Blog da Condessa

Blog da Condessa

Documentário realiza registro histórico dos Cururueiros do Pantanal.

Com o intuito de preservar a essência do cururueiro e levantar um importante registro histórico dessa manifestação cultural, o documentário Cururueiros do Pantanal coletou relatos que colaboram com a perpetuação e a manutenção da tradição, durante o desafio de seguir o caminho do Rio Cuiabá, encontrando em suas margens as manifestações culturais ribeirinhas que alimentam o imaginário do Cururu. O lançamento será no próximo dia 30 de maio, às 19h30, no canal do Cine Teatro Cuiabá, no Youtube.

Para o Diretor de Audiovisual Vicente Delgado foi um privilégio conversar com os grandes mestres do Cururu. “Pudemos conhecer melhor alguns aspectos da formação dessa musicalidade tão genuína e aprendemos muito. Ainda durante a captação das imagens, nas diversas localidades, compreendemos que, apesar da simplicidade no cantar, o cururueiro é um gênio na sua essência, pois conseguiu criar algo a partir da sua própria experiência de vida e tudo isso é retratado nas suas composições”, declara ele.

Pesquisadores e interlocutores da cultura, também somaram ao trabalho, como o autor de diversos livros com temas diversos que se entrelaçam entre música e história de Mato Grosso, Abel Dy Santos e o artesão de violas de cocho, Alcides Ribeiro. A equipe visitou cururueiros em Cuiabá, Santo Antônio de Leverger e Barão de Melgaço, onde conversou com esses mestres e pode relatar suas histórias, seus conceitos e, principalmente, a figura do cururueiro em um contexto cultural, onde nasceu, como vive, sua profissão e seu envolvimento na sociedade.

Quem conduz toda a narrativa é o filho do Seu Manoel Tomaz da Silva e dona Maria Antônia da Silva, o cuiabano Thomaz Flaviano, que nasceu na tradicional Comunidade do Bairro São Francisco, onde se mantêm até hoje as tradições das Festas de Santos. “Costumo dizer que sou filho e neto de cururueiro e me tornei um deles em homenagem ao meu pai, meus tios e avós, que também eram cururueiros. Participar desse documentário foi motivo de alegria, porque, sempre que é possível falar e fazer algo em um projeto em benefício do Cururu, eu estou pronto pra ajudar e participar, pois entendo que é uma arte, é a nossa cultura, é aquilo que nos representa e que me identifica culturalmente”, afirma.

A Associação Movimento Vambora! iniciou essa pesquisa acerca da bibliografia e registro do Cururu. Devido ao pouco material com fácil acesso, iniciou-se a construção do projeto. Nascendo aí uma parceria com a Cordemato, que é a realizadora e responsável pela captação e execução dos recursos, bem como toda a gestão do mesmo. Também foi fechada uma parceria com a Agronews, que é a responsável por toda direção e produção de imagens, por meio de seu diretor Vicente Delgado e equipe.

Para o artista e cantor Jhonny Everson, foi gratificante para a Cordemato, onde atualmente ocupa o cargo de gestor de projetos, receber a proposta de realizar a parceria com o Movimento Vambora! e Governo do Estado de Mato Grosso, subsidiado por emenda parlamentar do deputado estadual, Allan Kardec. “Um documentário que resgata a história do Cururu, os grandes personagens dessa tradição cultural. É uma alegria entregar para a sociedade o valor cultural, o valor identitário que traz esse documentário. Espero que todos gostem e que possamos mostrar para as novas gerações como eram as festanças de Santo de antigamente em Cuiabá e cidades da redondeza”, revela.

É importante ressaltar que este projeto só se tornou possível graças à sensibilidade do senhor Ugo da Conceição Padilha, que foi um incansável defensor da cultura popular. Infelizmente veio a falecer em novembro de 2020, antes que a equipe pudesse registrar seu depoimento. E como homenagem a toda a sua história, este documentário vai mostrar algumas imagens de sua trajetória.

Outro fato triste e lamentável foi o falecimento do mestre cururueiro, Seu Zé Curutú, de Barão de Melgaço, que contribuiu para o projeto e deixou registrada sua participação.

Foram entrevistados Marcelino de Jesus – Presidente do Grupo de Cururu Tradição Cuiabana do Coxipó, Senhor. Jacinto – Presidente do Grupo de Cururu Tronco de Aroeira de Santo Antônio de Leverger/Varginha, Jeferson Ribeiro - professor de música, fundador do projeto Arte Cidadã em Santo Antônio de Leverger e Chico Sales - Conhecido em Cuiabá como mestre dos cururueiros com vários CDs gravados.

Serviço

O que: Lançamento do Documentário Cururueiros do Pantanal

Quando: 30 de maio de 2021

Onde: Canal do Youtube do Cine Teatro Cuiabá

Classificação Livre

Espaço ganha encenação fixa de acendimento de luzes.

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, apresenta a encenação Luz Candeeiro, executada pelo grupo de siriri Flor do Campo, grupo Camerata e narração de Edmilson Maciel, que acontece como programação fixa no local, todas às quintas-feiras, às 19h, com entrada franca e limitada a 70 pessoas, respeitando as medidas de biossegurança em decorrência da pandemia da COVID-19.

"Valorizar a cultura cuiabana é resgatar a autoestima da nossa gente e com isso dar mais qualidade de vida para as pessoas. Nossa gestão trabalha cada vez mais para restaurar o Centro Histórico, preservar nossas tradições, porque isso é a essência de ser cuiabano e move a cidade para um futuro cheio de realizações", disse o prefeito Emanuel Pinheiro.

As apresentações acontecem respeitando as medidas de biossegurança, como limite de entrada em 70 pessoas, distanciamento mínimo de 1,5 metros, uso obrigatório de máscara, medição de temperatura e disponibilização de álcool 70%. 

"Por determinação do prefeito estamos montando uma programação fixa para o beco, vamos ocupar esse espaço com cultura, arte, com valorização dos nossos artistas, gerando emprego, renda e alegria", disse a secretária de Cultura, Esporte e Lazer, Carlina Rabello Leite Jacob. 

Edmilson Maciel adentra o beco narrando a história do local ladeado por dançarinos cobertos por capas e com tochas em suas mãos. Na sequência, os candeeiros se acendem, as capas são retiradas e o que se vê é a alegria das roupas coloridas do siriri. 

Ao som de "São Benedito padroeiro, santo negro, fica de frente para o Beco do Candeeiro", bailarinos dançam com os pés em choque contra as pedras calçadas da rua mais antiga de Cuiabá. Com os olhos atentos, a pedagoga Edinéia Fátima Silva Costa, de 49 anos, registra o momento para mostrar a mãe.

"Meu avô era cururueiro, estou gravando para mostrar a minha mãe que vai ficar muito emocionada de ver isso. Está tudo muito lindo, maravilhoso, eu não vim na inauguração, mas vivenciar essa transformação é emocionante. É um lugar que passei com minha mãe quando era criança, eu andava aqui de mãos dadas com ela quando moravam famílias. Depois disso a gente tinha medo. E agora olha que maravilha. Esse movimento de trazer o artesanato, a arte, fazer disso ocupado, com amor e calor humano é maravilhoso", disse Edinéia. 

O Beco do Candeeiro foi entregue totalmente restaurado no dia 14 de maio de 2021 pelo prefeito Emanuel Pinheiro. A obra contou com apoio das Secretarias de Ordem Pública, Assistência Social e também do Instituto Patrimônio Histórico Artístico Nacional (IPHAN). O valor  investido de R$ 247 mil é fruto de um Termo de Ajuste de Compromisso (TAC) e faz parte do calendário de entregas em comemoração ao aniversário de 302 anos de Cuiabá, um resgate histórico da arquitetura local.

 

 

Projeto cultural Aldeia Wazare Terra Indígena Utiariti foi protocolado junto à Funai Regional no último dia e será enviado para aprovação em Brasília.

O primeiro projeto turístico-cultural indígena de Mato Grosso, foi protocolado na tarde da última sexta-feira (21) na sede da Funai em Cuiabá. O projeto Haliti Paresi, idealizado pelo cacique Rony Paresi, da Aldeia Wazare, tem como madrinha a primeira-dama do Estado, Virginia Mendes. 

Presente no evento de protocolização do projeto, a primeira-dama falou sobre seu sonho em conhecer de perto a cultura indígena, e destacou seu Programa Social SER Cidadão Indígena.

“Nosso programa SER significa superação, esperança e respeito, e é isso que os povos indígenas merecem e representam. Eu sempre fui uma grande admiradora da cultura indígena e, graças a Deus, tive a honra de conhecer várias aldeias ao longo dessa gestão. Me sinto cada vez mais encantada pela história e por tudo o que os índios representam para nosso Estado e para o país”, afirmou Virginia.

De acordo com o cacique Rony Paresi, o projeto é resultado de um trabalho de dez anos desenvolvendo o turismo na região. O plano de visitação, segundo ele, foi elaborado por diversos parceiros para garantir a regulamentação junto à Funai.

“É um momento histórico, pois foi um grande desafio realizar esse projeto de forma sustentável para valorizar a cultura indígena da Aldeia Wazare, com muita responsabilidade. Quero agradecer ao apoio da primeira-dama para que esse projeto ganhasse a força que merece”, disse o cacique.

O coordenador regional da Funai, Benedito Araújo, explicou que recursos federais serão disponibilizados para o projeto, assim que aprovado pela fundação.

“Será o primeiro plano de visitação em terra indígena legalizado em Mato Grosso. Desde 2011 a aldeia promove o turismo e, em 2015, foram determinados ritos para que tudo ficasse dentro da lei. A aldeia está seguindo essas normas e será muito importante para a valorização indígena”, declarou o coordenador.

Benedito ainda fez questão de destacar ter sido a primeira visita de uma primeira-dama na sede da Funai de Mato Grosso em 23 anos.

"Isso deve ser ressaltado, porque também é histórico e pela primeira vez em muitos anos temos uma primeira-dama que realmente está olhando para os povos indígenas de Mato Grosso, com a atenção que merecem. Tenho que agradecer à senhora, dona Virginia, por reforçar as ações com muita sensibilidade em prol dos povos indígenas", completou ele.

A suplente de senador, Margareth Buzetti, reforçou que a aprovação do projeto é uma forma de preservar a cultura indígena e afirmou que irá trabalhar na articulação junto à Funai para a autorização do plano de visitação na aldeia Wazare o mais rapidamente possível.

"Esse projeto é de suma relevância, porque permite o desenvolvimento econômico e sustentável dos povos indígenas da região de Campo Novo do Parecis e irá servir de exemplo para que outras comunidades trabalhem para buscar esse mesmo desenvolvimento", declarou Margareth. 

A secretária de Assistência Social e Cidadania, Rosamaria Carvalho, reforçou as ações do Governo de Mato Grosso em terras indígenas.

“Ano passado foram entregues 23 mil cestas básicas em comunidades indígenas e 20 mil cobertores. Já este ano, estamos refazendo essas entregas e a primeira-dama faz questão de estar junto nessas entregas para poder escutá-los e saber das demandas, pois buscaremos atender dentro das possibilidades do Estado”, disse Rosamaria.

 

Durante o evento, a primeira-dama ainda anunciou que em breve serão oferecidos cursos de capacitação para a Aldeia Wazare, que foi uma reivindicação dos indígenas Paresi, durante visita dela à aldeia.

“Ouvi das mulheres indígenas, mais especificamente da Waldirene Paresi, esposa do cacique Rony, que me pediu pessoalmente, durante uma reunião, que a qualificação era muito necessária. E, por isso, estamos programando para agosto o início dos cursos, caso a pandemia esteja controlada. Vamos ouvir quais os cursos de qualificação mais necessários nas aldeias para que possam melhorar a qualidade de vida das comunidades”, reforçou Virginia.

O projeto

A proposta se pauta no ecoturismo e no etnoturismo de forma sustentável. Uma das grandes preocupações do cacique Rony é a de que a atividade seja sustentável não apenas como um conceito vazio e publicitário, mas que de fato atenda a aspectos econômicos sem abrir mão dos desenvolvimentos social e ambiental.

“Turismo não é só tirar foto, dançar e se pintar, mas sim responsabilidade. Tem que ter um objetivo. Pensar que mensagem e que resultado você busca através do turismo. Não só financeiro, mas cultural, social e ambiental, que torne possível uma conceituação de direcionamento com relação aos povos indígenas, sua cultura e todas as relações que nos cercam”, elucidou.

 

 

 

 

Domingo, 23 Mai 2021 05:00

“Casinhas das Infâncias”

Fepeti lança em MT a Semana Mundial do Brincar 2021. Todos podem participar criando e executando ações relacionadas a “brincadeiras de casinha”, e postando fotos e vídeos nas redes sociais com a # semanamundialdobrincar

 

O Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (Fepeti-MT) lançou em Mato Grosso, no último dia 22, a Semana Mundial do Brincar, que faz parte da programação da campanha do Dia Mundial de Combate e Erradicação do Trabalho Infantil, celebrado em 12 de junho. Nesta edição, a Semana Mundial do Brincar, que é uma realização da Aliança pela Infância, traz como tema “Casinhas das Infâncias”. 

A mobilização segue até o dia 30 de maio com a proposta  de valorizar o brincar de casinha, a casa e as tradições de brincadeiras passadas de geração em geração.

A secretária executiva do Fepeti-MT, Rosamaria Carvalho, que é secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania, explica que todos podem participar, criando e executando ações, sem obrigatoriedade de cadastro. Basta fazer, registrar a atividade (fotos e vídeos de crianças brincando de casinha, desenhos de brincadeira de casinha, jogos lúdicos, cantigas, brincadeiras de criança etc) e marcar o @fepetimt no instagram e usar as #smb2021 e #semanamundialdobrincar.

“Trata-se de uma campanha de sensibilização sobre a importância do brincar, do direito da criança a ter infância e da necessidade de o direito da criança ao brincar ser respeitado mesmo em tempos de pandemia”, pontua.

O evento é uma grande mobilização para sensibilizar a sociedade sobre a importância do brincar e a essência da infância e acontece anualmente na semana em que se comemora o Dia Mundial do Brincar (28 de maio). No Brasil, a semana foi incorporada ao calendário do dia 12 de junho, Dia Mundial de Combate e Erradicação do Trabalho Infantil. “Afinal, criança é para brincar”, observa Rosamaria Carvalho.

Promovida pela Aliança pela Infância no Brasil em parceria com dezenas de outras organizações, seu objetivo geral é mostrar que o brincar é fundamental para a construção de uma infância digna.

Nesta edição a SMB quer despertar o olhar amoroso dos adultos para um brincar que produz o sentido de acolhimento e proteção, que é familiar, comunitário, intergeracional, popular, tradicional. Trazer à tona manifestações culturais e artísticas de diferentes regiões e transmitidas de geração em geração, como as brincadeiras passadas de pais para filhos.

Neste momento de pandemia, contextualiza a coordenação da Aliança pela Infância, é essencial fortalecer o brincar infantil, especialmente a atividade lúdica que expressa as necessidades de proteção e acolhimento das crianças. Um exemplo desse tipo de brincadeira é o faz de conta das Casinhas das Infâncias.

Sobre o Fepeti-MT

O Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil em Mato Grosso – FEPETI abarca questões envolvendo o enfrentamento ao trabalho infantil e possui como missão “articular, sensibilizar e mobilizar as instituições governamentais, a sociedade civil, representantes dos empregadores e trabalhadores para a prevenção e erradicação do trabalho infantil no Estado de Mato Grosso”. 

A visão da instituição é “ser um espaço permanente e democrático de diálogo entre governo e sociedade civil para prevenir e erradicar todas as formas de trabalho infantil e assegurar a proteção ao adolescente trabalhador”. Integram o Fepeti-MT representantes de órgãos das esferas federal, estadual e municipal e também da sociedade organizada.

 

Cine Teatro Cuiabá celebra aniversário com exibição de filmes mato-grossenses.

Desde a inauguração em 23 de maio de 1942, o Cine Teatro Cuiabá tem sido o palco para grandes espetáculos cinematográficos, cênicos e musicais. O Cine Teatro Cuiabá é um dos equipamentos culturais da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) e desde maio de 2016 é administrado, via contrato de gestão, pela Associação Cultural Cena Onze.

A comemoração dos 79 anos de sua inauguração será neste sábado (22), a partir das 19h. Presencialmente, serão exibidos quatro curtas mato-grossenses que colocam em cena a região do Centro Histórico de Cuiabá. A programação será compartilhada pelas redes sociais do Cine Teatro Cuiabá.

O evento contará com apresentação do pianista Arthur Scharneski, com execução de temas musicais de filmes que marcaram a história do cinema. A entrada é gratuita e realizada de acordo com as normas de biossegurança relacionadas ao enfrentamento da covid-19, cumprindo especificações constantes nos decretos municipal e estadual.

A celebração presencial também será ocasião para o lançamento da campanha online “Memórias e Histórias”, que pretende estimular o público mato-grossense a compartilhar relatos e imagens sobre as antigas salas de cinema de Mato Grosso, como o Cine São Luiz, Cine Tropical, Cine Bandeirantes e o próprio Cine Teatro Cuiabá.

A campanha será divulgada pelas redes sociais do Cine Teatro Cuiabá e integra o projeto “Aníbal Alencastro: memórias da projeção cinematográfica e das antigas salas de cinema de Cuiabá”, realizado por meio do edital Conexão Mestres da Cultura – Marília Beatriz de Figueiredo Leite, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

Sobre os curtas exibidos e compartilhados online

Cuiabá sob o olhar de Lázaro Papazian, de Aliana Camargo & Cristiano Costa (2005, 13′, classificação livre). O documentário aborda o espaço urbano de Cuiabá por meio dos registros históricos de Lázaro Papazian, fotógrafo e cinegrafista de origem armênia que, em 1926, mudou-se para cidade e, a partir de então, passou a registrar episódios da vida social e política da capital mato-grossense. Papazian foi um dos poucos a registrar vários acontecimentos da cuiabania, como a filmagem da demolição, em 1968, da Igreja Matriz Senhor Bom Jesus de Cuiabá, evento que marca a busca por modernização da cidade, seguindo os passos da recém criada capital do país. Premiado no 12º Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá (2005).

Centro Histórico de Cuiabá, de Bill Reino (2020, 13’, classificação livre). Produzido pelo IAB-MT em parceria com diversas instituições que promoveram o Concurso Nacional de Projetos Pró Centro Histórico de Cuiabá no ano 2000, tendo a finalidade de instruir as equipes participantes do concurso sobre a história da formação do Centro Histórico de Cuiabá, o estado de preservação e a relação com o contexto urbano e social da época. O documentário tem roteiro de Antônio Copriva, com texto de narração produzido por Júlio De Lamonica Freire. A locução é de Gilberto Canavarros.

P.S: Glauber, te vejo em Cuiabá, de Glória Albuês (1986, 15’, classificação 12 anos). Aproveitando a passagem da Mostra Tempo Glauber (promovida pelo Sesc em 1986 no Teatro da UFMT), os comediantes Liu Arruda (1957-1999) e Meire Pedroso percorrem espaços da cidade de Cuiabá e conversam com pessoas de diferentes extratos sociais e culturais sobre o grande cineasta, televisão, cinema e cultura brasileira. Além da presença saudosa de Lúcia Rocha (mãe de Glauber), o curta faz uma crônica irreverente sobre a Cuiabá de meados da década de 1980 e a relação de seus habitantes com a cultura, em especial com a memória do cinema brasileiro.

Licor de Pequi, de Marithê Azevedo (2016, 15′, classificação livre). O filme tem poética construída a partir de três gerações de mulheres: uma senhora (Lúcia Palma) guarda a memória do lugar por meio de objetos que juntou durante a vida, mas está esquecendo as palavras; uma jovem poeta (Luana Costa) busca a palavra geradora para escrever seus poemas; já a menina (Flor Leite), em fase de alfabetização, descobre as palavras. Uma conta histórias, a outra escreve poemas, a terceira solta pipas. As três habitam o mesmo espaço urbano, o Centro Histórico da cidade de Cuiabá, com casas abandonadas, casas habitadas e casas restauradas, todas com camadas distintas de memória. O filme foi realizado com recursos do MINC/SAV por meio de edital de curta metragem onde concorreram realizadores de todo o país.

Saiba mais

Para informações sobre a programação do Cine Teatro Cuiabá, entre em contato pelo telefone (65) 2129 3848 ou visite o site www.cineteatrocuiaba.org.br. Acompanhe também o Cine Teatro Cuiabá no Facebook ou Instagram.

Serviço

Celebração de aniversário de 79 anos do Cine Teatro Cuiabá

Data: 22 de maio de 2021 (sábado), a partir das 19h

Local: Cine Teatro Cuiabá (presencial) e redes sociais Facebook ou Instagram (difusão dos curtas programados online)

Classificação indicativa: 12 anos

Entrada: gratuita e realizada de acordo com as normas de biossegurança relacionadas ao enfrentamento da covid-19, cumprindo especificações constantes nos decretos municipal e estadual.

Estudo analisou as moléculas do veneno do Sapo-cururu bastante encontrado na biodiversidade mato-grossense.

O grupo de pesquisa “Avaliação de produtos Naturais do Estado de Mato Grosso com Potencial Atividade Antimalárica" da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) - Campus Sinop, protocolou junto ao Instituto Nacional de Patentes Industrial (INPI) duas solicitações relativas a compostos bioativos do sapo-cururu (Rinella Marina-Bufonidae)

Coordenada pelo professor doutor Bruno Antonio Marinho Sanches e pelo professor doutor Fernando de Pilla Varotti, da área de Protozoologia Parasitária Humana, a pesquisa contou com apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), por meio do Edital Universal 2016.

Foram avaliadas as atividades antimaláricas e antitumorais dos compostos extraídos do veneno do sapo-cururu em cepas padronizadas de Plasmodium falciparum (protozoário parasita que causa a malária em humanos) e células tumorais de câncer de mama.

Os resultados obtidos demonstraram que o veneno deste sapo possui potencial atividade antimalárica e antitumoral, com baixa toxicidade para as células.

A malária é uma das principais causas de morte no mundo, chegando a 228 milhões de casos. Atualmente são conhecidas cerca de 150 espécies causadoras de malária em diferentes hospedeiros vertebrados. Destas espécies, cinco parasitam o homem: Plasmodium falciparum, P. vivax, P. malariae, P. ovale e P. knowlesi. As três primeiras estão presentes no Brasil, país onde a doença é considerada endêmica. 

A resistência do plasmódio aos antimaláricos é considerada o maior problema no controle da doença. Atualmente, a resistência do P. falciparum e do P. vivax se estende a muitos antimaláricos convencionais, o que justifica a urgência de novos regimes de tratamento.

A biodiversidade brasileira, que abrange mais de cem mil espécies de invertebrados e mais de oito mil espécies de vertebrados, favorece a pesquisa de novos compostos através da Bioprospecção, Mato Grosso se destaca por conter os três grandes biomas brasileiros: a Amazônia, o Cerrado e o Pantanal. Nesse contexto, é importante uma abordagem multidisciplinar no desenvolvimento de novos medicamentos, incluindo o isolamento, a purificação e a avaliação das atividades farmacológicas das toxinas naturais.

 

Espetáculo é uma contribuição histórico-cultural dos ciganos para a humanidade e conta com diversas linguagens. Uma manifestação cultural com música, poesia e dança. A bailarina, coreógrafa e professora de dança flamenca e cigana, Wania Ormond,  já participou de vários segmentos na dança. Cursos, workshops e revelou a  paixão pelo estudo e pesquisa na vertente da Dança Flamenca e Cigana com pós- graduação em MBA em Danças e seus Movimentos Culturais. Um universo onde se expressa o sentimento. A dança é muito performática. A sinergia do corpo, mente e alma. Além dos movimentos corporais, a coreografia, o espaço, o tempo. A seguir, a entrevista.

Blog da Condessa – Comente, por favor, sobre o projeto cultural Entre Sueños & Duende, que será apresentado dia 29 de maio.

Wania Ormond  - O espetáculo será apresentado no Cine Teatro Cuiabá, às 20 horas com capacidade de público 70% estabelecido pelo Decreto Municipal e ao vivo pelo canal do YouTube, com ingresso solidário de dois quilos de alimentos não perecíveis.  Os locais de arrecadação são:

- Superintendência Pedagógica ( SMECEL- VG)

- Secretaria de Estado e Assistência Social e Cidadania – Cuiabá

- Estúdio Pentagrama- Cuiabá

- Centro Cultural Casa Cuiabana

Blog da Condessa - O que o público pode esperar do espetáculo?

Wania Ormond - O projeto Entre Suenõs & Duende apresentará no Cine Teatro e no You Tube  as artes integradas, as performances e narrativas poéticas. Esse projeto nasceu do desejo de realização de um espetáculo que integrasse e interrelacionasse os segmentos da arte como a dança,  a música,  a poesia e o teatro. Assim conseguimos reunir artistas ( bailarinas, músicos, poetas, cantora), como também estudantes de dança e da música que se identificaram  com a temática do projeto e seus objetivos.

E, assim, vamos dessa forma mostrar por meio de licença poética das criações dos artistas que compõem nossa equipe, a riqueza cultural deixada pelos grupos ciganos ao mundo. Um espetáculo imperdível para toda a família!

Blog da Condessa -  Qual o link para o público acessar?

Wania Ormond - Projeto Entre Sueños & Duende – se inscrever no canal e ativar as notificações .

Blog Da Condessa – O que representa a dança cigana, flamenca ?

Wania Ormond - A dança cigana expressa a cultura de um povo cigano, nômade  tendo diversas origens de vários países do mundo. É uma dança na maioria alegre, com saias coloridas, onde se usa elementos que representam o ar, terra ,  fogo e água, com manifestações de vários ritmos e fusões . A dança cigana trabalha com o belo, o equilíbrio do corpo e da mente, e uma dança transformadora, contagiante que traz conhecimentos dos diversos povos ciganos pelo mundo. A dança flamenca vem da cultura associada principalmente da região da Andaluzia, na Espanha, assim como a Murcia e Estremadura, e tornou se um dos símbolos da cultura espanhola. O flamenco representa o canto, a música e dança cujas origens remontam as culturas cigana e mourisca, com influência árabe e judaica. É uma dança de expressão forte com esmero artístico representando o sofrimento de um povo com suas variações e estilos como a rumba catalã,  sevillana, palos flamenco, buleria e o contemporâneo  e outras variações. O flamenco na sua dança tem os movimentos fortes com sapateados e palmas e seu bailado. Em 2010, o flamenco passou a ser considerado Patrimônio Imaterial da Humanidade pela UNESCO.

Blog da Condessa - O que significa o Duende?

Wania Ormond - O Duende nasceu de uma expressão flamenca. É um termo espanhol que representa um sentimento. É um “ fazer arrebatar” que nasce da alma do dançarino ou de um cantor. É um estado emocional que o dançarino alcança com suas vivências e técnicas na dança. É a essência da arte Andaluzia. São as emoções e o encanto. É a magia convertida em pura arte onde o artista ou a manifestação artística que transmitem ao público um poder misterioso que todos sentem, mas que nenhum filósofo define.

Blog Da Condessa - Comente, por favor, a sua trajetória.

Wania Ormond  - Eu desenvolvi minha paixão pela arte da Dança Flamenca e Cigana desde criança,  estudando e pesquisando as influências ciganas e suas expressões sobre as danças culturais de cada região ou país.  Professora de Dança Flamenca e Cigana desde 2015 no Centro Cultural Casa Cuiabana, estudei desde o Jazz, Hip Hop, Dança Contemporânea e Flamenco.  Sou pós graduada em MBA em Danças e seus Movimentos Culturais pela faculdade Faipe e atuo como bailarina desde 2003 participando de espetáculos nas academias Ballet Denise França e Opera Ballet com cursos e workshops de Dança  Contemporânea,  Flamenco , Dança do Ventre no Sesc Arsenal. Já em São Paulo participei de cursos e da Feira Flamenca 2019, com bailarinos profissionais da Espanha. Em 2018 apresentei um espetáculo no Teatro Zulmira em Cuiabá -- MT “Noite Espanhola- De pés descalços para a Arte de Tablado”. Também fiz várias participações em espetáculos de danças Ciganas e Flamenca em eventos e teatros. Atuei no espetáculo musical “ Capricho Espanhol “ do Concerto Camerata de Violinos. Por fim, em setembro de 2020 consegui montar meu próprio Estúdio de Dança “ STUDIO VERONICA “ onde ministro essas aulas de dança. Hoje a dança para mim representa uma vivência,  um estilo de vida .

“Clichês na Rua” vai ilustrar Ponte Sérgio Motta com mensagens de positividade.

A ponte Sérgio Motta será cenário para o projeto social “Clichês na Rua”.  Neste sábado, 22 de maio, os integrantes do Instituto Clichês na Rua utilizarão a técnica de stencil grafitti para ilustrar o local de mensagens contra depressão e o suicídio. Segundo Talissa Briante, idealizadora do projeto, “infelizmente a Ponte Sérgio Motta tem sido palco de pessoas que tentaram ou cometeram suicídio. Por isso, vamos deixar gravadas no local, mensagens de amor e de positividade”. 

O prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, conheceu o projeto no último dia 19, em reunião que ocorreu no gabinete do gestor, solicitada pelo primeiro-secretário da Câmara de Vereadores de Várzea Grande, Rogério França Martins.  

Além da apresentação, foi solicitada ao poder público, autorização para execução da ação. “Em tempos de pandemia, com certeza o trabalho desenvolvido por esse grupo de pessoas é muito valioso, que consiste em espalhar palavras de encorajamento e positividade neste momento de isolamento social. Parabéns pela iniciativa”, disse Kalil Baracat, que autorizou a arte em grafite na ponte e solicitou ainda que o Instituto apresente um projeto de ações a serem trabalhadas durante o mês de setembro no município. 

“Teremos o Setembro Amarelo, quando desenvolvemos campanhas de conscientização sobre a prevenção do suicídio. Gostaríamos muito de contar com a participação do projeto social ‘Clichês na Rua’, seja com palestras e com ações de arte nas ruas da cidade”, sugeriu o prefeito. 

Talissa Briante se comprometeu em formalizar a proposta à Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esportes e Lazer. “Nossa ideia é impactar as pessoas com palavras e frases que as motivem nesse momento em que elas precisam se distanciar para evitar o contágio da doença”, disse.  

Para o vereador Rogério França Martins, o trabalho desenvolvido pelo Instituto Clichês na Rua é fundamental. “É importante que tenhamos parceiros como eles para buscar formas alternativas de demonstrar amor ao próximo. Nossa sociedade precisa mais do que nunca de fé e esperança. Sabia que poderíamos contar com o apoio do prefeito Kalil Baracat para a execução de mais esse projeto que é fantástico”. 

Além da arte de grafitagem em stencil nas ruas ou placas, o Instituto confecciona máscaras faciais, camisetas e outros objetos que levam as mensagens de encorajamento e amor pela vida. Os produtos podem ser adquiridos pelo site ou pelas redes sociais do “Clichês na Rua”.

 

Sexta, 21 Mai 2021 05:00

O idioma comum é a música

Crianças haitianas atendidas por projeto fazem recital no fim de semana.

O projeto Aculturação Musical, selecionado no edital MT Nascentes, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), realiza no próximo domingo (23.05), às 16h, na sede do Instituto Ciranda – Música e Cidadania um recital de encerramento do projeto. Devido aos protocolos de prevenção a covid-19, o evento será restrito aos convidados e o uso de máscaras é obrigatório.

Proposto pela musicista e educadora musical Yndira Villarroel, o projeto atendeu crianças haitianas, residentes em Cuiabá. Yndira, que é venezuelana, idealizou o projeto especialmente para elas. Consciente do quanto esse processo de imigração pode deixar marcas profundas na vida dos pequenos Ela criou um espaço de confiança onde o idioma comum é a música.

Yndira lembra que ao anunciar o projeto com aulas gratuitas, muitas pessoas da comunidade de migrantes ficaram surpresas com a proposta. “Ficaram impressionados. Muitas vezes perguntavam se realmente era para eles. Sendo explicado que sim, que foi um projeto pensado para a comunidade haitiana e que o mais importante era o aproveitamento das atividades”.

Depois de dois meses de encontros, eles realizam o último nesta sexta-feira (21), um ensaio final para a apresentação aos familiares. Yndira conta que ao executarem o repertório, farão “um passeio pela paisagem sonora que remonta às origens haitianas”. O percussionista moçambicano Hermínio Nhantumbo fará uma participação especial no recital.

Yndira explica que o recital será uma mostra do que as crianças aprenderam durante as aulas. “Elas vão mostrar um pouco do que aprenderam. Elas tiveram acesso a conteúdos diversos. Apresentamos instrumentos de orquestra, mas focamos no aprendizado da flauta doce. A propósito, elas foram presenteadas com este instrumento, pois assim, puderam praticar o conteúdo das aulas em casa”, ressalta Yndira.

E o projeto, segundo Yndira, não só marcou a vida das crianças, como pode tê-las estimulado a seguir na música. Dos participantes do projeto, dez deles se matricularam como aluno no Instituto Ciranda – Música e Cidadania, nas classes de violino, trompete, percussão e musicalização.

“Todos tiveram a oportunidade de obter uma vaga para continuar fazendo aulas de música, porém, agora com o foco do instrumento selecionado e indicado em alguns casos, recebendo em caráter de empréstimo o instrumento e o material para as aulas. Isto produz na vida deles e de suas famílias um sentimento de pertencimento, além de alcançar os objetivos da proposta”.

 

 

Primeiro Festival da Canção será realizado nos dias 02, 03 e 04 de julho e recebeu 92 inscrições de compositores que residem em Mato Grosso e outros Estados do Brasil.

O primeiro festival da canção de Cuiabá será realizado nos dias 02, 03 e 04 de julho. No último dia 17 o projeto “1° Jardim Autoral – Festival da Canção” divulgou a lista dos 20 selecionados que irão se apresentar no evento, que visa valorizar e prestigiar o trabalho autoral, inédito e original, bem como os artistas, com premiações e brindes, do primeiro ao quinto colocado, além de fomentar o lazer e a cultura, com três dias de shows e exposições artísticas.

O festival foi contemplado no edital MT Nascentes, realizado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT). O festival quer incentivar os amantes da boa música autoral a mostrar o seu talento, suas composições. Foram 92 inscrições de compositores que residem em Mato Grosso e outros Estados do Brasil, que concorreram no processo de seleção com músicas inéditas e originais, tanto na parte musical quanto nos versos, em português, de qualquer estilo e gênero musical.

Dos inscritos, a comissão de seleção escolheu 20 canções que irão concorrer no festival em duas etapas classificatórias, sendo 10 artistas para se apresentarem no dia 02 de julho e 10 artistas no dia seguinte. Destes dois dias serão escolhidos cinco premiados, que já garantem o troféu, e disputarão as premiações em dinheiro, no valor de R$ 3 mil ao 1° Lugar, R$ 2 mil ao 2° Lugar, R$ 1 mil para o 3° Lugar, R$ 600 ao 4° Lugar e R$ 400 para o 5° Lugar.

Como critério de avaliação do júri, composto pelos renomados artistas mato-grossenses, Murilo Alves, Jefferson Neves, Vera Capilé e André Vilane, serão consideradas a letra, harmonia, melodia, arranjo e a interpretação.

Selecionados

Foram selecionados os compositores e canções, em ordem alfabética: Alberto Salgado, Beth Martins e Márcio Marinho (Favela do Amor), Augusto Krebs e Mariana Borealis (Arpa Negra), Cristopher Chaves (Serra Pelada), Heitor Mattos (Descaminhos), Hélvio Gomes de Moraes Junior e Lorenzo Falcão (E Basta), Iasmin Medeiros (Rosa Cristal), Jheo Gil (Coração Navegador), Joandre Camargo (Melindrosa), João Reis (Ânsia), Ju Grisólia (Tudo Para Te Mostrar), Karola Nunes (Botânica), Luth Peixoto (Corpo Fechado), Marcus Vinícius Silva e Tulio Paniago Vilela (Estações), Paula Shaira (Bossinha), Paulo Serau (A Palavra e o Silêncio), Pedro Rosa e Rafael Mourão (Na Rota do Umbuzeiro), Riccelly Guimarães (A Parição), Rodrigo Mendes (Peço Licença), Si Rodrigues (Término), além de Wainer Ribeiro e Valdemir (Deixou no Ar).

Os intérpretes contarão com uma banda de apoio, oferecida pelo Festival, caso haja necessidade de acompanhamento instrumental.

O festival

O 1° Jardim Autoral – Festival da Canção acontecerá de forma presencial, com entrada gratuita ao público em geral, no jardim do Garden Pub, localizado na rua M, 146, no bairro Cachoeira das Garças, em Cuiabá. A disputa pelas cinco canções finalistas acontecerá no “Espaço Poesia”.

O “Espaço Vivências” contará com feira gastronômica, exposições fotográficas, artesanatos, intervenções teatrais, performances de artistas plásticos e shows diários com cantores locais.

O 1° Jardim Autoral – Festival da Canção será transmitido ao vivo no InstagramFacebook e Youtube.

 

 

Página 8 de 127