Blog da Condessa

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Pesquisa começou em março e já ouviu 1.186 brasileiros

Uma pesquisa sobre o comportamento dos brasileiros durante o isolamento social mostra que as pessoas que deixaram o isolamento para se entreter, apresentaram piores níveis de adoecimento mental do que aquelas que continuaram em quarentena. O isolamento social foi uma das medidas adotadas por governos estaduais e municipais para conter o avanço da pandemia do novo coronavírus.

“A pessoa que permaneceu em quarentena parece ter mais recursos emocionais, cognitivos, para ficar confinada, em comparação com aquelas pessoas que flexibilizaram para o entretenimento”, disse o coordenador da pesquisa, professor Alberto Filgueiras, do Instituto de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

O estudo começou em março e está agora na terceira fase, de análise de dados. Os resultados da terceira fase, realizada entre os dias 20 e 25 de junho, deverão ser divulgados até o final deste mês, prevê Filgueiras.

Outro dado interessante é que pessoas que precisam sair para trabalhar costumam adoecer mais, do ponto de vista mental, do que aquelas que permanecem trabalhando de casa. “O advento do home office é protetivo do ponto de vista de saúde mental, comparado com pessoas que precisam sair para trabalhar”, apontou Filgueiras. Motoristas de ônibus, entregadores, profissionais de saúde que estão na linha de frente, todos apresentam quadros piores de sintomas de doenças mentais, completou.

Etapas

Participaram das duas fases anteriores do estudo, realizadas de 20 a 25 de março e de 15 a 20 de abril, 1.460 pessoas de 23 cidades de nove estados brasileiros, que responderam a um questionário 'online' com mais de 200 perguntas. A pesquisa é coordenada pelo professor Filgueiras, do Laboratório de Neuropsicologia Cognitiva e Esportiva (LaNCE), em parceria com doutor Matthew Stults-Kolehmainen, do Yale New Haven Hospital, dos Estados Unidos.

Nessa terceira fase, foram entrevistados 1.896 brasileiros de 16 estados, dos quais apenas 120 participaram das etapas anteriores. Segundo Filgueiras, não houve queda do nível de adoecimento mental em relação a abril. Nas duas etapas anteriores, as ocorrências de ansiedade e estresse apresentaram aumento de 80%. 

Embora ainda não possa afirmar com precisão, Filgueiras disse que “se a gente pensar que os dados de março são dados parecidos com a prevalência na população brasileira, além de ter dobrado desse momento para abril, provavelmente ainda teve um aumento para junho. Isso significa que nós estamos com duas vezes, pelo menos, mais pessoas doentes mentalmente do que comparado fora da pandemia. Isso é uma situação bem grave”.

Depressão

Alberto Filgueiras analisou que os casos de depressão, por exemplo, podem ter consequências graves. A mais básica delas é o suicídio. “É a ocorrência mais comum nos casos de depressão agudizada, quando ela está bem evoluída, além de dificuldades de trabalhar, de lidar com situações da vida. A pessoa perde a capacidade de fazer coisas básicas, como tomar banho, ela perde energia para trabalhar, para fazer as coisas, como se a vida fosse insossa para o deprimido”.

Os casos de ansiedade e estresse, por sua vez, podem resultar em doenças cardíacas, coronarianas, possíveis enfartes, gastrites, problemas estomacais, obesidade, anemia. “A alimentação fica desbalanceada. Muita coisa pode ser causada por esses quadros de ansiedade e estresse que a gente está observando”. Filgueiras afirmou que, muitas vezes, isso é tratado como se fosse um problema físico quando, na verdade, se trata de um problema de ordem mental que não está sendo detectado. “Isso é comum de acontecer”.

Os dados de março e abril revelaram que as mulheres são mais propensas do que os homens a sofrer com estresse e ansiedade durante a quarentena. Mas quem recorreu à psicoterapia pela internet apresentou índices menores desses dois problemas. (Fonte: Agência Brasil)

 

A cantora e psicóloga Vera Capilé tem uma trajetória expressiva na música mato-grossense. Os ambientes musicais por onde circulou sempre foram de harmonia e respeito às diferenças. A diversidade das próprias produções provoca um encontro de geografias, gerações e tradições musicais, sem perder de vista o compromisso com a representatividade. Uma variedade de experiências no universo da música. Nesta entrevista, ela conta sua trajetória, sua relação com o canto influenciada pelo pai e o gratificante processo de divulgar a música regional de Mato Grosso além das fronteiras.

Blog da Condessa - Como surgiu a música na sua vida?

Vera Capilé -Nasci numa família musical. Meu pai, Sinjão Capilé, foi meu grande maestro, professor, incentivador.

Blog da Condessa -Comente, por favor, sobre o impacto da pandemia no cenário artístico.

Vera Capilé -A pandemia afetou muito a classe artística. Tanto que muitos músicos passam necessidades básicas, e os que podem estão tentando suprir com alimentos.

Blog da Condessa - Estavas com projetos em andamento, antes de iniciar o distanciamento social?

Vera Capilé - Sim. Tinha projetos com o Coro Experimental, do qual faço parte desde 2017. Eram vários shows agendados. Tinha na agenda também show com minha parceira querida, Wanessa Dias. Pauta no Sesc Arsenal que foi suspensa. 

Blog da Condessa - Quando e como foi a sua estreia como artista musical?

Vera Capilé - Minha estreia como cantora foi em festas da família. Sinjão Capilé tocando e eu cantando. Como o mestre era ele, cantava serestas, guarânia, polkas paraguaias, valsas. Desde muito cedo aprendi a cantar em português e castelhano. Nasci em Dourados (MS), muito próximo à fronteira do Paraguai. Quando viemos para Cuiabá, a família toda, deparei-me com a cultura rica daqui.  Que maravilha. Fui para a rádio A Voz d' Oeste. Ali tinha um programa só meu. Voz e violão. Serestas na Noite. Foi mágico. Tinha até fãs. Isso aos 15, 16 anos. Alves de Oliveira era o diretor da rádio. Grande incentivador. Foi nessa época que recebi convite para ir gravar na RCA Victor. Mamãe, dona Roma, não deixou. Grande decepção. Eu era muito jovem. Ela, grande guardiã.

Blog da Condessa - Muitas adversidades no início da carreira?

Vera Capilé - Tive adversidades, mas também muita satisfação no que me propunha a fazer. Assim, quando se apresentou a oportunidade para gravar o primeiro CD, com a base sólida da viola de cocho, não hesitei. Gravei no estilo música de raiz, cirandas. 

Blog da Condessa - Além do talento, a técnica é relevante?

Vera Capilé - Em 2004, com 55 anos, vi a necessidade de cuidar melhor de minha voz. Procurei André Vilanni, ótimo preparador vocal, que me deu segurança pra alçar vôos mais longos. Ele me aconselhou buscar uma fonoaudióloga.  Desde então sigo com Cristiane Puertas, preparadora vocal e cantora. Não adiantava só o talento, precisava e preciso até hoje da técnica para manter a voz.  Quero que a voz siga a minha vida.

Blog da Condessa - Tua música já atravessou fronteiras?

Vera Capilé - O primeiro CD, Um canto de amor a Cuiabá, foi dirigido por Habel dy Anjos. Depois gravei o segundo, Flor de Laranjeira, dirigido pelo maestro Fabrício Carvalho e pelo grande músico Orlando Brito. Com estes dois trabalhos, rompi fronteiras de Mato Grosso e do Brasil.

Blog da Condessa - Ao longo da carreira, muitas premiações? Alguma em destaque pela relevância?

Vera Capilé - Em 2019 fiz 70 anos. Comemorei com um show bem a meu gosto. Fiz um show no teatro Anderson Flores, que lotou! Recebi muitas premiações, comendas, aplausos. De Ordem do Cavalheiro a Honra ao Mérito. São todas muito importantes. E, ressalto, que sou Cidadã Cuiabana por mérito. Só falta ser cidadã Mato-grossense.

Blog da Condessa - Na sequência, o que comemorar?

Vera Capilé – Em setembro teremos Ixpia, o Festival na sua segunda edição. Mais de 100 artistas se apresentando gratuitamente para elevar a alma de quem assistir. E é assim que vejo a música, a arte. Como caminho de cura.

Blog da Condessa - Qual ou quais os artistas que exerceram maior influência na sua música?

Vera Capilé - Me casei cedo. Nem fui estudar. Aqui, só Direito e Pedagogia. Sempre quis Psicologia. Muito tempo depois, ingressei na faculdade de Psicologia. Sou psicóloga com especialização em Gerontologia. Em 1996, incentivada por Liu Arruda, Ernani Calhao ( amigos) e Waldir Bertulio ( companheiro ), voltei para os palcos. Desde o início tive a parceria de Habel dy Anjos, que com a viola de cocho colocava minha voz em pódios nunca imaginados.

Blog da Condessa - O artista vê o mundo de uma forma diferente?

Vera Capilé  - Justamente por ver o mundo de firma diferente que estou enfrentando tudo com serenidade, paciência e com esperança de mudanças para melhor.

Blog da Condessa - Como se dá o seu processo de criação, inspiração?

Vera Capilé  - Com a vinda dos  netos, veio a inspiração para a primeira ciranda. Depois um rasqueado, um samba rancho. Fui compondo para os netos, para os pássaros. A natureza que incentiva.

Blog da Condessa -  O que mais a instiga profissionalmente?

Vera Capilé - O desafio me instiga: levar o lenitivo a quem necessita. Como um bálsamo, para a cura.

Blog da Condessa - Você faz live nesse período de isolamento social? Novas formas de apresentação?

Vera Capilé - Faço lives, cursos, atendimento psicológico online. Me adaptei bem. 

Blog da Condessa - Quantos participantes inseridos no teu contexto musical?

Vera Capilé - Participei de trabalhos de colegas. Em 2011 gravei o terceiro CD: Cirandando. Neste gravei três músicas autorais: Cirandando, Filhote desse Lugar e Cheiro de Mato.  Depois fiz um trabalho autoral de canções para netos: Coisas de vó. Direção e arranjos de Habel. Em 2017 junto com André Balbino e Juliane Grizolia criamos o Trio do Mato. O trio circulou com o projeto Canto Prosa e viola. Fomos para várias cidades do estado com este show. 

Blog da Condessa - A tradição e a modernidade se situam no repertório?

Vera Capilé - Fui selecionada para o Projeto Pixinguinha em 2004. Convidei para acompanhar-me Habel dy Anjos e sua viola de cocho. Foi um sucesso. A caravana toda nós acolheu com muito carinho e profissionalismo. Faziam parte desta caravana grandes músicos, cantores e compositores, destacando-se Renato Braz e Simone Guimarães. No primeiro show que fizemos, na Funarte em Brasília, fomos convidados para ir para o Ano do Brasil na França. Em julho de 2005 fomos para os palcos de Paris. Ali cantei São Benedito Flor de Laranjeira para franceses, portugueses, e muitos outros europeus, além de brasileiros.

Blog da Condessa - Como você percebe a influência da música em suas histórias de vida?

Vera Capilé  - Fui selecionada para o Projeto Pixinguinha em 2004. Convidei para acompanhar-me Habel dy Anjos e sua viola de cocho. Foi um sucesso. A caravana toda nós acolheu com muito carinho e profissionalismo. Faziam parte desta caravana grandes músicos, cantores e compositores, destacando-se Renato Braz e Simone Guimarães. No primeiro show que fizemos, na Funarte em Brasília, fomos convidados para ir para o Ano do Brasil na França. Em julho de 2005 fomos para os palcos de Paris. Ali cantei São Benedito Flor de Laranjeira para franceses, portugueses, e muitos outros europeus, além de brasileiros.

Blog da Condessa - Como artista e espectadora, como você enxerga o papel da cultura nesse momento?

Vera Capilé - Infelizmente a cultura continua o primo pobre. Não há, a meu ver, um destaque ao segmento que mais eleva qualquer nação. A arte coroa todas as ações de um governo.

 

A prefeitura de Várzea Grande retoma e coloca no ar enquete para escolha ‘Selo Empresa Amiga do Meio Ambiente 2021’. Sob suspeita de ataque virtual, a enquete da Internet foi removida do site da prefeitura de Várzea Grande. As secretarias municipais do Meio Ambiente e Educação, e os serviços de Tecnologia da Informação - TI - da prefeitura, na preservação do princípio da igualdade da disputa, acharam uma solução para evitar votação por robô.

Agora, em fase final, seis desenhos escolhidos entre inúmeros feitos por alunos de 26 escolas da rede municipal de ensino estão à disposição de toda sociedade várzea-grandense para escolha e votação até o dia 31 de agosto pela internet, no portal eletrônico da Prefeitura Municipal de Várzea Grande pelo endereço eletrônico www.varzeagrande.mt.gov.br.

“Trabalhamos para engajar o setor empresarial, a sociedade e os alunos da rede municipal de ensino na promoção e defesa do meio ambiente e ainda reconhecer as empresas que respeitam esses conceitos. Queremos que o selo ‘Empresa Amiga do Meio Ambiente 2021’ de Várzea Grande se torne um instrumento estratégico de comunicação visual com o consumidor consciente, identificando a empresa que tem compromisso com a nossa cidade e as gerações futuras, agregando assim valor à sua imagem no mercado. Isso cria o potencial de atrair os consumidores que reconhecem as boas causas e estão dispostos a apoiar as marcas e as empresas que aderem a esta prática”, explica a secretária municipal de Meio Ambiente, Helen Farias Ferreira.

Para o secretário municipal de Educação, Cultura, Esportes e Lazer, Silvio Fidelis, o concurso estimulou a pesquisa e a criatividade entre os participantes. "Os alunos trabalharam inicialmente dentro de sala de aula o tema: preservação do meio ambiente e tiveram que pensar em uma imagem que representasse os problemas e soluções para uma cidade com ações de preservação ambiental por parte da sociedade. Também está gerando uma expectativa muito grande nas escolas participantes o resultado da enquete", cita Fidélis.

Segundo a secretária municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Helen Farias, poderão requerer o selo as empresas instaladas no município de Várzea Grande que possuem licenciamento ambiental onde são avaliados impactos causados pelo empreendimento, tais como: seu potencial ou sua capacidade de gerar líquidos poluentes (despejos e efluentes), resíduos sólidos, emissões atmosféricas, ruídos e o potencial de risco, como por exemplo, explosões e incêndios.

“Cabe ressaltar, que algumas atividades causam danos ao meio ambiente principalmente na sua instalação. É o caso da construção de hidrelétricas, por exemplo. Por isso, é importante lembrar que as licenças ambientais estabelecem as condições para que a atividade ou o empreendimento cause o menor impacto possível ao meio ambiente. Por isso, a importância do poder público em promover um selo que identifica à sociedade as empresas que contribuem para melhorar nossa cidade”. 

Para votar, basta acessar o portal eletrônico da Prefeitura www.varzeagrande.mt.gov.br e clicar no banner para escolha do desenho que será o selo “Empresa Amiga do Meio Ambiente 2021” de Várzea Grande.

 

“Não espere a doença avançar”. O medo do Coronavírus afastou as pessoas das consultas médicas e dos serviços ligados à saúde. Pensando nisso a ACC (Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá) e o Grupo Matos ( O Boticário, Quem Disse Berenice e Instituto hUNO) convidam você a apoiar o projeto MT VENCENDO A COVID-19!

 O comércio na grande Cuiabá reabriu, mas a confiança do consumidor também precisa voltar.  Isso ocorrerá, quando a pandemia estiver sob controle, e hoje, o atendimento precoce tem sido o melhor caminho.

O projeto é guiado pela Dra. Christiane D’Oliveira, CRM MT 7153 e tem como objetivo realizar atendimento gratuito a pacientes com sintomas via telemedicina ou presenciais  com o intuito de prestar acompanhamento médico ao paciente após diagnóstico clínico.

Como trata-se de trabalho voluntário, este grupo de médicos heróis, esta precisando de apoio para a entrega de medicamentos e EPIs, necessários para o trabalho e segurança dos profissionais que atuam no projeto. Portanto, aqueles que se sensibilizarem por esta causa, podem fazer sua contribuição através da Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá (ACC), dados logo abaixo, a qual fará a arrecadação dos recursos, compra dos insumos e posteriormente fará prestação de contas a todos os que fizeram suas doações!

Junte-se a nós nesta nobre causa que além de salvar vidas, acelera a retomada de nossas atividades comerciais.

*Conta Social*

*CNPJ da Associação* *03.488.962/0001-20*

*Banco do Brasil*

*AG 46-9*

*C/C 38049-0*

O espaço voltado à criança tem a finalidade de identificar, com o auxílio dos brinquedos e equipamentos dispostos, sinais que demonstram casos de agressão física, sexual, emocional, entre outros

O Espaço de Acolhimento da Mulher, presente no Hospital Municipal de Cuiabá, foi contemplado com o projeto Ludoteca do laboratório Carlos Chagas e Instituto Sabin. A sala totalmente equipada foi entregue, no último dia 12, à primeira-dama Márcia Pinheiro e a secretária da Mulher, Luciana Zamproni.

A ludoteca é um espaço voltado à criança com a popular brinquedoteca. Entretanto, tem a finalidade de identificar, com o auxílio dos brinquedos e equipamentos dispostos, sinais que demonstram casos de agressão física, sexual, emocional e outras.

“Esse projeto está fazendo 12 anos, é uma sala, que conta com esses brinquedos, jogos e livros e materiais que ajudam o profissional psicólogo interpretar a criança, o seu trauma para ajudar de alguma forma”, explicou Liam Carvalho, supervisora de Projetos do Instituto Sabin.

São 112 ludotecas instaladas em 10 estados brasileiros, além do Distrito Federal, sempre instituídas em parcerias com secretarias de estados e municipais como da Mulher, Saúde, Assistência Social, órgão de Justiça e delegacias especializadas.

“Esse espaço irá atender crianças e adolescentes vítimas de violência e também os filhos das mães violentadas que procurarem ou forem atendidas pela unidade voltada à mulher. Muitas mulheres chegam aqui acompanhadas de seus filhos e com esse espaço iremos tratar em conjunto essa família”, disse a secretária Zamproni.

A interlocutora da parceria, a primeira-dama Márcia Pinheiro, demonstrou agradecimento por mais um convênio instituído com a iniciativa privada, uma das principais políticas adotadas pelo Núcleo de Apoio à Primeira-dama ao longo desses anos.

“Ficamos lisonjeados com o laboratório Carlos Chagas e Instituto Sabin procurar-nos para essa parceria. É o que buscamos sempre nas nossas ações sociais, envolver pessoas, grupos e empresas que pensam nessa responsabilidade social e querem, junto com o Poder Público, mudar a vida dos cuiabanos e da população de uma maneira geral”, frisou.

A representante do Laboratório Carlos Chagas, Eliane Winter, a qual também representou o presidente da instituição, Jerolino Lopes Aquino, externou o desejo do grupo em levar o projeto para a primeira-dama, qual tem sido destaque nas ações sociais dos últimos anos.

“Nós acompanhamos o trabalho da primeira-dama para a questão social e ela nos abraçou e acolheu, pois tenho certeza que esse projeto irá auxiliar muitas crianças, muitas mães para de fato acolher e ajudar a quem precisa. Nós também agradecemos à primeira-dama por tamanha sensibilidade e percebemos isso no seu olhar e nas suas ações”, ressaltou.

O historiador João Carlos Vicente Ferreira, 66, é escritor da Editora Memória Brasileira e editor da revista Lume MT. Natural do Paraná,  reside em Mato Grosso desde 1990 e de lá pra cá promoveu diversas ações voltadas aos estudos da cultura e história sócioeconômica do Estado. Em Mato Grosso é considerado uma das mais eminentes personalidades na área cultural. Sua trajetória intelectual e cultural, de reconhecido percurso, teve início no estado paranaense e segue como defensor ferrenho da memória e do Patrimônio Histórico de Mato Grosso e do Brasil. Nesta entrevista exclusiva ao blog da Condessa, o historiador e escritor discorre sobre a soma de suas experiências culturais no contexto atual, da relevância da leitura, sobre sua produção de livros relacionados à área de história desde 1993 e de seu profundo conhecimento de todos os meandros da questão cultural em Mato Grosso, entre outros. Confira!

Blog da Condessa - O senhor é historiador, escritor - membro da Academia Mato-grossense  de Letras-, e ex-gestor da Secretaria de Estado de Cultura?

João Carlos Vicente Ferreira - Sou membro efetivo da Academia Mato-Grossense de Letras, cadeira nº 27, e membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de MT, do qual fui presidente em seis mandatos. Fui Secretário de Estado de Cultura de 2004 a 2007, onde desenvolvi intenso projeto de recuperação do patrimônio histórico de Cuiabá e de cidades históricas do interior do estado, a exemplo de Vila Bela da Santíssima Trindade, Diamantino, Santo Antônio de Leverger, Barão de Melgaço, Poconé, Barra do Garças, Cáceres e dezenas de outros municípios. Criei a Literamérica, Feira Sul Americana do Livro (2005-2006), com 200 mil visitantes. Recuperei a ponte de ferro do Rio Coxipó e todas as igrejas que estavam necessitando de intervenção, a exemplo da Nossa do Bom Despacho, do Rosário, Senhor dos Passos, da Guia, Palácio da Instrução, Cine Teatro Cuiabá e Museu Histórico de MT. Também recuperamos inúmeros casarões históricos, bem como as estações telegráficas construídas pelo marechal Rondon por ocasião do centenário da implantação das linhas telegráficas estratégicas, em MT ao Amazonas, em 2007. Criei a orquestra de Mato Grosso e convidei o músico Leandro Carvalho para regê-la.

Blog da Condessa - A soma de todas essas experiências culturais resultou em um João Carlos Vicente Ferreira ?

João Carlos Vicente Ferreira - A soma de todas essas experiências culturais resultou em um João Carlos Vicente Ferreira que conhece profundamente todos os meandros da questão cultural em MT. Além do que, fui o primeiro secretário de estado de Cultura a presidir o Fórum Nacional de Cultura - uma instituição criada para pensar a cultura brasileira. Tive permanentes reuniões com artistas de renome nacional e com os ministros de cultura Juca Ferreira e Gilberto Gil, além de ministros de outros países.

Blog da condessa - Por favor, comente sobre suas obras.

João Carlos Vicente Ferreira - Escrevo livros relacionados à área de história desde o ano de 1993. Meu primeiro trabalho foi MATO GROSSO – POLÍTICA CONTEMPORÂNEA. Depois escrevi BREVE HISTÓRIA DE MATO GROSSO E DE SEUS MUNICÍPIOS em parceria com Paulo Pitaluga Costa e Silva, renomado historiador. Também dividi com outro importante historiador a assinatura do livro CIDADES DE MATO GROSSO – ORIGEM DE SEUS NOMES, com o padre José de Moura e Silva que muito me ensinou e orientou. A minha referência está no livro MATO GROSSO E SEUS MUNICÍPIOS, obra escrita e publicada em 1997, com duas reedições. É um livro que se tornou importante para muita gente, notadamente vestibulandos e alunos em fase de produção de artigos e teses.

Blog da Condessa - Há alguma obra em andamento pra este ano ainda ou 2021?

João Carlos Vicente Ferreira  - Sim, existem pelo menos 12 títulos que estou produzindo neste 2020. Devo publicar pelo menos três títulos.

Blog da condessa -  Em 2019, depois de um  longo período fechado,  o Museu de Arte Sacra de MT é reaberto ao público totalmente revitalizado. Qual a importância do fato e o que representa pra sociedade?

João Carlos Vicente Ferreira - O Museu de Arte Sacra está em atividades por minha iniciativa enquanto secretário de Estado. Recuperei o prédio do antigo seminário com recursos que consegui na iniciativa privada. O acervo do museu estava literalmente “jogado”, com cocô de pombo em cima de altares e móveis pertencentes a Dom Aquino. Contratei um bom técnico em restauração, o senhor Ariston de Souza e demos início a um trabalho hercúleo. Conseguimos êxito. No entanto, eu não fui o secretário que entregou a obra. Por conta disso não foi reconhecido o trabalho feito. Mas assim é que funciona a vida pública de um gestor. Não tivesse a nossa ação, muito provavelmente não teríamos hoje o museu como ele é.

Blog da Condessa - Há algum livro premiado? Caso afirmativo, o que significa/ representa esse prêmio para a literatura de Mato Grosso?

João Carlos Vicente Ferreira -  Não tenho livro premiado, porque nunca participei de concursos literários e nada parecido. Acho importante que as pessoas que militem nessa área o façam. Como minha área é na maior parte das vezes de história, não entro no clima ‘glamourizado’ da literatura. Apesar de que, tenho livros na área da etimologia e toponímia de suma importância para se conhecer a língua portuguesa. Meus livros de romance ainda não foram publicados.

Blog da Condessa - Por favor, sugestões de leituras.

João Carlos Vicente Ferreira - Ler, ler, ler e ler, não interessa o tipo de leitura. Todos são importantes. A junção de muitas formas de leitura é que nos possibilita sermos pessoas mais cultas e conhecedoras do universo, como um todo.

Blog da Condessa - Na sua opinião, sinônimo de ler é?

João Carlos Vicente Ferreira - Conhecimento. A leitura estabelece uma íntima relação com o texto lido, permitindo-nos compreendê-lo e interpretá-lo. Por conta disso, a leitura é um convite à liberdade de expressão de sentimentos. É ali que descobrimos e compreendemos melhor as nossas próprias emoções.

Blog da Condessa - O confinamento doméstico imposto pela pandemia do novo coronavírus estimulou a leitura?

João Carlos Vicente Ferreira - Certamente que sim, em algum momento do confinamento as pessoas deixaram de comtemplar telas de smartphones e tvs e voltaram-se à leitura.

Blog da Condessa -  Quem lê amplia o olhar, torna-se mais tolerante ao perceber na visão do outro formas de alargar a sua própria visão das coisas. Quem lê, consegue ter uma percepção mais crítica de tudo. Concordas?

João Carlos Vicente Ferreira - Concordo plenamente com essa afirmativa. As pessoas, de forma em geral, que se dedicam à leitura como forma de busca de conhecimento, as obtém, sem dúvida alguma. O bom de tudo isso é que uma coisa puxa a outra, ou seja, nos livros você tem o nome do autor ou autora e também as referências bibliográficas, oras, quem não dá uma “sapeada” em outros títulos? É um caminho a ser percorrido, se você gostou de certo autor, ou autora, você irá, sem dúvidas, em busca de outros escritos desse cidadão. É ali que começa a relação entre o leitor e o escriba, o qual, muitas vezes, é um eterno companheiro, por ser uma referência e uma inspiração.

Blog da condessa - Que ações você considera válidas para ampliar o acesso ao livro, à cultura, arte?

João Carlos Vicente Ferreira - A cultura de forma em geral é muito pouco consumida pelo povo brasileiro. A culpa disso é dos governos: municipais, estaduais e da União. Por que isso? Oras o governo tem a grana dos impostos de toda a nação e tem a obrigação de investir em cultura, e não o faz. Quando faz, geralmente faz mal feito. Os livros tinham que receber mais incentivos para serem publicados. Da forma que está atualmente, pelo menos em Mato Grosso, é ridícula. É pouco. Pouquíssimo. Estamos descobrindo em cada esquina de nossas cidades, a cada dia que passa, mais e mais bons escritores. E daí?  O governo que tem recurso que não veio do bolso dele, e sim do nosso, não faz a sua parte. Mas isso tem nome: incompetência.

Blog da Condessa - Estavas com projetos em andamento, antes de iniciar o distanciamento social?

João Carlos Vicente Ferreira - Sim, estava com vários projetos. Alguns não foram afetados, como a produção de livros. No entanto, fui prejudicado num projeto de música que estava programado para o mês de março no cine Teatro Cuiabá. É um projeto que teve que ser adiado.

Blog da Condessa - Quando e como foi a sua estreia como escritor?

João Carlos Vicente Ferreira - Escrevi sempre em minha vida. No entanto, a publicação de um livro se deu no começo da década de 1990. Não havia priorizado escrever como forma de profissão, hoje é. Sou um profissional da escrita, com encomendas de livros e tudo o mais. No entanto, existem os títulos que produzo por minha livre iniciativa, alguns romances, livros biográficos, entre outros.

Blog da Condessa - O que mais te fascina na cultura?

João Carlos Vicente Ferreira  - A cultura da nação brasileira é rica e diversa. Em Mato grosso não é diferente. Tudo me encanta na cultura. Desde o casario colonial, igrejas e casas seculares até a arquitetura moderna nas nossas cidades> A dança do siriri, herança de Portugal (o original, sem alterações), a música representada pelo rasqueado cuiabano e de fronteira. Também o teatro, a literatura e o cinema crescente. São muitos bons os novos diretores e roteiristas, além de bons atores e atrizes. Enfim, a nossa cultura é muito diversificada. Falta o próprio mato-grossense conhecê-la melhor.

Blog da Condessa -  Na sequência, o que comemorar?

João Carlos Vicente Ferreira - Comemoremos a vida. Não viemos a esse mundo para passear, cada um tem o seu motivo de vida e deve cumprir a sua etapa de atividades aqui na terra. Quem não se dispõe a atuar e entra em sintonia menor por uma pandemia não vai honrar a história de Mato Grosso. Senão o que dizer dos seis mil mortos com a epidemia da varíola, em Cuiabá, em 1867? Que veio com a Guerra do Paraguai? Nessa época Cuiabá tinha 12 mil habitantes. Morreu a metade. É pouco? E a gripe espanhola que judiou extremamente de nossa gente? Oras, não podemos desanimar, vamos dançar conforme a música da Covid-19. Lamentemos nossos mortos. Muitos poderiam estar aqui, lendo essa matéria. Muitos foram mal informados ou, infelizmente, era a sua hora.

Blog da Condessa - Vivemos excepcionalmente devido ao isolamento social um momento de leitura?

João Carlos Vicente Ferreira -  Certamente o isolamento social propiciou, empurrou muita gente à leitura. Esse é um lado bom da pandemia. No entanto, não durou muito. Para muitos, o suficiente para descobrir a importância de deitar os olhos numa folha de livro.

Blog da Condessa - Qual é o teu estilo/preferência?

João Carlos Vicente Ferreira-  Não tenho preferência. Li muito gibi na minha infância, também lia fotonovelas. Entretanto, tinha tias professoras e que possuíam um bom acervo literário. Isso me induzia a leitura de várias áreas e estilos, pois uma tia era professora de história e a outra de português.

Blog da Condessa - Como se dá o seu processo de criação, inspiração?

João Carlos Vicente Ferreira - O processo de criação e inspiração é permanente e acontece a qualquer momento do dia ou da noite (vale sonhar também). Prefiro trabalhar pela manhã, rendo mais.

Será necessário apenas concordar com termo de responsabilidade

 A abertura e o funcionamento de pequenos negócios no Brasil serão simplificados a partir de 1º de setembro. Foi publicada no último dia 13 no Diário Oficial da União a resolução, aprovada pelo Comitê para Gestão da Rede Nacional para Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (CGSIM), que permite que microempreendedores individuais (MEIs) sejam dispensados de atos públicos de liberação de atividades econômicas relativas à categoria.

Segundo o Ministério da Economia, a norma é reflexo da Lei de Liberdade Econômica, em vigor desde setembro do ano passado, que visa tornar o ambiente de negócios no país mais simples e menos burocrático.

Após inscrição no Portal do Empreendedor, o candidato a MEI manifestará sua concordância com o conteúdo do Termo de Ciência e Responsabilidade com Efeito de Dispensa de Alvará de Licença de Funcionamento. O documento será emitido eletronicamente e permite o exercício imediato de suas atividades.

As fiscalizações para verificação dos requisitos de dispensa continuarão a ser realizadas, mas o empreendedor não necessitará aguardar a visita dos agentes públicos para abrir a empresa.

Registro e Legalização

O comitê também aprovou medida relativa à dispensa da pesquisa prévia de viabilidade locacional quando a atividade realizada pelo empreendedor for exclusivamente digital. Além disso, a dispensa também valerá para os casos em que o município não responder a consulta de viabilidade de forma automática e quando não for realizada no sistema das juntas comerciais.

O colegiado decidiu também pela dispensa da pesquisa prévia de nome para os empresários que optem pela utilização, apenas, do número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) como nome empresarial. A norma pretende eliminar a possibilidade de coincidência de nome no registro empresarial.

Além disso, a medida possibilita uma coleta única de dados nas juntas comerciais, propiciando ao empreendedor agilidade e simplicidade para abertura de empresas em um único portal e de forma totalmente digital.

Subcomitês nos estados

Outra resolução aprovada pelo CGSIM regulamenta a criação de subcomitês estaduais para estimular e desenvolver ações voltadas à simplificação e desburocratização do registro e legalização de empresários e pessoas jurídicas. A coordenação dos trabalhos caberá ao presidente da Junta Comercial do estado ou do Distrito Federal.

Bombeiros

O comitê também aprovou resolução que institui a classificação nacional de “médio risco” para os corpos de Bombeiros. A medida possibilitará que a empresa, mediante autodeclaração de que cumpre os requisitos exigidos para prevenção de incêndio, pânico e emergências, possa funcionar sem a necessidade de vistoria prévia.

A nova classificação de médio risco amplia o conceito de estabelecimentos com área construída de até 750 (metros quadrados) m² para até 930 m². Para o Ministério da Economia, a mudança deve impactar na redução no tempo de abertura de empresas e está alinhada com os parâmetros adotados pelo ranking do relatório Doing Business do Banco Mundial. Esse relatório traz análises quantitativas de leis e regulações que dificultam ou facilitam as atividades de empresas nas economias. (Fonte: Agência Brasil)

 

Devido à pandemia Congresso adiou o pleito para 15 de novembro

 O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou hoje (13) os ajustes em suas resoluções com as novas datas dos eventos eleitorais e votações das eleições municipais deste ano. Devido à pandemia da covid-19, o Congresso Nacional aprovou emenda constitucional adiando o pleito para 15 de novembro, em primeiro turno, e o segundo turno para 29 de novembro. Originalmente, as eleições acontecem no mês de outubro.

O plenário do TSE aprovou ainda quatro resoluções, que tratam, respectivamente, das regras gerais de caráter temporário; de uma alteração pontual na resolução que dispõe sobre o cronograma do cadastro eleitoral; de mudança na resolução dos atos gerais do processo eleitoral e do novo calendário eleitoral de 2020, que teve 297 marcos temporais definidos.

Além da data das votações, também foi adiado o período das convenções partidárias, para deliberar sobre escolha de candidatos e coligações, que deverão ser realizadas de 31 de agosto a 16 de setembro. Já o prazo para o registro de candidaturas, que terminaria em 15 de agosto, foi transferido para 26 de setembro. Os partidos terão até as 19h do dia 26 para realizar o procedimento no cartório eleitoral, mas será possível enviar o requerimento, via internet, até as 8h.

A propaganda eleitoral, inclusive na internet, será permitida a partir de 27 de setembro, após o fim do prazo de registro de candidatura. Já a diplomação dos candidatos eleitos deverá ocorrer até o dia 18 de dezembro em todo o país. A data da posse, 1º de janeiro de 2021, não sofreu alteração.

O TSE também poderá solicitar ao Congresso Nacional a marcação de novas datas de eleições em estados ou municípios em que a situação sanitária coloque em risco os eleitores, mesários e servidores da Justiça Eleitoral. Nesses casos, o prazo final para que essas votações ocorram vai até 27 de dezembro. (Fonte: Agência Brasil)

 Projeto da Casa Solidária, em Chapada dos Guimaraes, prevê plantio de variedades de ipês e de árvores frutíferas

Licio Neto, servidor público do Ministério Público de Contas do Estado de Mato Grosso, é idealizador do projeto Casa Solidária, em Chapada dos Guimaraes (MT). “Tudo começou com o projeto da “Geladeira Solidária criado por mim para alimentar pessoas em situação de vulnerabilidade social. Numa viagem à Itália presenciei essa ação e achei interessante. Quando voltei, adaptei a ideia e a viabilizamos em Chapada dos Guimaraes e em Cuiabá ”, conta.

Na sequência, Licio sentiu a necessidade de um espaço físico para agregar mais projetos de alcance social. Surge então a Casa Solidária.  Sua formação se dá única e exclusivamente por um grupo de amigos e voluntários sem fins lucrativos e não vinculados a nenhum grupo religioso, político ou social. Hoje, a Casa Solidária compreende os seguintes projetos sociais: Geladeira Solidária, Guarda Roupa Solidário, Biblioteca Solidária e Ateliê Livre de Artes. 

“Já durante esse período de pandemia temos constantemente distribuído alimentos e kits de higiene na periferia, sempre com os devidos cuidados que om momento requer”.

Concomitante aos demais trabalhos desenvolvidos pela Casa Solidária, agora Licio está à frente de um novo projeto: plantar 1000 ipês mais 1000 árvores frutíferas em chapada dos Guimaraes. “A ideia é florir a cidade com a beleza da variedade de cores do ipê. Uma Chapada mais bonita, florida, pensando não apenas no agora, mas sim nas próximas gerações”, disse o idealizador do projeto.

A ideia é plantar nas vias públicas, nas praças e nas áreas em comum que a população indicar. “Já contamos com algumas mudas e sementes. Mas, até o início do plantio que será no período da chuva certamente teremos a quantidade desejada adquirida através do núcleo de colaboradores, amigos e doações. O plantio será realizado através de um mutirão”, frisou Licio.

Dentre os trabalhos desenvolvidos pela Casa Solidária consta:

*DOAÇÃO DE AGASALHOS E COBERTORES durante o inverno, levando nas casas das pessoas em condições de vulnerabilidade. 

*CAMPANHA DE ÁGUA MINERAL para os brigadistas, ICMBio, Polícia do Exército, Corpo de Bombeiro e pessoal envolvido no Combate ao Incêndio.

*COMEMORAÇÃO DO DIA DAS CRIANÇAS em parceria com a 1°Cia da Polícia Militar de Chapada dos Guimarães, onde foram beneficiadas duas mil crianças com brinquedos, doces, salgados e brincadeiras.

*ARRECADAÇÃO DE LIXO ELETRÔNICO, ajudando na Campanha do Hospital do Câncer.

*COMEMORAÇÃO DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA em parceria com a Escola Estadual Quilombola Cachoeira Rica, em Chapada dos Guimarães, com doação de brinquedos e roupas seminovas.

*NATAL SOLIDÁRIO NA PRAÇA DE ÁGUA FRIA, doando mais de 500 brinquedos, roupas e calçados seminovos, lanches, pipoca e recreação das crianças em parceria com o projeto Vaga Lume.

* DOAÇÃO DE LANCHES, PIPOCAS E REFRIGERANTES para 50 crianças, acompanhadas pelas mães, no bairro Por do Sol, numa única rua.

* EXPOSIÇÃO ARTE COM AMOR - Projeto Inclusão Social Através da Arte, ministrado pela artista plástica Meg Marinho. O primeiro foi aos alunos da Escola Municipal Prof. Maria Luísa Gomes, com exposição das telas, lanches e apresentações artísticas culturais. Acontece todo primeiro sábado de cada mês:

*Evento 1 NOITE MATO-GROSSENSE, em 13/12/19, com apresentação de manifestações culturais , literatura e comidas típicas.

*"OPERAÇÃO NATAL FELIZ", em parceria com a 1 Cia da Polícia Militar de Chapada dos Guimarães, recebendo doações de brinquedos para as crianças carentes.

*CURSO DECOUPAGE EM VIDROS gratuito e com doação de todo material. Acontece todo segundo sábado de cada mês e com cursos diferentes para contribuir com orçamento da família.

* COMEMORAÇÃO DO DIA INTERNACIONAL DA MULHER com doação do kit mulher contendo absorvente, camisinha, higiene bucal, sabonete, creme hidratante, pinça, lixa de unha, esmalte e bijuteria.

*COMEMORAÇÃO DA PÁSCOA/ 2020, em parceria com um grupo de empresárias de hotelaria, a 1 CIA DA POLÍCIA MILITAR DE CHAPADA DOS GUIMARÃES , MERCADO BOM PREÇO e DINA BRESSAN , fizeram entrega de ovo de chocolate e outras guloseimas para crianças de vários bairros carentes (Olho D'água, Sol Nascente, Nova Chapada, Vista Alegre). Foram doados também para as famílias roupas e sabão líquido artesanal.

SERVIÇO

Casa Solidária: Rua do Penhasco, 95 -Chapada dos Guimarães/MT (rua da distribuidora Portal).

Contato: 65 999276404

 

 

 

O projeto literário "Contos do Mato - Arena literária 300 anos"foi aprovado em edital Municipal FUNDO/2019 e adaptado para o meio virtual em razão da pandemia do novo coronavírus

O 3º “Contos do Mato — Arena literária 300 anos” ganha versão virtual no período de 01 a 06 de setembro de 2020. O projeto aprovado em edital Municipal FUNDO/2019, da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer e foi adaptado em razão da pandemia do novo coronavírus e será transmitido por diferentes redes sociais.

Para a pedagoga e atriz Alicce Oliveira, que assina o projeto, os desafios surgem para serem superados. “Nos instiga e faz acreditar que é possível se superar. Como realizar um evento virtual? Não tinha a mínima ideia. Confesso que, diante de uma pandemia e uma crise sem precedentes, me senti meio impotente frente a situação. De que forma realizar este projeto em meio ao caos? Quantas incertezas”, desabafa.

O evento ocorreria no mês de março na Biblioteca Estadual Estevão de Mendonça, em Cuiabá, mas em respeito às normas de biossegurança no combate a COVID-19, ele passou por uma reestruturação, que contou com a aprovação da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer e do agora Conselho Municipal de Política Cultural.

“Essa avalanche de positividade, me fez enxergar uma luz de esperança, de união entre as pessoas, de apoio, de compreensão e pensar que sem essa equipe empenhada em realizar o evento, nada disso seria possível. Só tenho a agradecer, também, aos parceiros e ao público fiel que nos dá força, nos acompanham, nos motivam, acreditam e respeitam o nosso trabalho, esse evento é para vocês”, disse Alicce.

O projeto reúne artistas, escritores e editoras em um momento de fomento à literatura produzida no estado e no país, com programação que ocupará mais de 8 horas diárias. Segundo a organização, serão utilizadas as redes sociais facebook, instagram e youtube para a transmissão de contações de histórias, mesas redondas e shows.

A programação oficial começa no dia 01 de setembro com o lançamento do Projeto, com cerimônia de abertura e um show da Banda ¡Tchá Por dios!. No segundo dia, será a vez do Piquenique Literário com Natália Górtz e apresentações de Teatro Lambe-Lambe com o Coletivo Caixas no Caminho (MT). Essas atividades acontecem todos os dias nos períodos matutino e vespertino.

Os Espetáculos narrativos iniciam às 9h e seguem até o fim da tarde. No período noturno, a partir das 20h ocorre a Arena Literária, que reúne escritores e editores de Mato Grosso para dialogar sobre a cadeia do livro.

A Escritora carioca Ana Claudia Ramos, realiza uma palestra no dia 05 de setembro, trazendo ao público questões como: Qual a bagagem literária do escritor? O escritor é um leitor? Que caminhos um escritor precisa para publicar? Como se forma uma carreira e o que deseja um escritor ao ser publicado? Uma vez publicado, que trabalhos vêm depois? E como se tornar um mediador de leitura visando formar novos leitores? Uma palestra cheia de perguntas e muitas possibilidades. Quais serão os caminhos de cada um nesta formação?

No último dia, 06 de setembro, a Umanos editora oferece o curso Oficina Escrita Criativa das 8h às 12h. Já as às 17h, uma Batalha de Poesia realizada pelo Núcleo de Slam (MT) entra nas telas do expectador. Às 19h, uma Maratona de Histórias com Narradores Convidados encerra a programação.

Participam do 3º Contos do Mato: Mato Maurício Ricardo (MT), Cia Mapinguary (SP), Theatro Fúria (MT), Vinícius Rangel (MT), Cia Malas Portam (SP), Danilo Furlan (PR), O Tapete Voador (PE), Keydson Costa (PA), Jujuba E Ana (RJ), Natália Górtz (MT), Coletivo Caixas No Caminho (MT), os escritores Neusa Baptista, Lorenzo Falcão, Lucinda Persona, Lívia Bertges, Caio Ribeiro, Angela Coradini, Daniela Freire, Santiago Santos, Wuldson Marcelo, Aclyse de Mattos, Ivens Scaff, Niara Terena e; Rommel Kunze e Maria Teresa Carrión Carracedo, da Tanta Tinta e Entrelinhas respectivamente; Waldinéia Ribeiro pela SECEL/SEBPMT/BPEEM, Eliane Quinhone pela SME e Anna Claudia Ramos (RJ), além de outros convidados.

Evento virtualizado

As atividades têm data e horário para entrar nas redes sociais e ficarão disponíveis por tempo indeterminado no facebook, instagram e canal no youtube do evento. As mesas, palestras e shows acontecem ao vivo, com a possibilidade de interação do público através dos comentários e reações possíveis das redes sociais. Os alunos do curso “Seja um contador de histórias” também apresentarão o resultado final das aulas ministradas pela atriz e pedagoga Alicce Oliveira, proponente do projeto. Uma equipe de monitores, acompanhará toda a programação proporcionando a interação e o compartilhamento da programação.

 

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