Blog da Condessa

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Pais precisam observar sintomas que podem surgir no decorrer do tempo, diz psicólogo

Acostumadas a correr, brincar, pular e saltar em ambientes abertos e rodeadas de amigos e colegas, as crianças têm sentido os efeitos de ficar o dia inteiro dentro de casa nesse período de isolamento social. Longe da escola, da creche, dos parques e das praças, das casas de amigos e parentes e de outros ambientes a que estavam habituadas, elas ainda têm que lidar com a educação a distância, um formato até então inédito para o ensino formal de crianças e adolescentes.

“Nesse período de pandemia e consequente isolamento social, a rotina das crianças, inevitavelmente, sofre mudanças. A maior mudança é não ir à escola, e esse período da vida da criança no ambiente escolar é muito relevante. Ficar sem esses momentos em que a criança exercita sua socialização, compartilha conhecimentos e os adquire de maneira próxima com professores/educadores, pode ser um fator gerador de estresse emocional”, diz o psicólogo clínico Danilo Lima Tebaldi, do Centro de Saúde Escola, unidade auxiliar da Faculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Segundo o psicólogo, os pais precisam prestar atenção a alguns sinais e sintomas que podem surgir no decorrer do tempo. “Os pais devem ficar atentos a qualquer mudança de comportamento dos filhos, ou seja, comportamentos que antes a criança não apresentava e passou a apresentar, tais como agressividade, comportamento inquieto e/ou agitado, presença de medos infundados e aspectos regredidos de comportamento [como chupar o dedo].”

É o que está acontecendo com Heitor, de 4 anos. Ele voltou a ter escapes de fezes e a ficar muito irritado, conta a servidora pública Luiza Gabriela Silveira Felipe, que é também mãe de Marina, de 3 meses.

“Ele sempre foi uma criança muito agitada, mas não era nervoso. Como ele ficou sem socializar, acabei liberando coisas [com] que ele não tinha costume, como o uso de vídeo game. Acho que isso favoreceu para deixá-lo muito nervoso. Além disso, com a chegada da irmã, a gente teve que dividir a atenção dele, e ele não está sabendo lidar com isso”.

Luiza ressalta que voltaram comportamentos que há muito tempo Heitor não tinha. “Ele voltou a ter escapes, a fazer cocô na calça, coisa que não fazia há anos. Ele também está comendo roupa, ele fica se machucando... Fica muito nervoso, e a gente não consegue controlar o nervoso dele. Procurei ajuda de uma psicóloga infantil, ela me deu umas dicas, mas acredito, sim, que quando passar essa pandemia acabe isso.”

Diálogo constante

Tebaldi recomenda muito diálogo com os filhos nesse momento difícil. “Os pais devem estimular o diálogo com seus filhos, explicando o que está acontecendo a eles de uma maneira adequada a faixa etária de cada um. Ou seja, para crianças pequenas, a linguagem deve ser simples e acessível ao entendimento delas. E deve-se tomar cuidado com o excesso de informações, pois isso pode gerar ansiedade e medo na criança”, pondera.

O psicólogo destaca que os adultos, muitas vezes, pensam que as crianças ignoram o que está acontecendo, e isso não é verdade. “A criança, mesmo que sem os recursos cognitivos suficientes para entender e interpretar o contexto, sente que há algo 'diferente' acontecendo, e isso deve ser conversado. O diálogo é essencial neste momento para que a criança seja corretamente informada e, com isso, os sentimentos de medo e insegurança, que são normais nessa fase, sejam manejados de maneira adequada.”

Outra recomendação é estimular as crianças a expressar seus sentimentos, medos, angústias e inseguranças por meio de desenhos e estratégias em que haja o aspecto lúdico. “A rotina é outro ponto muito importante nesse momento. Muitas crianças estão tendo aulas de maneira remota, um desafio para muitos, e os pais devem ser participantes ativos neste processo m que o ensino e a aprendizagem ocorrem de maneira bem diferente do habitual.”

É o que tem feito a universitária Juliana Kelly Martins de Carvalho, mãe de Nicolas, de 3 anos. Ela conta que está conseguindo conversar mais com o filho. “Conversamos sobre sentimentos, sobre frustração, sobre nomear os sentimentos e maneiras de se acalmar.  Tento superar cada crise de uma vez. Obviamente isso me sobrecarrega mais, mas é assim que a gente lida, tenta fazer uma coisa diferente todos os dias, para ver como as coisas vão acontecendo.”

Juliana conta que Nicolas já estava em casa, porque tinha feito uma cirurgia, e que, quando ia voltar para a escola, veio o isolamento social. “E aí, sem sair e fazer o que estávamos acostumados, ele começou a ficar estressado, a ter uns ataques de raiva muito fortes. Não procurei ajuda, porque, apesar de tudo, agora conseguimos um esquema para ele ir para a casa do pai todos os fins de semana e também estamos conseguindo conversar mais com ele."

Rotina é importante

Danilo Tebaldi enfatiza que o diálogo dos pais com as crianças tem de ser franco e espontâneo porque elas entendem, a seu modo, o que está acontecendo. “Falar abertamente sobre o tema da pandemia, os riscos de contaminação, as maneiras de prevenção, a importância do isolamento social, escutar o que as crianças pensam sobre isso, as dificuldades que elas encontram nesse momento, é fundamental.”

Falar sobre a importância da rotina de estudos, das brincadeiras e do descanso também é importante. É preciso ainda salientar que, ficar em casa não significa "férias", e sim um novo modo de estar no mundo. “O estresse muitas vezes é inevitável, mas pode ser administrado e, consequentemente, minimizado, com diálogo, expressão de afetos de maneira lúdica, com desenhos, brincadeiras e jogos, para que a criança possa ventilar seus pensamentos e sentimentos e assim poder elaborar o que está acontecendo”, orienta Tebaldi.

Na avaliação do psicólogo, com o quadro atual da pandemia, em que muitas pessoas estão morrendo, e isso é diariamente noticiado, é comum e esperado que as pessoas fiquem ansiosas e inseguras. “O sentimento de incerteza é muito intenso, visto que não há, por enquanto, uma vacina ou remédio verdadeiramente eficaz para todos. Tais sentimentos podem se exacerbar deixando algumas crianças tímidas e mais introvertidas, e nesse momento é fundamental que a criança tenha espaço para expressar seus sentimentos”, finaliza. (Fonte: Agência Brasil)

Data final de recebimento de trabalhos foi adiada devido à pandemia. Crianças terão até 2021 para envio de textos a Prêmio Espantaxim

As crianças interessadas em participar do 6º Concurso Nacional Literário Infantil - Prêmio Espantaxim 2020/21 terão até o dia 4 de junho de 2021 para enviar seus trabalhos. A decisão foi tomada pela organização diante das alterações provocadas na rotina de escolas, estudantes e professores pela pandemia do novo coronavírus.

A prorrogação do prazo permitirá que as escolas, os alunos e docentes tenham condições de reorganizar suas rotinas, disse a escritora Dulce Auriemo, idealizadora do Prêmio Espantaxim. O prazo inicial se encerrava em junho deste ano, mas com o avanço da pandemia e a interrupção das atividades escolares, já havia sido adiado para o segundo semestre de 2020.

"Isso nos fez pensar na necessidade de encontrar uma solução que garanta a participação desses autores [que já tinham mandado os textos] e, por outro lado, dê condições para aqueles que querem participar, mas que no momento estão impossibilitados devido ao fechamento das escolas por causa da pandemia. Existem muitas incertezas e precisamos encontrar um equilíbrio. Esperamos que dias melhores possam trazer mais inspiração às crianças", explica a autora e escritora.

Dulce esclareceu que o regulamento do concurso permanece inalterado. Apenas a data limite para envio das obras foi modificada. Podem participar do prêmio crianças de 7 a 12 anos de idade, de todas as regiões do país. Excepcionalmente, nesta edição, haverá uma categoria dedicada aos jovens escritores de até 13 anos.

O pequeno escritor deve enviar sua obra – redação, mensagem ou poesia – e não precisa fazer inscrição para participar do Prêmio Espantaxim. O tema central deste ano são as Quatro Estações - Primavera, Verão, Outono, Inverno e como os encantos e as particularidades de cada uma delas afetam os sentimentos das pessoas. A participação é gratuita.

Este ano, serão premiadas 250 crianças que receberão uma antologia com os resultados do concurso que incluem os trabalhos vencedores, destaques e selecionados.

Cronograma

De acordo com o regulamento, os professores devem trabalhar o tema com seus alunos em classe. Os alunos interessados devem enviar as obras que passarão por avaliação de comissão julgadora.

Os melhores trabalhos serão divulgados em uma antologia, livro que reúne as obras dos pequenos escritores premiados como vencedores ou selecionados.

A cerimônia de premiação do 6o Concurso Nacional Literário Infantil Espantaxim e o Castelinho Mágico - Prêmio Espantaxim 2020/21 acontecerá em 2022, na Sala São Paulo, considerada patrimônio histórico e cultural da capital paulista. Na última edição nacional de 2018, foram recebidas 3.393 obras de crianças de 14 estados. (Fonte: Agência Brasil)

Pandemia paralisou atividades turísticas no Brasil desde março. Selo de turismo certificará higiene e prevenção contra a covid-19

 O Ministério do Turismo (MTur) lançou o selo Turismo Responsável, uma certificação, disponível na internet, que tenta assegurar a turistas, viajantes e consumidores que o hotel ou pousada onde se instalaram e o bar ou restaurante onde fazem refeições estão cumprindo requisitos de higiene e prevenção contra a covid-19.

O selo é gratuito e está vinculado ao Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur). Deve ser colado em local de fácil acesso aos clientes e contém QR Code pelo qual o turista poderá verificar as medidas adotadas pelo estabelecimento.

A ferramenta também possibilitará o encaminhamento de denúncias que, em caso de comprovado o descumprimento de exigências, poderá resultar em revogação do selo.

De acordo com o ministério, a medida é a primeira etapa para a retomada de atividades turísticas, paralisadas desde março por causa da pandemia provocada pelo novo coronavírus.

A iniciativa, validada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), atende preocupações de empresários do setor que querem voltar aos seus negócios, mas dando a certeza de não expor turistas, nem empregados a riscos de contágio.

Para o secretário de Integração Interinstitucional do Ministério do Turismo, Bob Santos, os novos protocolos sanitários de biossegurança vieram para ficar.

Segundo ele escreveu em artigo para a Confederação Nacional do Comércio (CNC), num primeiro momento da retomada do turismo a escolha dos viajantes “será por viagens de curta duração, em fins de semana ou feriados prolongados. Os destinos de natureza, de aventura, de base comunitária e de ecoturismo serão os mais procurados, tendo em vista a baixa aglomeração de pessoas”.

Biossegurança para todos

Por causa da pandemia, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (Contratuh) teme até meio milhão de desempregados na área de turismo e hospitalidade em todo o país.

Outras projeções estimam falência de 10% de hotéis e o fechamento de um terço dos restaurantes no país.

Além dos meios de hospedagem e refeição, o Ministério do Turismo criou protocolos de higiene e limpeza para agências de turismo; transportadoras turísticas; organizadoras de eventos; parques temáticos; acampamentos; parques aquáticos; locadoras de veículos e guias de turismo. (Fonte: Agência Brasil)

 

 

Debate mostra que Brasil deve estar pronto para novas tecnologias. Infraestrutura e legislação devem se antecipar a novos marcos

O Brasil deve preparar o seu ambiente regulatório, tributário e de infraestrutura para a chegada e o desenvolvimento de novas tecnologias de telecomunicação e de tráfego de dados, como o 5G. É o que dizem especialistas que participaram do debate virtual O Futuro da Telecom, promovido pela Secretaria do Desenvolvimento da Infraestrutura da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, do Ministério da Economia.

O superintendente de competição da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Abraão Balbino, disse que o Brasil ainda tem muitos desafios para conectar todos os municípios e habilitar as novas tecnologias que estão surgindo. Além disso, mercados como de computação e armazenamento em nuvem, inteligência artificial, internet das coisas e realidade virtual demandarão uma infraestrutura mais potente do que a existente hoje. “E temos a necessidade de políticas públicas e regulação que incentive o investidor”, destacou.

Balbino explicou que o sistema regulador tem que atuar apenas onde há falhas no mercado. “Se o mercado tem capacidade de responder da maneira mais próximo possível, não há que ter regulação”, disse.

A coordenadora-geral de telecomunicação da Secretaria de Desenvolvimento da Infraestrutura, Nathalia Lobo, concorda com as afirmações, e disse que a privatização da Telebrás, em 1998, foi fundamental para o desenvolvimento do setor com investimentos privados. “Esse regime privado e ausência de regras muito rígidas, com criação de algum regramento por falha de mercado, permitiu que muitas inovações fossem incorporadas”, explicou. Para ela, também é preciso garantir a rentabilidade do setor para que ele chegue até “os rincões” do país com transporte de dados de qualidade.

O superintende da Anatel alerta que o Brasil “não é um país só”, mas diverso em populações e territórios, e que é preciso direcionar políticas e subsídios públicos onde o setor privado não chega por falta de infraestrutura ou competitividade.

Para Balbino, um dos maiores gargalos para a ampliação da tecnologia é a infraestrutura passiva urbana. “São 45 milhões de postes, cerca de 20% estão completamente ocupados com uma infraestrutura caótica, um emaranhado de fios”, disse, explicando que o custo para organização de ocupação de postes chegaria a R$ 20 bilhões. “Isso exige uma ação transversal que envolve o setor elétrico e as municipalidades. Existe o papel de política pública para ajudar a unir essas pontas.”

Setor produtivo

Para o professor Raul Katz, diretor de pesquisa de estratégia de negócio do Columbia Institute for Tele-information, de Nova York, o Brasil deve alavancar a chegada da tecnologia 5G em todo território nacional para que possa alcançar os países que estão na fronteira tecnológica e “não perpetuar o problema de vários Brasis”, como citou Balbino.

Para Katz, além de diminuir as desigualdades sociais, o setor produtivo também se beneficia com a universalização das tecnologias. Apesar de grandes setores como o agronegócio já à frente no uso de inovações, por estar conectados a mercados mundiais, é preciso pensar na manufatura, setor de serviços e outras dimensões de empresas. “Temos barreiras para a digitalização da produção de pequenas e médias empresas, que são 95% dos estabelecimentos comerciais. Como vamos resolvê-las?”, questionou.

Para ele, outros setores, como de logística e elétrico, também deverão corresponder às mudanças tecnológicas.

A expectativa do governo é que o leilão da banda larga 5G aconteça em novembro, que vai ofertar 3,7 gigahertz (GHz) em capacidade adicional de radiofrequência dedicada à transmissão de dados por dispositivos móveis.

De acordo com CTO da Tim, Leonardo Capdeville, há duas “ondas poderosíssimas” pela frente, que vão provocar uma disrupção na área de telecomunicações: o 5G e o mercado de computação em nuvem. “O que elas vão trazer é difícil de projetar. Mas assim como a internet e a mobilidade transformaram o padrão de consumo eu diria que essas ondas vão mudar o padrão de produção, na forma como a gente educa, como a saúde nos atende, na forma como se dá a segurança. Telecomunicações são esse veículo que permite essas transformações”, destacou.

Para ele, as pequenas e médias empresas serão beneficiadas com o acesso a tecnologias de inteligência artificial e big data. “Esse mundo de cloud computing [computação em nuvem] começa a tornar acessível essas tecnologias e o 5G permite que elas fiquem disponíveis do ponto de vista de conectividade”, explicou.

Novo ambiente

Para o CTO da Tim, entretanto, é preciso um novo ambiente de negócios para o desenvolvimento do setor no Brasil. Ele cita um estudo com 175 países, onde o Brasil apresentava a maior carga tributária do setor, cerca de 40%. “Isso encarece a prestação de serviço para quem mais precisa”, disse.

Além disso, pelas características heterogêneas do país, segundo ele, aqui a Tim investiu no ano passado 22% das suas receitas, enquanto o nível de investimentos na Europa é de 18% e no Japão e Estados Unidos é de 14%. “É um país de dimensões continentais, taxa de investimento elevado e carga tributária alta”, argumentou.

Capdeville disse ainda é que preciso um novo regramento para a instalação de antenas que possam suportar essas novas tecnologias. Segundo ele, aqui são cerca de 20 mil antenas por operadora espalhadas pelo país, nos Estados Unidos elas superam 100 mil antenas.

A coordenadora Nathalia Lobo explica que há limitações locais, de medidas restritivas nos municípios brasileiros, para a instalação de novas antenas, e que o assunto está em discussão no Ministério da Economia. Segundo ela, o governo também trabalha para a redução do custo de implantação da banda larga fixa, com a resolução de problemas de direito de passagem, principalmente em rodovias.

O debate desta sexta-feira faz parte da série Economia, Produtividade e Infraestrutura: Construindo o Brasil do Futuro, de seis encontros, promovida pela Secretaria do Desenvolvimento da Infraestrutura da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, do Ministério da Economia. (Fonte: Agência Brasil)

 

Manter-se ativo durante essa quarentena é essencial para conservar o bom aprendizado para quando tudo voltar à normalidade. São mais de 170 horas de conteúdo gratuito online para ajudar quem está se preparando para prestar concursos públicos, exames da OAB, jornada de carreiras, entre outros. Além das aulas, também estão disponíveis palestras, workshops e eventos.

Além do corpo docente especializado, com experientes professores na área dos concursos públicos composto por juízes, promotores, defensores, procuradores, delegados, advogados e servidores públicos com a mais ampla didática e metodologia inovadora, o curso ainda disponibiliza Certificado de Conclusão de Curso.

O Curso de Técnicas para aprovação em concurso público representa um enorme diferencial em favor dos candidatos. Não são poucos os concurseiros que dedicam um relevante período de sua vida estudando para as provas, sem adotar uma metodologia verdadeiramente capaz de torná-los competitivos. Esse curso contém um passo a passo, que permite que os estudantes em início de jornada possam direcionar corretamente sua estratégia e se preparar de maneira eficaz, bem como fornece aos que já estão estudando a oportunidade de corrigirem o rumo.

Para quem está se preparando para fazer o tão temido Exame de Ordem da OAB está  disponível um combo - composto por todos os eventos especiais de fixação e revisão dos principais conteúdos que compõem a prova da 1ª Fase da OAB para ajudar nos estudos. Em todos os eventos as aulas são ministradas pelo experiente corpo docente, com base nas análises estatísticas realizadas nos muitos anos que a instituição acompanha o exame (GPS da prova).

Já o curso de Jornada de Carreiras foi elaborado para quem busca preparar a vida profissional de forma personalizada, onde através de palestras, com quem realmente entende do assunto, serão abordados os produtos oferecidos (OAB, Carreiras Jurídicas, Carreiras Federais, Carreiras Públicas e Carreiras Internacionais), de acordo com a carreira desejada.

"O nosso corpo docente mostrará o trajeto que será percorrido para vencer o mercado competitivo, trazendo conhecimento detalhado das profissões existentes nos âmbitos jurídico, público ou diplomático, para que o aluno possa, de forma clara, tomar qualquer decisão", explica a gestora do Damásio Educacional - Unidades Cuiabá e Sinop, Adriana Rizzieri.

Os cursos podem ser acessados por meio do link: https://www.damasio.com.br/busca/?fq=H:500.

Para mais informações: (65)99816-0241 ou (65)3052-2188.

 

Um exemplo aberto à visitação é o Hotel Mato Grosso Águas Quentes, que contribui para conservação do meio ambiente. O turista que passar pela região em qualquer época do ano irá se deparar com um ambiente diferente devido à biodiversidade

Em Mato Grosso, a biodiversidade é visível em muitos lugares, já que o Estado foi contemplado com os três grandes biomas brasileiros: Amazônia, Cerrado e Pantanal. Os turistas e apaixonados pelo tema são recepcionados por hotéis e pousadas e podem ter contato direto com a natureza, sempre respeitando as regras estabelecidas.

Um exemplo de ampla biodiversidade aberto à visitação é o Hotel Mato Grosso Águas Quentes, localizado dentro do Parque Estadual das Águas Quentes, com uma área de 1487 hectares, criado em 1978. “O Parque é a unidade de conservação mais antiga de Mato Grosso e contribui para a conservação do Cerrado mato-grossense, além de integrar valores socioculturais que remetem ao início da colonização da região de Santo Antônio do Leverger”, explica Joab Almeida Silva, gestor ambiental da unidade.

No local está inserido uma área de repouso e também de observação da natureza na região. Um ponto favorável ao turismo, segundo Joab, é a proximidade do Parque com a Capital. “A unidade de conservação está a apenas 80 km de Cuiabá, encravada ao final do Planalto dos Guimarães, na depressão do Rio Paraguai”, explica o gestor ambiental.

Para o gerente do hotel, Fabio Oberty Fávero, a fauna e a flora do Parque destacam-se pelas particularidades. “O Parque apresenta um habitat extremamente favorável para espécies migratórias e funciona como sítio para reprodução das várias espécies da fauna. A presença de mamíferos de médio porte ameaçados de extinção é comum na área”, conta.

Ele relata que durante todo o ano a biodiversidade é vista nas dependências do hotel, que também faz o papel de conservador da área. “O Parque das Águas Quentes é um verdadeiro paraíso pela riqueza em sua biodiversidade. Nesta época do ano, você entra na recepção e se depara com alguns pés carregados com deliciosas mexericas que podem ser colhidas a mão. O ano todo, em frente ao campo de futebol é possível ver um gramado contendo coentro selvagem aromático. Vários pomares com bananeiras oferecem alimento quase praticamente o ano todo para espécies como macaco prego e bugio”, comenta Fabio.

O turista que passar pela região em qualquer época do ano irá se deparar com um ambiente diferente devido à biodiversidade. “Em agosto, é possível ver a floresta vestida de ipês floridos de várias cores, como rosa, roxo, amarelo e branco, oferecendo um verdadeiro colorido à paisagem. Já em setembro, incontáveis mangueiras de vários tipos começam a frutificar, servindo de alimento a todos os tipos de animais, principalmente macacos e aves”, garante Joab.

O gestor ambiental lembra ainda que inúmeras espécies de plantas medicinais, como o açafrão, melão de São Caetano e a Terramicina são facilmente encontradas na Trilha da Cachoeira do Elefante pelos turistas, um clássico exemplo da biodiversidade e importância da conservação do local.

Sobre o Hotel Mato Grosso Águas Quentes

O Hotel Mato Grosso Águas Quentes integra a Rede de Hotéis Mato Grosso e está localizado no km 77 da BR-364, na Serra de São Vicente, em Santo Antônio do Leverger. Possui certificação do selo ISO 14001, o qual garante que atende a uma série de padrões de proteção ao meio ambiente e responde a mudanças nas condições ambientais em equilíbrio com as necessidades socioeconômicas. Em tempos de pandemia do novo coronavírus, o estabelecimento redobrou a higienização e permanece recebendo visitantes com todas as medidas de segurança. Para mais informações acesse: hotelmt.com.br. (C/Assessoria)

 

 

É o que revela pesquisa. O principal motivo é não conseguir pagar mensalidades

Quase a totalidade dos estudantes matriculados no ensino superior privado querem continuar os estudos, no entanto, cerca da metade, 42%, afirma que há um risco de ter que desistir. O principal motivo para o possível abandono é não conseguir pagar as mensalidades, seja porque o emprego foi afetado pela pandemia do novo coronavírus, seja porque os pais ou responsáveis não conseguirão arcar com os custos.

As estimativas foram divulgadas no último dia 10 na terceira etapa da pesquisa Coronavírus e Educação Superior: o que pensam os alunos e prospects da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes), feita em parceria com a empresa de pesquisas educacionais Educa Insights. Ao todo, foram entrevistados 644 estudantes e 963 potenciais alunos entre os dias 28 e 31 de maio.

Dentre os estudantes matriculados, 52% disseram querer continuar estudando não importa o cenário. Essa porcentagem caiu em relação a primeira etapa da pesquisa, realizada em março, quando era 57%. Outros 42% dizem querer continuar estudando, mas reconhecem que há risco de desistirem. Esse percentual era 37% em março. Outros 4% disseram que provavelmente irão desistir do curso e 2% que irão desistir por conta do cenário atual.

De acordo com a pesquisa, o emprego ser afetado pela pandemia pesa como fator de decisão para deixar os estudos para 60% dos entrevistados. Já a dificuldade dos responsáveis arcarem com os custos pesa para 22%. Apenas 8% dizem que pretendem desistir porque a faculdade não migrou as aulas para o ensino a distância.

“Esse desafio tem que ser endereçado pelas instituições”, diz o diretor presidente da Abmes, Celso Niskier. “A gente tem recomendado [para as instituições de ensino] que sejam identificados os grupos que têm maior risco por perda de renda e emprego e que sejam oferecidas alternativas, que seja analisado caso a caso”. A entidade diz que além dos descontos, têm buscado alternativas de financiamento tanto para os estudantes quanto para as instituições de ensino, para que possam arcar com as despesas do período.

No levantamento, 22% dos entrevistados informaram ter perdido o emprego em função da pandemia. No levantamento anterior, feito em abril, esse percentual era de 20%.

As novas matrículas também preocupam. O estudo mostra que caiu de 22% para 14%, entre março e maio, a porcentagem dos potenciais alunos que planejam começar o curso no segundo semestre deste ano. Cerca de um terço, 36%, pretende adiar o ingresso no ensino superior para o começo de 2021; 7% para o segundo semestre de 2021; e, 43% decidirão quando a situação se normalizar.

Ensino a distância

O ensino presencial é o mais impactado neste contexto. A pesquisa mostra que para não interromper as aulas, as faculdades migraram as disciplinas para modalidades remotas. Entre os estudantes de cursos presenciais, 82% disseram que estão tendo aulas à distância. De acordo com o estudo, embora 67% avaliem como positiva a experiência com ensino a distância, 73% manteriam a decisão pelas aulas presenciais. Apenas 3% disseram que migrariam definitivamente para a modalidade a distância.  

Na hora de começar a estudar, apenas 7% dos futuros alunos entrevistados disseram que pretendem iniciar um curso na modalidade presencial ainda neste ano. Já na modalidade a distância, esse percentual chega a 30%. Entre os estudantes já matriculados, 45% pretendem seguir os estudos independente do cenário no ensino presencial. No ensino a distância, são 60%.

Para Niskier, a pandemia acelerou um processo que já vinha ocorrendo na educação superior, que é um aumento do ingresso de novos estudantes na modalidade à distância. De acordo com a Abmes, o Brasil terá mais alunos do ensino superior estudando na modalidade a distância do que na presencial em 2022. Antes, a projeção da entidade é que isso ocorreria em 2023. A pandemia pode ser vista, segundo o diretor presidente como oportunidade para que as instituições aprimorem essa modalidade que tem mensalidades mais acessíveis e é mais flexível que a presencial, podendo chegar a locais remotos do país. Pode-se inclusive, segundo ele, desenvolver melhor um modelo híbrido.

Segundo dados do Censo da Educação Superior de 2018, divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o setor privado é responsável por 70,2% de todas as matrículas realizadas em cursos presenciais no país e 91,6% das matrículas nos cursos de educação a distância. (Fonte: Agência Brasil)

 

Os relevantes trabalhos à população da primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro

Em meio a toda essa crise mundial de saúde pública desencadeada pelo novo coronavírus, a primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro têm incansavelmente trabalhado para contribuir com a sociedade tendo em vista superar esse momento de pandemia. Já foram entregues  mais de 8 mil cestas de alimentos à população em vulnerabilidade social que tem sofrido com os impactos econômicos provenientes da crise do COVID-19.
Os mais recentes trabalhos tiveram repercussão da mídia nacional e sites internacionais.

O projeto Hotel Albergue oferta 120 vagas para moradores em situação de rua garantindo a segurança contra a contaminação do novo coronavírus, além de  oferecer todo um trabalho de encaminhamento social para retirar essas pessoas das ruas.  O mesmo acontece  nos albergues já  assistidos pela prefeitura de Cuiabá  e também  oferece refeição.  Desde o início do projeto  cerca de 20 pessoas já  retornaram aos seus lares restabelecendo o convívio familiar.

Uma gestão humanizada colhendo resultado de suas ações. 
A saúde mental dos profissionais de saúde têm sido a preocupação da primeira-dama que construído um programa inédito no Brasil, em total conformidade com as recomendações apontadas pela Organização Mundial de Saúde. Inclusive esse apoio psicológico direcionado aos profissionais de saúde em Cuiabá teve ações semelhantes realizadas em países de primeiro mundo, como  Reino Unido. Na sequência, após ser implantado aqui,  o Príncipe William também  ofereceu aos ingleses um projeto com os mesmos  moldes.

A plataforma online disponível no site da Prefeitura de Cuiabá levará a mais de 7 mil servidores que estão na linha de frente no combate contra o COVID-19 sessões de terapia e acolhimento psicoterápico individual. Todos profissionais da saúde  tem a sua disposição a plataforma  que oferece  consultas e acompanhamento psicólogo  e conforme a gravidade do caso  o profissional  é  encaminhado para o tratamento com psiquiatra. Que comanda esse trabalho é o  renomado psiquiatra,  Dr. André Dualibi que acompanha todo o processo e que vê a plataforma  como uma ferramenta importante para  dar o suporte  emocional que as pessoas que estão  na linha de frente nessa corrida para combater a Covid 19. Cada profissional  tem direito a 12 consultas.

A plataforma foi criada sob o seu olhar de mãe da primeira dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro, que sabe  da importância dos laços familiares, principalmente  em momentos como esses. Tudo foi pensando de acordo com o dia a dia desses profissionais  e de suas famílias fragilizadas pelo medo do perigo que eles enfrentam. A maioria deles deixa seus filhos em casa isolados  para se dedicarem  integralmente ao ofício de salvar vidas. São  os Verdadeiros "Heróis da Saúde" e com certeza merecem o respeito de todos.

Políticas para Mulheres
Em Cuiabá, consolidou a maior política pública voltada à mulher já implantada no município ao criar o  programa Qualifica Cuiabá 300 ANOS. Disponibilizou mais de 40 cursos  possibilitando  a inclusão no mercado de trabalho formal e informal mais de 3.5 mil mulheres qualificadas em diversos áreas   entre elas panificação,  confeitaria, salgados e corte e costura.   O alcance foi bem mais que o esperado  e o resultado surpreendente.

Márcia  diz  com orgulho que Cuiabá não será a mesma depois do Qualifica 300,  os cursos, além de qualificar,  devolveu a autoestima das alunas que perceberam através dos cursos poderiam ganhar a tão sonhada independência financeira. E foi exatamente isso que aconteceu.
Márcia  tem recebido  muitos depoimentos de alunas dizendo que Qualifica 300  foi um divisor de águas em suas vidas.

Muitas que sofriam violência doméstica já não  se sujeitam  mais aos maus tratos, se libertaram. Muitas chegaram aos cursos com depressão e  se curaram por se sentirem aptas e capazes de  exercerem uma profissão e ter seu próprio sustento para  iniciar uma  nova vida  com seus filhos, sem o medo de passar necessidade, que era a principal  causa para que elas continuassem casadas com maridos agressores em uma relação opressora.

O projeto lhe rendeu duas premiações nacionais, em 2019, com o reconhecimento na categoria Área Social do prêmio ‘Mentes que Brilham’ (SP) e o prêmio ‘Parceiros do ODS’ (RJ), reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU), onde figurou entre 12 personalidades homenageadas.

Ela também  recebeu convite da ministra Damares Alves   para apresentar o  Programa Qualifica 300 na Sede da ONU Mulher,  em Nova York. O evento que seria realizado em março, foi adiado por conta da Pandemia causada pelo Coronavírus. A nova data ainda está sem previsão. Mais o convite continua e assim que a agenda  for remarcada ela fará  a apresentação do Qualifica 300 e com certeza será um momento especial para ela e para Cuiabá que ganhará  destaque Internacional pelo grande alcance social do projeto. 

A participação da primeira dama foi fundamental para  criação da  Secretaria Municipal da Mulher, que a exemplo de outras capitais, Cuiabá  tem agora uma Secretaria voltada exclusivamente para tratar de assuntos relacionados  à mulher. A Secretaria tem como meta principal o enfrentamento da violência doméstica.  Além  disso,  já estão sendo elaborados  projetos específicos para a  área saúde da Mulher,  educação e também o para o empoderamento de  Mulheres nas mais diversas  áreas.

Como ela mesma diz;  "Agora é  mulher cuidando de mulher".  Márcia  Pinheiro escolheu com muito cuidado  quem iria  assumir o posto de gestora da pasta. A advogada  Luciana Zamproni  foi a escolhida por ter  exatamente o perfil  que ela buscava, demonstrando seu  total desprendimento por cargos públicos, apesar da insistência do marido para que ela ocupasse  a pasta. Sua indicação  teve total apoio do prefeito. Foi pela da sua forma atuante  que Márcia recebeu convites de vários  partidos para se candidatar a um cargo público. 

Avanços sociais
Ela que sempre se dedicou as causas sociais tem carinho especial pela Secretaria  de Assistência Social e  teve participação  de forma efetiva para os avanços sociais de Cuiabá  nos últimos anos, sendo idealizadora de grandes campanhas de envolvimento popular como o Aquece Cuiabá e o Natal Sem Fome.

A primeira é referência no Centro-Oeste quando o assunto é campanhas de épocas de frio, sendo modelo para diversas outras campanhas,  como de prefeituras do interior e o Governo do Estado, assim como a grande distribuição de alimentos que geram anualmente mais de 300 mil kg doados a famílias em vulnerabilidade social.

Entre suas  principais prioridades na área social foi a repaginação do Programa Siminina, antes visto apenas como um local de recreação para os pais e responsáveis deixarem suas filhas durante a jornada de trabalho. A nova roupagem idealizada pela primeira-dama trouxe outro conceito para o Siminina estabelecendo inúmeras atividades, antes não realizadas, como Siminina Digital, aulas de ballet, inglês, plantio de hortifruti, artesanato, fanfarra, judô, dança, além dos inéditos acompanhamentos odontológicos, psicológico e pedagógicos,  formando assim o maior conjunto de ações da história dos 25 anos do programa. 

 O objetivo maior objetivo do  Programa é dar a essas  meninas a possibilidade  de serem no futuro mulheres mais seguras para enfrentar a vida adulta com maior desenvoltura e responsabilidade.

Um  outro projeto de grande alcance  foi o do Casamento Social  300 Anos, que realizou  o sonho de 300 casais com direito certidão de casamento,  vestido de noiva, terno,  maquiagem, jantar, orquestra e  banda que  animou a festa para  três  mil pessoas.  O casamento  foi realizado no dia 03 de agosto de 2019 e contou com a ajuda de vários parceiros. Nunca houve na história do Estado um  casamento social  com esse formato, onde a valorização da família foi o principal motivo para sua realização.
Olhar humanizado

A primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro, completou mais um ano de vida no último dia 9. Nascida no interior do Paraná, tem Cuiabá  como sua segunda terra natal, lugar onde escolheu para morar e constituir sua família.

Estudou na capital Curitiba durante toda a juventude até trocar o frio paranaense pelo calor da capital de Mato Grosso.Aqui se dedicou à administração se graduando na área e gerenciando as empresas da família, ainda quando morava na vizinha Várzea Grande.

A história de amor por Cuiabá começa quando se apaixonou por um jovem e promissor vereador da capital, Emanuel Pinheiro. Mal sabiam que o destino os levaria para a posição pública mais importante da cidade: o de prefeito e primeira-dama.

Casada há mais de 25 anos, Márcia é católica e mulher de muita fé, sua base, seu alicerce  está  cravado em um sólido núcleo familiar. Seu perfil reservado mostra uma mulher discreta que sempre procura  manter a privacidade e proteger sua família. 

 Suas redes sociais  são  de cunho informativo, uma  ferramenta utilizada na divulgação de seu trabalho em prol da sociedade.

Mãe de dois filhos. O caçula com 21 anos, Elvis Kuhn Pinheiro é  estudante de medicina  e o mais velho com 25 anos, Emanuel Pinheiro da Silva Primo, o Emanuelzinho, é  deputado federal, sendo eleito como o terceiro deputado  mais jovem do país.  É  a única família do estado a possuir 3 gerações na política.

Atenta as causas sociais que buscam o bem comum,  gosta de conversar com filho deputado e está sempre disposta a ouvi-lo e pronta  para ajudá-lo com sua experiência  de mãe e também com sua visão politica  obtida através dos  anos de convivência ao lado do marido.   O diálogo  sempre foi importante para  todos os membros da família  Pinheiro, e as decisões tomadas são resultado  de muita conversa entre eles.

Sua ligação com a política vem desde à infância, quando seu pai José Darcy Kuhn era articulador político respeitado na pequena Santa Izabel do Oeste, interior do Paraná.
Desde então, são quase 30 anos de vida pública sempre atuando nos bastidores como dita seu perfil e característica administrativa. Essa mulher forte, aguerrida,  é antes de tudo humana e prestativa,  sua dedicação  aos mais necessitados sempre esteve presente no seu dia a dia,  independentemente de estar no poder ou não. 

A primeira-dama têm deixado seu legado como uma das mais atuantes da história da Capital e com seu olhar humanizado vem sempre buscando criar projetos e ações inovadoras  na área social e em  todas as esferas da gestão,  colocando em prática sua experiência e graduação em Gestão Pública.

 

O deputado Eduardo Botelho (DEM) foi reeleito presidente da Assembleia Legislativa, com 22 votos, em sessão plenária, realizada nesta quarta-feira (10), na chapa União e Trabalho. Também foram registrados 01 voto contrário e uma abstenção. Dessa forma, os deputados eleitos à Mesa Diretora da ALMT, no 2º biênio, da 19ª Legislatura, tomarão posse no dia 1º de fevereiro de 2021, com a seguinte composição: Botelho – presidente; Janaína Riva (MDB) – 1ª vice-presidente; Wilson Santos (PSDB) – 2º vice-presidente; Max Russi (PSB) – 1º secretário; Valdir Barranco (PT) – 2º secretário; Delegado Claudinei (PSL) – 3º secretário e Paulo Araújo (PP) – 4º secretário.

A sessão transcorreu conforme cronograma, por chamada nominal em Plenário e, na sequência, com discursos via videoconferência, mantendo o protocolo do distanciamento social, para conter a proliferação do coronavírus.

Reconduzido ao cargo de presidente pela terceira vez consecutiva, Botelho agradeceu a confiança dos deputados e reafirmou o compromisso de trabalhar em defesa da população, de estar junto com o povo, com ações que contribuam com o desenvolvimento e redução das desigualdades regionais de Mato Grosso. Também assegurou empenho da Casa de Leis no combate à pandemia da Covid-19, que avança em Mato Grosso.  Destacou a economia feita pelo parlamento que promoveu a devolução de R$ 47 milhões ao Governo do Estado para ajudar a enfrentar as dificuldades nos setores essenciais, como Saúde e Segurança Pública.

“As minhas primeiras palavras são de agradecimento à minha família. Meu pai, in memorian, minha mãe, meus irmãos, minha esposa e meus filhos, pelo apoio e incentivo que sempre me deram na caminhada pessoal e política. Também a minha gratidão ao povo do nosso Estado e, neste momento em especial, aos colegas parlamentares que por este ato me reconduzem a presidência desta Casa pela terceira vez consecutiva. Vocês continuam confiando no nosso trabalho e eu não vou decepcioná-los”, garantiu Botelho.

Destacou os desafios, especialmente, no que se refere à pandemia, que considera um momento muito difícil e que ainda requer muitas decisões. Contudo, afirmou que está pronto para os desafios em todos os setores como Educação, Saúde, Infraestrutura, geração de emprego e renda, para que Mato Grosso siga pujante na produção primária, mas também se desenvolva a área industrial. 

Em seu discurso de agradecimento, o parlamentar mencionou inúmeras ações realizadas na sua gestão que teve início em fevereiro de 2017. Ressaltou que o processo de mudança priorizou setores administrativo, com melhorias nas condições de trabalho; tecnológico com investimentos em ferramentas que possibilitaram melhor desempenho e cultural, mais transparência e adequação no atendimento ao público. 

“Ganhamos agilidade em todos os setores. Mas, principalmente, trouxemos resultado e luz aos afazeres do nosso cotidiano, a transparência”, disse, ao acrescentar a modernização da Comunicação da ALMT, do Teatro Zulmira Canavarros, sessões itinerantes, Portal da Transparência que facilita o acompanhamento do cidadão às ações realizadas. Ressaltou enfrentamentos feitos que ajudaram no equilíbrio fiscal do estado, na retomada da economia, considerados como ações corajosas.

Botelho, ainda, listou outras frentes de trabalho como as CPIs; aquisição de ambulâncias que comtemplou todas as regiões do estado em um momento muito crítico da saúde; destinação de três milhões para ajudar na abertura da Unidade de Tratamento Intensivo – UTI Pediátrica do Hospital de Câncer; reabertura da Santa Casa; recursos à ampliação do Hospital Metropolitano de Várzea Grande; aquisição de veículos e equipamentos para as penitenciárias, dentre outras ações sociais feitas pela Sala da Mulher e parceria com TRT de Mato Grosso, primeiro do país a obter a concessão de uma rádio pública, com alcance do sinal de aproximadamente 100 quilômetros, através da instalação do transmissor da Rádio TRT na torre de transmissão da ALMT. 

“Ações de suma importância para a sociedade foram construídas graças as ações desta casa. Podemos citar aqui algumas tais como o FETHAB II. Se obras de pavimentação e recuperação asfáltica estão a todo vapor em várias região do estado, é com recursos provenientes do Fundo Estadual de Transporte e Habitação, chamado de Novo FETHAB. Temos que lembrar que é graças a coragem, o enfrentamento da questão e aprovação realizada aqui por esta casa”, discursou, ao ressaltar avanços à agricultura familiar, regularização fundiária e certificação do Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar e a nota fiscal eletrônica. Medidas que permitem a desburocratização no setor e dão melhores condições de produção e competição no mercado.

Botelho finalizou citando Josué 1;9 “Não fui eu que ordenei a você? Seja forte e corajoso! Não se apavore nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar". 

MULHER NA POLÍTICA

A deputada estadual Janaina Riva (MDB) foi reconduzida à vice-presidência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, na chapa União e Trabalho, por 22 votos. Além de ter sido a parlamentar mais votada desta legislatura, Janaina é a primeira mulher da história do parlamento a ser eleita e reeleita vice-presidente do Poder Legislativo Estadual.

“Fico muito feliz pela confiança dos colegas no meu trabalho e agradeço ao presidente Eduardo Botelho (DEM) pelo apoio e parceria comigo, sempre. Tenho certeza que a exemplo deste biênio, o próximo será de muito trabalho em prol do estado de Mato Grosso”, disse.

A parlamentar que está grávida de pouco mais de seis meses, pôde participar desta eleição depois da aprovação do Projeto de Emenda Constitucional 01/2020, de autoria das lideranças partidárias, que mudou a data de eleição da nova Mesa Diretora da Assembleia Legislativa para o próximo biênio. Originalmente a eleição seria realizada em setembro, provável mês do parto da parlamentar.

“É histórico isso que estou vivendo. O parlamento sempre foi um lugar masculino e historicamente tivemos poucas mulheres por aqui. Ver agora o regimento interno se adequando para permitir e garantir que as mulheres, mães, tenham seus direitos resguardados para participar em pé de igualdade com os homens das decisões, é uma vitória. Meu desejo é que para o futuro mais mulheres ocupem essas cadeiras e, quem sabe, tenhamos uma presidência feminina”, comemorou Janaina que no início de 2019, logo após a eleição da mesa, assumiu por quase 60 dias a presidência da Assembleia, se tornando também a primeira mulher a assumir a presidência.

 

 

 A redução na procura pelas vacinas disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS), neste período de pandemia do novo coronavírus (covid-19), já é percebida pelo Ministério da Saúde e começa a preocupar a pasta, segundo Ana Goretti, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do ministério.

Ela explicou que o distanciamento social e a situação da pandemia no Brasil são fatores que têm gerado impacto na queda da cobertura vacinal. “Muitas famílias ficam com receio de ir aos postos de saúde, mas temos orientado todas as equipes de saúde do país quanto às medidas de segurança para evitar infecções”, disse a coordenadora ao participar, nessa terça-feira (9), da conferência online Webinar, organizada pelo jornal O Estado de São Paulo.

De acordo com Ana Goretti, o atual momento de pandemia não pode gerar impacto na queda da cobertura vacinal. Ela lembrou que o Brasil possui hoje o maior programa público de imunização do mundo, que distribui mais de 300 milhões de doses de imunobiológicos anualmente.

O PNI conta com 37 mil postos públicos de vacinação de rotina em todo o país, sendo que em campanhas realizadas anualmente este número chega até 50 mil postos e 51 Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIEs).

“Hoje nós temos um esquema vacinal complexo por ser extremamente completo no combate às doenças mais prevalentes aos brasileiros e que começa a atender nossa população desde o nascimento. Nesse sentido, nós concentramos a oferta de muitas vacinas em um curto espaço de tempo, ainda na infância, para facilitar a imunização da maior parte das pessoas ao mesmo tempo, otimizando também o tempo dos pais ao levarem as crianças aos postos de vacina”, disse Ana Goretti. (*Com informações do Ministério da Saúde)

 

 

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