu gostaria de democratizar essas informações. Então, ao invés de eu falar apenas para quem pudesse pagar por uma sessão, fazia mais sentido no meu propósito de vida fazer isso numa live para que as pessoas interessadas pudessem aprender, sem depender de falar diretamente comigo”, ponderou o profissional.

Já a escolha dos referidos temas se dá conforme as pessoas o procuram para tirar dúvidas e perguntar sobre um determinado assunto. “Aí eu me programo de acordo com a demanda. Na minha primeira live eu ensinei uma técnica de PNL chamada Âncora Slide. Mostrei que, em menos de 10 segundos, qualquer pessoa consegue mudar o seu estado atual negativo para um estado positivo. Como por exemplo, ficar alegre, ficar concentrado, ficar curioso”, frisou ele.

Para Luca, ser um  Master Practitioner representa ser dono e ter o poder sobre os próprios pensamentos, sentimentos e atitudes.

Segundo ele, para decidir bem é preciso antes de tudo ampliar o mapa, que na prática, conforme Luca, significa aumentar o número de opções. “Por exemplo, se alguém me dá uma fechada no trânsito e eu só tenho como opções buzinar ou xingar a pessoa, isso é o que chamamos de um mapa pobre com apenas duas possibilidades. A ampliação seria, ‘hum essa pessoa está com muita pressa e pode ser que ela esteja numa emergência médica, vou deixar isso pra lá’. Ou ainda ‘Como eu controlo meus pensamentos, não vou me deixar irritar pelas atitudes de outra pessoa. Vou me manter calmo’, e assim por diante”, avalia Luca.

Para o coach criacional, a relevância de planejar e organizar a vida significa tomar as rédeas da própria vida, decidir o que fazer, pra onde vai, com quem quer se relacionar, e assim poder escolher caminhos que lhe tragam mais felicidade.

“Gosto da frase que diz o seguinte: Se você não sabe pra onde está indo, qualquer caminho serve. Quem decide pelo ‘deixa a vida me levar, vida leva eu’ fica resignado a aceitar o que o caos da vida traz, e escolhe não ter controle sobre o seu destino”, observou Luca.

Conforme o coach para solteiros, a felicidade é um caminho singular e cada pessoa é um universo. “As coisas que me fazem feliz, não são as coisas que te fazem feliz. É condição para um possível relacionamento feliz um dia que as duas pessoas sejam felizes solteiras e se sintam completas. Ninguém pode dar a outro o que não tem. Então se eu quero trocar felicidade com alguém, primeiramente eu preciso aprender a ser feliz solteiro”, ressaltou.

Para Luca um instante feliz é um momento que a gente gostaria que não acabasse tão cedo. Que a gente gostaria que durasse mais, ou, que se repetisse mais vezes. “Uma vida feliz é uma vida cheia desses momentos de felicidade”, conclui.

A próxima live de Luca falará sobre “Decidir pela minha felicidade é uma atitude egoísta?”.

 

Documento comprova regularidade de propriedade rural

Começa no último dia 17, a emissão do Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR) de 2020. É por meio desse documento que se comprova a regularidade do imóvel rural no Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR), base de dados do governo federal, gerenciada pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Para que o documento seja válido, é necessário que a Taxa de Serviços Cadastrais esteja quitada, o que pode ser feito na rede de atendimento do Banco do Brasil até o dia 15 de setembro. De acordo com o Incra, o valor é diferenciado conforme o tamanho da área. Caso a quitação não ocorra até a data limite, haverá cobrança de multa e juros.

A solicitação do documento pode ser feita por meio de computadores, smartphones, tablets, salas da Cidadania e unidades municipais de Cadastramento. A impressão do certificado é inviabilizada se as informações fornecidas divergirem daquelas constantes no SNCR.

“O interessado deve retificá-las por meio da Declaração para Cadastro Rural (DCR) e, com isso, o próprio sistema gera novo certificado com a Guia de Recolhimento da União (GRU) e valores atualizados”, informa o Incra em nota.

É com base nas informações dos cerca de 6,54 milhões de imóveis rurais espalhados pelo país, o que abrange, além da titularidade e localização, dados sobre o uso do imóvel, que as autoridades ampliam os conhecimentos sobre a malha fundiária brasileira, de forma a melhor gerenciá-la.

“Sem a apresentação do documento em cartório, não há como legalizar transferências, arrendar, hipotecar, desmembrar, remembrar ou realizar a partilha de qualquer imóvel rural”, explica o diretor de Governança Fundiária do Incra, Humberto Maciel.

A emissão eletrônica do CCIR poderá ser feita pela internet, a partir de banner  publicado no site do Incra e ainda na Sala da Cidadania Digital. Outra opção é utilizar as plataformas Google Play ou App Store para baixar o aplicativo “SNCR-Mobile” em dispositivos móveis.

De acordo com o Incra, quem não tem acesso à internet contará com o serviço nas salas da Cidadania das superintendências regionais do instituto, unidades avançadas da autarquia ou em uma Unidade Municipal de Cadastramento (UMC), instalada em parceria com prefeituras.

O Ministério da Educação (MEC) informou que vai disponibilizar acesso à internet para alunos de universidades e de institutos federais em situação de vulnerabilidade social, para que possam acompanhar as aulas durante o período de isolamento social adotado para evitar a disseminação do novo coronavírus.

A princípio serão beneficiados 400 mil alunos com renda familiar inferior a meio salário-mínimo, mas a ideia é que esse número chegue a 900 mil alunos cuja renda familiar seja de até 1,5 salário-mínimo.

A medida foi anunciada hoje (17) em coletiva de imprensa online. De acordo com o MEC, a expectativa é de que a benefício abranja 797 municípios com campi de Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) e Institutos Federais (IF).

Ao fazer o anúncio, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, disse que a demora para se implementar a medida, após cinco meses de isolamento em decorrência da pandemia do novo coronavírus, se deve à burocracia interna do Estado.

Aos 400 mil alunos com renda familiar de até meio salário-mínimo serão disponibilizados bônus de dados móveis que serão gerenciados pela instituição de ensino. Eles terão validade de 90 dias e os créditos serão de 10 gigabytes a 40 gigabytes. Há também a possibilidade de fornecimento de pacotes de dados móveis por meio de chips pré-pagos, que terão validade de 30 dias e créditos de dados que variam de 5 gigabytes a 40 gigabytes.

Ainda segundo a pasta, a solução encontrada “demonstra a viabilidade para um modelo de inclusão nos domicílios de alunos e professores em banda larga fixa e móvel a partir de 2021”. (Fonte: Agência Brasil)

 

 Limitados pelas restrições impostas pelo isolamento social da pandemia do novo coronavírus, os consumidores brasileiros tiveram que se adaptar, e os comerciantes e empresários que dependem deles também. 

Uma nova pesquisa feita pelo Sebrae, revelada com exclusividade à Agência Brasil, mostra que microempreendedores individuais, micro e pequenas empresas de 18 estados brasileiros mudaram procedimentos e hábitos já estabelecidos em seus negócios para tentar manter o ritmo econômico durante a pandemia. Segundo o estudo, o foco dos consumidores em relacionamentos online veio para ficar.

Os dados são da pesquisa “Pequenos Negócios e o Enfrentamento da Crise do Coronavírus”, um levantamento qualitativo realizado em duas etapas - entre abril e junho deste ano - em 11 segmentos empresariais, majoritariamente formados por microempresas (54% do total de pesquisados). Os ramos de atuação foram: varejo, alimentação, moda, beleza e turismo.

A pesquisa destaca a digitalização dos negócios, mas também mostra que vários ramos, como o de moda, adotaram uma abordagem “híbrida”, com fortalecimento de experiências presenciais e o intenso uso de canais online em vendas e relacionamento com o mercado.

Empresários do ramo de alimentação afirmaram que ainda estão procurando o modo mais viável de realizar negócios mostrando para os clientes que as medidas sanitárias necessárias para afastar o perigo de contágio do novo coronavírus estão sendo tomadas.

Turismo virtual

Para o turismo, pequenas experiências em roteiros regionais tendem a movimentar a economia. Atividades e pontos turísticos ao ar livre, em grupos reduzidos, são o foco de empresários do setor. Os tours virtuais também se consolidaram, e apresentam boa resposta dos consumidores nas redes sociais. Uma experiência chamada “QuarenTour Colaborativo” leva visitantes a lugares turísticos da cidade do Rio de Janeiro. Os clientes são convidados a colaborar com valores entre R$ 10 e 20 para ajudar nos custos da empresa, que não está funcionando normalmente por causa da pandemia.

“A ideia surgiu como uma forma de manter o relacionamento com nosso cliente e de nos manter no mercado. A participação tem sido boa e as pessoas têm contribuído”, informou Gabriela Palma, sócia da empresa Sou + Carioca, que guia os passeios virtuais.

A empresa também tem realizado lives com a participação de especialistas de diversas áreas e lançou um e-book com sugestões de 50 lugares diferentes para conhecer no Rio de Janeiro com vendas disponíveis por meio de plataforma online. “Estamos preparados para retornar com tranquilidade, assim que possível. Sabemos que o turismo local tem boas expectativas na retomada e como já trabalhamos com isso há cinco anos, temos tudo pronto para atender nosso cliente”, destacou.

 

A Gtex Brasil realizou mais de R$1 milhão em doação de itens de higiene e limpeza às pessoas em situação de vulnerabilidade social - em diversas partes do Brasil - o que gerou cerca de 120 toneladas em produtos - em SP, RJ e MT. Em Mato Grosso, doações de Álcool em Gel para o Lar de Idosos São Vicente de Paulo, em Várzea Grande. A unidade de Cuiabá - que produz Álcool em Gel 70 Urca, Água Sanitária Urca, Amaciantes Urca e Baby Soft, Multiuso e Desinfetante Urca - ganhou 12 novos profissionais.

“Selecionamos projetos com atuações próximas de nossas plantas com o objetivo de priorizar o atendimento à comunidade, de forma que isto impactasse as famílias dos nossos colaboradores. Priorizamos asilos e entidades de saúde”, afirma Talita Santos, diretora Executiva da Gtex Brasil.  A empresa  comunica a doação de R$ 1 milhão em produtos de higiene e limpeza e as contratações de mais de 170 pessoas para o combate à pandemia do novo coronavírus.  A ação, que faz parte do pilar de responsabilidade social do grupo, distribuiu sabões, desinfetantes e o novíssimo álcool em gel para Lares de Idosos, comunidades carentes e famílias e pessoas em situação de vulnerabilidade

Em 2020 a Gtex Brasil completa 47 anos no mercado de higiene e limpeza, oferecendo soluções para famílias de todo o Brasil em cuidados para a casa e para roupas. E o que seria uma comemoração festiva, se transformou numa das maiores ações de responsabilidade social diante da pandemia do novo coronavírus.
Fundada por José Domingues e sua esposa, Neiva Santos, a Gtex, juntamente de sua equipe, criou uma atuação baseada em pilares consolidados - feita de dentro para fora, ou seja, envolvendo cada setor, impactando todos os colaboradores de todo o grupo – que alcançou primeiramente as comunidades do entorno de cada fábrica e se alastrou pelas mais diversas regiões do Brasil, alcançando, assim, uma boa parcela da sociedade. E foi por meio de ações de alto impacto social que a Gtex Brasil contabilizou o valor de R$ 1.000.000,00 em doações realizadas entre os meses de abril e julho.
A primeira decisão veio ainda em março, quando foi anunciada a quarentena pelos órgãos municipais e estaduais. A Gtex Brasil prontamente colocou seus colaboradores em home office, garantindo a segurança não só deles, como das suas famílias. A seguir, o grupo antecipou o lançamento do Álcool em Gel 70° INPM Urca, que tinha previsão de produção e distribuição apenas para o segundo semestre.
“Tratava-se de uma situação tão atípica que não haveria outra saída senão levar à sociedade produtos que pudessem colaborar para a manutenção de suas vidas. Com isso, fizemos um esforço imenso no sentido de iniciar do zero a produção de álcool em gel, uma categoria que ainda não tínhamos entre nossas linhas”, afirma Talita Santos, Diretora Executiva da Gtex Brasil. Com o início de uma nova produção, o Grupo abriu vagas, contratando pessoas das comunidades e familiares de seus empregados, além de garantir o abastecimento contínuo dos 220 produtos, tão essenciais para este momento de pandemia.
Solidariedade aos mais vulneráveis
Além de lançar produtos, a Gtex Brasil criou uma estratégia de doações de sabões, desinfetantes e dos recém-lançados álcool em gel 70 INPM e álcool líquido 70 INPM, todos da marca Urca, para Lares de Idosos, comunidades carentes, e famílias e pessoas em situação de vulnerabilidade desde que a quarentena começou.  Ao todo, mais de mais de 120 toneladas foram destinadas aos mais necessitados, de diversas partes do Brasil.
“Selecionamos projetos com atuações próximas de nossas plantas com o objetivo de priorizar o atendimento à comunidade, de forma que isto impactasse as famílias dos nossos colaboradores. Priorizamos asilos e entidades de saúde”, afirma Talita.  “Diante de um cenário tão desafiador, no qual as preocupações e os medos vão da saúde à economia, e seguindo o posicionamento da Gtex Brasil, vimos a necessidade não só do lançamento de novos produ tos, mas também de como podíamos auxiliar os que não podem adquiri-los, por melhor que seja o custo-benefício”, completa José Domingues, CEO e fundador do Grupo.

 

A baixa umidade do ar leva o nosso corpo a um aumento do risco de desidratação e de infecções.

A população mato-grossense, em especial os moradores da capital, está sofrendo com o calor, tempo seco, umidade baixa e fumaça – típicos desta época do ano. Apesar de já estarmos acostumados com esta situação, os efeitos dos fatores climáticos é sempre um incômodo, já que a qualidade do ar fica prejudicada, provocando sintomas como tosse, ardência nos olhos, boca seca e dificuldades de respirar.

A situação é ainda mais preocupante diante da pandemia do novo coronavírus, pela qual estamos passando.

De acordo com médico do trabalho do Serviço Social da Indústria (Sesi MT), Ediney Espínola da Costa, a baixa umidade do ar leva o nosso corpo a um aumento do risco de desidratação e de infecções. “Essa desidratação ocasiona dor de cabeça, rinites alérgicas, sangramento nasal, garganta seca e irritada, sensação de areia nos olhos que ficam vermelhos e congestionados, ressecamento da pele, cansaço”.

A principal recomendação para os dias secos é tomar bastante água, o que pode ajudar a aliviar a irritação na garganta.

“É de suma importância hidratação no mínimo 3 litros de água por dia - 1 copo por hora. Usar umidificador ou bacia com água e ou toalhas molhadas. Usar colírios hidratantes, evitar ficar muito tempo em aparelhos celulares ou computadores, principalmente em ambientes condicionados”, frisa.

O médico aponta ainda que, se possível, as pessoas com muita irritação de vias aéreas (rinite, sangramento, irritação de garganta, etc.) ou que tenham comorbidades, como bronquite, asma, etc., devem realizar inalação com soro fisiológico. Além disso, também é importante usar soro fisiológico para lavar e umidificar as vias aéreas através de instilação nasal.

“Pessoas que usam lentes de contato devem usar com mais frequência colírios hidratante e/ou lágrima artificial. Outra dica é evitar exercício físico ou exposições ao ambiente nos períodos quando a umidade estiver muito baixa”.

Nutrição

A nutricionista do Sesi MT, Roberta Sanches, reforça que a nutrição adequada auxilia na prevenção e ameniza os sintomas e que consumir alimentos saudáveis como frutas, verduras e legumes é essencial, além de manter a hidratação.

“Beber muita água. Carregue uma garrafinha com você e em todo ambiente que freqüentar. Se o seu problema é o esquecimento, deixe lembretes no celular a cada meia hora, assim sempre será lembrado de beber água. Adote rotinas estratégicas, por exemplo, ingerir água sempre nos mesmos momentos: ao acordar, sair de casa, chegar ao trabalho, antes do almoço, após o almoço, antes do jantar e antes de dormir”.

A especialista indica ainda o consumo de chás – que são ótimos substitutos da água. “A infusão com ervas sem adoçar, além de trazer os benefícios dos princípios ativos da planta também hidrata e não traz calorias. E ainda podem ser consumidos frios, e também com frutas: os chamados suchás (suco + chá).

“Aposte em preparações mais úmidas que levem bastante água, assim como sucos de frutas naturais sem adição de açúcar, gelatinas, frutas, legumes e verduras, sopas ralas frias e quentes. Esses alimentos não substituem a água, apenas dão um suporte na sensação do calor ou da falta de umidade no ar”, informa.

Confira as dicas para refrescar

Suchá de erva-doce com limão

Ingredientes

200 ml de chá de erva doce

1 pedaço pequeno de gengibre

100 ml água de coco

Suco de um limão

Folhas de hortelã

Modo de preparo

Bata todos os ingredientes no liquidificador e sirva!

Que tal um picolé de frutas para o calor?

Picolé refrescante de Melancia com Gengibre

Ingredientes

3 xícaras de suco de melancia bem madura (tire a semente antes de bater)

6 folhas de hortelã

1 colher de chá de gengibre

Modo de preparo

Bata tudo no liquidificador. Depois despeje nas forminhas de picolé e leve ao freezer.

Atenção!! Outros líquidos não substituem a água, como refrigerantes, sucos industrializados e concentrados, bebidas levemente gaseificadas, chás de lata e adoçados com açúcares.

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