Blog da Condessa

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O trabalho começou na Praça Maria Taquara e foi acompanhado pelo prefeito Emanuel Pinheiro e o secretário José Roberto Stopa, titular da Secretaria de Serviços Urbanos, Pasta que vai coordenar a esterilização das áreas.

A Prefeitura de Cuiabá iniciou na manhã deste sábado (28), uma grande operação de higienização especial em diversos espaços públicos. O trabalho, que começou na Praça Maria Taquara, foi acompanhado pelo prefeito Emanuel Pinheiro e o secretário José Roberto Stopa, titular da Secretaria de Serviços Urbanos, Pasta que vai coordenar a esterilização das áreas de grande circulação de pessoas, utilizando pulverizadores e solução com cloro para ajudar no combate ao novo Coronavírus (Covid-19). 

“Estamos estendendo o programa Cidade Limpa com essa higienização dos principais pontos da cidade, por conta da pandemia do novo Coronavírus. As estações, apesar de estarem fechadas, também serão higienizadas. Os principais parques e todas as unidades de saúde, as unidades básicas, as secundárias UPAS e Policlínicas e as terciárias São Benedito, HMC e antigo Pronto-Socorro. Enquanto houver necessidade técnica, enquanto nós não ganharmos essa luta contra o novo Coronavírus nós vamos manter a higienização dos principais pontos da cidade”, pontuou o prefeito Emanuel Pinheiro.

Conforme o cronograma montado pela Secretaria, a medida será realizada de forma diária em locais diferentes. Para garantir a eficiência, a operação tem como prioridade o atendimento de espaços por onde fluxo de pessoas é maior. 

Sendo assim, serão alcançados pelo trabalho pontos de ônibus, as estações de embarque e desembarque de passageiros, praças públicas (principalmente as localizadas no Centro Histórico de Cuiabá), unidades de saúde, parques, escolas e outras estruturas públicas que recebem a população. 

“A partir de hoje nós começamos a contribuir, de forma mais incisiva, ao combate do vírus por meio dos nossos trabalhadores e as bombas motorizadas com objetivo de, principalmente em pontos de ônibus, banco de praça, unidades de saúde, borrifando para trazer o mínimo de segurança e tranquilidade para a população nesse momento de pandemia”, explicou o secretário de Serviços Urbanos, José Roberto Stopa.

A ação conta com seis borrifadores e o empenho de duas equipes de operadores de limpeza pública. Para assegurar a proteção dos trabalhadores, o Município fornecerá Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para todos os envolvidos na operação. Dessa forma, os servidores terão à disposição macacão, botas, luvas e mascará. 

De suspensão de aulas a fechamento de comércio, veja o que é regra.

 Na semana em que se completa um mês do anúncio do primeiro caso, em território nacional, de covid-19 – doença respiratória causada pelo novo coronavírus –, o Brasil segue em alerta para diminuir a propagação do vírus que, até o momento, já matou 92 pessoas no país.

Com 3.417 casos espalhados por todas as unidades da federação, governos estaduais e municipais têm decretado estado de calamidade pública, na esteira da declaração de uma pandemia de coronavírus, pela Organização Mundial da Saúde (OMS)

Diante da emergência sanitária mundial, as autoridades brasileiras têm estabelecido diversas regras e normas para funcionamento de serviços de saúde e serviços não essenciais.

Na maior cidade do país, São Paulo, foi decretada quarentena oficinal na última terça-feira (24), com o fechamento de todo o comércio, exceto serviços considerados essenciais como supermercados e farmácias. A mesma medida foi estendida aos 645 municípios do estado.

Na maioria das unidades da federação, as aulas, tanto na rede pública quanto na privada, estão suspensas. Eventos com grande número de pessoas também estão proibidos. Também houve mudanças no transporte público, com redução de frota, e alterações nas regras de abertura de comércios, bares e restaurantes.

Veja, abaixo, o que cada estado tem estabelecido como norma e os esforços para ampliar as redes de atendimento em saúde.

REGIÃO SUDESTE

São Paulo

Farmácias continuam funcionando em São Paulo no período de quarentena - Rovena Rosa/Agência Brasil

Em São Paulo, as primeiras medidas contra o coronavírus começaram no último dia 13, com a suspensão dos eventos com mais de 500 pessoas. No último dia 20 foi decretado estado de calamidade pública e desde a terça-feira (24) todo o comércio foi fechado no estado, deixando de fora apenas os serviços essenciais, como os supermercados e as farmácias.

Restaurantes e outros estabelecimentos ainda estão autorizados a funcionar em sistema de entrega em domicílio. As aulas também estão suspensas.

Na capital paulista, a frota de ônibus foi reduzida a pouco mais que a metade (55%), e nos sete municípios que compõe a região do Grande ABC o serviço funciona em 50% nos horários de pico e em 30% no restante do dia.

Rio de Janeiro

Bares e restaurantes de Botafogo ficam vazios na hora do almoço, no Rio de Janeiro. - Tomaz Silva/Agência Brasil

Por 15 dias, contados a partir do dia 19, estão suspensos, no estado do Rio de Janeiro, eventos e atividades com público, como shows, feiras, eventos científicos e outros, além de cinemas e teatros. O governo também suspendeu, pelo mesmo período, as aulas nas redes pública e privada.

O governo restringiu o transporte interestadual e intermunicipal entre municípios. Academias, centro de ginásticas, shoppings e centros comerciais estão com o funcionamento suspenso. Supermercados, farmácias e serviços de saúde seguem com funcionamento normal.

Bares, restaurantes estão autorizados a funcionar com 30% da capacidade de lotação e a fazerem entregas e a preparem pedidos para serem levados pelos clientes. Os cidadãos não devem frequentar praias, lagoa, rio ou piscina pública. Servidores públicos cuja atividade permita estão realizando o trabalho de forma remota, por homeoffice, ou estão em regime de revezamento.

Espírito Santo

Está suspenso, no Espírito Santo, o funcionamento de estabelecimentos comerciais por 15 dias, contados a partir de 21 de março e de academias, por 30 dias, contados a partir do dia 19 de março. Escolas, universidades e faculdades das redes de ensino públicas e privadas estão com aulas suspensas desde o dia 23 de março, pelo período de 15 dias. O governo decidiu antecipar as férias escolares na rede pública estadual.

Servidores públicos, com exceção de alguns profissionais, como os de saúde estão se revezando em trabalho remoto.

A recomendação do estado é que os cidadãos evitem frequentar as praias.

Seguem em funcionamento farmácias, comércio atacadista, distribuidoras de gás de cozinha e de água, supermercados, padarias, alimentação, lojas de cuidados animais e insumos agrícolas, postos de combustíveis, borracharias localizadas às margens de rodovias federais, estabelecimentos de vendas de materiais hospitalares, restaurantes e lanchonetes.

Minas Gerais

Atividades comerciais com potencial de aglomeração de pessoas foram suspensas e o número de passageiros no transporte coletivo foi restrito pelo governo mineiro. Restaurantes, bares e lanchonetes podem funcionar com restrições sanitárias. Já feiras, shoppings, boates e centros culturais, entre outros, estão proibidos. Serviços essenciais como coleta de resíduos, abastecimento de água e assistência médico-hospitalar estão entre os que precisam funcionar, além de farmácias, supermercados e postos de combustíveis.

O governo também suspendeu as aulas presenciais em escolas públicas por tempo indeterminado. Medida que pode ser adotada também pelas redes privadas e municipais. Equipamentos culturais e eventos oficiais também foram suspensos. Está proibida a realização de eventos e reuniões com mais de 30 pessoas. O governo de Minas Gerais também vedou práticas comerciais abusivas, pelos produtores e fornecedores, em relação a bens ou serviços essenciais à saúde, à higiene e à alimentação. 

REGIÃO CENTRO-OESTE

Distrito Federal

Avenida W3 Sul em Brasília praticamente vazia - Marcello Casal JrAgência Brasil

O Distrito Federal foi a primeira unidade da federação a adotar medidas restritivas e de combate ao novo coronavírus. Na noite do dia 11 de março, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, publicou decreto suspendendo as aulas na rede de ensino público e privado em escolas, universidades e faculdades durante cinco dias. Também ficaram suspensos os eventos com público superior a 100 pessoas e que exigissem licença do Poder Público. Bares e restaurantes tinham de manter suas mesas a uma distância mínima de dois metros entre elas.

No último dia 19, o governo publicou outro decreto restringindo ainda mais a abertura de serviços não essenciais. Bares, restaurantes, casas noturnas e comércio em geral tiveram suas atividades suspensas até o dia 5 de abril. A Secretaria de Estado de Proteção da Ordem Urbanística do Distrito Federal, em conjunto com a polícia, é a responsável por fiscalizar o cumprimento do decreto.

Segundo a determinação, estão suspensos os funcionamentos de parques, zoológicos, cinemas, teatros, casas noturnas, feiras, clubes, museus e shoppings. Academias de todas as modalidades esportivas, lojas de conveniência, salões de beleza, missas e cultos de qualquer religião também estão incluídos no decreto.

Os atendimentos bancários também estão suspensos. Só poderão abrir os atendimentos destinados a aliviar as consequências econômicas do novo coronavírus, bem como os atendimentos de pessoas com doenças graves.

Goiás

O governo de Goiás decretou situação de emergência na Saúde Pública no dia 13 de março. O decreto suspendeu, como medida de isolamento, eventos públicos e privados, aulas, visitas a presídios e a pacientes hospitalizados diagnosticados com covid-19. A suspensão das aulas vai até o dia 4 de abril, podendo ser prorrogada.

No dia 17 de março, outro decreto ampliou as restrições por todo o estado determinando o fechamento de todas as atividades em feiras livres, centros comerciais e, comércios de rua, restringindo o funcionamento para as atividades hospitalares e de serviços essenciais para a manutenção da vida, como supermercados, postos de combustíveis e farmácias/drogarias.

Os alunos da rede pública estadual de ensino vão receber R$ 5 por dia para a merenda escolar por meio dos cartões Bolsa Família, Renda Cidadã ou Cartão Cidadão. O texto prevê novos pagamentos caso a suspensão das aulas seja prorrogada após o período já decretado.

Pelas redes sociais, o governo pediu que a população seja “aliada na fiscalização dos estabelecimentos comerciais que não respeitarem a interrupção das atividades”.

O governo estadual também abriu uma linha de crédito para injetar R$ 500 milhões no mercado para o capital de giro emergencial dos pequenos negócios.

No transporte público, não é mais permitido que as pessoas fiquem em pé, apenas passageiros sentados.

O governo passou a disponibilizar, por meio digital, mais de 50 serviços públicos na plataforma Goiás Digital. As empresas que podem continuar abertas, como supermercados e farmácias, devem adotar uma série de medidas para prevenir o contágio do novo coronavírus. A empresa de saneamento básico do estado, a Saneago, suspendeu os cortes de água em caso de atraso no pagamento durante o período de 15 dias, a partir da publicação do decreto e elabora programa de renegociação de débito.

Mato Grosso

O Mato Grosso decretou na última quarta-feira (25) estado de calamidade. O recesso escolar de julho foi antecipado e teve início na última segunda-feira (23). Estão fechados cinemas, teatros, academias e igrejas. Restaurantes podem continuar funcionando em esquema de entrega ou em embalagens para levar. O governo estadual também intensificou o patrulhamento na fronteira com a Bolívia para evitar a entrada de estrangeiros.

Na última quinta-feira (26), um novo decreto listou as atividades cujo funcionamento é permitido, entre as quais estão o transporte coletivo e de empregados (desde que custeado pelos empregadores), táxi e aplicativos, velórios com até 20 pessoas, lojas de conveniência, açougues, distribuidoras de gás, agências bancárias e loterias, comércio de peças automotivas e materiais elétricos, oficinas mecânicas, restaurantes em rodovias, call centers, data centers, mercado de capitais e consertos de veículos e equipamentos.

Mato Grosso do Sul

No Mato Grosso do Sul as aulas presenciais foram suspensas e está sendo usado o sistema de educação à distância para manutenção de parte das atividades. Alguns municípios decretaram não só o fechamento do comércio e de serviços não essenciais, mas também toque de recolher para a população. Na capital, Campo Grande, a circulação está proibida entre as 20h e as 5h. Em Dourados, a norma vale das 22h às 5h. Na cidade, uma das mais importantes do estado, bares e restaurantes funcionam apenas por entrega ou para retirada na loja, sem permanência dos consumidores. Na fronteira com o Paraguai, Ponta Porã também adotou o toque de recolher e decretou estado de emergência no último domingo (22).

REGIÃO NORDESTE

Alagoas

Por determinação do governo do estado, 105 novos leitos de UTI para pacientes graves serão instalados. Foi criado um gabinete de crises, para que o governo tenha informações em tempo real sobre a situação de cada município, de forma a dar atendimento imediato, quando necessário.

Entre as medidas adotadas está a restrição da chegada de cruzeiros marítimos nos portos do estado. Por meio de decretos foram suspensos eventos com público superior a 500 pessoas em locais abertos, e de 100 em lugares fechados.

Também foi suspensa a presença de público em jogos do campeonato alagoano de futebol. Teatros, museus e bibliotecas estão fechados temporariamente para visitações; e a chegada de passageiros no aeroporto, nos terminais rodoviários e no Porto de Maceió vêm sendo monitorada pelas autoridades públicas.

No âmbito da administração pública, foram suspensos todos programas de treinamentos e outros coletivos para mais de 100 pessoas em todos os órgãos, bem como as viagens internacionais de servidores. No caso das viagens nacionais a serviço, elas só serão autorizadas em casos estritamente necessários.

Servidores quer viajaram a países afetados pelo coronavírus terão de ficar em quarentena; e servidores com mais de 60 anos ou portadores de doenças crônicas que fazem parte do grupo de risco receberam a recomendação de ficar em casa, executando tarefas por teletrabalho. Essa dispensa não se aplica a servidores da saúde e da segurança pública.

Bahia

Foram suspensas por 30 dias, desde o dia 19 de março, as aulas nas unidades de ensino, públicas e particulares, em todos os municípios da Bahia. Elas deverão ser compensadas nos dias reservados para os recessos futuros. Eventos com mais de 50 pessoas também estão suspensos por 30 dias a contar de 19 de março em todos os municípios baianos. Entre eles, eventos desportivos, religiosos, shows, feiras, circos, eventos científicos, passeatas e afins, bem como aulas em academias de dança e ginástica.

Zoológicos, museus e teatros também estão com as atividades suspensas. Os jogos de campeonato de futebol devem ocorrer sem a participação de público ou torcida. O transporte intermunicipal está restrito. Bares e restaurantes podem funcionar por delivery, drive-thru ou entrega na porta.

Ceará

Desde 16 de março, com a declaração de situação de emergência, a Secretaria de Saúde se tornou a responsável por articular ações e serviços de contenção ao coronavírus. O decreto determinou o cancelamento de viagens a serviço de funcionários do estado e autorizou o home office (execução de atividades de forma remota) para servidores com mais de 60 anos. A norma também prevê a suspensão das férias de servidores da saúde.

Estão suspensos por 15 dias (a contar da data do decreto): eventos públicos com mais de 100 pessoas, shows, cinemas, teatros, bibliotecas e centros culturais. Eventos esportivos só poderão ser feitos com portões fechados.

Também foram suspensas as atividades em escolas, universidades e faculdades públicas. A rede privada de ensino recebeu a mesma recomendação. As novas regras incluem também a obrigação de higienização no transporte público e prevê punições àqueles que aumentarem abusivamente o preço de produtos de saúde.

O governo do Ceará liberou R$ 200 milhões em recursos para combater o covid-19 no estado. Entre as medidas adotadas está a aquisição de 600 novas UTIs, o que, segundo o governo local, “praticamente dobra” a capacidade de atendimento do sistema.

Alguns leitos foram adquiridos temporariamente, caso do Hospital Leonardo da Vinci, com 230 leitos, sendo 30 de UTI, para atender com exclusividade pacientes com o coronavírus. Também foi autorizada a montagem de três hospitais de campanha, a partir das estruturas básicas do Hospital Geral de Fortaleza, do Hospital do Coração e do Cesar Cals. Cada um deles terá 50 leitos disponíveis, totalizando mais 150 em Fortaleza.

Outros 150 leitos serão disponibilizados no interior do estado, sendo 50 em cada hospital regional de Sobral, Quixeramobim e de Juazeiro do Norte. Além disso foram requisitadas 100 mil máscaras e 400 mil litros de álcool gel para os equipamentos públicos de saúde, e a aquisição de 10 mil kits de teste rápido.

O serviço TeleSaúde (0800 2751475) está funcionando com 150 linhas. O atendimento é feito por profissionais de saúde que elucidam as dúvidas do público. Para diminuir a circulação do novo coronavírus, foi declarado ponto facultativo para os servidores estaduais.

Autoridades locais têm se reunido com o setor produtivo do Ceará (indústria, comércio e serviços) para avaliar os efeitos da crise na economia e as ações que deverão ser tomadas.

Maranhão

Por meio de decretos, grandes eventos do governo e aqueles que precisam de licença dos bombeiros foram suspensos em todo o estado do Maranhão. 

O governo maranhense suspendeu as aulas em todas as escolas e universidades por 15 dias no Maranhão; e determinou isolamento domiciliar a todas as pessoas que chegam às unidades de saúde com síndromes gripais.

A decretação de situação de calamidade pública foi feita no dia 19 de março. Viagens de ônibus interestaduais foram suspensas por 15 dias. Teve também início a barreira sanitária na rodoviária de São Luís, para inspeção de passageiros, medindo temperatura corporal dos passageiros. Exames e controles de passageiros também passaram a ser feitos em aeroportos.

O decreto previa também o pagamento de salário integral aos profissionais de saúde que vierem a adoecer por conta do trabalho de combate ao coronavírus. O governo liberou também o pagamento do Edital Prêmio Mestres e Mestras da Cultura Popular e Tradicional, de forma a gerar renda à categoria.

As visitas no sistema prisional do Maranhão foram suspensas por 15 dias. Também foram suspensos, pelo mesmo prazo, serviços não essenciais (em academias, shopping center, cinemas, teatros, bares, restaurantes, lanchonetes, centros comerciais, lojas e similares).

Bombeiros foram deslocados para fazerem fiscalizações, com o objetivo de evitar aglomerações. Eles também intensificaram as ações de orientação para que as pessoas esvaziassem as praias.

Em outro decreto, o governo determinou a continuidade de serviços prestados em hospitais, clínicas, laboratórios e demais estabelecimentos de saúde, bem como o de distribuição e comércio de alimentos por supermercados e similares, serviços de abastecimento de água, luz, gás e combustíveis. Pet shops, clínicas veterinárias e distribuição de material de construção para obras públicas essenciais também foram autorizados a ficar abertos.

O governo também manteve abertos estabelecimentos nas estradas, como oficinas e restaurantes, para dar apoio aos caminhoneiros que têm, à disposição, um número de Whatsapp (99-991910709) disponibilizado pelo governo para ter acesso a informações sobre estabelecimentos abertos nas rodovias.

Além de isentar 850 mil maranhenses de pagamento de água por dois meses, o governo reduziu o ICMS cobrado para produtos como álcool gel, álcool 70%, luvas médicas, máscaras médicas e hipoclorito de sódio.

Restaurantes populares passaram a entregar refeições para serem consumidas exclusivamente fora das unidades; e foi iniciada a distribuição de 200 mil cestas básicas a trabalhadores informais e famílias em vulnerabilidade social.

Paraíba

Na Paraíba, até o dia 5 deste mês, nas cidades que tenham casos de coronavírus confirmados, e nas respectivas regiões metropolitanas, foi proibido o funcionamento de academias, ginásios e centros esportivos púbicos e privados; shoppings, centros e galerias comerciais, bares, restaurantes, casas de festas, casas noturnas, boates e estabelecimentos similares; cinemas, teatros, circos, parques de diversão; comércio; embarcações turísticas, de esporte e lazer, em todo o litoral paraibano.

Podem funcionar restaurantes e lanchonetes localizados em rodovias, desde que não localizados em áreas urbanas e apenas para o fornecimento de alimentação pronta, devendo priorizar o atendimento aos motoristas de transporte de carga, respeitando a distância mínima de 1,5 metro entre os clientes.

Restaurantes e lanchonetes podem funcionar, mas exclusivamente para entrega em domicílio (delivery), inclusive por aplicativos e como pontos de coleta pelos próprios clientes.

Os supermercados devem realizar controle de acesso a uma pessoa por família, a não ser em caso de absoluta impossibilidade da presença desacompanhada; limitar o número de clientes a uma pessoa por cada 5 metros quadrados (m²) do estabelecimento; e cumprir todas as recomendações de prevenção e controle para o enfrentamento da covid-19.

Desde o dia 27, os estabelecimentos bancários podem prestar atendimento presencial, exclusivamente para atividades que não possam ser realizadas nos caixas eletrônicos e canais de atendimento remoto, bem como para prestar auxílio ao atendimento dos aposentados, pensionistas e beneficiários do Bolsa Família.

As casas lotéricas também voltaram a funcionar, devendo organizar e priorizar o atendimento para os pagamentos dos beneficiários do Bolsa Família.

Os estabelecimentos deverão adotar medidas de proteção aos seus funcionários, clientes e colaboradores, estabelecendo a distância de 1,5 metro entre cada pessoa.

O decreto também autoriza o funcionamento de oficinas e concessionárias exclusivamente para serviços de manutenção e conserto em veículos; empresas prestadoras de serviços de mão de obra terceirizada; fábricas de bomba de irrigação, ventiladores e ar-condicionado, bem como os seus respectivos serviços de manutenção; serviços funerários; vigilância e certificações sanitárias e fitossanitárias; transporte e entrega de cargas em geral; transporte de numerário; produção, distribuição e comercialização de combustíveis e derivados; e geração, transmissão e distribuição de energia elétrica.

Segundo o governo local, permanecem proibidos o trabalho in loco de funcionários acima de 60 anos; gestantes e lactantes; pessoas que tenham histórico de doenças respiratórias ou doenças crônicas, que utilizam medicamentos imunossupressores ou que apresentem sintomas respiratórios, como febre, tosse, coriza ou dificuldade de respirar.

Pernambuco

O governo de Pernambuco determinou o fechamento de shoppings, salões de beleza e correlatos, clubes sociais, bares, restaurantes, lanchonetes e comércio de praia, desde o último dia 21. Bares, restaurantes e lanchonetes podem continuar atendendo por delivery e os parques e praias terão acesso exclusivamente para corrida e caminhada. Supermercados e farmácias permanecerão abertos.

As atividades da construção civil foram suspensas com exceção das urgentes e obras públicas.

Está liberado o funcionamento de padarias, feiras livres, mercados e supermercados, bem como os restaurantes e lanchonetes localizados em unidades hospitalares e de atendimento à saúde.

Também podem abrir lojas de defensivos e insumos agrícolas; farmácias, lojas de produtos de higiene e limpeza; postos de gasolina; casas de ração animal; depósitos de gás e demais combustíveis; clínicas e hospitais; serviços de abastecimento de água, gás, energia, telefonia e internet; clínicas e os hospitais veterinários; lavanderias; bancos e lotéricas; serviços de segurança, limpeza, higienização e vigilância; e hotéis e pousadas, com atendimento restrito aos hóspedes.

Piauí

Por meio de decretos, o governo do Piauí suspendeu aulas da rede pública estadual de ensino, bem como as atividades comerciais e de prestação de serviços, com exceção dos serviços considerados essenciais. Foram suspensas ainda as atividades religiosas por meio presencial em igrejas ou templos. Também foram suspensas, em todo o estado, atividades que propiciem aglomerações em parques ou espaços acessíveis ao público.

Só estão funcionando atividades dos seguintes segmentos: mercados, supermercados, hipermercados, padarias, lojas de conveniência e de produtos alimentícios; farmácias, drogarias e comércio de produtos sanitários e de limpeza; lavanderias; postos revendedores de combustíveis, distribuidoras de gás e borracharias; hotéis, com atendimento exclusivo dos hóspedes; transportadoras; serviços de segurança e vigilância; serviços de alimentação preparada exclusivamente para sistema de entrega; bancos, serviços financeiros e lotéricas.

Segundo o governo do Piauí, o consumo de alimentos nos estabelecimentos está proibido, de forma a evitar qualquer tipo de aglomeração. Deste modo, os hotéis devem servir as refeições aos seus hóspedes, exclusivamente, nos quartos.

Também estão sendo feitos trabalhos de fiscalização com barreiras sanitárias nas divisas do estado. Ao ingressarem no Piauí, as pessoas devem permanecer em quarentena mínima de sete dias.

O governo adquiriu uma remessa extra de Equipamentos de Proteção Individual, (EPIs), que serão distribuídos nos hospitais. São 2.000 litros de álcool em gel 70%, 4.550 aventais cirúrgicos, 8.000 luvas de látex, 50.000 máscaras triplas cirúrgicas e mil pacotes de toucas, que serão entregues nos hospitais da rede estadual, municipal e federal.

Atualmente, o Piauí conta com 422 leitos de UTIs (rede pública e privada). Já os leitos disponíveis para pacientes com covid-19 são 135. Destes, 35 já existiam (e foram disponibilizados para esse atendimento exclusivo) e 100 são novos leitos, criados especialmente para atendimento à população que necessite de cuidados intensivos durante a pandemia.Rio Grande do Norte

Bares, restaurantes, praças de alimentação e food trucks foram fechados em todo o estado. Foi proibido o transporte coletivo intermunicipal nos finais de semana e feriados. Durante a semana, houve redução em 50% no número de linhas. Ônibus só podem transitar com ventilação natural, ficando vedada a utilização do ar-condicionado, e com passageiros limitados ao número de cadeiras. Táxis e carros de aplicativos também foram orientados a usarem ventilação natural.

Passageiros e a tripulação de voos e navios vindos de localidades onde houve contaminação são orientados a se isolarem por, no mínimo, sete dias, mesmo não apresentando sintomas.

Foram suspensas atividades coletivas de qualquer natureza em eventos com público superior a 50 pessoas. Também foi proibido o acesso a shoppings centers com sistema de ar-condicionado central; e o fechamento de academias de ginásticas e similares, casas de recepções e eventos, boates, salões de festas, teatros, centros de artesanatos, cinemas, equipamentos culturais, lojas maçônicas, igrejas e templos religiosos e ambientes correlatos, clubes, parques públicos, parques de diversões e unidades de conservação da natureza.

Mercados, farmácias e supermercados têm de respeitar a lotação máxima de uma pessoa a cada 5 m² da loja, devendo seguir a orientação de atender apenas uma pessoa por família, bem como a de limitar as compras de bens essenciais à saúde, higiene e alimentação.

O atendimento ao público em agências bancárias foi proibido, cabendo aos bancos a responsabilidade de reabastecer e garantir a higienização dos caixas eletrônicos, inclusive com a disponibilização de álcool em gel. O atendimento ao público externo foi também suspenso nas Centrais do Cidadão e no Detran.

A utilização das áreas de praia passou a ser limitada à prática de atividades físicas individuais (caminhadas e corridas), observadas as recomendações de distanciamento mínimo de 1,5 metro entre os usuários. Mesas e cadeiras não podem ser disponibilizadas.

O governo liberou alguns servidores públicos para realizarem seus trabalhos remotamente, em seu próprio domicílio. É o caso de pessoas com mais de 60 anos, portadores de doenças respiratórias ou cardíacas crônicas, gestantes, lactantes, mulheres com filho menor de 12 anos, pessoas com diabetes, hipertensas, imunodeprimidas, em tratamento contra o câncer ou que utilizem transporte público no percurso entre a casa e o trabalho.

Também teve início um programa de voluntariado visando recrutamento de pessoas para reforçar as medidas de enfrentamento ao novo coronavírus.

Sergipe

O governo proibiu eventos e reuniões, suspendendo, inclusive os festejos juninos.  Foram suspensas as atividades e os serviços públicos e privados considerados não essenciais, como academias, shopping centers, galerias, boutiques, clubes, boates, casas de espetáculos, salão de beleza, clínicas de estética e outras. A entrada de novos hóspedes em hotéis no estado foi restringida, assim como a circulação de transportes interestaduais e atracação de navios. Estabelecimentos comerciais devem fixar horários ou setores exclusivos para atender clientes com 60 anos ou mais e aqueles de grupos de risco.

Restaurantes, bares e lanchonetes devem utilizar, apenas, o sistema de delivery ou retirada para entrega, adotando, em qualquer caso, medidas suficientes de higienização no desempenho das atividades. Os estabelecimentos comerciais essenciais devem funcionar com sistemas de escalas, de revezamento de turnos e alterações de jornadas e tomar outros cuidados para evitar o contágio. As atividades educacionais em todas as escolas, universidades e faculdades, das redes de ensino pública e privada, estão suspensas até o dia 17 de abril.

REGIÃO NORTE

Acre

O Acre determinou o fechamento de academias, cinemas, teatros, bares, casas noturnas, feiras, lojas e a suspensão das aulas em escolas e faculdades. As igrejas estão autorizadas a manter o atendimento individual. Bancos, oficinas mecânicas, óticas, supermercados, chaveiros e funerárias seguem funcionando.

Amapá

Desde o último dia 20, um decreto do governo do Amapá suspendeu por 15 dias todas as atividades que poderiam gerar aglomerações: atividades comerciais, culturais, esportivas, religiosas e serviços públicos. Só ficaram de fora os estabelecimentos médicos e hospitalares, além da cadeia de distribuição de alimentos.

Amazonas

No Amazonas, desde o dia 21 deste mês, o governador Wilson Lima determinou o fechamento de restaurantes, bares, lanchonetes, praças de alimentação e similares. Pelo decreto, os estabelecimentos poderão funcionar exclusivamente para entrega em domicílio e como pontos de coleta.

A suspensão não se aplica a bares, restaurantes, lanchonetes e estabelecimentos que funcionem no interior de hotéis, pousadas e similares, desde que os serviços sejam prestados exclusivamente a hóspedes e que sejam observadas as recomendações da autoridade sanitária de distanciamento mínimo de 1,5 m entre as mesas e de até quatro cadeiras por mesa.

Também ficou suspenso o funcionamento de todas as boates, casas de shows, casas de eventos e de recepções, salões de festas, inclusive privados, parques de diversão, circos e estabelecimentos similares. Além disso, igrejas, templos religiosos, lojas maçônicas e estabelecimentos similares também estão com suas atividades suspensas.

Outro decreto, publicado no Diário Oficial do estado do Amazonas no dia 24 deste mês, define os serviços essenciais que podem funcionar: supermercados atacadista e pequeno varejo alimentício; padarias, exclusivamente para venda de produtos; restaurantes na modalidade delivery; distribuidora de água mineral e gás de cozinha; estabelecimentos que comercializem alimentos e medicamentos destinados a animais; e agências bancárias e loterias utilizando o protocolo de segurança visando evitar a aglomeração de pessoas na área interna e externa do estabelecimento.

Na área de saúde: clínicas que tratem em caráter continuado pacientes oncológicos, cardiopatas, renais, diabéticos, obstétricas e pediátricos; clínicas que prestem serviços de assistência à saúde com serviços médicos ambulatoriais, visando a diminuição da sobrecarga da rede pública e privada; clínicas de vacinação; serviço de assistência à saúde dos animais; serviços odontológicos de urgência.

Pará

No dia 20 de março, a Assembleia Legislativa reconheceu o estado de calamidade pública e constituiu comissão para acompanhar a situação fiscal e a execução orçamentária e financeira das medidas relacionadas à pandemia do novo coronavírus.Diversos órgãos suspenderam os atendimentos presenciais ao público externo, postergando prazos em uma série de serviços, inclusive relativos a registros e licenciamentos veiculares.

A visitação a arquivos públicos, museus, bibliotecas, galerias e memoriais foram suspensas, assim como programações culturais, espetáculos, visitas guiadas a teatros, palestras e oficinas programadas pela Secretaria de Estado de Cultura. Nenhuma autorização ou licenciamento está sendo dado para eventos, reuniões e/ou manifestações, de caráter público ou privado, e de qualquer espécie, com audiência igual ou superior a 500 pessoas.

As aulas das escolas de toda a rede pública estadual foram suspensas. A oferta de merenda escolar, no entanto, foi mantida. Apesar de suspenso, o curso de bacharelado na área de saúde, da universidade estadual (Uepa), está autorizado a treinar e capacitar estudantes para atendimento de pessoas que apresentem sintomas ou tiverem sido contaminadas.

O governo paraense informou que pretende acelerar obras para ampliar o número de leitos na rede hospitalar pública. A expectativa é que, em 60 ou 70 dias, entregas já tenham sido feitas aos hospitais Regionais de Castanhal (1ª etapa), Itaituba e do distrito de Castelo dos Sonhos, em Altamira.

Férias e afastamentos de agentes das áreas de saúde, segurança e demais setores estratégicos poderão ser interrompidos. No campo do controle sanitário, medidas complementares estão sendo implementadas em portos, aeroportos, terminais rodoviários e hidroviários.

Pessoas provenientes do exterior e de locais onde haja transmissão sustentada da doença são orientados a isolamento domiciliar por pelo menos 14 dias, sob risco de responsabilização civil, administrativa e penal em caso de descumprimento. Visitas de familiares a unidades prisionais estão suspensas.

Não estão autorizados deslocamentos de servidores, empregados e colaboradores da administração pública, salvo autorizações expressas da Casa Civil. A realização de trabalho remoto pode ser autorizada para servidores com idade a partir de 60 anos, grávidas e lactantes, e para pessoas portadoras de doenças respiratórias, cardiovasculares, câncer, diabetes, hipertensão ou com imunodeficiência.

Também estão autorizadas ao trabalho remoto servidores que apresentarem febre ou sintomas respiratórios como tosse seca, dor de garganta, mialgia, cefaleia e prostração, dificuldade para respirar e batimento das asas nasais; e aqueles que retornaram de viagem a locais onde haja transmissão sustentada de covid-19.

Prestadores de serviço de transporte de passageiros foram obrigados a disponibilizar álcool em gel 70% para uso individual dos passageiros, bem como higienizar bancos, pisos, corrimões e demais áreas de uso comum com desinfetante hipoclorito de sódio a cada conclusão de trajeto.

Outra medida adotada foi a de reduzir de 17% para 3% o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do álcool em gel, do álcool 70%, hipoclorito de sódio 5%, luvas e máscaras médicas, que passam a fazer parte da cesta básica. A comercialização do álcool foi limitada a três unidades por consumidor.

De acordo com o governo local, pelo menos 500 estabelecimentos comerciais já foram fechados por descumprir a determinação de fechamento de bares, restaurantes e casas noturnas.

Rondônia

Em Rondônia, o governo estadual decretou estado de calamidade pública no último dia 20. Na última quinta-feira (26), entretanto, o governo anunciou adequações ao decreto para “garantir o desenvolvimento do setor produtivo”.

A nova norma autoriza o funcionamento dos seguintes serviços: clínicas, comércio de produtos agropecuários, pet shops, indústrias, obras de construção e reforma, oficinas mecânicas, peças automotivas, manutenção, hotéis, escritórios de contabilidade, lotéricas, materiais de construção e restaurantes à margem de rodovias.

Os trabalhadores em grupo de risco podem ser colocados em teletrabalho ou ter férias antecipadas. Para os demais, é recomendada alteração de jornada e revezamentos para evitar aglomerações.

Roraima

O governo de Roraima antecipou, no último dia 16, o recesso escolar de julho. Também foram instaladas barreiras sanitárias no Aeroporto de Boa Vista, e nas cidades de Pacaraima e Bonfim, que fazem fronteira com a Venezuela e com a Guiana, respectivamente. Na terça-feira (23), foram interrompidas as linhas de ônibus intermunicipais no estado.

Tocantins

O governo de Tocantins declarou Estado de Calamidade Pública, suspendeu as aulas, determinou a aquisição de testes rápidos para covid-19 e comprou mais equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para os hospitais. Além disso, solicitou a aquisição de cerca de 150 mil kits de alimentos para estudantes da rede estadual, reduziu a jornada de trabalho dos servidores públicos e suspendeu visitas a detentos e a entrada nos parques estaduais.

Segundo informações do governo estadual, foi determinada a suspensão dos cortes de água e energia.

“Nossas medidas foram no sentido de fortalecer o sistema de saúde, normatizar os serviços públicos e orientar a população a ficar dentro de casa durante a pandemia. Deixamos a cargo das autoridades municipais a decisão sobre a forma como o comércio de cada cidade deveria funcionar”, disse o governador Mauro Carlesse em site oficial.

O governo do estado solicitou que as empresas evitassem aglomerações e seguissem as normas sanitárias, mas a decisão sobre o fechamento do comércio ficou a cargo das autoridades municipais.

REGIÃO SUL

Paraná

As aulas presenciais em escolas estaduais públicas e privadas, inclusive nas entidades conveniadas com o estado do Paraná, e em universidades públicas estão suspensas desde o dia 20 de março. Estão suspensos também os eventos públicos ou particulares com reunião acima de 50 pessoas, incluindo, por exemplo, cinemas, bibliotecas e museus. Academias e shopping centers devem ficar fechados por tempo indeterminado.

Podem funcionar, no entanto, consultórios médicos, unidades hospitalares, laboratoriais e farmacêuticas, supermercados, bancos, postos de combustíveis, revendedores de gás e estabelecimentos que fornecem alimentação exclusivamente para entrega em domicílio.

O governo recomendou que bares e restaurantes fechem até a meia-noite e que esses estabelecimentos intensifiquem a higienização de áreas comuns, além de alertar para a separação de, no mínimo, um metro de distância entre um cliente e outro. Servidores com mais de 60 anos, com doenças crônicas, problemas respiratórios, gestantes e lactantes, estão em trabalho remoto obrigatório. 

Rio Grande do Sul

O Rio Grande do Sul restringiu a circulação e o ingresso de transporte interestadual público e privado no estado e determinou que transportes coletivos cirulem apenas com os passageiros sentados. O governo também proibiu a realização de eventos e reuniões com mais de 30 pessoas.

O governo fechou shoppings e centros comerciais, mas manteve abertas farmácias, clínicas de atendimento na área da saúde, supermercados, agências bancárias, restaurantes e locais de alimentação nesses locais. Bares, restaurantes e lanchonetes devem adotar uma série de medidas de higiene para evitar a contaminação pelo vírus. Devem também diminuir o número de mesas para evitar concentração de pessoas.

As praias foram interditadas. Templos religiosos podem funcionar respeitando o limite máximo de 25% da capacidade de assentos do local, além de tomar outros cuidados. As aulas na rede pública estão suspensas. 

Santa Catarina

Na última quinta-feira (26), o governo anunciou o “Plano Estratégico para Retomada das Atividades Econômicas em Santa Catarina” que flexibiliza as regras de isolamento social do decreto publicado em 17 de março. Continua proibida, até 7 de abril, a circulação de transporte coletivo municipal e  intermunicipal, a circulação e entrada de veículos de outros estados ou países.  

A partir da semana que vem, no entanto, será liberado o funcionamento de agências bancárias, academias, bares, shopping centers, bares, restaurante e comércio em geral, hotéis e pousadas, obras na construção civil, escritórios e depósitos. Os serviços de autônomos e profissionais liberais também ficam permitidos a partir de 1º de abril.

Foram estabelecidas diretrizes, como permitir somente a entrada de metade da capacidade de público e exigir respeito à distância de 1,5 metro de distância. Para os trabalhadores, a recomendação é afastamento sem corte de salário para grupos de risco (idosos e doenças crônicas) e adoção de medidas de prevenção nos locais de trabalho.

No Twitter, o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro, informou que quarentena está mantida na capital do estado. (Fonte: Agência Brasil)

Em Cuiabá, o Santuário de Nossa Senhora Auxiliadora terá transmissão da celebração nas redes sociais, neste domingo (29/3), às 9h. Em tempos de isolamento social por conta do coronavírus, a internet tem sido uma grande aliada para manter os católicos firmes na fé, garantindo a participação na Santa Missa.
De acordo com o padre Hermenegildo Conceição, diretor geral do Colégio Salesiano São Gonçalo, a Igreja celebra o 5º DOMINGO DA QUARESMA. "Nesse dia, a liturgia nos convida à experiência da confiança absoluta em Deus, mesmo em meio às adversidades e à morte. Um convite para que creiamos no poder de Altíssimo, na Sua Palavra, e que Ele é o enviado do Pai para nos salvar", pontua.
Para acompanhar, os devotos devem acessar a página do Santuário de Nossa Senhora Auxiliadora ou do Colégio Salesiano São Gonçalo, no facebook ou no instagram.
Ainda segundo o diretor do Colégio Salesiano São Gonçalo, é importante manter à atenção similar à missa presencial. "Para viver bem a Santa Missa em casa, é ideal que cada fiel participe por inteiro da celebração, mesmo não estando presente fisicamente, cantando, acompanhando as leituras, toda reflexão e a comunhão espiritual", recomenda.
A transmissão pela internet é realizada em decorrência à determinação do arcebispo de Cuiabá, Dom Milton Santos e também das autoridades sanitárias, que visa a não aglomeração de pessoas, como estratégia para não disseminar o vírus COVID-19.

Redes Sociais:

Instagram: @sãogonçalocuiaba e @santuario.nsauxiliadora.cba
Facabook: /saogoncalocba e /santuarioauxiliadoracba

 

Sexta, 27 Março 2020 08:55

A arte da chapelaria

Dos burlescos chapéus adornados com flores, penas e fitas do início do século XX às peças leves e elegantes de hoje, o chapéu entrou e saiu de moda ao longo das décadas.

Benefício vai ser pago por três meses devido à pandemia de coronavírus. O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na quinta-feira (26/3) auxílio emergencial por três meses, no valor de R$ 600,00, destinados aos trabalhadores autônomos, informais e sem renda fixa durante a crise provocada pela pandemia de coronavírus. A matéria segue para análise do Senado. 

Pelo texto do relator, deputado Marcelo Aro (PP-MG), o auxílio pode chegar a R$ 1.200 por família. O valor final, superior aos R$ 200 anunciados pelo Executivo no início da crise em virtude da pandemia, foi possível após articulação de parlamentares com membros do governo federal. O projeto prevê ainda que a mãe provedora de família “uniparental” receba duas cotas. 

Os trabalhadores deverão cumprir alguns critérios, em conjunto, para ter direito ao auxílio:
- ser maior de 18 anos de idade;
- não ter emprego formal;
- não receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal que não seja o Bolsa Família;
- renda familiar mensal per capita (por pessoa) de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total (tudo o que a família recebe) de até três salários mínimos (R$ 3.135,00); e
- não ter recebido rendimentos tributáveis, no ano de 2018, acima de R$ 28.559,70.

Pelo texto, o beneficiário deverá ainda cumprir uma dessas condições:

- exercer atividade na condição de microempreendedor individual (MEI);
- ser contribuinte individual ou facultativo do Regime Geral de Previdência Social (RGPS);
- ser trabalhador informal inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico); ou
- ter cumprido o requisito de renda média até 20 de março de 2020.

Pelas regras, o trabalhador não pode ter vínculo formal, ou seja, não poderão receber o benefício trabalhadores formalizados pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e servidores públicos. 

Pela proposta, também será permitido a duas pessoas de uma mesma família acumularem benefícios: um do auxílio emergencial e um do Bolsa Família. Se o auxílio for maior que a bolsa, a pessoa poderá fazer a opção pelo auxílio. O pagamento será realizado por meio de bancos públicos federais via conta do tipo poupança social digital. Essa conta pode ser a mesma já usada para pagar recursos de programas sociais governamentais, como PIS/Pasep e Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), mas não pode permitir a emissão de cartão físico ou cheques.

Impacto fiscal

No início da tarde, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu o auxílio de R$ 500 durante o período de crise. Segundo ele, o valor referente a meio salário-mínimo (atualmente em R$ 1.039) deveria ser pago por três meses e teria um impacto fiscal estimado entre R$ 10 bilhões e R$ 12 bilhões. Com a mudança, a perspectiva fiscal é de um impacto de R$ 14 bilhões. Maia argumentou que o valor pago aos profissionais informais deve ser mantido caso ainda haja necessidade após os três meses previstos no texto. 

“Não é possível que a gente não possa garantir aos trabalhadores informais uma renda por esse período de três meses e avaliando esse cenário a cada semana, porque isso é um cenário de guerra. É importante que a gente possa aplicar os recursos [públicos] também na sociedade brasileira”, disse o presidente da Câmara.

O líder do governo na Câmara, deputado Vitor Hugo (PSL-GO), destacou o apoio de presidente Jair Bolsonaro para o auxílio de R$ 600. "O presidente Bolsonaro, muito sensível a esses 25 milhões de brasileiros que são os mais afetados, os mais sofridos, atento às reivindicações dos líderes partidários, decidiu apoiar a medida de R$ 600. Isso vai fazer com que as famílias que têm duas pessoas nessa condição tenham mais do que 1 salário mínimo, serão R$ 1.200."

Para o líder minoria, deputado José Guimarães (PT-CE), a medida é essencial em tempos de crise. “Nós temos a compreensão de que, em um momento como esse, de grave crise na economia real, que está impactando a saúde pública no Brasil, nós não podemos ter restrições para gastar. Portanto, o gasto com a saúde tem que ser ilimitado”, afirmou.  

O líder do MDB, deputado Baleia Rossi (SP), afirmou que a proposta garante o “mínimo de esperança” para trabalhadores informais, mas também serão necessárias medidas para micro e pequenas empresas. 

“São os informais que hoje não estão trabalhando, não têm renda. Hoje não têm a mínima esperança de chegar ao final do mês e ter o seu dinheiro para comprar as necessidades mais básicas da sua família’, argumentou o parlamentar”, disse. “Nós aguardamos agora crédito para as pequenas e médias empresas, porque nós sabemos que também elas estão paradas e não têm como se sustentar. É preciso que o governo olhe para as pequenas e médias empresas e possa liberar crédito barato extraordinário para essa finalidade, e também a medida provisória para garantir emprego e o seguro-desemprego para os trabalhadores”.

Hospitais filantrópicos

O plenário também aprovou nesta quinta a suspensão, por 120 dias, a contar de 1º de março, a obrigatoriedade de hospitais filantrópicos de cumprirem metas quantitativas e qualitativas contratadas junto ao Sistema Único de Saúde (SUS). Em troca de isenção de impostos, essas unidades de saúde precisam prestar serviços de saúde como consultas, exames e procedimentos de média e alta complexidade (cirurgias, por exemplo) ao SUS.

No entanto, por causa da crise provocada pela pandemia de coronavírus, esses hospitais não conseguirão atingir as metas de quantidade e qualidade para que as mantenedoras possam contar com a isenção. 

“[A medida] garante aos prestadores de serviço do SUS, especialmente as santas casas, hospitais universitários, a manutenção dos recursos que esses prestadores recebem mensalmente e que, infelizmente, podem ser interrompidos neste momento da pandemia do coronavírus”, disse o deputado Dr Luizinho (PP-RJ). 

“Porque infelizmente, neste momento, nós temos uma situação que suspende as cirurgias eletivas. A maioria desses prestadores de serviço trabalham com as cirurgias eletivas, com procedimentos ambulatoriais e certamente serão afetados. Por isso, a manutenção por 120 dias é fundamental, a fim de que eles possam ter a manutenção das suas atividades, da situação econômica dos seus empregos”, completou o parlamentar.

Adicional de insalubridade

Outra proposta aprovada pelos parlamentares garantiu um adicional de insalubridade para trabalhadores de serviços essenciais ao combate a epidemias em casos de calamidade pública.

O texto prevê que profissionais da área de saúde, segurança pública, vigilância sanitária, corpo de bombeiros e limpeza urbana no combate de epidemias devem receber o pagamento de adicional de insalubridade em grau máximo, o equivalente a 40% do salário mínimo da região (R$ 418). (Fonte: Agência Brasil)

 

Prefeito de Cuiabá reforça necessidade de isolamento social. Pautado na responsabilidade de salvar vidas e de proteger à população, o prefeito Emanuel Pinheiro respeita às decisões do Governo de Mato Grosso, anunciadas na manhã de hoje (26/3), mas reafirma o entendimento pela necessidade de manutenção do isolamento social, como principal estratégia de combate à disseminação do novo Coronavírus. 

As ações já implementadas na Capital, por mais drásticas que possam parecer inicialmente, respaldam-se em protocolo da Organização Mundial da Saúde e diretrizes técnicas de especialistas, inclusive do Ministério da Saúde.  Com monitoramento diário vigoram, nessa primeira fase, até 5 de abril, podendo ser prorrogadas. Somente após essa data e avaliado seus resultados iniciais é que serão estabelecidas novas medidas pela Prefeitura Municipal, principalmente em virtude  da espiral de crescimento da infecção que deverá ocorrer no mês de abril, conforme projeções do Ministério da Saúde. 

Para o prefeito, todas as decisões já efetivadas, objetivam o cuidado e a proteção da saúde e da vida das pessoas, especialmente com aqueles mais carentes e os que estão inseridos no grupo de risco.

“O vírus não circula. Quem circula são as pessoas. Por isso, cuidar da sua saúde, cuidar das pessoas é tão fundamental. Cuiabá não pode sucumbir.  Nesse momento não há atividade econômica que prevaleça à vida. A economia será recuperada, em um esforço conjunto, mas os munícipes merecem ações firmes e assertivas em defesa do cidadão. Primeiro cuidamos da população, depois recuperamos a economia”, frisou Pinheiro.

O prefeito Emanuel Pinheiro reafirma que em meio a tantas incertezas, há uma percepção unânime: é necessário agir. “Lidamos com uma questão global e os  modelos de gestão, obrigatoriamente, devem ser reavaliados. Não podemos ter como prioridade a economia. A prioridade é a vida. Sigo consciente de que meu embate é contra o novo coronavírus e continuarei nesse enfrentamento em defesa de cada cidadão cuiabano”.

Por fim, o prefeito de Cuiabá conclama toda a sociedade e pede o apoio ao Governo do Estado, Poder Judiciário, Poder Legislativo, ao Ministério Público e à Defensoria Pública, Associação Mato-grossense dos Municípios e demais instituições. 

“É fundamental a união de todos, em especial dos poderes e instituições, para essa cruzada contra a COVID-19 e em defesa da cidadania e da dignidade da pessoa humana”. (Fonte: Secretaria de Inovação e Comunicação)

 

 

Governo de Mato Grosso consolida critérios de combate ao coronavírus. Decreto mantém medidas de isolamento social e segue orientação da Sociedade Brasileira de Infectologia. O decreto foi publicado no Diário Oficial que circula nesta quinta-feira (26) e reforça as medidas que têm sido adotadas pelo Gabinete de Situação, comandado pelo governador Mauro Mendes -

O Governo do Estado publicou novo decreto que consolida os critérios para a prevenção e combate ao coronavírus, com a manutenção do isolamento social (confira a lista completa das determinações ao final da matéria).

O documento lista de forma objetiva quais são as atividades que poderão continuar a operar durante o período que durar a pandemia e as que ficarão restritas, de modo a garantir a saúde da população, bem como as atividades econômicas essenciais e, consequentemente, os empregos dos mato-grossenses.

Todas as determinações seguem os parâmetros do que recomenda o Ministério da Saúde e a nota expedida nesta semana pela Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

As ações também ficam vinculadas às prefeituras, de modo a não haver divergências entre as medidas tomadas pelo Estado e pelos municípios. Caso os prefeitos queiram adotar ações mais restritivas, terão que apresentar “fundamentação técnico-científica que justifique a providência no âmbito local”.

“Durante toda a semana, estreitamos o diálogo com as prefeituras para que as medidas contra o COVID-19 passassem a ser adotadas por critérios técnicos e de acordo com a realidade do nosso Estado. Este decreto, assim como o decreto de calamidade pública, é mais um meio de o Estado dar um norte, uma orientação aos municípios, para que eles possam adotar as providências de forma alinhada com o Governo. Precisamos salvar vidas, mas não podemos arruinar vidas”, afirmou Mauro Mendes.

Medidas consolidadas pelo decreto

Funcionamento proibido: parques públicos e privados; praias de água doce; teatro; cinema; museus: casas de shows; festas; feiras; academias; ginásios esportivos e campos de futebol; missas, cultos e celebrações religiosas; outros eventos e atividades que demandem aglomeração ou reunião de pessoas.

Também ficam suspensas as atividades escolares públicas e privadas até o dia 05 de abril de 2020.

Isolamento domiciliar: a medida vigora para as pessoas com mais de 60 anos, pessoas hipertensas, pessoas com doenças cardíacas, renais crônicas, respiratórias crônicas, e outras doenças imunodepressivas, os quais devem evitar seu contato direto com pessoas jovens, inclusive com as pessoas com quem coabitam.

Para os que estão fora do grupo de risco, fica recomendada a prática de atividades recreativas e esportivas individuais ao ar livre, desde que respeitado o distanciamento mínimo de 1,5 m entre as pessoas.

Atividades permitidas: transporte coletivo municipal e metropolitano, sem exceder a capacidade de passageiros sentados; transporte individual remunerado de passageiros por meio de taxi ou aplicativo, vedada a utilização do banco dianteiro do passageiro e mediante assepsia da parte interna do veículo após a finalização de cada atendimento; velório, com até 20 pessoas; transporte coletivo intermunicipal de funcionários, custeado pelos respectivos empregadores.

As atividades listadas devem seguir rigorosamente as respectivas exigências sanitárias, mantendo higienização constante do estabelecimento ou veículo para prevenir a disseminação do coronavírus.

Atividades econômicas permitidas

I – Supermercadistas de pequeno, médio e grande porte, atacadista e pequeno varejo alimentício;

II – Padarias, para retirada de produtos no local ou na modalidade delivery;

III – Restaurantes, cafés e congêneres localizados em áreas urbanas, para retirada no local ou na modalidade delivery;

IV – Lojas de conveniência, bares e distribuidoras de bebidas, para retirada no local ou na modalidade delivery;

V – Açougues e peixarias, para retirada no local ou na modalidade delivery;

VI – Distribuidoras de gás de cozinha, para retirada no local ou na modalidade delivery;

VII – agências bancárias e loterias, utilizando o protocolo de segurança visando evitar a aglomeração de pessoas na área interna e externa do estabelecimento;

VIII – hospitais, clínicas e serviços de assistência à saúde humana e de animais;

IX - Assistência social e atendimento à população em estado de vulnerabilidade;

X – Farmácias e drogarias;

XI – Comércio de alimentos e medicamentos destinados a animais;

XII - Atividades de segurança pública e privada, incluídas a vigilância, a guarda e a custódia de presos;

XIII - Estabelecimentos que comercializam peças automotivas, materiais elétricos e de construção, preferencialmente atendendo delivery, observados os casos emergências;

XIV – Produção, distribuição e comercialização de combustíveis e de derivados, inclusive postos de combustíveis;

XV - Prestadores de serviços de manutenção de elevador, ar condicionado, rede elétrica e abastecimento de água;

XVI – Oficinas mecânicas;

XVII – Restaurantes e congêneres localizados em rodovias estaduais;

XVIII – Transporte e circulação de mercadorias e insumos para as atividades listadas nos artigos 2º e 3º;

XIX – Telecomunicação e internet;

XX – Serviço de “call center”

XXI - Captação, tratamento e distribuição de água;

XXII - Captação e tratamento de esgoto e de lixo;

XXIII - Geração, transmissão e distribuição de energia elétrica e de gás;

XXIV - Iluminação pública;

XXV - Serviços postais;

XXVI - Controle e fiscalização de tráfego;

XXVII - Serviços relacionados à tecnologia da informação e de processamento de dados “data Center” para suporte de outras atividades previstas neste Decreto;

XXVIII – Indústrias;

XXIX – Serviços agropecuários;

XXX - Transporte de numerário;

XXXI – Serviços de imprensa e as atividades a eles relacionados, por todos os meios de comunicação e de divulgação disponíveis, incluídos a radiodifusão de sons e de imagens, a internet, os jornais, as revistas, dentre outros;

XXXII - Monitoramento de construções e de barragens que possam acarretar risco à segurança;

XXXIII - Mercado de capitais e de seguros;

XXXIV – Atividades e serviços agropecuários e veterinários e de cuidados com animais em cativeiro;

XXXV - Atividades médico-periciais;

XXXVI – Serviços de manutenção, de reparos ou de consertos de veículos, de pneumáticos, de elevadores e de outros equipamentos essenciais ao transporte, à segurança e à saúde, bem como à produção, à industrialização e ao transporte de alimentos e de produtos de higiene;

XXXVII – Produção, distribuição e comercialização de equipamentos, de peças e de acessórios para refrigeração, como os serviços de manutenção de refrigeração.

XXXVIII – Serviços funerários;

XXXIX – Concessionária de veículos;

XL – Shopping centers, lojas de departamento, galerias e congêneres;

XLI - Atividades acessórias, de suporte e de disponibilização dos insumos necessários à cadeia produtiva relacionadas às atividades e aos serviços de que tratam os incisos do art. 3º e 4º;

XLII – Outros estabelecimentos comerciais, garantidas as normas de segurança, prevenção e combate ao coronavírus.

Regras para a manutenção das atividades econômicas

Para que as empresas operem as atividades listadas, devem manter controle de acesso para evitar aglomerações de pessoas, ficando expressamente vedado o consumo de produtos no local do estabelecimento.

Também deve haver o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas e obrigatoriamente seguir as demais normas sanitárias de prevenção à disseminação ao coronavírus, a exemplo da assepsia (higienização) dos locais.

Ainda fica permitida a circulação de veículos em rodovias estaduais e municipais destinada ao transporte de mercadorias e insumos necessários ao atendimento dessas atividades, respeitadas as normas tributárias e ambientais correspondentes. (Fonte: Secom –MT)

 

Com o agravamento da crise do coronavírus, fechamento de comércio e restrições de circulação em todo o país, o setor de bares e restaurantes é um dos primeiros a sentir os impactos econômicos da pandemia e aguarda que o governo anuncie um pacote de socorro ao setor, que inclui o pagamento de uma espécie de bolsa aos três milhões de trabalhadores de bares e restaurantes durante os próximos três meses.

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) prevê um possível colapso no setor, caso o Governo Federal descumpra a promessa que foi feita na última semana durante reunião entre o presidente da associação, Paulo Solmucci, com o presidente Jair Bolsonaro e integrantes da equipe econômica. “Muitos dos nossos trabalhadores dizem que não sabem como irão viver sem o emprego. É um risco muito grande deixar toda essa gente sem assistência nessa hora”, diz Solmucci.

Em Mato Grosso, uma semana antes do decreto, várias operações já haviam fechado as portas e as outras já apresentava queda de mais de 70% do movimento, hoje todos estão fechados e menos de 1% operam na modalidade de delivery. “Não estamos olhando para lucro, aluguel e fornecedores, nossa prioridade sempre foi nossos funcionários”, declara a presidente da Abrasel-MT, Lorenna Bezerra.

Lorenna ainda explica que com a Medida Provisória assinada pelo Governo Federal no último domingo (22/3), ele se absteve e passou a bola para empresários e empregados. “Tendo em vista que o governo entende que nosso setor está entre os quatro prioritários, e precisa considerar que somente com a ajuda a fundo perdido para pagamentos dos salários teremos condições de evitar a desestruturação completa do setor e o caos social que advirá dela”, destaca.

Solmucci finaliza dizendo que, se o governo não cumprir o que prometeu, o país corre o risco de mergulhar em uma nova crise.

Com 15 mil doses, a prefeitura de Cuiabá retoma a vacinação contra influenza nesta quinta-feira, 26/3, e aguarda maior quantitativo do Ministério para realizar “Drive Thru”. Embora a previsão fosse retomar na próxima sexta,  após ter paralisado a 22ª Campanha Nacional por ter recebido do Ministério da Saúde apenas 9,5 mil doses (suficiente para duas horas de imunização), a Secretaria de Saúde fez uma força-tarefa para distribuir as 15 mil doses que chegaram nesta quarta-feira, 25 e já voltará com os serviços em todos os postos amanhã. 

A demanda desta primeira fase da Campanha que vai até 22 de maio é imunizar 46 mil idosos e 21 mil profissionais da Saúde pública e privada. Como novamente Cuiabá recebeu poucas doses do Ministério da Saúde, ‘Drive Thru’ que também estava previsto para ser realizado nesta sexta-feira visando diminuir a aglomeração, será adiado até que o órgão federal encaminhe quantitativo suficiente para realizar a ação. 

“O que recebemos será suficiente para no máximo dois dias de imunização. A previsão do Ministério da Saúde é encaminhar novos lotes ainda nesta semana, então aguardaremos que esse novo quantitativo chegue um pouco maior para realizarmos as estratégias que delineamos para evitar aglomeração. Por hora estamos atendendo mediante senhas”, frisou Mirian Naschenveng diretora de Atenção Básica de Cuiabá. 

Neste ano, a Campanha que normalmente é realizada na primeira quinzena de abril, foi antecipada pelo governo federal como estratégia para diminuir a quantidade de pessoas gripadas e, com isso, ajudar no diagnóstico de possíveis casos de coronavírus.  

Frente ao tema, a Secretaria de Saúde de Cuiabá capacitou os servidores das regionais Norte, Sul, Leste, Oeste e Rural apresentando dentre outros o informe técnico da campanha e orientando sobre como evitar aglomerações nas unidades de saúde, durante o período de vacinação.

“Capacitamos nossas equipes para evitar aglomerações em combate ao Coronavírus. Dentre as medidas, optamos por iniciar a vacinação pelos acamados e idosos com maiores riscos em suas casas, e os demais que compareceram nas unidades receberam senhas. Também faremos “Drive Thru” e já definimos pontos estratégicos em bairros, mas para realizarmos as ações pensadas precisamos que o Ministério nos subsidie com mais doses”, enfatizou o secretário de Saúde, Luiz Antonio Pôssas de Carvalho. 

A Campanha está sendo dividida em três fases: A 1ª de 23/03 a 16/04, com a vacinação para os idosos (60 anos e mais), profissionais da Saúde pública e privada. 2ª fase de 16/04 a 09/05 professores de escolas publicas e privadas, profissionais das forças de segurança e salvamento, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, crianças de seis meses a menores de 06 anos, gestantes e puérperas (mulheres de até 45 dias após o parto) e povos indígenas. 3ª fase de 09 a 22/05 adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e adultos de 55 a 59 anos.  

A vacina previne contra três tipos de influenza: influenza A H1N1, influenza A H3N2 e Influenza B.

SINTOMAS, PREVENÇÃO E ORIENTAÇÃO

Entre os sintomas da gripe estão febre alta, dor muscular, dores de cabeça, na garganta e coriza. Além da vacinação, as orientações para evitar o vírus é lavar as mãos com frequência, usar lenço para a higiene do nariz, cobrir o rosto no momento do espirro, evitar compartilhar objetos de uso pessoal e tomar cuidado com o contato com pessoas que tenham adquirido o vírus.

O vírus usado na vacina é “inativado”, não podendo gerar uma gripe e a imunização evita entre 32% e 45% o número de hospitalização por pneumonia e entre 40% e 75% as mortes por complicações resultantes do vírus.

A imunização é contraindicada para pessoa com alergia a ovo, que devem procurar o médico para orientações. A reação em geral ocorre com dor no local da injeção, sem provocar efeitos colaterais maiores. De acordo com o Ministério da Saúde, não há risco de fazer a vacinação contra e a febre amarela e Influenza. (Trecho com informações do MS e Agencia Brasil).

 

O Hospital de Câncer de Mato Grosso (HCanMT) recebeu da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa) cinco mil máscaras para serem usadas pelos profissionais de saúde da instituição. As máscaras proporcionam uma maior segurança no desenvolvimento das atividades pelos profissionais, fortalecendo assim as ações de vigilância epidemiológica do COVID- 19 (coronavírus).

A entrega das máscaras foi feita hoje (25/3) pelo presidente da Ampa Paulo Sergio Aguiar e por seu diretor executivo Décio Tocantins. “Acreditamos que esta doação vai favorecer o trabalho dos profissionais de saúde do Hospital, que se sentirão mais protegidos e poderão dar um atendimento de ainda mais qualidade”, aponta Aguiar.

A administradora do HCanMT Silvia Negri recebeu as doações. “Nós agradecemos a Ampa que nos apoia em mais este momento difícil. Estávamos com muita dificuldade para conseguir adquirir a máscara e essa doação vai nos ajudar muito”, afirma a Administradora.

O Hospital continua precisando de doações diversas. Para ajudar o HCanMT entre em contato pelo (65) 3648-7567 / (65) 9.8435-0386 (WhatsApp).

 

 

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