Blog da Condessa

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Primeira-dama da capital pede atenção dos governantes de MT para saúde mental dos profissionais de saúde; Avaliação do Programa Cuidando de Quem Cuida da Gente aponta elevado índice de Transtorno de Estresse Agudo (TEA)

A primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro, pediu a atenção dos governantes de Mato Grosso para os cuidados da saúde mental dos profissionais de saúde que estão na linha de frente no combate ao novo coronavírus. A preocupação veio após o balanço, do primeiro mês, do programa Cuidando de Quem Cuida da Gente, o qual apontou 40% dos três mil servidores atendidos, até o momento, apresentam quadro em estado crítico acerca do bem estar emocional e psicológico.

O grande número de profissionais que já apresentam, inclusive, Transtorno de Estresse Agudo (TEA) fez a equipe técnica do programa, liderada pelo renomado psiquiatra Dr. André Dualibi, pular a etapa da plataforma (FASE 1) com esses servidores já os direcionando para os atendimentos diretos, os quais funcionam de forma individual e possui o conceito duplo, pois a primeira sessão é 1h e 40 minutos.

“Esse primeiro contato com o servidor é feito em duas sessões porque a pessoa chega com uma demanda e não adianta o psicólogo fazer somente uma primeira sessão em que ele irá acolher e escutar. Então a primeira sessão é de tempo maior para já começarmos a efetuar intervenções e começarmos um trabalho de alívio da angústia ou do estresse ocasionado pela carga de trabalho”, explicou Dualibi sobre a atuação realizada para evitar o desencadeamento de Transtorno de Estresse Pós-Traumático.

Para a primeira-dama Márcia Pinheiro é preocupante a realidade encontrada da situação emocional e psicológicas desses profissionais que estão sob grande carga de trabalho nessa pandemia. Ela ainda enfatiza que os governantes estão atrasados nas ações para oferecer condições melhores aos servidores da linha de frente.

“Baseamos o nosso programa no alerta feito pela Organização Mundial da Saúde sobre o surto de saúde mental que desencadeará durante a pandemia. Nossos governantes estão atrasados, as pessoas estão ficando doentes mentalmente, estão com níveis de estresse muito alto e isso prejudicará não só no trabalho, mas na vida deles também. Não podemos esperar a situação se agravar mais para agirmos. Nossos profissionais são heróis, vários já perderam suas vidas, os governantes precisam agir já”, externou Márcia preocupada.

O alerta feito pela Organização Mundial da Saúde (OMS), feito em maio, no mês de lançamento do programa da Prefeitura de Cuiabá, mostrou que os governos devem agir para evitar uma crise global de saúde mental e classificou os profissionais de saúde, juntamente com idosos e crianças, no grupo de risco.

"A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram seriamente impactados por esta crise e são uma prioridade a ser abordada urgentemente", disse Devora Kestel, diretora do departamento de saúde mental da OMS, durante a divulgação do relatório que embasa o alerta de surto.

 

Mais de 80% pediram para fazer a prova no ano que vem; a data escolhida pelos estudantes ainda não é a oficial, mas será levada em conta para a definição

O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgaram, hoje (1º), o resultado da enquete para a escolha do novo período de aplicação das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. Para 49,7% dos estudantes, o Enem impresso deve ser aplicado em 2 e 9 de maio de 2021 e o Enem digital em 16 e 23 de maio.

As outras opções de data eram o Enem impresso em 6 e 13 de dezembro deste ano e Enem digital em 10 e 17 de janeiro de 2021, com 15% dos votos; e Enem impresso em 10 e 17 de janeiro de 2021 e Enem digital em 24 e 31 de janeiro, com 35,3% dos votos dos estudantes.

As provas, que aconteceriam em novembro deste ano, foram adiadas em função das medidas de enfrentamento à pandemia da covid-19. 

A pesquisa com os estudantes foi aberta no dia 20 de junho na Página do Participante e 1,113 milhão de estudantes, que representam 19,3% dos inscritos no exame, responderam de forma voluntária. O Enem 2020 tem pouco mais de 5,7 milhões de inscritos.

Data

De acordo com o presidente do Inep, Alexandre Lopes, a data escolhida pelos estudantes ainda não é a oficial, mas será levada em conta para a definição. “Mais de 80% pediram para fazer a prova no ano que vem. É uma opinião importante, mas não é a única fonte de decisão”, disse, ressaltando que poderá ser, inclusive, uma data diferente daquelas que foram colocadas na enquete.

Lopes explicou que o MEC e o Inep irão, agora, consultar o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), que estão tratando do cronograma das aulas no ensino médio, e as associações que representam as instituições de ensino superior, para saber quando pretendem começar o primeiro semestre ano que vem. “A data sairá desse processo de construção coletiva”, disse.

A expectativa é que a definição do período de aplicação da prova seja anunciado daqui duas ou três semanas. Segundo Lopes, independentemente da data, o governo está se preparando para garantir a segurança sanitária dos participantes e das pessoas que trabalham na aplicação do Enem, com a disponibilização de álcool em gel e máscaras, além de diminuir a quantidade de estudantes nas salas.

Para o secretário-executivo do MEC, Antonio Paulo Vogel, caso o Enem 2020 seja realizado em maio do ano que vem, isso prejudicaria o primeiro semestre letivo das universidades. “É uma variável que será levada em consideração no debate com as instituições”, explicou.

Sisu e Enade

Paulo Vogel disse que o portal do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) já está aberto para a consulta de vagas para ingresso no segundo semestre deste ano, nas universidades e institutos federais de ensino. As inscrições vão de 7 a 10 de julho.

O presidente do Inep, Alexandre Lopes, também anunciou que a prova do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) de 2020, que aconteceria em novembro, será adiada para 2021 em razão da pandemia da covid-19 e dos problemas para a conclusão do cronograma do segundo semestre letivo. A nova data ainda será definida. O Enade avalia o desempenho dos estudantes e dos cursos de ensino superior. (Fonte: Agência Brasil)

 

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite do último dia 30 o texto-base da Medida Provisória 934/20, que trata da suspensão da obrigatoriedade de escolas e instituições de ensino superior cumprirem uma quantidade mínima de dias letivos neste ano devido à pandemia do novo coronavírus. A votação dos destaques, que podem alterar trechos do texto-base, foi suspensa com o encerramento da sessão. 

De acordo com o texto-base aprovado, os estabelecimentos de educação infantil serão dispensados de cumprir os 200 dias do ano letivo e também a carga mínima de 800 horas.

As escolas de ensino fundamental e médio deverão cumprir a carga horária mínima de 800 horas, mas não precisam cumprir, necessariamente, os 200 dias letivos. 

O Conselho Nacional de Educação (CNE) deverá editar diretrizes nacionais para implantar a regra, segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e sem prejuízo da qualidade do ensino e da aprendizagem.

Em função do tempo que falta até fim do ano e da necessidade de se encaixar a carga horária, nos casos obrigatórios, dentro dos dias letivos, o projeto de lei de conversão, em que a MP foi transformada, permite que o conteúdo acadêmico deste ano seja aplicado em 2021, aglutinando duas séries ou anos escolares.

Para os alunos que estão em situação de risco de contrair o novo coronavírus, será garantido um atendimento adequado à sua condição, como o regime domiciliar ou hospitalar. Para os estudantes das redes públicas, deve ser garantida ainda a continuidade de programas de apoio, como os de alimentação e de assistência à saúde.

Aulas online

O texto permite o uso de atividade pedagógicas não presenciais, mas para contar como  carga horária mínima, terão de seguir critérios objetivos estabelecidos pelo CNE. Esses critérios deverão levar em conta as especificidades de cada faixa etária dos estudantes e de cada modalidade de ensino.

Aqueles sistemas de ensino que optarem pelas atividades não presenciais terão de assegurar que os alunos tenham acesso aos meios necessários para a realização dessas atividades. Se isso envolver equipamentos e assistência técnica, a União deverá ajudar estados, Distrito Federal e municípios, tanto em favor dos profissionais de educação quanto dos alunos.

Os recursos deverão vir do “orçamento de guerra” previsto na Emenda Constitucional 106, de 2020.

Enem

O projeto de lei de conversão também prevê que o Ministério da Educação deverá ouvir as secretarias estaduais de Educação para definir a nova data do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem). 

O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e do Programa Universidade para Todos (Prouni) deverão ter seus processos seletivo compatíveis com a data de divulgação dos resultados do Enem.

Ensino Superior

Para as instituições de ensino superior, não é preciso cumprir os 200 dias letivos, mas a carga horária prevista da grade curricular de cada curso deve ser cumprida. Pelo projeto, não deverá haver prejuízo aos conteúdos essenciais para o exercício da profissão e as atividades pedagógicas não presenciais também serão admitidas para completar a carga horária.

O texto-base aprovado autoriza a antecipação da conclusão de alguns cursos da área de saúde, desde que cumpridos alguns requisitos. No caso de medicina, o aluno precisa ter cumprido 75% da carga horária do internato e nos cursos de enfermagem, farmácia, fisioterapia e odontologia, o mínimo é 75% da carga horária dos estágios curriculares obrigatórios.

A mesma situação se aplica aos cursos de educação profissional técnica de nível médio caso relacionados ao combate à pandemia. Para isso, o aluno precisará ter cumprido, no mínimo, 75% da carga horária dos estágios curriculares obrigatórios.

Em relação ao repasse de verbas da União aos entes federados no ano letivo de 2020, o projeto de lei de conversão prevê que não haja redução no cálculo dos valores dos programas.


 

Terça, 30 Junho 2020 12:22

Lei Aldir Blanc é sancionada

Auxílio emergencial de R$ 600 mensais para os trabalhadores da área cultural. Os primeiros cálculos indicam que Cuiabá, por exemplo, deve receber quase R$ 4 milhões. Já Várzea Grande e Rondonópolis R$ 1,83 milhão e R$ 1,4 milhão, respectivamente.

 O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que institui auxílio financeiro de R$ 3 bilhões para o setor cultural devido à pandemia de covid-19. O valor será repassado, em parcela única, para estados, municípios e Distrito Federal, responsáveis pela aplicação dos recursos. A Lei nº 14.017/2020, chamada de Lei Aldir Blanc, foi publicada hoje (30) no Diário Oficial da União.

O texto prevê o pagamento de três parcelas de um auxílio emergencial de R$ 600 mensais para os trabalhadores da área cultural, além de um subsídio para manutenção de espaços artísticos e culturais, microempresas e pequenas empresas culturais, cooperativas e organizações comunitárias. Esse subsídio mensal terá valor entre R$ 3 mil e R$ 10 mil, de acordo com critérios estabelecidos pelos gestores locais.

Em contrapartida, após a reabertura, os espaços beneficiados deverão realizar atividades a alunos de escolas públicas, prioritariamente, ou para a comunidade, de forma gratuita. Não poderão receber o benefício espaços culturais criados pela administração pública de qualquer esfera, bem como aqueles vinculados a grupos empresariais e espaços geridos pelos serviços sociais do Sistema S.

Trabalhadores do setor cultural e microempresas e empresas de pequeno porte também terão acesso a linhas de crédito específicas para fomento de atividades e aquisição de equipamentos e condições especiais para renegociação de débitos, oferecidas por instituições financeiras federais.

De acordo com a lei, poderão ser realizados editais, chamadas públicas e prêmios, entre outros artifícios, para a manutenção e o desenvolvimento de atividades de economia criativa e economia solidária, cursos, manifestações culturais, produções audiovisuais, bem como atividades artísticas e culturais que possam ser transmitidas pela internet ou por meio de plataformas digitais.

Enquanto perdurar a pandemia de covid-19, a concessão de recursos no âmbito do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), dos programas federais de apoio ao audiovisual e demais políticas federais para a cultura deverão priorizar o fomento de atividades que possam ser transmitidas pela internet, por meio de redes sociais e plataformas digitais ou meios de comunicação não presenciais. Os recursos de apoio e fomento também poderão ser adiantados, mesmo que a realização das atividades somente seja possível após o fim das medidas de isolamento social.

As atividades do setor - cinemas, museus, shows musicais e teatrais, entre outros - foram umas das primeiras a parar, como medida de prevenção à disseminação do novo coronavírus no país. De acordo com a pesquisa Percepção dos Impactos da Covid-19 nos Setores Culturais e Criativos do Brasil, mais de 40% das organizações ligadas aos dois setores disseram ter registrado perda de receita entre 50% e 100%.

O nome da lei homenageia o escritor e compositor Aldir Blanc, que morreu no mês passado, no Rio de Janeiro, aos 73 anos, após contrair covid-19.

Auxílio emergencial

O auxílio emergencial de R$ 600 mensais para os trabalhadores da área cultural deverá ser prorrogado, assim como o auxílio concedido pelo governo federal aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados.

Para receber o benefício, os trabalhadores da cultura com atividades interrompidas deverão comprovar, de forma documental ou autodeclaratória, terem atuado social ou profissionalmente nas áreas artística e cultural nos 24 meses imediatamente anteriores à data de publicação da lei. Eles não podem ter emprego formal ativo e receber benefício previdenciário ou assistencial, ressalvado o Bolsa Família.

Além disso, devem ter renda familiar mensal per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos, o que for maior; e não ter recebido, em 2018, rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70.

O recebimento dessa renda emergencial também está limitado a dois membros da mesma unidade familiar e a mulher chefe de família receberá duas cotas. O trabalhador que já recebe o auxílio do governo federal não poderá receber o auxílio cultural.

Calcula-se que as artes empregam 6% da população brasileira. No início de junho , o senador Wellington Fagundes (PL-MT) esteve reunido com o alguns artistas e conversou sobre a expectativa em torno da aprovação dessa ajuda emergencial. “Sem ter como trabalhar, milhares desses profissionais ficaram à mercê da própria sorte”, diz. “Neste momento, mais do que nunca, a arte se faz importante para proporcionar beleza e entretenimento para quem enfrenta dias tão difíceis como os atuais”.

Ele lembra que muitos artistas buscam alternativas, fazendo lives e promovem campanhas de arrecadação de recursos e cestas básicas para ajudar os companheiros. “Mas a maior expectativa do setor era pela aprovação dessa ajuda emergencial”, comemora o senador. (Fonte: Agência Brasil)

 

Em entrevista ao Blog da Condessa, a diretora da Assembleia Social e do Teatro Zulmira Canavarros, Daniella Paula Oliveira, falou sobre o “Arte e Cultura Mato Grosso’, programa exibido pela TVAL para garantir renda emergencial a artistas, já que as atividades deles foram as primeiras suspensas - dada a capacidade de aglomeração - e conteúdo cultural para a sociedade, entre outros assuntos. Confira, a seguir, a entrevista na íntegra.

Blog da Condessa - A Assembleia Social prioriza ?

Daniella Paula.- A Assembleia Social, antiga Sala da Mulher, é um braço social da Assembleia Legislativa do Estado  de Mato Grosso que visa a promoção social e discutir políticas públicas para pessoas em vulnerabilidade. No formato anterior atendíamos mais mulheres, pensava-se políticas públicas e tentava atender especificamente mulheres. Já a partir do momento que virou Assembleia Social, um pedido do atual presidente da ALMT - deputado Eduardo Botelho, conseguimos então estender mais o nosso trabalho. Sendo assim hoje atendemos pessoas, regiões em vulnerabilidade através de mutirões sociais, cursos de capacitações e das próprias propostas de leis para mesa diretora.

Blog da Condessa - Cite algum projeto importante em ação.

Daniella Paula. -Atualmente estamos com um projeto chamado Arte e Cultura Mato Grosso, um programa que está indo ao ar na TVAL (30.1) todos os sábados às 15hs e com reprise aos domingos às 15 e 20hs . O teatro é um equipamento cultural da Assembleia Social. Hoje eu faço a direção da Assembleia Social e do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros. Esse projeto foi pensado com o intuito de poder proporcionar uma renda aos artistas em vulnerabilidade que vivem somente da arte, bem como levar um pouco mais da nossa arte e cultura ao conhecimento do público em geral. O projeto do Arte e Cultura Mato Grosso está atendendo com cachê os artistas em vulnerabilidade com rotatividade de apresentadores pra que também possamos atender um grupo maior. Temos ainda uma banda composta por quatro pessoas , cujos artistas viviam unicamente de trabalho em bares , tocando à noite e que nesse momento estão conseguindo através do programa um meio de sobrevivência. Ele é o que está decorrente, é o que está sendo possível fazer com todos os cuidados necessários por conta da pandemia. Mas, temos diversos projetos nesses anos todos que estamos à frente da direção de ambos (Teatro e Assembleia Social).

Blog da Condessa - Há ações, eventos já planejados pela Assembleia Social para o próximo ano?

Daniella Paula – Para 2021 a ideia é realizar os mutirões sociais que não foram possíveis este ano por conta da pandemia e estender os nossos cursos de capacitação

Blog da Condessa - Cidadania é sinônimo de?

Daniella Paula – Participação, aproximação, inclusão, unidade. Sendo assim, buscamos levar esse acolhimento, dignidade, humanidade através das capacitações, dos mutirões. Também foi través do contato com a periferia, comunidade, municípios distantes, zona rural, quilombola, áreas indígenas que nós desmistificamos a Assembleia enquanto órgão distante.

Blog da Condessa - Qual a relevância do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros?

Daniella Paula – Hoje eu considero como o teatro mais solidário do nosso estado. 99% das nossas pautas são de cunho social. Você leva um quilo de alimento não perecível e assiste uma peça de teatro, um show, uma palestra, uma capacitação. Atualmente ele é  não somente o braço cultural mais importante como também de transformação social e eficácia pública, pois fazemos cultura e levamos solidariedade. Essa união de arte e solidariedade é a principal relevância do Zulmira Canavarros.

Blog da Condessa - De que forma o Zulmira Canavarros é acessível?

Daniella Paula- Por exemplo: um grupo de teatro da periferia consegue se apresentar no palco do maior teatro do estado e também se consegue levar ballet de Kiev em troca de 1 litro de leite não perecível. Ou seja, um espeço extremamente acessível para todo mundo. Por exemplo, uma escola da periferia pode fazer um agendamento escolar para levar um grupo de alunos até o teatro. Nós dispomos o ônibus, o projeto, com a peça de teatro, com a proposta lúdica. Também temos uma parceria com o Ciranda Mundo que faz seus ensaios abertos para alunos de escolas públicas. E assim, seguimos na tentativa de alcançar todos os públicos de maneira unânime.

Blog da Condessa – O teatro atende todos os públicos?

Daniella Paula - O Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros atende sim todos os públicos, desde crianças de creches até terceira idade em parcerias com grupos de corais, além de atender o legislativo com audiências públicas no teatro, com importantes discussões como foi com a Lei Maria da Penha com a presença da Penha no ano passado.

Blog da Condessa - Devido a pandemia, certamente a agenda cultural foi interrompida , bem como demais atividades. Na sequência, há planejamento de ações, projetos?

Daniella Paula – Todas as nossas pautas foram canceladas e provavelmente a atividade do teatro com o público será a última a retornar. No entanto, como ocupação do palco do Zulmira nós estamos fazendo Arte e Cultura Mato Grosso que tem sido muito bem  aceito pelo público, bem como atendido os artistas nesse momento de dificuldades.

Blog da Condessa - O espaço conta com quantos lugares?

Daniella Paula – O teatro conta com 769 lugares, sendo o maior do estado, e temos áreas reservadas para deficientes físicos.

Blog da Condessa - A Assembleia Social tem forte atuação no reconhecimento e incentivo a novos e consagrados talentos, na promoção da cidadania e do acesso à leitura, à história e a diversas manifestações artísticas?

Daniella Paula – Temos propostas de criação de bibliotecas, brinquedotecas. Conseguimos também realizar em parcerias com associações de bairros o curso de reforço pedagógico onde se oferta a professora que se desloca até a periferia, oferecemos o kit material, o lanche. Além de cursos para professores, capacitações em escolas públicas e diversos outros projetos que fomentem a cultura, a arte e a educação. O tripé que acreditamos necessário para transformar uma sociedade mais justa, bela e igualitária.

 

 

Os chefs brasileiros reproduzirão as receitas diretamente de suas cozinhas

Num delicioso amistoso chefs do Brasil e do Uruguai interagem por receitas típicas. As delícias uruguaias serão reproduzidas pelos brasileiros. Para o desafio, organizado pelo Ministério de Turismo do Uruguai, foram convidados profissionais renomados dos dois países, onde numa troca de receitas, o vizinho traz ao Brasil um pouco de sua cultura gastronômica.

Os chefs brasileiros reproduzirão as receitas diretamente de suas cozinhas, transmitidas ao vivo via “live” pelo Instagram Uruguai Natural (@uruguainatural). Os encontros ocorrerão às terças feiras, as 19h. A primeira receita, um guiso de peixe, será comandada da cozinha da chef Dayse Paparoto - vencedora do Primeiro MasterChef Profissionais no Brasil e tem um currículo excepcional, no dia 30 de junho as 19h. O prato típico da gastronomia uruguaia e presente em todas as cozinhas tradicionais do país, foi indicado por María Elena Marfetan – comandante da cozinha do emblemático Lo de Tere, localizado no luxuoso balneário de Punta Del Este.
Quando chega o inverno, os uruguaios são grandes fãs de ensopados e comidas de panela no geral. Existe uma grande variedade de pratos à base de lentilhas, feijão, grão-de-bico, aos quais se adiciona uma grande variedade de carne para fazer uma dieta rica em calorias.
No entanto, a chef uruguaia, María Elena Marfetan, trouxe como sugestão, para a primeira “live” de gastronomia, um guisado especial de peixe, a receita nasceu em La Paloma, emblemático balneário da região de Rocha, onde é tradicional fazer guisados de peixe. "Na minha casa chamamos este guisado de sopopó", diz a chef.

Sobre María Elena Marfetan
Nascida em Rocha, aos 8 anos iniciou suas atividades na cozinha com a mãe, no restaurante La Balconada, em La Paloma. Após terminado o ensino médio foi para Montevidéu e estudou gastronomia na Escola Superior de Gastronomia da capital uruguaia. Logo, passou uma temporada de 4 meses viajando pela França e Espanha, estudando os costumes gastronômicos dos dois países.
Voltou ao Uruguai, onde trabalhou em um restaurante de Montevidéu e depois assumiu seu posto no restaurante Lo de Tere - destinado a ser referência na culinária terrestre e marítima do Leste uruguaio, bem como ser uma embaixada no departamento de Rocha. Desde 2001 a chef esta a cargo da cozinha de lá. María Elena Marfetán também queridinha e parceira do Brasil, é especialista em pratos com produtos da região, e entusiasta dos produtos de origem marítima.

Sobre Dayse Paparoto
Vencedora da primeira edição profissional do Masterchef Brasil (maior reality gastronômico da TV Brasileira). Formou-se em gastronomia no Senac de Águas de São Pedro (escola referência no segmento), cursou módulo de frutos do mar na reconhecida escola francesa Le Cordon bleu – em Paris e módulo de massas na One Day School com o Chef Matteo Ferroni – em Roma.
Com pouco mais de 16 anos de profissão, Dayse é Chef Revelação pela Veja SP (2009 e 2010), jurada do Bocuse D ?Or (maior concurso Gastronômico do mundo) e teve passagens pelos renomados restaurante Hotel Fasano, DueCuochi, Cucina, Nico pasta e Basta, Hotel Jequitimar Guarujá entre outros.
Não perca!
A segunda receita da série de “lives” será executada pelo chef paulistano e agora residente de Campo Grande (MS), André Nardo é proprietário do Domus Bistrô, restaurante especializado na culinária italiana localizado na capital do Mato Grosso do Sul. André é louco pelo o Uruguai e lembra com saudades dos chivitos, por isso ele foi desafiado pelo chef uruguaio Juan Pablo Clerici a executar a sua receita ao vivo no canal @uruguainatural. Será dia 7 de julho às 19h. (Fonte:Divulgação: Arabella)

Classe artística busca alternativa de sustento durante a pandemia

Em função da crise sanitária provocada pela covid-19, eventos culturais de grande porte, que acabam movimentando a economia dos locais onde são realizados, foram adiados, alguns sem anunciar nova data. A organização do Festival de Cinema de Gramado, um dos principais do país, resolveu manter quase inalterada a programação, somente transferindo o evento de agosto para setembro. Mais cautelosa, a 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que recebe, em média, 600 mil visitantes a cada edição, ficou para 2022.

Ao mesmo tempo em que os espaços culturais precisam adotar o fechamento como medida de combate à covid-19 e eventos são adiados pelo mesmo motivo, artistas têm tido dificuldade de encontrar uma fonte de renda. Por essa razão, estão recorrendo às redes sociais para passar o chapéu (como se denomina, no meio artístico, a prática de recolher contribuições voluntárias após uma apresentação). 

Em um clique, encontram-se diversas postagens de artistas que, individual ou coletivamente, pedem doações ou realizam lives (transmissões online, ao vivo) para arrecadar recursos. O perfil é bastante heterogêneo. São artistas iniciantes e outros mais consolidados, como os do Teatro Oficina Uzyna Uzona, companhia que completa 62 anos de existência, este ano, e foi fundada por José Celso Martinez Corrêa, mais conhecido como Zé Celso, um dos ícones da tropicália.  

Para amparar os trabalhadores do setor, o Senado Federal aprovou, em 4 de junho, o projeto de Lei Aldir Blanc (PL nº 1075), que prevê a concessão de benefício no valor de R$ 600, além de possibilitar a distribuição de quantias para garantir a manutenção de empresas e espaços culturais. Segundo o texto, a quantia que será repassada da União, por meio do Fundo Nacional de Cultura, para estados, Distrito Federal e municípios totaliza R$ 3 bilhões. A proposta, apresentada pela deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ), segue agora para sanção do presidente Jair Bolsonaro. 

Obstáculos

Em meados de maio, a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) emitiu informe em que estimava que 13% dos museus de todo o mundo poderiam encerrar, em definitivo, suas atividades, em decorrência das consequências da pandemia de covid-19. Já naquele período, mais de 85 mil instituições, que representam 90% do total (95 mil), haviam suspendido visitações, a fim de evitar contaminações pelo novo coronavírus, e parte delas buscava se adaptar para manter exposições online. 

No comunicado, a Unesco destacou que apenas 5% dos museus localizados em países da África e países insulares em desenvolvimento estavam conseguindo manter atividades em ambiente virtual. Como essa situação, existem também outras que indicam que o segmento de cultura está sob ameaça, não apenas sob o ponto de vista de circulação do conhecimento e preservação do patrimônio cultural, mas de sustento dos profissionais do ramo.

De acordo com a Unesco, a falta de receita dos museus afeta também os funcionários dessas instituições e os artistas, muito deles autônomos ou trabalhando com "contratos precários".

Criatividade em números

De acordo com o Mapa Tributário da Economia Criativa, elaborado pelo extinto Ministério da Cultura, em parceria com a Agência Brasileira de Cooperação e a Unesco, a classe criativa correspondia a 1,8% dos trabalhadores formais brasileiros, em 2015. Em 2013, a proporção era de 1,7%. Atualmente, a economia criativa responde por 2% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. O documento foi divulgado em dezembro de 2018.

Publicado em janeiro de 2019, um relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad) aponta que as exportações de bens criativos do Brasil, em que se sobressaem bens de design, como moda, design de interiores e joias, somaram US$ 923,4 milhões em 2014. Naquele ano, somente as novas mídias produzidas no país, que incluem filmes, movimentaram US$ 102 milhões. Artes visuais, por sua vez, geraram US$ 92 milhões e artes e artesanato, US$ 73 milhões. (Fonte: Agência Brasil)

 

 O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento. O programa Impressões vai ao ar neste domingo, às 22h30, na TV Brasil.

 Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, Monja Coen recomenda a meditação que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”. (Fonte: Agência Brasil)

 

Sábado, 27 Junho 2020 05:00

Coração: bomba da vida

Doenças cardiovasculares são as que mais matam no Brasil e no mundo; Cartórios registram aumento nas mortes por doenças cardiovasculares

 Os cartórios de registro civil registraram aumento de 31% no número de mortes por doenças cardiovasculares entre 16 de março, quando os estados começaram a decretar a quarentena por causa da pandemia da covid-19, a 31 de maio, em comparação com o mesmo período de 2019.

Os dados fazem parte do novo módulo do Portal da Transparência, lançado hoje (26), que reúne os óbitos por doenças cardíacas. O módulo foi desenvolvido pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil) em parceria com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

Porém, o levantamento da SBC mostra que os óbitos por infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC) registraram queda de 14% e 5% respectivamente, no período analisado, o que, na avaliação do presidente da entidade, Marcelo Queiroga, pode estar diretamente relacionado ao aumento do número de mortes em domicílio e à dificuldade do diagnóstico exato.

“A forte correlação positiva entre o aumento de mortes cardiovasculares por causas inespecíficas e domiciliares corrobora essas explicações, pois pode sugerir que pelo menos algumas das mortes por infarto e AVC ocorreram em casa, impedindo o diagnóstico correto”, disse Queiroga.

O presidente da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista, Ricardo Costa, lembra que as doenças cardiovasculares, que são as que mais matam no Brasil e no mundo, continuam acontecendo. “Estamos vivendo situação preocupante. A mortalidade pode estar sendo aumentada pelo não tratamento ou pelo tratamento muito retardado, pela não procura dos indivíduos infartados por um atendimento da maneira adequada”.

Segundo Costa, na segunda quinzena de março, quando as medidas de isolamento social foram implantadas de maneira mais ampla, foi observada uma redução em torno de 50% na realização de procedimentos de emergência como a angioplastia.

“Nas primeiras semanas de abril, observamos uma redução em torno de 70%. A principal hipótese é que pacientes mesmo com sintomas de infarto estavam deixando de procurar atendimento médico de emergência por conta do receio de serem contaminados pelo novo coronavírus”, disse Costa, destacando que muitos pacientes acabavam morrendo em casa ou chegavam com um quadro cardíaco grave no atendimento.

O presidente da SBC alerta para a necessidade de as pessoas buscarem atendimento médico para outras doenças que não apenas a covid-19. “Assim, é necessário realizar campanhas públicas para conscientizar sobre a importância do cuidado cardiovascular, mesmo durante esse período desafiador. É de notar que os efeitos deletérios sobre eventos cardiovasculares podem durar mais que a própria pandemia, pois as prevenções primárias e secundárias estão sendo adiadas nesse contexto”, disse Queiroga. (Fonte: Agência Brasil)

 

O jovem sommelier Uriel Augusto Liz de Bittencourt atua como profissional especializado há seis anos. “Meu interesse pelos vinhos, meu primeiro contato foi dentro de restaurantes, vendendo, degustando e na sequência aprimorando o conhecimento e apreciando o intenso mundo do vinho”, revelou.

O que mais o fascina no universo da harmonização é a intensidade de como o vinho realça o sabor da comida e vice versa. Para o sommelier, uma combinação infalível é a paella valenciana com vinho rosé. “Já combinar queijos e vinhos é uma arte. Muito prazeroso quando assertiva”, observa Uriel.

Conforme ele, a principal regra para harmonizar comida e vinho é equilibrar a estrutura do prato com a estrutura do vinho. Cita como exemplo a alquimia de vinhos encorpados com pratos mais pesados.

Segundo o sommelier, algumas características dos vinhos e dos pratos podem resultar em sensações desagradáveis. “Amargor na comida com vinhos de taninos altos pode causar uma sensação desagradável na boca”, indicou. Destaca ainda que além das características de paladar, gustativas, os aromas de ambos nos levam a uma harmonização mais assertiva. “Um vinho ‘simples’ com uma comida ‘simples’ pode ser muito agradável, melhorando ambos”, disse Uriel.

Vinhos brancos são mais leves que rosés que, por sua vez, são mais leves que os tintos. “O vinho rosé tem mais corpo que o branco e é ligeiramente mais leve que o tinto”, ressaltou o sommelier.

Um erro comum é harmonizar vinhos tintos com crustáceos em geral, bem como confundir vinho leve com macio. “O vinho pode ter corpo e ter taninos, mas ser macio. Os meus vinhos preferidos são os roses franceses e tintos Italianos. Vinhos bem gastronômicos”, revelou. No entanto, considera o vinho brasileiro excelente. “Principalmente os espumantes. Os tintos não são muito compreendidos, porém já tem bom público e um futuro muito promissor. Acredito muito nos vinhos brasileiros”, frisou

O que realmente faz um sommelier? Uriel Augusto Liz de Bittencourt responde: Auxilia o cliente na escolha do vinho mais indicado para o gosto ou ocasião dele.

Na sequência, o sommelier da rede de supermercados Comper sugere alguns vinhos - desde o mais acessível ao mais caro como o Hereford Malbec (R$29,90), Primoroso (R$39,90), Santa Isle Gran Reserva Cabernet Sauvignon (R$49,90).

“Temos várias ofertas em todas as unidades de Cuiabá e Várzea Grande.  A maioria voltada a vinhos importados do Chile, Argentina e Portugal. Já os vinhos brasileiros com preços razoáveis são mais raros, porém encontramos vinhos de excelente qualidade com bons preços. Na adega dos supermercados Comper você encontra vinhos nacionais e importados de diversos rótulos com preços que variam de R$30,00 a R$240,00’, informa o sommelier.

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