Blog da Condessa

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Nutricionista e personal trainer de Cuiabá auxilia com dicas gratuitas hábitos saudáveis na quarentena

Em tempos de quarentena, é comum ouvir de pessoas que estão sem motivação para se alimentar de forma saudável e realizar exercícios físicos, comprometendo assim sua qualidade de vida, autoestima e consequentemente sua saúde. Pensando nisso, a nutricionista e personal trainer, Raianny Corrêa, está utilizando seus canais de comunicação para dar dicas gratuitas, incentivando os hábitos saudáveis na pandemia.  

“Eu sempre gostei de ajudar outras pessoas na busca do bem estar, da vida saudável e a cuidar da saúde. Penso que esse momento difícil é para que possamos ajudar uns aos outros, e se eu posso auxiliar por meio da minha formação, essa é minha missão”, disse Raianny.  

De acordo com a pesquisa Tracking Covid-19, Alimentação e Bem-estar — realizada pela RGNutri em parceria com a Tech.Fit em abril, em um universo de 494 pessoas, de todas as regiões do Brasil, entre homens e mulheres de 18 a 65 anos, 43% dizem que a qualidade da sua alimentação piorou, 34% responderam que estão se alimentando pior, e 9% qualificaram sua alimentação como “muito pior”.  

Começa hoje dia 12 ao dia 19 de agosto a semana: Vencendo o desafio, pensada para estimular pessoas a terem hábitos saudáveis na quarentena de forma gratuita. Ela acontecerá no canal do telegram da profissional Raianny Corrêa, com muitas dicas e sugestões de bons hábitos alimentares e treinos. Para participar basta seguir o Instagram @nutriraypersonal, clicar no link que estará na BIO e ficar por dentro de tudo.  

 

 Uma pesquisa do Instituto Península, realizada com 7.734 mil professores e professoras de todo o Brasil, entre os dias 13 de abril e 14 de maio deste ano, mostrou que 83% ainda se sentem pouco ou nada preparados para o ensino remoto, e 50% indicaram que estão preocupados com a saúde mental. E não são apenas os desafios pedagógicos que abalam a categoria. Os efeitos colaterais da pandemia também mexem com a parte psicológica. "Muitos pais tiveram o orçamento fragilizado, houve muitos cancelamentos de matrícula, daí a gente vai dormir e acorda com essa incerteza sobre até quando a escola vai conseguir segurar o nosso emprego", diz Lia Rodrigues Lessa, professora bilíngue de educação infantil em uma escola privada de Mossoró (RN).

Na pesquisa do Instituto Península com docentes, cerca de 55% deles declararam que gostariam de suporte emocional e psicológico neste momento. Por causa disso, o instituto, organização social que atua com educação, também fechou parceria com 24 estados para oferecer apoio emocional aos professores da rede pública durante o ensino remoto na pandemia. A parceria é feita por meio do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) e promete disponibilizar, com a plataforma Vivescer , cursos certificados e gratuitos que ajudam professores e professoras a desenvolverem técnicas de equilíbrio da mente, do corpo e das emoções. Além disso, há uma comunidade de suporte na qual os docentes podem trocar experiências e materiais.

A professora Mariana Gonçalves, que dá aulas de idiomas em uma escola particular de São Paulo (SP), conta que viveu meses turbulentos até se adaptar às aulas remotas, depois do início da quarentena em todo o país. Segundo ela, foi uma mudança brusca, praticamente da noite para o dia.  

"Os alunos da série até tinham e-book, e-mail, mas toda a metodologia e os materiais sempre foram muito pensados para a aula presencial. Por causa disso, minha demanda de trabalho aumentou muito até a gente entrar no ritmo de organização da aula, com formato, quantidade. A gente testou muita coisa", relata. Mariana chegou a trabalhar em jornadas que começavam às 7h e terminavam perto das 22h, montando todo o cronograma do dia seguinte.

"A impressão que eu tinha até a pandemia era de trabalhar oito horar por dia, agora tenho a impressão que trabalho as 24 horas", desabafa Lia Lessa. A sobrecarga de trabalho é apenas a face mais visível dos problemas e desafios que os professores do ensino básico no Brasil vêm enfrentando nesse período de crise, mas há outros que nem sempre são aparentes, entre eles o abalo psicológico. 

"A maioria dos professores não tinha uma experiência anterior de ensino remoto. Com isso, ficaram muito inseguros, porque além do desafio técnico, tinha a pressão. Junto com o aluno, estavam também os pais e responsáveis acompanhando", avalia a pedagoga Virgínia Garcia, diretora de produto da International School, uma empresa que atua com programas bilíngues em mais de 340 escolas por todo o país.

"O bom professor tem essa questão de querer que o aluno aprenda, e isso não estava funcionando no começo, às vezes os alunos não apareciam na aula virtual, existem alunos excelentes em sala de aula, mas que na aula a distância não rendem tanto. Tudo isso deixa a gente muito angustiada", afirma Mariana Gonçalves.  

De olho no agravamento desse cenário, a International School passou a oferecer apoio emocional especializado para cerca de 1,6 mil professores e coordenadores das escolas parceiras do seu programa bilíngue, por meio da plataforma Zenklub. O benefício é mensal e dá direito a duas consultas online gratuitas, durante três meses, que começaram no dia 6 de agosto. 

"Criamos essa parceria com o Zenklub para que os professores possam ter esse apoio emocional, seja por meio de sessões com psicólogos, seja por meio de meditação ou yoga. Eles vão escolher o meio pelo qual querem ter esse apoio. A ansiedade causa impacto na motivação, e sem motivação o processo de ensino e aprendizagem não se sustenta. Tem que ser uma motivação sustentada", afirma Virgínia Garcia.

"Muitos professores não podem contar com esse suporte emocional e agora terão essa oportunidade. Isso é importante", afirma a professora Lia Lessa, de Mossoró (RN), que diz já ter lidado com depressão e saber a importância do apoio terapêutico.

Retorno incerto

Por enquanto, o "novo normal" na educação é o ensino remoto. O Mapa de Retorno das Atividades Educacionais presenciais no Brasil, elaborado diariamente pela Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), mostra que, até essa segunda-feira (10), havia no país apenas dois estados (Maranhão e Amazonas) com a reabertura das escolas autorizada. Mesmo assim, no caso do Maranhão, apenas a rede particular voltou. No caso da rede pública, cujo retorno presencial seria a partir do dia 10 de agosto, o governador Flávio Dino decidiu suspender a volta das aulas presenciais, após uma pesquisa com estudantes e responsáveis revelar que 58% das famílias e quase 43% dos alunos não consideram viável o retorno às aulas na data estipulada.

A maioria dos estados, 17 no total, segue sem data de retorno prevista, e mais oito unidades da Federação apresentaram proposta de data de reabertura parcial das escolas. "Para ser seguro, teria que ter vacina, esse seria o melhor cenário, mas não vai acontecer agora. Mesmo com protocolos, há contato, a gente tem medo desse contato em um possível retorno, e fazer a infecção progredir", afirma Mariana Gonçalves. Com tanto tempo em outro modelo de ensino, algumas mudanças vieram para ficar. É o que diz Virgínia Garcia, da International School.   

"Essa crise trouxe também uma oportunidade, que é a da educação 4.0 finalmente sair do papel e funcionar. Não acredito que vamos voltar ao modelo antigo de forma confortável. Eu acredito que o próximo passo na educação é desenvolver esse modelo híbrido para atender a diferentes formas de aprendizagem", comenta.

"A questão das famílias descobrirem novas formas de comunicação com a escola foi importante. No futuro, espero que a gente faça as reuniões de pais e filhos remotas, com maior participação", afirma Lia Lessa. (Fonte: Agência Brasil)

 

 

 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou um guia com novos critérios para a triagem clínica e epidemiológica de candidatos a doação de sangue. Em vigor desde o dia 7 de agosto, o material atualiza as orientações aos serviços de hemoterapia.

A norma elimina, por exemplo, a restrição de doação de sangue por homens que tiveram relações sexuais com outros homens e/ou com parceiras sexuais destes nos últimos 12 meses antes do procedimento. 

“Além de formalizar novas recomendações para o setor, o guia será um instrumento para coleta de contribuições da sociedade sobre a proposta de inclusão dos novos critérios. Para isso, foi disponibilizado um formulário para o envio de sugestões”, informou a Anvisa.

O prazo da consulta será de 180 dias, contados a partir desta segunda-feira (10), ou seja, até 5 de fevereiro de 2021.

Mudanças

O fim da restrição de doação de sangue por homens que tiveram relações sexuais com outros homens e/ou com suas parceiras sexuais atende a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou a medida inconstitucional.

Recomendações

Além da inclusão de novos critérios a serem aplicados, o guia traz sugestões de requisitos que possam ser avaliados na história da pessoa candidata à doação, independentemente dos grupos populacionais que represente, buscando a triagem de indivíduos de baixo risco na população geral para a doação de sangue.

Propostos na forma de recomendações, os critérios, segundo a agência, foram pactuados com especialistas da Rede Nacional de Serviços de Hematologia e Hemoterapia e já vêm sendo aplicados desde a formalização da decisão do STF, em junho deste ano.  

Informe

A Anvisa também coordena a elaboração de um informativo destinado à sociedade sobre a doação e a transfusão de sangue mais seguras, com participação de especialistas e de representantes da comunidade LGBTI+ (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, intersexo e outras orientações sexuais e grupos).

“O objetivo é esclarecer e reforçar informações importantes para a pessoa que queira doar sangue”, informou a agência.  

Para enviar sugestões ao conteúdo da publicação, basta acessar o formulário de contribuições. (Fonte: Agência Brasil)

 

O Prefeito Emanuel Pinheiro criou a Secretaria de Turismo (que antes estava vinculada à Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo) com o objetivo de explorar melhor o potencial de Cuiabá nesse ramo e preparar a Capital para, nos próximos anos, ter uma política pública forte e em amplo diálogo com o setor produtivo. Esse é um compromisso do gestor com o setor, que tem muito a contribuir com a cidade.

Para comandar a pasta o prefeito escolheu Iracilda Maria Dantas de Campos, empresária e graduada em Direito pela Universidade de Várzea Grande (Univag). Ela também tem formação nas áreas de gestão de recursos, critérios de processos e cultura da Inovação. Já foi secretária de Assistência Social no Município de Várzea Grande, diretora e coordenadora de escola, assessora especial do Núcleo de Ações Voluntárias do Governo do Estado e atua como voluntárias em diversas ações sociais.

“Iracilda vai trabalhar na articulação com o trade e a sociedade em geral para criar as políticas públicas visando a gestão nos próximos quatro anos. Este plano plurianual começará a ser executado a partir de 2021 para que Cuiabá nunca mais retroceda. Pela primeira vez, vamos ter uma política pública voltada ao Turismo na capital”, disse o prefeito. 

De acordo com a nova secretária municipal, a ideia da pasta é nestes meses que faltam para o fim da atual gestão, elaborar um plano para a próxima gestão utilizar como parâmetro. “A ideia é estar preparado para entrar em 2021 já com um projeto. Vou fazer o meu máximo para isso, tenho muitos parceiros, gosto de desafios, de criar projetos, sempre nos bastidores. Estou muito feliz em ter recebido do prefeito essa missão”, declarou. 

 

A mostra Ecofalante, focada em filmes com temas socioambientais, chega à 9ª edição com 98 filmes produzidos em 24 países. As sessões neste ano serão on-line e ocorrem do dia 12 de agosto a 20 de setembro. O diretor do festival, Chico Guariba, disse que tentou enxergar as dificuldades impostas pela pandemia de coronavírus como uma possibilidade para chegar a novos públicos. “Encarar isso como uma oportunidade e fazer uma grande mostra digital. Vamos fazer um trabalho para atingir o Brasil inteiro, ampliar o público da mostra que só tinha acesso em São Paulo e nas itinerâncias”, comenta.

Como assistir

A crise, no entanto, trouxe outras dificuldades. Guariba conta que a mostra perdeu 40% do financiamento que tinha até o início do ano. “A gente perdeu uma parte dos recursos públicos, que foram para hospitais”, conta. Mesmo assim, o festival se reorganizou e estará disponível em três plataformas, além da própria página da mostra (ecofalante.org.br), a programação poderá ser vista gratuitamente no Videocamp e na SP Cince Play.

Os filmes ficam disponíveis por períodos que variam de 24 horas a 10 dias, por isso, é preciso que o público se programe para aproveitar a mostra. Além das exibições, poderão ser vistas entrevistas com 10 diretores de peso internacional e serão promovidos ao menos 40 debates em universidades.

Trabalho e moradia

Entre os temas que têm força nas produções deste ano estão as questões ligadas ao trabalho e à moradia. “A nossa relação com o meio ambiente é através do trabalho. Você fica trancado em um ambiente por causa do trabalho. Metade da sua vida você passa trabalhando. É uma relação ambiental com a sua vida, o dia a dia, o grande link junto com moradia com a sociedade”, explica Guariba sobre como essas relações chegam às telas.

A mostra latino-americana traz oito filmes, em três as narrativas passam por questões ligadas ao trabalho. Em, Estou Me Guardando para Quando o Carnaval Chegar, dirigido por Marcelo Gomes, é retratada a cidade pernambucana de Toritama. Um pequeno município do interior onde todas as famílias se tornaram pequenas empresas que costuram calças jeans para grandes marcas. Classificados como empreendedores, não têm direitos trabalhistas, e trabalham dia e noite, aguardando ansiosamente o Carnaval, praticamente único momento de lazer da comunidade.

No panorama internacional, a produção sueca Push: Ordem de Despejo se aprofunda nas repercussões causadas pela transformação do mercado de moradia em uma forma de lucro por grandes investidores. Dirigido por Fredrik Gertten, o filme acompanha o trabalho da relatora especial da Organização das Nações Unidas sobre o Direito à Moradia, Leilani Farha. “Um filme que trata da financeirização do mercado imobiliário. É meio ambiente porque está mudando o perfil de zoneamento e ocupação das cidades, as pessoas têm mais dificuldade para ter moradia”, enfatiza Guariba.

Histórias da floresta

A Amazônia aparece em dois longas-metragens. Em Amazônia Sociedade Anônima, o diretor brasileiro Estêvão Ciavatta mostra a liderança do cacique Juarez Saw Munduruku, que une povos ribeirinhos e indígenas no combate às máfias de roubo de terra e desmatamento ilegal. O colombiano Suspensão, de Simón Uribe, traz histórias ao redor de uma prepotente obra inacabada no meio da selva.

Os filmes ficam disponíveis por períodos que variam de 24 horas a 10 dias, por isso, é preciso que o público se programe para aproveitar a mostra. Além das exibições, poderão ser vistas entrevistas com 10 diretores de peso internacional e serão promovidos ao menos 40 debates em universidades.

Terça, 11 Agosto 2020 05:00

Empresa cuiabana doa máscara inclusiva

Para ajudar as pessoas com deficiência auditiva a se comunicarem melhor com seus familiares, a Audax Aparelhos Auditivos doará máscaras com espaço labial transparente (máscaras inclusivas), para facilitar o entendimento e a comunicação no dia-a-dia.

Há relatos de que com o uso da máscara normal, os pacientes com aparelho auditivo possuem dificuldades de compreensão, pois o som fica mais abafado, piorando sua qualidade quando chega no ouvido, além da carência do apoio visual para entendimento.

"A máscara facial é um acessório indispensável para proteção contra a covid 19. Mas as pessoas com problemas de audição, principalmente os idosos, que fazem parte do grupo de risco, estão sofrendo dificuldade de entendimento com o som abafado e é o nosso dever social poder ajudar essas famílias nesse momento de pandemia”, explica a fonoaudióloga Samia Helena Ribeiro, responsável pela empresa.

Inicialmente serão disponibilizadas 100 máscaras transparentes. Aqueles que desejarem receber deverão ligar ou enviar um WhatsApp para o número (65) 98111-4900 e fazer o agendamento. O interessado receberá um formulário a ser preenchido, deverá apresentar o exame de perda auditiva do familiar e poderá retirar o item na sede da Audax Aparelhos Auditivos, na Avenida Coronel Escolástico em Cuiabá.

“A Audax é uma empresa que atua há mais de 10 anos em Cuiabá atendendo de forma humanizada as pessoas que possuem problemas de audição e tem a responsabilidade social de poder ajudar a população”, completa Ribeiro.

Vale ressaltar que o uso de máscara facial se tornou obrigatória em Mato Grosso desde o final de abril e a medida tem validade enquanto o durar o estado de calamidade decretado pelo Governo.
Serviço:
Clínica: Av. Cel. Escolástico, 210 Cuiabá MT – (65) 2127-2040
Segunda a sexta – 09h às 16h
Sábado – 09h às 11h

A Prefeitura Municipal de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, está finalizando a entrega do terceiro lote dos Kits de Alimentação às unidades escolares de Várzea Grande, que serão distribuídos aos alunos da rede municipal.  A ação teve início após a paralisação das atividades escolares em decorrência das medidas de isolamento social, que visam garantir a saúde e bem estar destes alunos neste período de pandemia.

De acordo com o secretário Silvio Fidelis, com este trabalho executado pela Secretaria, a gestão municipal está conseguindo atingir a meta de manter a qualidade da alimentação para as famílias dos alunos da rede municipal inscritos no Programa Bolsa Família do Governo Federal.

A ação é respaldada na aprovação do Senado Federal, ao Projeto de Lei nº 786/2020, que autoriza, em caráter excepcional, durante o período de suspensão das aulas em razão de situação de emergência, a distribuição de gêneros alimentícios adquiridos com recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) aos pais ou responsáveis pelos estudantes da rede pública de Educação Básica.

Segundo o secretário, os kits estão sendo encaminhados às unidades escolares e cada diretor faz a logística da distribuição, para que não haja aglomeração em tempo de distanciamento social. Os 12.022 kits são compostos de alimentos não perecíveis, contendo arroz, feijão, óleo, macarrão, extrato de tomate, leite, achocolatado, açúcar e um pacote de pão tipo bisnaguinha. “Entre os produtos entregues, a Prefeitura também tem valorizado e priorizando a Agricultura Familiar do município adquirindo o leite e o feijão que foram produzidos por esse segmento” informou.

O secretário informou ainda que todo o trabalho de montagem dos kits observou as normas de segurança e higiene como o uso de máscaras, luvas e de álcool em gel. O trabalho ainda contou com a supervisão do Conselho Municipal de Alimentação Escolar (CAE/VG). Com a distribuição do terceiro lote, a Secretaria já soma mais de 90 toneladas de alimentos, com mais de 32 mil kits entregues aos alunos de Várzea Grande. Para o presidente do CAE, Adão Eugênio da Silva, “O trabalho de organização e distribuição está em conformidade com as diretrizes do Conselho Municipal” enfatizou.

Segundo Fidelis: “O objetivo é assegurar a alimentação das crianças e seus familiares que, devido ao período de isolamento social e ao período complicado e incerto no cenário econômico no país que iremos enfrentar no pós-pandemia. As famílias se encontram extremamente vulneráveis e dependentes da merenda escolar para garantir uma alimentação básica durante o período de suspensão das aulas. Muitos alunos dependem da alimentação que é ofertada nas unidades de ensino público de Várzea Grande. Estamos procurando fazer nossa parte e garantindo esse benefício em prol do fortalecimento de uma Educação Pública de qualidade”.

“A Prefeitura de Várzea Grande tem adotado diversas medidas para mitigar as dificuldades causadas por este período de isolamento social, uma delas é a da destinação correta dos gêneros alimentícios, que tem prazos de validade e são importantes para garantir alimentação mais nutritiva e de qualidade para os alunos, beneficiando também os pais, mães e irmãos. Muitos chefes de família estão sem emprego e renda neste período de tantas dificuldades e incertezas causadas pela pandemia”, disse Silvio Fidelis.

 

 Agosto é celebrado nacionalmente como o Mês de Aleitamento Materno desde 2017. O período também é chamado de Agosto Dourado, cor que simboliza o padrão ouro de qualidade do leite humano, líquido essencial para a vida e o desenvolvimento do bebê. Mas, em meio à pandemia de covid-19, a preocupação das mães com a amamentação aumenta. . E uma dúvida surge: mulheres que contraíram a doença podem amamentar normalmente?

Para a coordenadora da assistência em aleitamento materno do Banco de Leite Humano (BLH) do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira da Fundação Oswaldo Cruz (IFF/Fiocruz), Maíra Domingues, que é enfermeira pediátrica, os estudos feitos com amostras de leite de mães que tiveram covid-19 indicaram que vírus SARS-CoV-2 não é transmitido pela amamentação.

“As mães podem e devem continuar amamentando, mesmo estando com sintomas compatíveis com a síndrome gripal ou infecção respiratória, ou mesmo a confirmação para covid-19, se for seu desejo e se estiver em condições clínicas adequadas. Mas é importante que elas utilizem a máscara quando forem amamentar ou realizar algum cuidado com o bebê. E, claro, a higienização das mãos com bastante frequência, antes e depois da mamada ou cuidado”.

Doação de leite

Mas, segundo Maíra, a doação para o BLH está contraindicada para mulheres com sintomas compatíveis com síndrome gripal, infecção respiratória ou confirmação de caso de SARS-Cov-2. Orientação semelhante também se estende para mulheres contactantes, durante o período da viremia.

“Para a doação do leite humano de mulheres que estão com o vírus – suspeito ou confirmado – é importante recomendar a contraindicação temporária da doação pelo período de 14 dias, contados a partir do início dos sintomas. As nossas normas técnicas oferecem uma segurança e garantia da qualidade em todo o processo de coleta, armazenamento, pasteurização, então não houve nenhuma mudança. A única recomendação é que para qualquer doença infectocontagiosa, não só para o coronavírus, a doação é contraindicada até a melhora do quadro”.

Maíra informa que a pandemia obrigou o instituto a mudar alguns atendimentos às mães e pais, mas o serviço não foi interrompido.

“Nós suspendemos os grupos educativos oferecidos no pré-natal, que são grupos para o casal que está esperando o bebê, que eram realizados duas vezes por semana. Na assistência para a mãe que está com dificuldade para amamentar, nós estamos realizando teleconsulta, teleorientação. Em casos em que é necessária a consulta presencial, é feito o agendamento a partir de uma primeira avaliação na teleconsulta”.

A lista e o contato dos Bancos de Leite Humano em todo o país estão disponíveis no portal da rede, assim como recomendações básicas e notas técnicas sobre amamentação e covid-19.

Semana mundial

A primeira semana de agosto é também a Semana Mundial do Aleitamento Materno. Maíra explica que o tema deste ano é Apoie o aleitamento por um planeta saudável, de acordo com os Objetivos Sustentáveis do Milênio da Organização das Nações Unidas.

“O foco é no planeta, porque o leite materno é um alimento renovável, natural, que não traz custo ambiental. O leite humano é ambientalmente seguro e não gera impactos ambientais como os substitutos do leite materno, que são as fórmulas infantis, em decorrência do processo de industrialização”.

E a Semana Mundial do Aleitamento Materno foi encerrada na última sexta-feira (7), com o primeiro mamaço virtual promovido pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Participaram a atriz Gisele Itié e o filho Pedro, de cinco meses, e os médicos Luciano Borges Santiago, Renato Kfouri e Moises Chencinski, integrantes dos departamentos científicos de Aleitamento Materno e de Imunizações da SBP.

Os eventos promovidos pelo Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira da Fundação Oswaldo Cruz (IFF/Fiocruz) para o Agosto Dourado também estão sendo virtuais, por causa da pandemia. Serão transmitidas três palestras, nos dias 18, 19 e 20 de agosto, com o tema “A importância de apoiar o aleitamento materno nos primeiros 1000 dias de vida para a construção de um planeta mais saudável”. O público-alvo são os profissionais residentes do IFF, mas o evento é aberto a todos os interessados. As inscrições podem ser feitas pelo site www.abre.ai/inscricaosmam.

Rede de apoio

Alheia à pandemia, a vida das mães e bebês continua. Mãe de primeira viagem, a secretária-executiva Suyane Pereira Scen teve Luiza na última quarta-feira (5) e já está em casa. Ela explica que leu muito a respeito dos benefícios da amamentação na internet e fez cursos on-line, além de receber orientações das enfermeiras do hospital onde fez o parto.

“Para o bebê é questão da saúde. O primeiro colostro é muito rico em nutrientes, previne um monte de doença. Depois ajuda ela a engordar, o leite hidrata, engorda. Pelo menos o que eu fiquei sabendo é que nos primeiros seis meses é crucial para a vida saudável. Para a mãe, ajuda a reter sangramento, contrair o útero e outras coisas que nem me lembro, não dormi direito”.

Já em casa, em Brasília, Suyane conta com o acompanhamento de uma consultora para ajudar nos primeiros dias, que são os mais difíceis para a mãe. “Estou amamentando, mas está bem complicado, está machucando. A consultora ensina a pega, que o bebê não pode pegar só o bico porque machuca, tem que pegar a auréola. Questão do primeiro leite, o colostro, e depois como faz para não dar mastite, não empedrar. Ela vai mostrando como deve ser feita a massagem para ajudar a produzir leite. Eu não entendo muito e estou aprendendo com ela”.

A comunicadora de Salvador Christiane Sampaio teve o primeiro filho, Cairu, há 15 anos, e agora está com o bebê Akin, que vai completar um ano dia 27. Ela conta que teve duas experiências bem diferentes com os dois partos e amamentação.

“Meu primeiro filho não colocaram no meu seio assim que ele nasceu; só depois que eu fui para o quarto. Deu super certo e eu o amamentei quase 11 meses. Mas a pediatra me disse que não precisava amamentar mais de 6 meses, só se eu quisesse mesmo. Eu não tinha uma postura muito ativa mesmo”.

Para ela, atualmente a mulher está muito mais consciente sobre a importância da amamentação e existe um ativismo muito mais forte no campo da maternidade.

Ela destaca também a importância das redes de apoio que se formaram em diversos lugares, com mulheres e profissionais que se ajudam e trocam experiências e informações sobre maternidade, parto e amamentação, tudo feito de forma individualizada e mais humanizada.

 

As obras são de asfalto novo, praças, creches, revitalização da iluminação pública, Orla da Alameda, entre outras que estão sendo executadas

A prefeita de Várzea Grande, Lucimar Sacre de Campos esteve em visita nas obras da Praça do Jardim Glória, além da pavimentação asfáltica da Avenida Mil, bairro Nova Fronteira. A vistoria foi acompanhada pela vereadora Gisa de Barros e do secretário de Desenvolvimento Urbano, Econômico e Turismo, José Roberto Amaral. Conforme dados da secretaria de Obras, a Praça do Jardim Glória está com mais de 90% dos serviços concluídos.

Nesta etapa, as equipes realizam pinturas, limpezas e finalizam as partes de iluminação. A previsão de entrega é para o fim deste mês. Já a pavimentação asfáltica da Avenida Mil tem aproximadamente 70% de conclusão, onde estão sendo finalizadas calçamento, pintura do canteiro central e meio fio, além da execução da parte de drenagem e esgoto.

“Neste período, as equipes finalizam também as instalações das partes elétricas internas da Praça, instalação do parquinho infantil e acabamento do palco de apresentações múltiplas. A próxima etapa consiste no plantio de árvores da área externa e plantio de gramado. A Praça faz parte de um Termo de Compromisso realizado entre a Prefeitura e uma empresa instalada na cidade, por meio de uma compensação urbanística. A obra recebeu investimentos da ordem de R$ 150 mil reais”, explicou o secretário José Roberto.

Para Lucimar Sacre de Campos, as obras que se encaminham para a fase de conclusão trarão um bom aspecto para o município, com espaços de qualidade e segurança para a população. “De fato, com a pandemia da Covid-19 houve, uma concentração maior da Administração Pública voltada para a Saúde, com determinações, estabelecimento de Decretos Municipais, compras de equipamentos e insumos hospitalares, reorganização da Rede SUS para atendimento as  pessoas acometidas pela doença. Porém as obras também caminharam sob a coordenação da Secretaria de Obras, e as execuções estão sendo realizadas dentro do previsto, e muitas obras já estão sendo finalizadas, quer seja por asfalto novo, creches, praças, reurbanização da cidade, enfim estamos tomando todas as precauções para que os serviços aconteçam  e, a cada dia tomam forma e seguem para a finalização. Estamos vistoriando e pedindo celeridade nos trabalhos. Vamos entregar o quanto antes essas obras que trarão aspecto harmonioso de bem estar e qualidade de vida como nossa cidade merece”, sublinha.

A vistoria se estendeu também até a Praça Central Nossa Senhora do Carmo, instalada no Centro de Várzea Grande. No local, havia a instalação de um chafariz que será substituído por uma estátua de Nossa Senhora do Carmo, o local está sendo revitalizado com pinturas, plantação de flores e gramado e instalações de luzes, além de demais ajustes de paisagismo, deixando o visual ainda mais atrativo. “Um espaço que vai contemplar toda essa área central valorizando o comércio local e fomentando as romarias de fé e religiosidade abertas para visitação de toda a população, tanto de Várzea Grande quanto de outras cidades”, disse Lucimar. 

 

O médico Bruno Ferraz conta que a vida mudou radicalmente, desde a chagada da Covid-19

O Dia dos Pais, comemorado neste domingo (9), está sendo bem diferente para a grande maioria das pessoas que, em muitos casos, estão longe dos filhos ou dos pais, por conta da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). O distanciamento ocorre com profissionais de vários setores, mas os da área da saúde têm uma rotina mais arriscada e viram suas vidas mudarem radicalmente nos âmbitos profissional e familiar.  

O médico Bruno Ferraz, que trabalha, há três anos, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Pascoal Ramos e na Policlínica do bairro Pedra 90, conta que a vida mudou radicalmente desde que as pessoas começaram a ser infectadas pela Covid-19. Para ele, o momento é bem difícil tanto para o enfrentamento da pandemia quanto para a ausência e saudade de seus entes queridos. Mesmo com tantos desafios, a questão humanitária, o amor pela profissão, pelo próximo e a empatia em cada tomada de decisão o mantêm firme e com a esperança de dias melhores.

Pai de uma criança de 5 anos, uma pré-adolescente de 15 e a espera da Mariana, que se encontra ainda na barriga da mãe, Bruno explica como foram as mudanças que aconteceram no seu dia a dia. Ele explica que no início da pandemia, por trabalhar na linha de frente, quase não tinha contato com os filhos e com a esposa grávida. Isso fez com que ele dormisse em quartos separados, sem o costumeiro beijo e abraços nos filhos e esposa.

Porém, mesmo em meio a tanto zelo, acabou contraindo a doença e transmitindo para os filhos e para a esposa. “Foi um momento muito difícil da minha vida, ver minha família doente. Mas graças a Deus superamos e vencemos este vírus. Essa experiência me impulsionou cada vez mais a ajudar e entender os pacientes que chegam à unidade contaminados”, afirma Bruno.

Os novos desafios diários são grandes aprendizados, segundo Bruno, que mesmo depois que contraiu a doença continua tomando os cuidados antes de entrar em casa. O ritual de higiene começa dentro do carro, com a higienização das mãos com álcool, chegando em casa entra pela área externa, tira as roupas e vai direto para o chuveiro.

De acordo com médico, é preciso um esforço grande para vencer as complicações de conviver com as regras do distanciamento social, principalmente em relação ao pai que é idoso e que está isolado. “Tem quase três meses que não vejo meu pai, mas é necessário já que ele é do grupo de risco, daí optamos por esse isolamento total”, destaca.

Para o Dia dos Pais, o profissional da saúde destaca que será diferente do que foi planejado. Vai conversar com pai por videochamada e ficar em casa com os filhos. Ele acredita que esse cenário será passageiro e que logo as coisas devem voltar ao normal.

Ele deixa um recado para todos os pais, que esse dia possa ser um momento de reflexão, mudança e fé. “Continuemos praticando ao amor ao próximo, agindo com prudência, generosidade e responsabilidade na certeza que tudo vai passar. Feliz dia dos Pais”, finaliza.

 

 

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